Etiqueta: Objectivos

Objetivos: Tem medo de ter sucesso?
Liderança e Coaching·2 Jun 2025·4 min. de leitura

Objetivos: Tem medo de ter sucesso?

Muitas pessoas às quais faço coaching ou que passam pelos nossos Workshops da Arte de Liderar têm medo dos seus objetivos. Por incrível que pareça, esta é uma das principais (mas não a principal) razões pela qual muitos de nós não definimos o que realmente queremos da vida. O medo e a frustração de não atingir objetivos são paralisantes. É mais simples não ter objetivos do que pensar que eventualmente podemos vir a não os atingir. Embora pareça um aspeto simples, muitas pessoas com quem trabalho ficam paralisadas ao pensar nisto. Principalmente se já tiveram uma experiência negativa anterior. A questão que se coloca é: Se por um lado devemos definir metas e objetivos, como lidar com a frustração de não os atingir? Ao pensarmos nisto, definimos um processo simples que tem tido muito sucesso com os executivos de topo com quem habitualmente trabalhamos. Este processo centra-se em “deixar cair” a emoção de atingir ou não atingir o objetivo mediante uma pequena meditação. O processo é realizado em 3 passos: 1. Relaxamento Feche os olhos e inspire e expire profundamente. Agora imagine que está a começar a descer uma escada larga, segura e bem iluminada com 10 degraus. E que, a cada expiração, desce um degrau. Repita este passo, inspirar e expirar, descendo cada degrau até chegar ao fundo da escada. Escolha um sítio agradável, onde gostasse de estar, e imagine que ao descer o último degrau se encontra lá. Ao chegar a este sítio, estará agora muito mais relaxado.Imagine que está sentado numa cadeira confortável e que na sua frente tem um ecrã de cinema. 2. Visualização de metas e objetivos Podemos agora dar início ao segundo passo. Comece agora a imaginar que na tela do cinema começa a ver os seus objetivos já realizados a aparecerem com se fossem um filme.… [ Ler mais… ]

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Que fazer quando os sonhos acabam?
Liderança e Coaching·12 Ago 2024·4 min. de leitura

Que fazer quando os sonhos acabam?

Frase polémica? Ou talvez não? Será que os sonhos acabam algum dia? Uma das coisas que me tem preocupado nos últimos tempos, dado que tenho passado algum tempo em processos de coaching executivo, é precisamente esta questão. Talvez devido à fase da vida que atravesso (não, os meus sonhos não se acabaram, apenas se transformaram) ou a alguma sincronia, para quem acredita, têm chegado até mim diversas pessoas com um perfil muito similar. Executivo de topo, bem na vida, bom ordenado, boas regalias, empresa estável, que, já tendo atingido a sua quota-parte de sucesso, chega a um ponto na vida em que “parece” que os seus sonhos já acabaram. Todos estamos familiarizados com a crise dos 40 anos? Aquele momento na vida em que muitas coisas deixam de fazer sentido e que nos sentimos um pouco à deriva? O que era antes já não é e o que vai ser ainda não está sequer no limiar do nosso consciente? Existe um ponto um pouco antes desta idade, mais ou menos nos 38/39, em que acontece um fenómeno estranho. Muitas das vezes o carro, a casa, a posição e o dinheiro parecem subitamente relevados para segundo plano. Parece que andamos uma vida a trabalhar para isto e agora… Normalmente nestas fases da vida dão-se grandes mudanças, de emprego, de família, é por vezes aqui que acontecem os divórcios mais inesperados, de pais, enfim, de tudo um pouco. Muitas das pessoas que me têm procurado nos últimos tempos estão precisamente nesta fase. Pessoas que toda uma vida tiveram sucesso de repente perdem o pé. A questão principal delas é muitas vezes: “Como é que eu encontro o meu rumo novamente?” São momentos de “limpeza”. O que noto frequentemente é que é necessário limpar o que está na mesa para poder procurar novos caminhos.… [ Ler mais… ]

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O que é isso da RESILIÊNCIA?
Liderança e Coaching·26 Jun 2023·5 min. de leitura

O que é isso da RESILIÊNCIA?

