Autor: Jose Almeida

Não há fumo sem fogo…
Estratégia e Gestão·21 Out 2019·4 min. de leitura

Não há fumo sem fogo…

Numa altura em que o nosso país vive a angústia dos incêndios, não posso deixar passar a oportunidade de louvar todos os que de forma voluntária estão a ajudar no combate a este flagelo. No teatro das operações estão bombeiros, militares, população e tantos outros que se associam de forma altruísta e, infelizmente, com o custo de vidas humanas, para ajudar outros, proteger casas e pessoas e evitar a devastação das nossas florestas tantas vezes destruídas. Todos os anos observamos o mesmo cenário. Com maior ou menor gravidade, todos os anos ardem dezenas de hectares de florestas e mato por descuido, por interesses, por delinquência, entre outros. E sim, onde há fumo há fogo, quer nas nossas florestas quer muitas vezes nas nossas empresas. Há muitos sinais que nos alertam para a hipótese de “fogo” nas empresas e não estamos a falar de comentários que muitas vezes escutamos de pessoas que se apelidam de “bombeiros” por safarem tantos fogos. Os métodos que se vai utilizando para minorar os problemas dos incêndios são semelhantes aos que devem ser postos em prática nas empresas. Prevenção É o início de tudo. A prevenção começa em várias frentes e todos os anos. A prevenção passa por perceber onde cometemos mais erros e por tomar as providências para que não tornem a acontecer. Pense em todos os pontos de que se esquece, todas as acções que foram adiadas e todos os erros cometidos ou quedas que aconteceram, voluntárias ou não, e partilhe-os com a equipa para que tal não voltar a acontecer. No fundo, como nas florestas se limpa o mato e se preparam as viaturas e os operacionais, também nas empresas temos de fazer o mesmo. Preparação Ao longo dos anos tem-se apostado na melhoria dos serviços e na qualificação dos efectivos. Daí que a aposta na preparação seja fundamental.… [ Ler mais… ]

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E se de repente algum desconhecido lhe oferecesse…
Vendas·14 Out 2019·3 min. de leitura

E se de repente algum desconhecido lhe oferecesse…

Gostava? Claro que sim. Ao escrever este artigo, recordo-me de um anúncio da minha infância que dizia: “E se um desconhecido lhe oferecer Flores… Isso é …” Recorda-se? Bem, talvez os mais antigos se recordem. Hoje trago-vos este tema devido à temática que se está a atravessar. A crise. Parece que o País está todo em suspenso à espera da retoma. À boa maneira portuguesa, a maioria das empresas está à espera que a economia retome, que o Obama faça qualquer coisa, que os juros do crédito baixem, que o D. Sebastião regresse. Enfim, sempre à espera de qualquer coisa. Por outro lado, uma franja das empresas aproveita este adormecimento da maioria dos seus concorrentes e ataca o mercado ainda com mais força e com iniciativas muitas vezes inovadoras. Quando no início do artigo Vos falava de “Oferecer Formação de Vendas”, estava a referir-me a fazê-lo aos Vossos clientes. Porquê? Porque, como provavelmente diriam os Gato Fedorento, o evento de lançamento dos seus produtos com o croquete e o rissol já está “demodé”. Agora o que está a dar é algo completamente diferente. Não digo que contrate os Gato Fedorento para realizar um evento com os seus clientes, provavelmente a maioria de nós não tem orçamento para isso, mas sim algo muito mais simples. Hoje em dia os nossos clientes encontram-se saturados de iniciativas comerciais para as quais são convidados. Irem a um evento para ouvir falar de produtos ou soluções, por mais fantásticos que eles sejam, começa a saturá-los e a fazê-los ficar com aquele gosto na boca a “é mais do mesmo”. Se pensarmos em conjunto, o que é que levaria os seus clientes a um evento? Em primeiro lugar, teria de ser algo de diferente, mas que lhes proporcionasse algo que eles quisessem ou necessitassem de facto de obter.… [ Ler mais… ]

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Onde é que está o seu coração como líder?
Liderança e Coaching·7 Out 2019·3 min. de leitura

Onde é que está o seu coração como líder?

