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Vídeos de formação comercial, vendas e liderança
Feedback Comercial — Para Lá da Sanduíche
A sanduíche deixou de funcionar. Neste vídeo, 4 modelos modernos de feedback comercial (SBI, Radical Candor, COIN, Feedforward) que mudam comportamentos sem destruir relações.
Ler mais →Táticas de Negociação — 5 Movimentos NINJA
Mapa, ZOPA, BATNA, Estilos e Silêncio. As 5 táticas de negociação que separam profissionais de amadores — com exemplo real de redução de desconto sem perder valor.
Ler mais →A Cenoura Já Não Chega — Motivação Comercial Que Realmente Funciona
Os prémios, as viagens e os rankings já não chegam para motivar a sua equipa comercial. Neste vídeo, mostramos porque é que a motivação baseada na cenoura e no pau perdeu a eficácia — e o que pode fazer em vez disso. Descubra como aplicar os princípios da motivação intrínseca — autonomia, competência e relação — para criar equipas de vendas que se movem por vontade própria, não por obrigação. Motivação comercial: ângulos que o vídeo deixa em aberto O vídeo mostra porque a cenoura já não chega. Mas se o prémio não motiva, o que motiva? E porque é que o sistema de incentivos da maioria das empresas continua a perseguir o modelo antigo? Três pontos para esclarecer. 3 motivadores que pesam mais que dinheiro Mestria: a sensação de melhorar visivelmente em algo difícil. Um comercial que vê a sua taxa de fecho subir mês a mês está motivado de forma intrínseca — sem precisar de bónus extra. Autonomia: capacidade de decidir como atacar a quota, em que clientes investir, que abordagem usar. Microgestão destrói motivação mais rápido que qualquer redução salarial. Propósito: ligação clara entre o trabalho diário e algo maior. “Estou a fechar um contrato” motiva pouco. “Estou a ajudar uma empresa a transformar a forma como vende” motiva muito. Liderança comercial que articula propósito retira-se da gestão de comissões. O incentivo que destrói cultura silenciosamente Existe um incentivo aparentemente inocente que destrói equipas comerciais: o ranking individual público, mensal, com prémio para o primeiro. À primeira vista, parece estimular competição saudável. Na prática: Destrói cooperação. Ninguém partilha oportunidades, técnicas ou clientes — partilhar é prejudicar a própria posição. Recompensa quem teve sorte com território. O comercial com a melhor carteira ganha sempre, independentemente do esforço relativo. O efeito mata motivação dos restantes. Cria comportamentos curto-prazistas. Cada um vende o que fecha rápido, não o que serve melhor o cliente.… [ Ler mais… ]
Ler mais →6 Gatilhos de Influência Que Movem Decisões — Cialdini Aplicado às Vendas
87% dos compradores B2B esperam um consultor de confiança, não alguém que lhes tente vender algo. Neste vídeo, aplicamos os 6 princípios de influência de Robert Cialdini diretamente à venda: reciprocidade, compromisso, prova social, autoridade, escassez e simpatia. Descubra como usar cada gatilho de forma ética para guiar decisões de compra sem pressão artificial — e porque é que a velha abordagem do “vou convencê-lo” já morreu. Influência nas vendas: o checklist que não cabia no vídeo Os 6 gatilhos de Cialdini funcionam — mas só se forem aplicados com critério. O vídeo apresenta-os. Estas notas tratam de quando usar cada um, quando combiná-los, e quando perdem o efeito. 3 gatilhos que funcionam mesmo com decisores céticos Prova social específica: “Empresas como a XPTO conseguiram resultado Y em 6 meses” é mais forte que “muitas empresas confiam em nós”. O decisor cético responde a casos comparáveis, não a generalidades. Autoridade demonstrada, não declarada. “Trabalhamos com 17 das top 50 portuguesas no setor industrial” demonstra. “Somos os melhores do mercado” declara — e enfraquece. Quem declara não precisa de provar. Reciprocidade real, não scriptada. Enviar um diagnóstico personalizado antes da reunião, sem custo nem condição, cria reciprocidade autêntica. Trabalhar objeções torna-se mais fácil com decisores que já receberam valor antes do pedido. Quando o gatilho vira manipulação (e perde-se) A linha entre influência e manipulação é fina mas decisiva. Três marcadores que indicam que passou da linha: Escassez artificial. “Esta oferta só dura até sexta” sem razão real é manipulação — e o decisor B2B nota imediatamente. Escassez funciona quando é genuína (capacidade limitada, condições contratuais), não quando é truque de marketing. Prova social inventada. Mencionar clientes que não existem ou exagerar resultados destrói credibilidade no momento em que o decisor faz verificação. O custo do exagero é desproporcional ao ganho. Reciprocidade transacional.… [ Ler mais… ]