Afinal de contas o que é que nos motiva? Ao longo dos últimos anos assistiu-se em Portugal ao proliferar de um conjunto de livros, cursos e outras matérias que visam falar sobre a motivação e resiliência. Não é que isso esteja errado, pelo menos não na maior parte dos casos. No entanto, o que noto é que muitos dos sistemas que se apresentam são de índole muito americanizada e não consideram os tempos em que vivemos e as suas condicionantes. Muitos destes sistemas deixam de lado o facto de que, como indivíduos, todos somos diferentes. No que diz respeito à motivação e resiliência, gosto mais de abordar o assunto mostrando as diferentes variáveis que influenciam a nossa motivação e capacidade de resiliência e deixar ao critério de cada um experimentar o que funciona em si e, acima de tudo, nas diferentes áreas da sua vida. Da mesma forma que duas pessoas diferentes podem ou não se motivar da mesma forma, existe além disso outra variante. No meu trabalho direto como “executive coach”, noto que a forma das pessoas se motivarem varia também de faceta para faceta ou, se quiserem, nas diferentes áreas da sua vida. No meu entender, o que nos motiva é diferente de área para área da nossa vida, mas tudo acaba por estar interligado numa teia quase que impercetível, como iremos descobrir. A importância do foco e da resiliência No meu contacto diário com comerciais, uma das coisas que mais me apaixona é descobrir o que faz a diferença entre um bom comercial e um comercial médio. Se me perguntarem qual o foi o fator-chave que eu descobri em todos estes anos de trabalho, trata-se apenas de um. Um bom comercial sabe muito bem o que quer da vida! Agora, por incrível que pareça, o que ele quer da vida não tem nada a ver com as metas e objetivos que a empresa coloca-lhe em termos comerciais.… [ Ler mais… ]

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A sua equipa vem sem manual de instruções?
Liderança e Coaching·3 Mai 2021·4 min. de leitura

A sua equipa vem sem manual de instruções?

Provavelmente terá desejado uma ou outra vez que a sua equipa viesse com um Manual de Instruções, que conseguisse procurar no índice de um livro os vários desafios que enfrenta todos os dias e dessa forma resolver rapidamente qualquer questão. Mas, infelizmente, não existe manual de instruções nem nenhum livro por onde nos possamos guiar e dessa forma garantir que as nossas acções com a equipa são as mais eficazes. Quem tem filhos também terá pensado em algo muito semelhante! As prateleiras de livros de puericultura são imensas, e principalmente os pais de “primeira viagem” munem-se de livros e manuais para procurar entender um pouco o bebé e saber como cuidar dele. Mesmo assim, depois existem outras “correntes” e abordagens, e a verdade é que todos gostam de dar a sua opinião. Se devemos pegar ao colo quando choram, a idade ideal para introduzir certos alimentos, como fazer quando estão doentes, etc. Quem tem uma equipa, seja ela de comerciais ou outra, sabe bem que por vezes nos sentimos um pouco pais inexperientes, com receio de fazer alguma asneira na forma como tratamos cada colaborador. Não existindo um manual de instruções, muito da liderança tem a ver com intuição, comunicação, genuína preocupação em fazer crescer as competências dos liderados e gestão da motivação de cada um. Com outra agravante! É que mesmo seguindo muitos livros ou correntes de orientação diferentes, a liderança não é uma ciência exata e até o melhor dos líderes pode enganar-se, porque estamos a falar de relações humanas, que têm todos os desafios que conhecemos associados. Conhecer a equipa É provavelmente o primeiro passo. Investir algum tempo a conversar com cada elemento, de forma formal ou informal, criando momentos onde cada elemento poderá estar mais à vontade para partilhar as suas ideias. É um excelente investimento do tempo de um líder para conhecer a equipa.… [ Ler mais… ]

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Novo ano mas a mesma vida?
Estratégia e Gestão·25 Nov 2019·4 min. de leitura

Novo ano mas a mesma vida?

