Etiqueta: Liderança

Liderança de Equipas Comerciais: O Manual do Novo Chefe de Vendas
Liderança de equipas comerciais não é um upgrade do papel de comercial. É outro jogo. Manual prático para o novo chefe de vendas não tropeçar.
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Feedback Comercial — Para Lá da Sanduíche
A sanduíche deixou de funcionar. Neste vídeo, 4 modelos modernos de feedback comercial (SBI, Radical Candor, COIN, Feedforward) que mudam comportamentos sem destruir relações.
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A Cenoura Já Não Chega — Motivação Comercial Que Realmente Funciona
Os prémios, as viagens e os rankings já não chegam para motivar a sua equipa comercial. Neste vídeo, mostramos porque é que a motivação baseada na cenoura e no pau perdeu a eficácia — e o que pode fazer em vez disso. Descubra como aplicar os princípios da motivação intrínseca — autonomia, competência e relação — para criar equipas de vendas que se movem por vontade própria, não por obrigação. Motivação comercial: ângulos que o vídeo deixa em aberto O vídeo mostra porque a cenoura já não chega. Mas se o prémio não motiva, o que motiva? E porque é que o sistema de incentivos da maioria das empresas continua a perseguir o modelo antigo? Três pontos para esclarecer. 3 motivadores que pesam mais que dinheiro Mestria: a sensação de melhorar visivelmente em algo difícil. Um comercial que vê a sua taxa de fecho subir mês a mês está motivado de forma intrínseca — sem precisar de bónus extra. Autonomia: capacidade de decidir como atacar a quota, em que clientes investir, que abordagem usar. Microgestão destrói motivação mais rápido que qualquer redução salarial. Propósito: ligação clara entre o trabalho diário e algo maior. “Estou a fechar um contrato” motiva pouco. “Estou a ajudar uma empresa a transformar a forma como vende” motiva muito. Liderança comercial que articula propósito retira-se da gestão de comissões. O incentivo que destrói cultura silenciosamente Existe um incentivo aparentemente inocente que destrói equipas comerciais: o ranking individual público, mensal, com prémio para o primeiro. À primeira vista, parece estimular competição saudável. Na prática: Destrói cooperação. Ninguém partilha oportunidades, técnicas ou clientes — partilhar é prejudicar a própria posição. Recompensa quem teve sorte com território. O comercial com a melhor carteira ganha sempre, independentemente do esforço relativo. O efeito mata motivação dos restantes. Cria comportamentos curto-prazistas. Cada um vende o que fecha rápido, não o que serve melhor o cliente.… [ Ler mais… ]
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Coaching Comercial: Sabe Como Fazer ou Faz de Conta?
O coaching comercial é talvez a ferramenta mais poderosa que um gestor tem — e a mais ignorada. Existe uma grande diferença entre gerir e desenvolver. Gerir é estar sentado no escritório, a olhar para um painel de controlo, a ver números que sobem ou descem. Desenvolver é levantar-se, ir para a rua, e estar presente onde o trabalho realmente acontece. A maioria dos gestores comerciais escolhe a primeira opção. Dizem que estão “demasiado ocupados” para acompanhar os comerciais no terreno. Interessante, não é? Estão ocupados a fazer tudo menos aquilo que realmente multiplica resultados. O coaching comercial é a ferramenta mais subestimada da gestão de vendas. Enquanto as organizações investem milhões em CRM, formações genéricas e sistemas de rastreamento, ignoram completamente o que realmente transforma um comercial mediano num excelente. Esse algo é muito simples: presença. Acompanhamento no terreno. Feedback imediato. Coaching real. Segundo o Salesforce State of Sales Report 2024, apenas 27% dos gestores fazem acompanhamento de vendas de forma estruturada no terreno. Traduzindo: 73% dos gestores estão completamente ausentes. Existem empresas inteiras onde os comerciais trabalham meses sem verem sequer uma vez o seu gestor num encontro com um cliente. É como treinar um jogador de futebol sem o pôr nunca num jogo real. O problema é que ninguém ensina aos gestores como fazer isto. Ensinam a usar o CRM. Ensinam a ler relatórios. Ensinam a fazer reuniões de equipa. Mas ninguém lhes diz: “vai estar presente com as tuas pessoas no campo.” E quando finalmente alguém o diz, eles não sabem por onde começar. Acham que é complicado. Que é formação. Que precisa de um programa sofisticado. A verdade é bem diferente. As 3 Formas de Coaching no Terreno O coaching comercial tem três formas básicas de acompanhamento. A primeira é a observação: acompanha o comercial numa reunião, fica na retaguarda, observa, toma notas, e depois dá feedback.… [ Ler mais… ]
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O Diretor Comercial do Futuro: Será que Está Preparado?
