Etiqueta: Liderança

A sua liderança tem uma conta bancária?
Liderança e Coaching·14 Jul 2025·4 min. de leitura

A sua liderança tem uma conta bancária?

Ainda há algumas semanas, a meio de um programa de Formação de Liderança, me fizeram a seguinte pergunta: “Como é que podemos fazer com que as pessoas deem o litro e estejam presentes quando mais necessitamos delas?” É uma questão que frequentemente surge nos nossos programas de formação de liderança. Se pensarmos bem, é uma questão que surge com certeza na mente de todos os decisores ou das pessoas que têm a seu cargo a chefia de uma equipa. Mas então como? Pense um pouco comigo. Tem uma conta bancária? Provavelmente sim! Tem associado a essa conta um descoberto bancário? Ou seja, pode continuar a retirar dinheiro da conta, mesmo que esta esteja a negativo, até um determinado limite, pagando um juro? Por exemplo, uma conta ordenado. Ou seja, o que retirar para além do seu saldo terá obrigatoriamente de ser reposto mais tarde, inclusive com o pagamento dos juros referente ao período em que a conta esteve a descoberto. Não comece já a pensar: “Mas o que é que isto tem a ver com a liderança das empresa e das equipas?” Entrarei já de seguida na explicação. Cada pessoa na sua equipa tem uma “conta bancária” associada à forma como a lidera. E à semelhança do que acontece com a sua conta bancária, pode colocar lá capital ou retirar capital. Neste caso estamos a falar de capital emocional. Se quiser, também lá pode colocar capital monetário, mas não é desse que hoje escolhemos falar. No decorrer do processo de liderança, muitos líderes só se preocupam em retirar da “conta bancária” da pessoa ou da equipa. Se formos a ver o rácio de “colocar” versus “retirar”, este está, na maioria dos casos, bastante desequilibrado.Somos capazes de pedir, pedir e voltar a pedir, mas raramente recompensamos ou damos algo em troca. Ora, o problema é que estamos a lidar com pessoas.… [ Ler mais… ]

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Coaching: Ainda à espera do autocarro?
Liderança e Coaching·23 Jun 2025·2 min. de leitura

Coaching: Ainda à espera do autocarro?

Sabe o que é que o coaching tem a ver com as paragens de autocarro? Não? Então descubra neste artigo! Muitas vezes na vida paramos na paragem do autocarro e lá ficamos. Fomos profissionais de sucesso que todos os dias apanhávamos o autocarro sem falhar, com um sorriso nos lábios, sempre motivados e a caminhar face ao nosso sonho. Um dia, fruto do nosso trabalho, chegamos a uma paragem chamada sucesso. A paragem tem o seu encanto, o nosso ego gosta e decidimos sair e ficar ali por um bocadinho. A paragem do sucesso é um sítio atrativo. Ao fim ao cabo caminhámos tanto para lá chegar que merecemos uma pausa. E se bem o pensamos assim o fazemos. Ao fim ao cabo a paragem do sucesso tem tanto para nos oferecer… O bocadinho passa a bocado, o bocado passa a bocadão e quando damos conta ali ficámos. O sucesso começa a perder o seu embalo, começamos a sentir que estamos parados há demasiado tempo e decidimos que talvez seja altura de nos colocarmos ao caminho mais uma vez. Só que desta vez o autocarro chega e nós nem o conseguimos apanhar. Estranhamos, mas não faz mal, deve vir outro a seguir. Esperamos mais um tempo, e vem outro autocarro. Mas é novamente demasiado rápido para nós. Ainda tentamos levantar-nos do banco onde estamos, mas o tempo que levamos faz com que o percamos novamente. Mas que raio, pensamos nós, engordamos ou quê? Porque é que uma paragem teve consequências tão nefastas?, pensamos nós. Bem, esta pequena história repete-se vezes sem conta à nossa volta. Todos os dias encontramos profissionais de valor que lutaram até chegar ao sucesso e da mesma forma pararam e deixaram de fazer as coisas que os levaram lá. Inevitavelmente o cenário é o mesmo que aqui descrevemos.… [ Ler mais… ]

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Objetivos: Tem medo de ter sucesso?
Liderança e Coaching·2 Jun 2025·4 min. de leitura

Objetivos: Tem medo de ter sucesso?