Ainda vamos a tempo de fazer votos de Bom Ano a quem se cruza connosco na rua. E, à semelhança de em anos anteriores, aposto que a grande maioria fez as suas resoluções de novo ano. É toda uma página em branco por escrever, de 12 meses recheados de acontecimentos, surpresas que podem ser boas ou menos simpáticas, ideias para colocar em prática, sucessos e insucessos, e muitas outras coisas. E neste início do ano parece que toda a envolvência do Natal e do Fim de Ano carregam as baterias da energia e sentimo-nos mais corajosos e prontos para enfrentar o futuro. Para certas empresas é como se um novo ciclo começasse, novos lançamentos, novas propostas, novos projetos e clientes. Muitos deles começaram a ser trabalhados no ano anterior e depois de uma boa sementeira vem a colheita. Mas voltando às resoluções do novo ano, quantas são iguais ou parecidas com as do ano anterior? E anterior a esse? Claro que algumas serão de manter. As que nos fazem bem física e psicologicamente, e as que envolvem o negócio de uma forma positiva. Mas muitas delas são resoluções que “passaram ao lado” o ano anterior e que pela sua importância achamos que devem figurar na nova listagem! E muitas são resultado de ideias que não foram colocadas em prática, de receios que falaram mais forte que a vontade de arriscar. E como fazer para 2014 ser um pouco diferente? Em primeiro lugar tem de pensar por que razão certas resoluções teimam em manter-se na lista e o que as faz lá ficar. Principalmente as tais que custam um pouco mais e quais as razões que as prendem. É posição de conforto? É que sair dessa posição pode ser doloroso, mas compensador. Procrastinar Conhece aquela sensação de querer fazer mas não apetecer muito?… [ Ler mais… ]

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O que está a fazer de mal?
Estratégia e Gestão·9 Set 2019·4 min. de leitura

O que está a fazer de mal?

É o que muitas vezes nos perguntamos. Será que estamos a fazer algo mal? Porque é que não estamos a ter o sucesso de antigamente? Quem está a barrar o nosso crescimento? Porque não conseguimos atingir as metas a que nos propusemos? Será que todo o universo conspira contra nós? Decerto já fez a si mesmo uma destas perguntas, quem não fez?! Quando as coisas não correm como desejaríamos, e depois de tentarmos várias vezes, é uma questão pertinente a fazer. Muitas vezes também é preciso coragem para nos questionarmos sobre o que poderemos estar a fazer de menos bem e como corrigi-lo. O primeiro passo, e o mais importante, é admitir que poderemos, de facto, estar a fazer algo de errado. Através de uma reflexão poderemos chegar a várias conclusões, inclusivamente a de que estamos a fazer tudo bem. Porque não estamos a ter o sucesso de antigamente? O que era há um ano não é agora… o mercado está constantemente a mudar e se calhar não podemos responder às necessidades dos consumidores da mesma maneira que antes. Temos de questionar o que o mercado está a precisar de ver, de ter, de fazer. De que forma os produtos e/ou serviços da nossa empresa podem ir ao encontro dessas necessidades e pensar em ser proativo. Arriscar por vezes é a melhor maneira de saber se funciona. Para além disso, conhecer a concorrência e o que ela está a fazer. Se estão a restruturar os seus produtos ou serviços, se os apresentam de forma mais inovadora, e quais as tendências no momento. Hoje em dia é possível aferir isso mesmo, ou seja, as tendências do mercado. Será que o nosso público-alvo quer algo de diferente, de inovador e ainda não o conseguimos disponibilizar? Será que gastamos tempo em demasia a analisar o que os outros fazem sem alterar em nada o que fazemos?… [ Ler mais… ]

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Não dá para melhorar?
Estratégia e Gestão·12 Ago 2019·4 min. de leitura

Não dá para melhorar?