Já reparou que a maioria dos diretores comerciais em Portugal continua a gerir equipas como se estivéssemos em 2005? Talvez nem tão recentemente assim — há empresas que parecem estar ainda em 1995. Fazem reuniões semanais onde pedem números. Pressionam quando os resultados não aparecem. E depois admiram-se quando os melhores comerciais se vão embora para a concorrência, ou — pior ainda — para empreendimentos próprios onde ganham três vezes mais e dormem melhor à noite. Sabe qual é o problema real? Não é a falta de dedicação desses diretores. Muitos trabalham 50, 60 horas por semana. O problema é que estão a aplicar um modelo de liderança que pertence a uma era completamente diferente. É como um capitão de navio que insiste em navegar pelas estrelas porque sempre funcionou assim — enquanto os outros barcos já têm GPS há dez anos. O mercado mudou. Os clientes mudaram completamente. As equipas — sobretudo aquelas com menos de 35 anos — mudaram radicalmente na forma como querem ser geridas. Mas a forma de liderar continua exatamente igual. Reuniões presenciais obrigatórias onde se fala sobre o desempenho de ontem. Metas apertadas sem explicação da estratégia por trás. Feedback negativo entregue em público. Silêncio ensurdecedor quando algo corre bem. O diretor comercial que funcionava há dez anos atrás — aquele que sabia tudo, que controlava tudo, que decidia tudo — já não funciona. E se ainda funciona na sua empresa, provavelmente é por pouco tempo. Os talentos estão a sair. Os números estão a cair. E o burnout está à espreita, tanto na equipa como no próprio diretor. Então, o que é que o diretor comercial do futuro precisa realmente de ter? A Primeira Competência: Recrutar Inteligentemente Recrutar não é preencher uma vaga. Recrutar é construir uma equipa que vai executar a estratégia comercial pelos próximos três, quatro, cinco anos.… [ Ler mais… ]
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Acabou de Ser Promovido a Diretor Comercial. E Agora?
Sabe qual é um dos maiores erros que as empresas portuguesas continuam a cometer? Pegam no melhor vendedor da equipa e promovem-no a diretor comercial. Sem formação. Sem preparação. Sem acompanhamento. E depois ficam surpreendidos quando os resultados pioram. Não é que a pessoa seja incompetente. É que o trabalho de vendedor e o trabalho de diretor comercial são coisas completamente diferentes. É como pegar no melhor jogador da equipa e metê-lo a treinador. Pode funcionar? Pode. Mas a probabilidade de correr mal é enorme. Quando alguém é promovido a chefia ou direção comercial, passa de trabalhar de forma individual para ter de fazer os outros trabalharem. E isto muda tudo. Deixa de ser sobre fechar negócios. Passa a ser sobre ajudar os outros a fechar negócios. Deixa de ser sobre bater metas pessoais. Passa a ser sobre garantir que toda a equipa bate as metas. E aqui é onde a maioria tropeça. Então o que fazer quando esta promoção acontece? Existem caminhos que funcionam. O primeiro é ter um mentor interno. Alguém na empresa com experiência em liderar equipas que possa guiar, aconselhar e servir de espelho. Não precisa de ser da área comercial — basta que saiba o que é gerir pessoas. Conheço um caso em que o antigo diretor comercial saiu de um dia para o outro e a solução foi alocar um dos administradores mais experientes como mentor do novo responsável. Funcionou. O segundo caminho é recorrer a um mentor externo. Um profissional com experiência real em direção comercial — não alguém que leu dois livros sobre coaching e abriu consultório. Pode parecer caro. Mas compare com o custo de ter um diretor comercial desorientado durante seis meses, a perder clientes e a desmotivar a equipa. De repente o investimento parece bastante razoável. Se optar por esta via, faça uma coisa antes de contratar: peça referências concretas.… [ Ler mais… ]
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Liderança: O que acontece quando tudo na vida tem um código de barras?