Gostaria de lhe falar hoje de uma questão que é crítica para a liderança e motivação da sua equipa! Onde é que está o seu coração como líder? Junto das pessoas que lidera? Ou… Junto da direcção da empresa? Um dos grandes dilemas que encontramos hoje em dia na gestão de equipas prende-se com o facto de muitas das chefias intermédias das empresas terem um pé de cada lado. Ou seja, ficam presos entre o facto de terem de agradar à equipa versus terem também de agradar à gestão de topo. Mas afinal de contas, qual será o nosso papel no meio disto tudo? É que somos presos por ter cão e presos por não ter. Por um lado, temos de ouvir as queixas das pessoas que lideramos, por outro temos de lhes dar na cabeça, pois temos indicações para o fazer. Muitas das vezes, é mais fácil desculparmos a nossa actuação dizendo: “Eu sei que vocês têm razão, mas a empresa tomou esta decisão…” Se, numa primeira fase, isto pode parecer que nos ajuda como líderes, alinhando com a equipa, por outro, acaba pode ser uma sepultura que estamos a cavar a médio e longo prazo. Chegará uma altura no nosso percurso como líderes em que as pessoas que são lideradas por nós começarão a pensar: “Ele dá-nos sempre razão, mas nunca faz nada para isto mudar.” E, quer queiramos, quer não, o nosso papel de liderança ficará fragilizado. Todos temos de estar alinhados nas empresas, liderança de de topo, liderança intermédia e quadros. Todos devemos reportar as nossas preocupações e levá-las até às nossas chefias directas. Mas, a partir de um determinado ponto, temos de tomar decisões e tocar todos pela mesma batuta. É fácil fazer isto? Claro que não. É um dos problemas com que mais nos deparamos quando realizamos os levantamentos de necessidades nos programas de liderança e motivação que implementamos nos nossos clientes.… [ Ler mais… ]

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Em busca do arco-íris?
Vendas·30 Set 2019·4 min. de leitura

Em busca do arco-íris?

Rezam as lendas que se procurarmos pelo sítio onde o arco-íris toca no chão existe aí um pote de ouro. O problema é que são apenas lendas… e a realidade é bem diferente! Há muitos anos que trabalhamos com equipas comerciais. Por todos na equipa da Ideias&Desafios terem tido experiência comercial, e por sermos apaixonados pelo que fazemos, é com enorme satisfação que apoiamos vendedores no terreno e ajudamos a desenhar estratégias comerciais. Também sentimos as dificuldades e desafios do ser comercial hoje em dia, mas acreditamos que muitas equipas precisam de outro ânimo, outro tipo de orientação e desejo de vencer para conseguirem manter o seu sucesso. Sabemos perfeitamente que o mercado está diferente, que está muito mais difícil vender. E certas empresas têm mesmo de apostar na exportação, pois o mercado tornou-se quase inviável em Portugal. Mas nem todos têm de o fazer, e para as empresas que continuam a ter de apostar no território nacional, há muito ainda que não é feito. E que podemos ainda fazer? Acho que sem tentar todas as hipóteses não se pode baixar os braços, e por essa razão temos de procurar: Clientes Perdidos Muitas equipas esquecem-se destes clientes. São os que nos deixaram de comprar há mais de 6 a 12 meses. Será que sabemos porque se afastaram? Se o ciclo de venda da nossa empresa for pequeno, então algo aconteceu que os fez afastarem-se. Precisamos de saber por que os perdemos, por que deixaram de comprar. Através de telefonemas, e-mails ou presencialmente, voltar a contactar os clientes antigos pode ser uma forma de estreitar de novo os laços, de saber como se podem reatar algumas relações. Os clientes perdidos nem sempre estão perdidos, podem estar esquecidos. Eles de nós e nós deles. Clientes Novos Sem “sangue novo” as empresas dificilmente vivem.… [ Ler mais… ]

