Estratégia e Gestão

19/06/2017Maria Vieira

Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 32 segundo(s)


FuturoPensar o futuro hoje em dia pode ser um desafio deveras complexo para alguns responsáveis de empresas! Acima de tudo, porque o contexto está recheado de variáveis que não são passíveis de ser controladas e tornam toda a actividade empresarial mais incerta e mais imprevisível.

Hoje convidamo-lo a fazer um exercício de futuro. Ainda que livros como o “Segredo” e “A Lei da Atracção” sugiram o desenhar o futuro como forma de o tornar presente, este acto não pode ser visto como uma aquisição passiva do mesmo. Ou seja, sem acção, sem tentar fazer, sem ir à procura de algo, sem uma estratégia, nunca iremos atingir ou encontrar esse futuro.

Por isso não basta querer, é necessário fazer o que for necessário para não nos desviarmos do caminho e é preciso também ser uma pessoa (...Ler Mais...)

29/05/2017Anabela Conde

Tempo estimado de leitura: 2 minuto(s) e 2 segundo(s)


SaldosSaldos: Numa época em que vemos superfícies comerciais a adoptar tradições americanas como o black Friday, outras a devolver o valor do IVA em cartão, a desafiar concorrentes nus a entrar portas dentro para sair de lá com peças de roupa de marca grátis, entre tantos outros exemplos, o que faltará ainda fazer para assinalar a abertura da época de saldos?

Nem todos estamos no mass market, no retalho, mas o que fazemos para dar uma visibilidade diferenciadora à nossa empresa, para tornar os nossos produtos apelativos e competitivos, quais são, à nossa escala, os “saldos” que podemos e não podemos fazer?

Que manobras de marketing estão ao nosso alcance operacionalizar? O que estamos e não estamos ainda a fazer?

O Plano de Marketing

Se o nome é pomposo ou não, se a ferramenta é (...Ler Mais...)

15/05/2017Maria Vieira

Tempo estimado de leitura: 0 minuto(s) e 56 segundo(s)


Síndroma da SandwicheSíndroma da Sandwich?

Desta vez iremos dedicar este espaço a umas pessoas especiais: as chefias intermédias.

Muito se tem falado em liderança em termos de gestão de topo e, obviamente, dedicamos muitos dos conteúdos a apoiar quem está “no terreno”, de algum modo mais ou menos activo.

Em Portugal, a estrutura das empresas é tipicamente vertical, existindo muitas vezes mais de dois níveis de hierarquia a separar a equipa de vendas, por exemplo, do Director Geral. São estruturas com vários níveis de decisão, umas com maior agilidade e outras mais complicadas em termos de capacidade de acção rápida.

Deste modo, as nossas empresas perdem um pouco a flexibilidade que seria expectável e reagem mais lentamente a alterações de mercado, clientes, à necessidade de refazer estratégias, entre outras acções.

Em termos de liderança, as chefias intermédias (...Ler Mais...)

10/05/2017Maria Vieira

Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 15 segundo(s)


BCEEm tempos de PEC, FMI, BCE e outras siglas que por aí andam, qual a sua favorita neste momento?

Um amigo meu resolveu pegar nas siglas e dar-lhes um conteúdo diferente e interessante. Em tempos de profundas alterações e mutações do nosso panorama social, económico e político, é fundamental “inovar” um pouco e por vezes fazer algum humor.

E nem imagina o sucesso que “brincar” às siglas provoca em equipas com quem trabalhamos.

Em primeiro lugar, nunca mais se esquecem da sigla! Em segundo, facilmente adaptam a sua abordagem a esta nova realidade.

Quer ver como funciona?

PEC – Plano Estratégico Comercial

Ainda o PEC não era conhecido e já nós criávamos PEC’s com equipas comerciais em várias empresas. O Plano Estratégico Comercial não é mais do que as estratégias chave para conseguir resultados num (...Ler Mais...)

10/05/2017Anabela Conde

Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 29 segundo(s)


FunçõesSe perguntarmos aos mais jovens, poucos saberão… Alguém que usava mangas-de-alpaca seria um funcionário tipicamente dos serviços administrativos e que desempenhava a sua função ou funções repetidamente com muito zelo.

É impossível falarmos em mangas-de-alpaca sem pensarmos de imediato em tarefas burocráticas, rotineiras, muitas vezes asseguradas por recursos a quem nos referíamos de forma depreciativa, visto associarmos a alguém de comportamento fechado, picuinhas e perfeccionista.