Muitas pessoas às quais faço coaching ou que passam pelos nossos Workshops da Arte de Liderar têm medo dos seus objetivos. Por incrível que pareça, esta é uma das principais (mas não a principal) razões pela qual muitos de nós não definimos o que realmente queremos da vida. O medo e a frustração de não atingir objetivos são paralisantes. É mais simples não ter objetivos do que pensar que eventualmente podemos vir a não os atingir. Embora pareça um aspeto simples, muitas pessoas com quem trabalho ficam paralisadas ao pensar nisto. Principalmente se já tiveram uma experiência negativa anterior. A questão que se coloca é: Se por um lado devemos definir metas e objetivos, como lidar com a frustração de não os atingir? Ao pensarmos nisto, definimos um processo simples que tem tido muito sucesso com os executivos de topo com quem habitualmente trabalhamos. Este processo centra-se em “deixar cair” a emoção de atingir ou não atingir o objetivo mediante uma pequena meditação. O processo é realizado em 3 passos: 1. Relaxamento Feche os olhos e inspire e expire profundamente. Agora imagine que está a começar a descer uma escada larga, segura e bem iluminada com 10 degraus. E que, a cada expiração, desce um degrau. Repita este passo, inspirar e expirar, descendo cada degrau até chegar ao fundo da escada. Escolha um sítio agradável, onde gostasse de estar, e imagine que ao descer o último degrau se encontra lá. Ao chegar a este sítio, estará agora muito mais relaxado.Imagine que está sentado numa cadeira confortável e que na sua frente tem um ecrã de cinema. 2. Visualização de metas e objetivos Podemos agora dar início ao segundo passo. Comece agora a imaginar que na tela do cinema começa a ver os seus objetivos já realizados a aparecerem com se fossem um filme.… [ Ler mais… ]

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Sabe por que é que não o levam a sério?
Liderança e Coaching·24 Mar 2025·4 min. de leitura

Sabe por que é que não o levam a sério?

Já pensou como algumas pessoas inspiram uma confiança natural e têm muito mais hipóteses de ter sucesso na vida? Em resumo Não o levam a sério por causa de três hábitos que destroem a credibilidade: prometer e não cumprir, começar projetos e nunca os acabar, e dar desculpas em vez de apresentar soluções. A correção passa por anunciar só o que já está feito, arrancar cada projeto com um plano concreto de ações e datas, e responder a problemas com soluções. Por outro lado, já reparou como é difícil conseguir que as outras pessoas o sigam?Algumas pessoas são abençoadas à nascença com determinadas características no domínio da liderança intrapessoal. No entanto, a maioria de nós tem de se esforçar por aprender, muitas vezes à custa de grande sofrimento, a ser um líder ou, pelo menos, a tentar chegar lá perto. Mas afinal de contas, se eu pudesse melhorar algumas das minhas características pessoais, quais delas é que fariam a diferença na forma como eu me projeto no mundo à minha volta? Quando nos põem essa questão nos nossos Workshops de Liderança, aconselhamos muitas vezes as pessoas a corrigirem os seguintes três aspetos: 1. Não ser verdadeiro para com a sua palavra Tem por hábito fazer promessas para mais tarde se aperceber de que não tem possibilidades de as cumprir? Normalmente conta com entusiasmo aos seus amigos e familiares aquilo que fará? Umas férias, uma mudança de casa ou de emprego, comprar um carro, mas depois… de alguma forma nada disto costuma acontecer? Estabeleça novas regras para si nesta área! Pare de apregoar ao “mundo” aquilo que planeia fazer. Em vez disso, conte apenas quando já as tiver atingido. Esta pequena regra faz com que evite os embaraços constantes e o abanar da cabeça por parte dos seus amigos quando lhes conta o que supostamente irá fazer.… [ Ler mais… ]

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Já ouviu falar do Feedback Sanduíche?
Liderança e Coaching·17 Mar 2025·4 min. de leitura

Já ouviu falar do Feedback Sanduíche?