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Há clientes… e clientes…
Vendas·23 Set 2019·5 min. de leitura

Há clientes… e clientes…

A maior parte das vezes todos os nossos clientes são fantásticos. Mas para conquistar alguns tivemos de penar bastante e conseguir conquistá-los através de todas as estratégias possíveis. Decerto muitos mercados sofrem um pouco mais com os potenciais clientes do que com os que efectivamente compram. Mas, por outro lado, não podemos ser esquisitos e TODOS os potenciais clientes são importantes, independentemente da dimensão, poder de compra, simpatia ou feitio. Quando acompanhamos equipas comerciais no terreno sentimos essa questão na pele. E há imensos potenciais clientes que custam a conquistar, mas para os quais temos de ter uma resposta, uma abordagem incisiva, pois muitos dos clientes que mais nos custam transformam-se depois nos mais fiéis. Então que tipo de clientes enfrentamos diariamente e como os converter e mais tarde fidelizar? 1. Os “olheiros” Muito interessados na nossa empresa, nos nossos produtos ou serviços, mas sem qualquer intenção de nos comprar algo. Muitos pedem propostas, telefonam a saber informações, mas nunca irá passar disso. Através de reuniões presenciais, pedidos de informação por e-mail ou telefone, não podemos apenas ficar pela sensação que temos de que aquele tempo será em vão. Por isso, na reunião inicial ou no briefing que fizer com o cliente, tente determinar a real intenção de compra junto de quem está a pedir valores e de que forma o está a fazer. Nunca deixe de atender ou de reunir pois o não de agora pode ser o sim de amanhã. 2. Os “ou vai ou racha” São os que negoceiam de boa fé e mantêm o vendedor entusiasmado, pois o acordo está praticamente fechado. Mas depois de “fechar” o negócio… pedem um desconto! E se este não for satisfeito, não há acordo! É considerada uma das tácticas de negociação que mais deixa o comercial aflito. Fazemos ou não o negócio?… [ Ler mais… ]

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Quer ficar sem equipa?
Estratégia e Gestão·16 Set 2019·3 min. de leitura

Quer ficar sem equipa?

Então mande-a para a rua… mas vá com eles e divirta-se! Quando foi a última vez que participou com a sua equipa num evento de pura descontracção? E que tal realizar as suas reuniões ou formações num ambiente de puro divertimento? Está provado que o nosso cérebro assimila mais informação quando o ambiente em que está inserido é mais motivacional. Todos nos recordamos que a razão de gostarmos de determinada disciplina era o facto de nos divertirmos nas aulas ou estudarmos com algum gozo. Nas empresas acontece o mesmo. Um ambiente descontraído e motivador é um campo fértil para o trabalho de equipa, para a colaboração, solidariedade e empenho. E os jogos são muitas vezes um reflexo dos nossos comportamentos. Gostamos de colocar as equipas “na rua” e conseguir, com acções de outdoor, imitar a realidade e experiências vividas dentro das empresas, resolver a situação e no final trazer de volta os conhecimentos apreendidos. Mas como preparar acções deste tipo e a quem se destinam? A nossa acção poderá ser equacionada em vários planos, desde o apoio na criação do evento até à própria participação no mesmo, medindo no final os resultados da acção efectuada na equipa. Mas como todas as empresas têm desafios diferentes, todas as equipas terão acções de outdoor diferentes e adequadas a cada realidade. Se pretende fazê-lo com a sua equipa, tenha em atenção os seguintes pormenores e tenha em linha de conta a intenção do evento: 1. Formação Interna: o ambiente da formação pode ser uma continuação do evento e este pode ser dentro ou “fora de portas”. Os temas da formação poderão alternar com pequenos desafios de equipa, para tornar mais divertido um momento de aprendizagem; 2. Junção de equipas: cada vez mais o ambiente de integração de duas ou mais equipas diferentes numa única tem de ser visto como algo positivo para todos os intervenientes.… [ Ler mais… ]

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O que está a fazer de mal?
Estratégia e Gestão·9 Set 2019·4 min. de leitura

O que está a fazer de mal?

