Sucesso: Onde estão os impossíveis?

15/05/2017 Anabela Conde Tempo estimado de leitura: 1 min. e 36 seg.


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sucessoPorque é que não temos mais Sucesso? Desafiamo-nos constantemente? Desafiamos o impossível? O que nos limita? Nós próprios, as nossas convicções? Provavelmente…

Paixão, acreditar, estratégia, clareza de valores, energia, contagiar e comunicar estão seguramente entre os maiores pontos de poder de qualquer ser humano para ter sucesso!

Os Pilares do Sucesso

Não é à toa que há um ditado popular que diz que “querer é poder”. Então será que queremos mesmo? Porque é que não podemos mais?

1. Saber o que se quer, formular objectivos, sonhos e desejos

O que nos move pessoal e profissionalmente, o que queremos atingir e quando? Colocamos a fasquia lá em cima? Temos claro para nós o que nos realiza, mesmo? Sim, o que nos realiza a nós, e não aos que nos rodeiam…

Temos um mapa de sonhos? Todos sabemos que fazer um dreamchart está na moda… Então porque é que não experimentamos reservar uma hora na agenda para fazer o nosso? Basta pegar numa cartolina, numa tesoura, num tubo de cola e em meia dúzia de revistas. Depois, é só recortar e colar… Talvez seja um exercício interessante para nos conhecermos melhor a nós próprios e percebermos a nossa hierarquia de valores.

2. Acção, senão os desejos não passam de sonhos

Tal como na gravação de uma peça: 3, 2, 1… Acção! Planear e observar não chega, há que fazer.

Às vezes, fazer o que for preciso. Levar a cabo as acções que acreditamos serem as que criam maior oportunidade de produzir os resultados que perseguimos, independentemente de serem fáceis ou difíceis. Fazê-las pela ordem certa, porque essa é a sintaxe do sucesso.

3. Trabalhar as respostas que nos deixam mais perto dos objectivos e abandonar as que nos afastam das nossas metas

Que vias queremos percorrer, que portas queremos abrir, que abordagens importa explorar para resolver as situações?
Nem sempre é simples, e tão pouco cómodo, separar o trigo do joio. Mas o que é que nos deixa mais perto do que pretendemos? O que é mais eficaz? É nisso que mais investimos?

4. Ter a capacidade de ajustar comportamentos até conseguir o que pretendemos

Interrompemos ou abandonamos o que não resulta? O que é que ainda não estamos a fazer ou não estamos a explorar de forma diferente? Somos criativos? Estamos verdadeiramente motivados? Induzimos novas aprendizagens? Somos congruentes?

Mas… Há sempre um Mas!

As dificuldades, os obstáculos, os que nos puxam para trás farão sempre parte do percurso. Haverá sempre momentos de frustração, de rejeição, e até de muita pressão financeira. Então, como lidar com tudo isto?

Há um conjunto de técnicas e comportamentos que podemos explorar e aplicar para nos focalizarmos e, de certo modo, defendermos do que nos impede de dar aquele passo em frente…

Já ouviu falar de Âncoras?

Quando fechamos os olhos e pensamos nas nossas situações mais felizes de sempre, há certamente uma emoção, uma música, um gesto, um sentimento que nos vem à cabeça. Criar uma âncora psicológica e ir buscar esses picos de emoção nos momentos mais exigentes é uma forma de reforçarmos a nossa confiança e motivação para o sucesso da situação.

Já pensou em reformular-se a si próprio?

Muitas vezes conhecemos os padrões de comportamento que nos prendem, que nos prejudicam e que deveríamos ajustar. Mas como? Às vezes é uma questão da leitura que fazemos e de nos agitarmos para procurar outras referências no contexto. Porque não transformar algo de negativo, uma má experiência, numa aprendizagem ou numa oportunidade?

E se falharmos?

E se não tentarmos, não será muito pior? Quando Thomas Edison inventou a lâmpada eléctrica incandescente em 1879, seguramente que já tinha tentado muitas vezes até a lâmpada permanecer acesa por 48 horas consecutivas. As vezes anteriores foram fracassos ou foram maneiras de estar mais perto deste tremendo desenvolvimento para a humanidade?

Tudo tem uma razão para acontecer. Haja o que houver, é preciso estarmos cientes e sermos responsáveis pelas situações. Para desbravar novos caminhos, não há dúvida de que é preciso cair.

Na maior parte dos casos, o mais difícil é mesmo o primeiro passo. O facto de não dominarmos o puzzle completo ou de entendermos que não reunimos as condições, impede-nos muitas vezes de avançar. A questão é que não é preciso perceber tudo para fazer de tudo. Os caminhos hão-de surgir e alinhar-se.

E, como não há fórmulas mágicas, os resultados não aparecem sem compromisso.
As pessoas são o melhor recurso e trabalhar é divertido se o fizermos numa perspectiva de abundância, de unir, de fazer com…

Por último, para singrar, afirmação + disciplina = combinação milagrosa!

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