Muitas vezes, aquilo que separa um membro da equipa normal de um membro excecional é a sua capacidade, como líder, de dar-lhe feedback. Em resumo O feedback sanduíche é uma técnica para dar feedback à equipa em três passos: elogiar, sugerir e reforçar globalmente. Começa-se por um ou dois pontos concretos que a pessoa fez bem, faz-se uma sugestão de melhoria de cada vez — formulada pela positiva, no que queremos que mude — e fecha-se com uma apreciação geral positiva. O elogio tem de ser verdadeiro, ou o feedback perde credibilidade. O feedback deverá ser percecionado como uma oportunidade de os ajudar a melhorar. Ao dar feedback, estamos a ajudar a que possam desenvolver os diversos aspetos da sua vida profissional como membros da sua equipa. Uma das formas de verificar se o seu feedback está a ser eficaz é, por exemplo, analisar se as suas sugestões estão a ser utilizadas ou não. É interessante analisar que a maioria das pessoas tem o que é necessário para conseguir tornar-se excelente nos diferentes aspetos da sua vida profissional. No entanto, para eles é mais fácil continuar a operar na sua zona de conforto do que ser excelente. Se queremos que essas pessoas saiam da sua zona de conforto e consigam dar o próximo passo, devemos, de uma forma contínua e sistemática, dar-lhes feedback que os encoraje a evoluir. O feedback é uma ferramenta excecional para levar a cabo a tarefa de fazer evoluir a sua equipa. Nesse sentido, gostávamos de Vos apresentar uma nova forma de dar feedback que irá por certo ajudar. Trata-se do Feedback Sanduíche. Não comece já a rir-se. Trata-se de uma das melhores técnicas para darmos corretamente feedback à nossa equipa. O feedback Sanduíche é composto por três passos: 1. Elogiar Comece por falar sobre um ou dois pontos que a pessoa tenha realizado corretamente.… [ Ler mais… ]

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Coaching, Treinar o treinador?
Estratégia e Gestão·3 Fev 2025·3 min. de leitura

Coaching, Treinar o treinador?

O coaching está na ordem do dia! Existem vários tipos diferentes, desde o Life coaching ao Business Coaching, Wealth Coaching e até Food Coaching. Mas em que consiste, de facto, o coaching? O coaching é um acompanhamento feito a pessoas no sentido de estas desenvolverem todo o seu potencial e atingirem elevados padrões de performance pessoal e/ou profissional. Todos nós em alguma altura da vida fomos “coaches”. Em fases tão diferentes como ao ensinar os nossos filhos a andar de bicicleta, como acompanhar equipas no terreno. Apoiamos, motivamos e acompanhamos o desenvolver das aptidões. Mas seremos verdadeiros coaches? Temos “coaches” nas nossas equipas? Como se poderiam organizar sessões de coaching? Por reconhecermos o impacto que um processo de coaching tem para as empresas, gostamos de transmitir o gosto por esta metodologia, para poderem internamente aplicá-lo eficazmente. Estando orientados para o Business Coaching, acompanhamos empresários, diretores gerais ou comerciais na criação e implementação de estratégias de negócio, em ferramentas de controlo de tempo e cash flow, em dinâmicas de equipas, em apoio comercial e de marketing. No fundo, “business” puro… Mas muitas vezes a equipa participa… e nessas alturas o nosso maior objetivo é poder passar o ambiente de coaching a cada um dos colaboradores. Poderá parecer redundante a um Diretor Comercial reunir com a equipa numa sessão de coaching quando já tem reuniões de vendas internas. Mas estas sessões são diferentes. São orientadas para o aumento da performance de cada um. Faça da sessão de coaching um hábito. Pode ser feita por telefone ou presencial, mas sempre no mesmo dia e à mesma hora; Em vez de saber se as vendas foram atingidas no final do mês, pode saber o que está a ser feito para que sejam atingidas; Não espere pelos problemas, antecipe desde cedo as questões; Oiça a sua equipa; Apoie o risco e motive a independência de cada um; Ajude-os a concentrar-se e a focar-se no que é verdadeiramente importante; Reveja as maiores conquistas da semana ou quinzena e maiores desafios; Demore pouco tempo, 30 minutos ou menos são suficientes para cada sessão; Ajude a sua equipa a pensar “fora da caixa”; Faça as perguntas certas!… [ Ler mais… ]

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Motivação: Precisa de um pontapé?
Estratégia e Gestão·20 Jan 2025·4 min. de leitura

Motivação: Precisa de um pontapé?

