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Vídeos de formação comercial, vendas e liderança
73% dos Gestores Não Fazem Isto — Coaching Comercial Que Funciona
73% dos gestores comerciais nunca acompanham os seus vendedores no terreno. Investem em CRM, dashboards e formação genérica — mas nunca se levantam para ver o que realmente acontece nas reuniões com clientes. Neste vídeo, descubra porque é que o coaching comercial é a arma secreta dos gestores que obtêm resultados — e como 6 horas por mês podem aumentar o desempenho em 34%. Coaching comercial: 3 pontos para guardar O vídeo apresenta o método GROW e o dado de que 73% dos gestores nunca acompanham comerciais. Mas o problema não é falta de método — é falta de identificar quando o coaching deixa de ser coaching. Três pontos para distinguir prática de teatro. O GROW funciona, mas só se evitar este atalho O GROW (Goal-Reality-Options-Will) é simples na teoria. Mas a maioria dos gestores corta o passo “Reality” para chegar mais rápido a Options. Erro fatal: Sem Reality, as Options são genéricas. Saltar para “que opções tens?” antes de explorar a situação real do comercial gera soluções de manual, não soluções aplicáveis ao caso. O Reality bem feito demora. Perguntas como “o que tentaste? o que aconteceu? o que sentiste? como reagiu o cliente?” exigem 10-15 minutos. Quem corta para 2 minutos perde o que importa. O passo Will (compromisso) precisa de Reality como base. Sem entender o terreno, qualquer plano vai falhar no primeiro embate. O Will é onde se prova se o coaching produziu mudança real ou só intenção verbal. 3 sinais de que está a fazer “telling”, não coaching Está a falar mais de 40% do tempo. Em sessão de coaching real, o gestor fala 20-30%. Acima disso, está a treinar, a corrigir ou a dar ordens — não a desenvolver autonomia. Está a dar respostas em vez de pedir. “O que devias fazer é…” é diretiva.… [ Ler mais… ]
Ler mais →65% Das Negociações Falham Por Isto — Táticas de Negociação
65% das negociações fracassam — não por falta de acordo possível, mas porque uma das partes se sente humilhada no resultado final. Neste vídeo, descubra porque é que salvaguardar a face do oponente é a tática mais inteligente que pode usar. Com uma experiência real como Diretor-Geral, mostramos como mudar o ângulo da conversa para que toda a gente saia a sorrir — e a margem se recupere 3 vezes. Táticas de negociação: o que fica por dizer O vídeo abre com o dado de que 65% das negociações falham. Falham antes de começar — em decisões tomadas nos 30 minutos anteriores à reunião. Três pontos sobre o trabalho que define o resultado antes da primeira frase trocada. O erro fatal das primeiras 2 horas de negociação A maioria das negociações grandes decide-se nos primeiros 15-30 minutos. Não pelo que se diz — pelo que se faz antes. Três preparações que separam quem entra a vencer: Mapeamento dos stakeholders na sala. Quem está fisicamente presente? Quem decide? Quem influencia? Quem ratifica? Sem este mapa, vai-se cego para a mesa. 3 cenários pré-definidos. Cenário-alvo, cenário-aceitável, cenário-walk-away. Sem ter os três escritos antes da reunião, qualquer pressão na mesa puxa para concessão. Mensagem de abertura ensaiada. Primeiras 60 segundos definem tom. Improviso aqui é luxo dos negociadores experientes — quem não é, ensaia. Como construir a BATNA antes de entrar na sala O melhor acordo alternativo (BATNA, na sigla anglo-saxónica) é o número que diz “abaixo daqui, levanto-me e saio”. Sem ele, qualquer acordo parece bom no momento de pressão. Três passos para o construir: Listar todas as alternativas reais. Outros clientes em fase avançada, projetos internos que podem absorver capacidade, custos de não fechar este negócio agora. Cada alternativa em concreto, não em abstrato. Quantificar cada alternativa. Em valor financeiro e em prazo.… [ Ler mais… ]
Ler mais →O Seu Pipeline é Uma Gaveta de Sonhos? Descubra em 3 Critérios
45% dos vendedores B2B não conseguem prever as vendas do próximo trimestre. Porquê? Porque os seus pipelines estão cheios de esperança e vazios de substância. Neste vídeo, faça o teste dos 3 critérios para avaliar cada oportunidade. Resultado típico: 30 a 40% das oportunidades desaparecem quando aplicamos estes critérios. E isso é bom — porque a realidade é o primeiro passo para resultados reais. Pipeline de vendas: para fixar antes de avançar O vídeo cobre os 3 critérios do teste. Mas existem três zonas onde o pipeline degenera silenciosamente — sem que ninguém na equipa note até ao fim do trimestre. Três pontos para registar. Os 3 critérios que separam negócio real de wishful thinking Decisor identificado pelo nome. “Estamos a falar com a empresa X” não chega. Sem nome da pessoa que assina, o negócio está numa fase mais cedo do que aparenta. Pipeline B2B é pipeline de pessoas, não de organizações. Calendário acordado com data