erá que vale a pena pensarmos nisso? Será que a melhoria continua numa altura em que tudo é um esforço acrescido vale a pena? E como convenço a minha equipa a aderir a esta melhoria contínua? Muitas equipas com que trabalhamos em projetos de business coaching, e outras com que nos deparamos, pensam por vezes dessa maneira. Quando estamos preocupados em conquistar clientes novos, em manter os existentes, em conseguir dar vazão a tudo o que nos é solicitado, e em motivar e envolver a equipa neste processo, toda a dinâmica relacionada com melhoria contínua, qualidade ou eficácia, parece secundária e pouco crítica ou fundamental para o futuro. O desafio é então utilizar esta forma de pensar nas reuniões de equipa. Uma abordagem mais prática do que se pensa, mas acima de tudo focada. E por estarmos em tempos mais difíceis, por vezes a melhor estratégia é de facto parar um pouco e pensar no que pode fazer a diferença no negócio, no que é acessório, onde podemos melhorar e como. Questionar tudo Porque é que muitos têm a ideia de que se fazemos as coisas de uma determinada maneira não há espaço para alterar? Lá porque muitos processos seguem determinados caminhos, não significa que estamos a utilizar os melhores métodos para completar cada tarefa. Questionar torna-se importante, pois muitas equipas insistem em manter os procedimentos com receio de que se alterarem podem piorar os resultados, e pelo menos esta zona de conforto é já conhecida de todos. Procure soluções Se questionarem os processos vão também pensar em como o podemos fazer. E é esse o focus: nas soluções e não nos problemas. Não queremos saber o porquê de ter de ser feito, mas sim como pode ser feito. E sem desculpas! Não pare nunca de melhorar, porque nunca nada está a 100%.… [ Ler mais… ]

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Ano meio cheio ou meio vazio?
Liderança e Coaching·22 Jul 2019·4 min. de leitura

Ano meio cheio ou meio vazio?

E chegamos ao final de mais um ano… Muitas das metas atingidas, outras tantas terão ficado pelo caminho. Alguns desses objetivos seriam pessoais, outros profissionais, uns representaram enormes desafios, outros foram conseguidos com menos esforço. Uns foram inesperados pela positiva, outros tremendas desilusões. Esta é também a altura de fazer o balanço do que foi feito de errado e do que se deve corrigir no futuro, para que não se volte a cometer os mesmos erros. Mas se o novo ano está aí, também tem de existir uma nova motivação, uma nova maneira de encarar não só os 365 dias que aí vêm, mas também todos os outros que se seguirão. É esta a parte desafiante! Assistimos a muitas acções de formação, lemos muitos livros, fazemos muitos planos, mas sem uma disciplina férrea voltamos muitas vezes a cair nos mesmos erros, a deixar-nos consumir pelos mesmos problemas, a ficar presos nas rotinas e a esquecer-nos daquilo que de facto interessa. Por isso gosto de pensar num ano meio cheio e não meio vazio. Prefiro acreditar que existe ainda muito por fazer, que muito há por crescer e por completar! E não podemos pensar no vazio, no que já foi e não volta atrás e por isso não tem qualquer hipótese de melhorar! E uma vez mais, no início de mais um ano, voltamos a pensar e a equacionar tudo o que precisamos de concretizar, as metas que queremos atingir e como vamos conseguir esse feito. Pense e Escreva É sempre o início de tudo! Se não pensarmos no que queremos em termos de objetivos, será basicamente impossível atingirmos os mesmos. Quase tão importante como pensar no que queremos é escrever com pormenor esses mesmos objetivos. Não basta pensar, pois uma frase ou uma lista têm muito mais força e geram muito mais compromisso e empenho que apenas um pensamento.… [ Ler mais… ]

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A sua equipa foi promovida?
Liderança e Coaching·6 Mai 2019·5 min. de leitura

A sua equipa foi promovida?

Imagine que tem uma equipa maravilha, que sistematicamente atinge os seus objetivos. Imagine agora que o seu departamento e, correspondentemente, a sua equipa são promovidos em termos das funções que desempenham. Esta promoção acarreta que Vocês todos em conjunto tenham de atingir um novo patamar de excelência, sem o qual dificilmente continuarão no pódio das melhores equipas da empresa. Agora imagine que, quando tenta puxar por eles, começa a sentir que em vez de corresponderem e apresentarem o desempenho ao qual estava habituado, o nível de desempenho apresenta-se normal. Muitos gestores enfrentam regularmente esta situação. Quem me conhece sabe que sou um apaixonado do estudo da motivação e desempenho humano, é um tema que está muito próximo das temáticas da liderança e que por vezes é muito mal entendido pelas empresas e pelos líderes. Não é à toa que no congresso deste ano temos uma das intervenções totalmente dedicada ao tema da Motivação de Equipas. https://www.ideiasedesafios.com/congresso.html Mas vamos lá analisar os aspectos psicológicos desta questão.

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