É o que muitas vezes nos perguntamos. Será que estamos a fazer algo mal? Porque é que não estamos a ter o sucesso de antigamente? Quem está a barrar o nosso crescimento? Porque não conseguimos atingir as metas a que nos propusemos? Será que todo o universo conspira contra nós? Decerto já fez a si mesmo uma destas perguntas, quem não fez?! Quando as coisas não correm como desejaríamos, e depois de tentarmos várias vezes, é uma questão pertinente a fazer. Muitas vezes também é preciso coragem para nos questionarmos sobre o que poderemos estar a fazer de menos bem e como corrigi-lo. O primeiro passo, e o mais importante, é admitir que poderemos, de facto, estar a fazer algo de errado. Através de uma reflexão poderemos chegar a várias conclusões, inclusivamente a de que estamos a fazer tudo bem. Porque não estamos a ter o sucesso de antigamente? O que era há um ano não é agora… o mercado está constantemente a mudar e se calhar não podemos responder às necessidades dos consumidores da mesma maneira que antes. Temos de questionar o que o mercado está a precisar de ver, de ter, de fazer. De que forma os produtos e/ou serviços da nossa empresa podem ir ao encontro dessas necessidades e pensar em ser proactivo. Arriscar por vezes é a melhor maneira de saber se funciona. Para além disso, conhecer a concorrência e o que ela está a fazer. Se estão a restruturar os seus produtos ou serviços, se os apresentam de forma mais inovadora, e quais as tendências no momento. Hoje em dia é possível aferir isso mesmo, ou seja, as tendências do mercado. Será que o nosso público-alvo quer algo de diferente, de inovador e ainda não o conseguimos disponibilizar? Será que gastamos tempo em demasia a analisar o que os outros fazem sem alterar em nada o que fazemos?… [ Ler mais… ]

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Não gosta de dar más notícias?
Estratégia e Gestão·2 Set 2019·4 min. de leitura

Não gosta de dar más notícias?

Hoje é dia de abrir uma excepção e falar de política! Calma, não entrámos em campanha e nem vou emitir qualquer tipo de juízo ou preferência, vou apenas constatar um facto que me saltou à vista com a comunicação que esta noite foi feita ao país, estrategicamente colocada no intervalo de um jogo entre o Real Madrid e o Barcelona, em que alguém durante uns minutos só debitou boas notícias. E cheguei a esta conclusão, de facto, ninguém gosta de más notícias! Mas saber que certos cortes não vão acontecer, que o cenário não é tão negro, que afinal o 13.º mês não desaparece, que a ajuda será de 3 anos, que as tais obrigações do tesouro são boato, etc., etc., dei por mim a questionar… então, afinal, o que vai acontecer? Fica para depois do jogo de futebol. E por aqui encerro o momento político, fazendo agora o paralelismo desta situação com o que observamos nas empresas. E nas empresas muitas vezes acontece exactamente o mesmo. As más noticias são más de dar e de ouvir, ninguém gosta de ser o portador da desgraça, nem o mensageiro que transmite as informações mais pesadas e complicadas e que, no fundo, ninguém quer escutar. As boas notícias têm a porta aberta a qualquer hora, são sempre bem-vindas, mesmo quando não são assim tão boas ou estão rodeadas de consequências. Porquê dar as más notícias? Ao trabalharmos com equipas, observamos muitas vezes este receio das chefias: dar más notícias. E as questões que nos colocam perante essa eventualidade são: Porque será que as temos de dar? E se a equipa se desmotiva? E se acham que estamos a exagerar?