Ler mais →Prospeção Comercial — Como Encontrar e Conquistar Novos Clientes
A prospeção comercial é a atividade que a maioria dos vendedores evita — e é exatamente por isso que os melhores se destacam. Neste vídeo, partilhamos as estratégias que realmente funcionam para encontrar e conquistar novos clientes de forma consistente. Desde a definição do perfil de cliente ideal até às abordagens que geram respostas, descubra como transformar a prospeção de uma tarefa temida numa vantagem competitiva. Prospeção comercial: 3 pontos para guardar O vídeo mostra como encontrar e conquistar novos clientes. Mas a prospeção comercial moderna vive de detalhes que não cabem em 7 minutos — o ICP que ninguém escreve, os canais subaproveitados, a cadência que separa quem fecha. O ICP que ninguém escreve (e devia) ICP — Ideal Customer Profile — é termo gasto. Mas a maioria das empresas tem um ICP de uma linha: “PME industrial entre 50 e 500 funcionários”. Isso não é ICP, é segmento. Um ICP útil cobre cinco dimensões: Firmográfico: dimensão, setor, geografia, modelo de negócio. Tecnográfico: que ferramentas usam, em que stack tecnológico vivem. Comportamental: que conteúdo consomem, em que eventos vão, que líderes seguem. Trigger events: que mudanças tornam a empresa pronta para comprar (nova ronda de financiamento, novo CEO, expansão geográfica). Persona de decisão: não a empresa, a pessoa. Cargo, antiguidade, mandato, métricas pelas quais é avaliada. Quem tem este nível de detalhe filtra 80% da prospeção que não interessa antes de fazer a primeira chamada. 3 canais subaproveitados de prospeção B2B Eventos do setor (não os grandes): conferências de nicho com 50-200 pessoas têm taxa de conversão 10x superior aos eventos massivos. Quem está num evento de nicho está a investir tempo na própria competência — sinal forte de comprador qualificado. Comunidades online especializadas: grupos de Slack, fóruns sectoriais, Discord servers profissionais. Presença ativa de 6 meses gera mais contactos qualificados que campanhas de cold outreach.… [ Ler mais… ]
Ler mais →73% dos Gestores Não Fazem Isto — Coaching Comercial Que Funciona
73% dos gestores comerciais nunca acompanham os seus vendedores no terreno. Investem em CRM, dashboards e formação genérica — mas nunca se levantam para ver o que realmente acontece nas reuniões com clientes. Neste vídeo, descubra porque é que o coaching comercial é a arma secreta dos gestores que obtêm resultados — e como 6 horas por mês podem aumentar o desempenho em 34%. Coaching comercial: 3 pontos para guardar O vídeo apresenta o método GROW e o dado de que 73% dos gestores nunca acompanham comerciais. Mas o problema não é falta de método — é falta de identificar quando o coaching deixa de ser coaching. Três pontos para distinguir prática de teatro. O GROW funciona, mas só se evitar este atalho O GROW (Goal-Reality-Options-Will) é simples na teoria. Mas a maioria dos gestores corta o passo “Reality” para chegar mais rápido a Options. Erro fatal: Sem Reality, as Options são genéricas. Saltar para “que opções tens?” antes de explorar a situação real do comercial gera soluções de manual, não soluções aplicáveis ao caso. O Reality bem feito demora. Perguntas como “o que tentaste? o que aconteceu? o que sentiste? como reagiu o cliente?” exigem 10-15 minutos. Quem corta para 2 minutos perde o que importa. O passo Will (compromisso) precisa de Reality como base. Sem entender o terreno, qualquer plano vai falhar no primeiro embate. O Will é onde se prova se o coaching produziu mudança real ou só intenção verbal. 3 sinais de que está a fazer “telling”, não coaching Está a falar mais de 40% do tempo. Em sessão de coaching real, o gestor fala 20-30%. Acima disso, está a treinar, a corrigir ou a dar ordens — não a desenvolver autonomia. Está a dar respostas em vez de pedir. “O que devias fazer é…” é diretiva.… [ Ler mais… ]
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