A cada ano que começa é tempo de avivar a missão, reajustar os valores, definir um novo lema e descolar…
A questão é que quando tudo isto não faz parte da cultura da empresa corremos o risco de algum desapego emocional por parte do colaborador, e isso condiciona indiscutivelmente o sucesso do trabalho em equipa e a produtividade de cada um.
Ainda esta semana um líder de uma equipa comercial desabafava: “anda tudo a olhar para o seu umbigo, desesperado por cumprir os números, nem sequer partilham a informação”.
Percebe-se que sejam muitas as pessoas que hoje receiem o flagelo do desemprego, com tudo o que se vê, ouve e conhece…
E vamos ficar indiferentes? Se a época é de crise, de pressão, e até de alguma indisciplina, o que está ao alcance da empresa fazer para ter as pessoas a trabalhar no máximo do seu potencial?
Será que motivar ainda é o que era?
A paixão treina-se?
Primeiro que tudo, os seus colaboradores estão apaixonados pela Empresa?
Aah…
Todos sabemos que o namoro implica investimento de parte a parte.
Neste namoro, mesmo que não seja preciso investir dinheiro, é pelo menos preciso investir na estratégia e em tempo, e definir o modelo de comprometimento dos colaboradores para com a Empresa.
Sabemos que estamos transversalmente em maré de low budget mas, como li recentemente e não posso deixar de comentar “low budget” não é “no budget”. Uma redução de custos mal estruturada pode incorrer em fortes mazelas…
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