Então prepare-se que damos muitos!!! Não estamos a falar de uma dinâmica futebolística, mas em fase de pré Europeu de futebol, vem mesmo a calhar. E um jogo de futebol sem pontapés deixava de ser futebol e passava a ser algo completamente diferente. São os pontapés na bola que dão dinâmica ao jogo, por isso os pontapés são bons. Mas porque valem a pena os pontapés? Estava há uns tempos com uma equipa, em que ao analisarmos o processo de interação entre a equipa de marketing e a comercial, tinha identificado alguns pontos que necessitavam de atenção. Tinham inclusivamente já encontrado algumas soluções possíveis para os desafios que enfrentavam, mas ainda não tinham implementado quase nada. Excesso de trabalho, falta de tempo, dificuldade em reunir a equipa toda… enfim, muitas desculpas e basicamente o que precisavam era de um belo pontapé! Mas isto acontece porquê? Ora aí está algo que nos apaixona descobrir! Na nossa vida pessoal e profissional assumimos muitas vezes comportamentos semelhantes. Quando foi a última vez que lhe disseram: “Quando é que este quadro está pendurado?” ou “Temos que mudar a mobília do quarto dos miúdos…”? Só quando a decisão é inevitável ou inadiável colocamos mãos e pés a caminho e fazemos. Ou então quando nos dão os belos pontapés. A questão é que pensamos em termos de prioridades ou consequências. Qual é a consequência de não ter os quadros pendurados? A casa com o tipo de mobília que gostávamos? Uma Smart TV nova? O quarto pintado? NADA. Nada de mal acontece se estas coisas não forem feitas, a não ser algumas pequenas zangas ou questões com a cara-metade. No âmbito profissional o raciocínio é muito semelhante. Qual a consequência de não implementar certa estratégia? O que de mal pode acontecer se adiarmos a entrega de um relatório?… [ Ler mais… ]

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Chefe! O Negócio está Fechado!!!
Negociação·16 Dez 2024·5 min. de leitura

Chefe! O Negócio está Fechado!!!

Quantas vezes ouviram isto dos Vossos Comerciais? Se tiver sorte, muitas. Se não tiver sorte, provavelmente algumas. Embora dê gosto ouvir esta frase, já pensou quanto dinheiro é que o seu comercial pode ter deixado em cima da mesa da negociação? Um dos maiores fatores de desperdício dos processos comerciais prende-se precisamente com a ineficácia do processo de negociação por parte dos vendedores. Quando trabalhamos com as equipas no terreno nos processos de formação e coaching comercial, ficamos por vezes “assustados” com a “inocência” com que a maioria dos comerciais analisa o que decorreu na venda. Muitos deles, efetivamente, pensam que a venda até decorreu bem e que o negócio foi bastante bom. No outro dia, em conversa com um decisor de uma empresa, que por acaso é meu amigo, estávamos a conversar sobre os nossos últimos projetos realizados e ele ficou admirado com a nossa lista de clientes. Mas ao deparar-se com um nome de um nosso cliente em particular, surgiu-lhe um sorriso nos lábios.Como a confiança entre nós é muita e já vem de há alguns anos, perguntei-lhe: “Porque é que estás a sorrir?” Ao que ele me contou o que tinha sucedido na semana anterior com um comercial dessa empresa nossa cliente. “Na semana passada tivemos cá um comercial dessa empresa para fechar um negócio. Como é habitual, e depois de termos tido formação convosco há já alguns anos aqui na empresa, preparámos a negociação de antemão. Estipulámos o que poderíamos ceder e não ceder, o que seria para nós o preço alvo desejável e todas as restantes concessões que pretendíamos da parte deles. Definimos entre nós, os que iríamos estar na reunião, os papéis a assumir, quem faria de “Bom Polícia”, quem faria de “Mau Polícia” e quem seria o “Neutro”. E estruturámos até de que forma iríamos conduzir a negociação e que técnicas usar em cada fase para a tornar o mais eficaz e rentável possível para o nosso lado.… [ Ler mais… ]

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Na Liderança já ouviu falar da rádio alcatifa?
Liderança e Coaching·9 Dez 2024·3 min. de leitura

Na Liderança já ouviu falar da rádio alcatifa?