No outro dia de manhã, enquanto estava à espera para ser entrevistado no jornal das 8:00 da SIC sobre motivação e desempenho, caíram-me os olhos (salvo seja) em cima de uma planta que estava à minha frente. A planta em si não tinha nada de especial. Estava um pouco mal tratada e com pó, mas o que me chamou a atenção foi o facto de o vaso ter um código de barras. Dei por mim a comentar em voz baixa: “Bolas, até as plantas obedecem à norma e estão catalogadas!” Tudo isto fez-me pensar nas empresas com quem temos trabalhado e nas empresas que diariamente recorrem a nós para motivarmos as suas equipas, que ajudemos os seus líderes a liderar melhor, a aumentar as suas vendas, ou diminuamos os seus custos, ou… Mas o que raramente nos dizem é que querem que ajudemos as suas pessoas a serem pessoas fora da norma. Ainda existe um estigma na nossa sociedade empresarial um pouco conservadora acerca dos perfis que não encaixam num “código de barras”. Se pensarmos nas empresas portuguesas que têm sucesso, notamos muitas vezes que tiveram um especial cuidado para que os talentos “fora da norma” não se perdessem no meio de tanta normalidade. Hoje em dia, com as condicionantes que a sociedade e o mercado apresentam-nos, a liderança das empresas tem de ter um especial cuidado com a questão da integração e do enquadramento face ao sucesso destes perfis. Internamente, desafiamos muitas vezes a nossa equipa a fazer coisas fora da norma, para poder transpor depois para os nossos clientes ideias, técnicas e ferramentas que até ao momento nunca tinham sido pensadas. Quem me conhece a um nível mais pessoal, e quem acompanha o meu percurso, nota que frequentemente me exponho a coisas novas, muitas delas que nem têm a ver com os mercados ou áreas em que trabalho.… [ Ler mais… ]
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Será que a minha empresa necessita de um Coach?
Uma das coisas que habitualmente os empresários perguntam-me quando falamos de coaching é: “Mas por que é que a minha empresa necessita de um Coach?” A pergunta é justa, com tanta informação acerca de coaching em Portugal ninguém sabe para que lado se virar. Embora existam diversos tipos de coaching no mercado, que podem ir desde o aspeto mais pessoal da questão até ao aspeto mais ligado a temas profissionais, as metodologias de coaching que a Ideias e Desafios utiliza junto dos seus clientes distinguem-se das restantes por diversos fatores. Para terem uma ideia, um coach nosso passa por um processo de formação bastante alargado, onde são focadas diversas temáticas empresariais e pessoais que visam melhorar o desempenho das empresas nas vertentes principais do negócio. Podemos estar a falar de estratégia, marketing, finanças, vendas, liderança, gestão de equipas, as áreas onde temos ajudado os nossos clientes são tantas que não chegaria o espaço de que disponho neste artigo. Temos diversos casos em que, com mudanças aparentemente simples de realizar, conseguimos chegar a 30% e 40% de aumento dos resultados da empresa. Num dos últimos clientes onde trabalhamos a questão prendia-se com comunicação. Numa época em que toda a empresa tem de estar alinhada e a rumar no mesmo sentido, existiam dissonâncias gritantes entre o que era comunicado pela gestão de topo e o que era veiculado pelas chefias de 2ª e 3ª linha. Existia sempre a necessidade de as chefias darem o seu toque. O problema é que, como diz o ditado, quem conta um conto, acrescenta um ponto. E quando a informação chegava às bases da empresa já muita coisa se tinha perdido e alterado. Em tempos desafiantes a mensagem tem ser clara. Todos temos um sistema de valores e necessidades, aos quais respondemos com maior força do que ao que a empresa nos pede ou diz.… [ Ler mais… ]
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Já saiu do armário como líder?