concreta. “Vamos voltar a falar em breve” significa zero. Próxima ação tem de ter dia, hora e tópico. Sem isto, o negócio é candidato a arquivo em 30 dias. Orçamento confirmado em ordem de grandeza. O cliente nem precisa de dar número exato. Mas “este projeto pode ir até X mil euros?” tem de ter resposta. Pipeline de vendas sem confirmação de orçamento é lista de desejos, não previsão. A regra do “reverse pipeline” para limpar a gaveta A maioria dos pipelines está inflada. A regra do reverse pipeline limpa em 30 minutos por semana: Listar negócios pela última interação real (não a última nota no CRM). Última conversa, último email respondido, última reunião. Tudo o que tem mais de 30 dias sem interação real sai para “zona morta”. Para cada negócio em zona morta, pergunta única: “Se este negócio fechasse hoje, surpreender-me-ia?” Se a resposta for sim, está morto.… [ Ler mais… ]
Ler mais →Objeções de Preço: 3 Técnicas Que Funcionam Para Vendedores
80% dos vendedores entram em pânico quando ouvem “é caro”. Neste vídeo, aprenda a lidar com objeções de preço como um profissional — desde a Técnica do Espelho à Técnica da Âncora, passando pelo poder do silêncio. A regra de ouro: nunca baixe o preço sem tirar algo. Descubra as 3 razões reais pelas quais o cliente diz que é caro e como responder a cada uma. Objeções de preço: o que o vídeo abre e a leitura fecha O vídeo apresenta 3 técnicas para responder a objeções de preço. Mas a verdadeira batalha do preço joga-se antes da objeção — e em sinais que poucos comerciais aprendem a ler. Três pontos para guardar. 3 sinais de que a objeção não é mesmo de preço O cliente não pediu desconto, só comentou que é caro. “É caro” pode ser observação, não pedido. Quem responde imediatamente com justificação está a admitir que o preço é negociável sem que o outro lado o tenha exigido. A objeção surge depois de muito tempo em silêncio. Se o decisor passou três reuniões sem questionar preço e levanta a questão na quarta, raramente é preço — é mudança de prioridade, novo concorrente ou perda de patrocinador interno. O comparador citado é vago. “Recebi propostas mais baratas” sem nomear — quase sempre é blefe. Quem tem comparação real diz “a empresa X ofereceu Y por Z”. Trabalhar objeções exige primeiro confirmar se a objeção é real ou se é manobra negocial. O que dizer quando o cliente compara com o concorrente barato A comparação com o concorrente mais barato é o teste mais comum. Três respostas que defendem valor sem entrar em modo defensivo: “Faz sentido comparar — o que vê de diferente entre as duas propostas?” Devolve a análise ao cliente. Ele próprio começa a articular o que valoriza, e muitas vezes percebe que não está a comparar maçãs com maçãs.… [ Ler mais… ]
Ler mais →A Tática de Vendas da Raposa | Prospeção Comercial que Funciona
A maioria dos vendedores só procura clientes novos quando o pipeline está vazio — erro fatal. A raposa nunca para de caçar, mesmo quando tem comida. Neste vídeo, descubra a estratégia que separa vendedores medianos dos excelentes. Aprenda a antecipar o ciclo de 3 meses e porque é que 30 minutos de prospeção por dia podem transformar os seus resultados. Prospeção comercial: a versão escrita do mesmo jogo O vídeo mostra a tática da raposa em ação. Mas existe um conjunto de lições que se perdem na imagem em movimento — três pontos que merecem ficar registados para leitura calma. O que o vendedor médio faz e a raposa nunca faria Esperar pela próxima campanha de marketing. A raposa não espera por alimento — sai todos os dias à procura. O comercial médio justifica baixa atividade com “estamos a aguardar leads do marketing”. A raposa morria de fome com essa atitude. Dedicar a melhor hora do dia a tarefas administrativas. Manhãs em emails e relatórios é o equivalente a caçar à noite. A raposa caça quando as presas estão ativas — entre as 9h e as 11h, e entre as 14h e as 16h. O comercial faz outreach nessas horas. Desistir após 2 toques sem resposta. A raposa segue rasto durante quilómetros. A média de toques necessária para fechar primeira reunião em B2B subiu para 8. Quem desiste ao terceiro está a treinar a concorrência. Prospeção comercial moderna exige persistência tática, não chatice. 3 atalhos que matam pipeline de longo prazo Comprar listas de contactos. Curto prazo parece eficiente. Médio prazo destrói reputação do domínio de email, gera classificações de spam e queima o nome da empresa nos contactos que importam. Automatizar mensagens sem personalização real. A primeira mensagem pode ser automatizada, mas se for igual a 10000 outras, vai para o lixo.… [ Ler mais… ]
Ler mais →O Diretor Comercial do Futuro: 7 Competências Essenciais
A história da Ana mostra as 7 competências que separam um director comercial mediano de um líder que transforma equipas. Descubra como crescer 40% em 12 meses.
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