Na Liderança, uma das coisas que sempre me interessou foi um fenómeno que existe nas empresas chamado rádio alcatifa. Em resumo A rádio alcatifa é o fenómeno dos rumores que correm pelos corredores das empresas, sobretudo em épocas de instabilidade — e é dos mais destrutivos que existem. Alimenta-se de comunicação adiada e de problemas escondidos debaixo do tapete. Contraria-se com três práticas: liderar pelo exemplo, comunicar a verdadeira situação da empresa sem demoras e envolver todos na procura de soluções. Porquê? Porque pode ser um dos fenómenos mais destrutivos a que teremos o desprazer de assistir em época de instabilidade nas nossas empresas. Ao ter de implementar medidas duras como as que nos dias que correm estão em cima das mesas da maioria das empresas, é inevitável que se faça a apresentação das mesmas e a seguir se dê a rádio alcatifa pelos corredores. Então o que podemos fazer para contrariar este fenómeno? 1. Liderança pelo exemplo Sei que dói, mas não podemos estar a pedir sacrifícios às pessoas que lideramos quando nós próprios não estamos preparados para o fazer. Por mais que me envolva com o tema da liderança, estude, ensine e implemente políticas de liderança nas empresas a nível nacional, chego sempre à conclusão de que a forma de liderar mais eficaz nos tempos que atravessamos é precisamente liderar pelo exemplo. 2. Não protelar a comunicação ou esconder os reais problemas debaixo do tapete Muitas empresas e líderes abstraem-se de comunicar a verdadeira situação da empresa às pessoas que lideram. O resultado disto é normalmente um aumento significativo da rádio alcatifa. As pessoas não são parvas e os rumores correm e espalham-se mais rápido do que o fogo em palha seca. Uma das formas de contrariar isto é precisamente reforçar a comunicação com as pessoas e não deixar que os rumores se iniciem ou, pelo menos, fazer com que sejam logo trabalhados e contrariados.… [ Ler mais… ]

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A liderança comercial da sua empresa está deprimida?
Liderança e Coaching·2 Dez 2024·4 min. de leitura

A liderança comercial da sua empresa está deprimida?

Uma das coisas que ainda me espanta é como as expectativas da liderança comercial por parte dos quadros decisores e chefias de vendas são ainda muitas vezes empoladas em termos emocionais. Muitos dos líderes que entram em funções fazem-no com boa vontade e o objetivo de fazer a diferença. Até aqui não existe nada de errado nisso. Mas à semelhança da felicidade pessoal, a boa disposição das equipas e o seu desempenho por vezes também tem altos e baixos. O que acontece é que normalmente começamos com todas as boas intenções do mundo, achamos que faremos a diferença, que seremos os primeiros a dar a volta à situação e tudo o mais com que, se já esteve em funções de liderança, com certeza se identifica. O problema é que rapidamente as coisas começam a correr de forma menos boa. As pessoas afinal já não parecem tão fantásticas, os pormenores começam a complicar-nos com os nervos, a pressão de cima para obter resultados começa a cobrar o seu preço e rapidamente entramos naquilo que habitualmente na nossa formação em liderança comercial chamamos a “depressão da liderança comercial“. Se lhe perguntar se é feliz, provavelmente dá-me uma de três respostas: Sim Assim-assim Não Se for um pouco mais ponderado, parará para pensar e colocará a seguinte questão: “O que é para si ser feliz?” Se for como eu, a felicidade são momentos na nossa vida em que tudo parece estar bem. O trabalho vai bem, os filhos estão “calmos”, a nossa vida conjugal está composta, enfim, tudo parece estar no sítio certo. A seguir pode inverter-se o rumo do barco e tudo começar a correr mal, mas naquele momento, e apenas naquele momento, experienciamos a felicidade. O truque para ser feliz está em conseguir “observar” e marcar na nossa cabeça estes pequenos momentos.… [ Ler mais… ]

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