Liderança em tempos de crise não é sobre controlo. É sobre coragem. Vamos começar sem rodeios. Existe muita gente em cargos de liderança que nunca liderou ninguém. Só geriu tarefas, controlou agendas, cobrou resultados, fez reuniões intermináveis. E durante anos isso foi suficiente. Enquanto o mercado crescia, o dinheiro entrava, enquanto as equipas aguentavam caladas. Mas depois veio a realidade. Pandemias, guerras, inflação, layoffs, equipas remotas, burnout coletivo, gerações que já não aceitam o “porque eu mando”. E, de repente, aquela liderança “certinha” deixou de funcionar. O PowerPoint já não resolve, o cargo já não impõe respeito, o título já não garante seguidores. Hoje há uma pergunta brutalmente simples que separa líderes reais de figurantes no teatro corporativo: Quando as coisas apertam… as pessoas aproximam-se de ti ou afastam-se? Se se afastam, lamento dizer: Tu não lideras, apenas ocupas um lugar no organograma. A crise é o detetor de mentiras da liderança Em tempos normais, quase todos parecem competentes. Os processos fluem, os clientes compram, a equipa entrega. É fácil “parecer líder” quando nada dói. Mas a crise funciona como um raio-X expõe: incoerências egos frágeis decisões adiadas culturas tóxicas disfarçadas de “alta performance” A crise retira a maquilhagem à liderança, e o que sobra é quem realmente és. Não o teu discurso, não o teu LinkedIn, não o teu MBA. Tu. Sem filtros! É por isso que gosto de fazer esta provocação: 👉 Já saíste do armário como líder? Ou ainda te escondes atrás de um personagem? “Sair do armário” na liderança não é o que pensas! Não tem nada a ver com identidade pessoal. Tem a ver com outra coisa bem mais desconfortável: Autenticidade. É deixar de representar o papel do “líder perfeito”. Porque sejamos honestos… a maioria dos líderes vive numa espécie de teatro corporativo. Fazem: voz firme nas reuniões respostas rápidas para parecerem confiantes frases motivacionais do LinkedIn “está tudo sob controlo”, mesmo quando não está Mas a equipa percebe.… [ Ler mais… ]
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A Magia do Rapport
Veja este tema em vídeo no nosso canal YouTube Alguns comerciais entram numa reunião e, ao fim de dois minutos, parece que já se conhecem do liceu. Outros cumprimentam, sentam-se, fazem a apresentação toda e saem de lá sem ter ficado a saber nada sobre o cliente. A diferença não é sorte nem simpatia de nascença, é rapport, e o rapport trabalha-se. Em resumo Rapport é a ligação de confiança que leva o cliente a baixar a guarda e a falar a sério. Não é simpatia nem conversa de circunstância. Constrói-se com quatro gestos repetidos ao longo de meses: ser o mesmo dentro e fora da reunião, escutar até ao fim, procurar terreno comum verdadeiro e deixar o corpo acompanhar o que se diz. Sem rapport, o cliente responde ao que lhe perguntam. Com rapport, conta o que ninguém lhe perguntou. O que é o rapport, sem misticismo Rapport é uma ligação de confiança entre duas pessoas que se percebem uma à outra e se sentem à vontade para falar a sério. É a diferença entre uma conversa educada e uma conversa útil. A palavra tem ar de técnica esotérica e não é nada disso. É o que qualquer pessoa faz sem pensar quando gosta de alguém: presta atenção, faz perguntas, lembra-se do que foi dito da última vez. O que numa amizade acontece sozinho, numa reunião comercial tem de ser feito de propósito, porque não há tempo nem história em comum. Porque é que o rapport decide a venda Um cliente com a guarda em cima responde ao que lhe perguntam. Responde com educação e não diz nada que interesse. O orçamento é «ainda não está fechado», o prazo é «para já não é urgente» e quem decide é «eu, com os meus colegas». O mesmo cliente, com rapport, conta que o projeto já derrapou uma vez, que o fornecedor anterior deixou a equipa escaldada e que a decisão depende de uma pessoa que ainda não apareceu na reunião.… [ Ler mais… ]
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