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Será que todos merecem amêndoas?
Estratégia e Gestão·26 Ago 2019·4 min. de leitura

Será que todos merecem amêndoas?

Um dos maiores desafios que encontramos nas empresas com quem trabalhamos é o saber avaliar e validar o trabalho que cada colaborador faz. Quem se empenhou mais em atingir os objectivos? Quem se esforçou mais? Quais os que mesmo dentro das suas limitações conseguiram resultados extraordinários? E como avaliar aqueles que têm outras actividades indirectamente relacionadas com os resultados, mas que também terão a sua contribuição para o sucesso da empresa? Eu sei o que está a pensar… que no contexto actual não há amêndoas para ninguém! Que estamos em crise, que tomara muitos darem-se felizes pelo emprego que têm, e poderíamos continuar as lamentações por aqui adiante… Mas como gostamos de ver a situação pela positiva, vamos pensar em todos os que nos lançam esse mesmo desafio: como premiar quem trabalha bem e como os distinguir dos outros. Desenhar as funções Antes de saber o que vai avaliar, as funções têm de estar bem definidas e explicadas a todos. Dependendo da dimensão da empresa e do grau de complexidade, todos os departamentos devem estar definidos e, dentro de cada um, o descritivo de cada função e das tarefas que cada colaborador tem. Isto é prática corrente nas grandes empresas com muitos departamentos. Mas se a sua empresa é mais pequena e tem muitos departamentos assentes nas mesmas pessoas, não deixa de ter a necessidade de ordem e de descrição de funções. Por vezes o organigrama funcional é a ferramenta ideal. Cada departamento é uma parte do organigrama e cada função desse departamento está atribuída a alguém. Será um processo mais simples que o de uma grande organização, mas igualmente eficaz, pois o que se pretende é sempre o mesmo: que cada tarefa/função esteja assente em alguém que sabe o que tem a fazer e como. O como o fazer é o passo seguinte.… [ Ler mais… ]

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Casa onde não há pão…
Estratégia e Gestão·19 Ago 2019·5 min. de leitura

Casa onde não há pão…

Todos ralham e ninguém tem razão! Quem não conhece o ditado? E hoje em dia parece quase uma constante em algumas empresas. As pessoas desmotivadas, aborrecidas, frustradas com o trabalho e com a vida, sempre a falar dos mesmos problemas e sem capacidade de pensar em soluções. E neste ambiente é difícil “mudar o chip” e ver para além das dificuldades. Sentimos isso no dia-a-dia de trabalho com equipas. E não há remédios milagrosos. No entanto, podemos identificar alguns pontos que são denominadores comuns, quer nos problemas, quer nas soluções, e onde actuando em conjunto se pode conseguir resultados notáveis. Quem é o chefe da casa? Um dos pontos-chave que contribui para a coesão ou desagregação de uma equipa é a sua liderança. Quem tem a tarefa de gerir pessoas deve estar preparado para uma outra escuta e empenho em alturas complicadas. Tem de comunicar de forma clara o estado da empresa, tem de estar presente junto da equipa nos momentos difíceis e tem de acreditar que unidos conseguem superar as suas próprias dificuldades. Se é o primeiro a criar o problema, a desistir ou a adoptar um comportamento mais desanimador, não irá conseguir envolver a equipa nem conquistá-la. Não há pão Mas por pão entendemos o quê? Falamos de liquidez de negócio, resultados comerciais, budget para realizar acções de marketing ou outros investimentos, salários ou prémios elevados, uma nova frota de viaturas? Provavelmente cada um destes itens deve ser visto em separado, sendo que, como dissemos antes, em todos eles o papel do líder será fundamental. Deixando a liquidez e lucro dos negócios para o final, abordamos os resultados comerciais. Muitas equipas de comerciais sentem-se frustradas pois não conseguem atingir a performance de antes, porque os colegas são dispensados, porque sentem o mercado a contrair e cada vez é menor o alento com que saem à rua.… [ Ler mais… ]

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