E hoje, nas nossas empresas, será que vamos tendo ainda alguns “mangas-de-alpaca” à escala actual? Pois…

É que na hora de fazer acontecer, será que não dava jeito?

Todos diferentes é bom?

Quando por mais que se oriente, se motive, se dê o exemplo, nos cansamos de pedir “arregaça as mangas e faz”, porque é que será que há sempre quem não se mexa…?

Onde falham a nossa abordagem e (...Ler Mais...)

19/04/2017Maria Vieira

Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 20 segundo(s)


ControlarControlar? Não se trata de ter tudo sob controlo, pois tal é impossível e sabemos bem disso. Há muitas variáveis sobre as quais não temos qualquer controlo e sabemos qual é o seu efeito positivo ou negativo.

No entanto, quando falamos em controlo nas empresas falamos do tipo de controlo que é mais plausível ter, do que se consegue de alguma forma controlar e que poderá ajudar a manter um pouco mais perto de si o que se passa na empresa e com as equipas.

Podemos comparar assim os factores de controlo de uma empresa com os alicerces de um arranha-céus. Quanto mais profundos forem os alicerces, mais estável é o edifício e mais alto pode ser.

Mas o que entendemos por controlo numa empresa?

Precisamos de dividir este controlo em 4 áreas fundamentais:

  • Controlo
  • (...Ler Mais...)

    19/04/2017Anabela Conde

    Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 52 segundo(s)


    Low CostLow Cost???

    Falar de racionalizar custos é uma opção que faz todo o sentido nesta fase, sobretudo se a operacionalização do Plano Estratégico não está a correr tão bem como queríamos… Mas racionalizar custos é bem distinto de cortar custos a direito, de dizer que não se pode investir nem fazer mais nada.

    Quando a facturação não sobe, antes de ficar desesperado e pensar quantas cabeças vão rolar, talvez seja interessante analisar que despesas é que não são críticas e se podem reduzir para, ainda assim, melhorar a rentabilidade.

    E quanto à tesouraria? Que ginástica anda a fazer? O que negociamos com os fornecedores, o que exigimos ou recuperamos dos nossos clientes?

    Investimento OFF / Congelamento ON

    Aqui está um interruptor que não deve ter só duas posições! Às vezes perdemos por generalizar determinadas decisões. (...Ler Mais...)

    10/04/2017Maria Vieira

    Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 8 segundo(s)


    CoachingHoje gostaria de abordar o tema do Coaching.

    Já deve ter tido a experiência de cortar as pernas a um banco para que este fique mais nivelado. Aposto ainda, que depois de cortar a primeira perna, verificou que estava um pouco mais curta que as outras, e assim começou a cortar uma a uma até estarem com o comprimento perfeito.

    No final o que acontece sempre? Após umas horas de trabalho de medição e cortes, chegamos sempre à conclusão de que mais valia não termos começado a cortar.

    Se frequenta o ginásio ou está dentro da nomenclatura da moda, saberá que P.T. significa Personal Trainer.

    O Personal Trainer é a pessoa que tem o condão de nos pôr em forma, com o qual temos uma relação forte de parceria, pois sabemos que o segredo do (...Ler Mais...)

    10/04/2017Anabela Conde

    Tempo estimado de leitura: 1 minuto(s) e 28 segundo(s)


    InovaçãoQuando falamos de inovação, lembra-se do inventor mais famoso dos livros aos quadradinhos da Disney, criador de aparelhos, de engenhocas, e de mil e uma coisas inusitadas? E recorda-se do Lampadinha, o pequeno android com uma lâmpada na cabeça, e do seu sobrinho Pascoal, o menino prodígio que encontrava soluções criativas em qualquer situação?

    Sei que não somos propriamente Prof. Pardais, nem as nossas equipas estão cheias de Pascoais… mas o que é certo é que se cada um pudesse ter um chapéu-pensador, um Lampadinha de serviço permanente, não era nada mau, certo?

    E será que procuramos ter?

    O poder de uma Ideia…

    Na Ideias & Desafios baptizámos as ideias de pérolas, como se antevíssemos que elas vão brilhar no nosso futuro. Se todas brilham? Algumas trazem bons resultados, outras introduzem saltos diferenciadores, outras tantas (...Ler Mais...)

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