Etiqueta: Negociar

Negociação B2B: Quem Não Tem BATNA (Plano B) Paga Sempre Caro | Vídeo
Existem duas formas de entrar numa reunião de negociação importante: a pensar «tenho de fechar isto», ou com um Plano B credível antes mesmo de a conversa começar. Em negociação chama-se a isto, na gíria de Harvard, o BATNA — Best Alternative To a Negotiated Agreement. Em português direto: o melhor cenário se este negócio cair. Quem não tem um BATNA negoceia em desespero. Quem o tem, negoceia em escolha. E o cliente experiente apanha a diferença em três segundos. Neste vídeo, José de Almeida explica como construir um BATNA credível duas semanas antes da reunião (qualificar urgência real, mapear decisores, construir alternativas próprias), e a regra de ouro que separa quem defende margem de quem improvisa. Negociação B2B: para fixar antes de avançar O vídeo mostra porque sem BATNA se paga sempre caro. Mas construir BATNA é só metade do trabalho — a outra metade é saber usá-lo sem o queimar. Três pontos que ficam fora do tempo de gravação. 3 erros típicos na construção do plano B negocial BATNA fantasiado, não documentado. “Tenho outras opções” dito sem números na mão é mentira que o comprador formado fareja. BATNA real é tabela com 3-5 alternativas concretas, valor estimado e prazo. BATNA único, sem ranking. Ter uma alternativa não basta — é preciso saber qual é a primeira, segunda e terceira. Sem ranking, em pressão vai-se para a errada. BATNA construído depois de entrar na sala. Tarde demais. O exercício faz-se 48 horas antes da reunião grande. Táticas de negociação profissionais começam pela preparação fora da sala. Como usar BATNA sem o queimar BATNA é arma silenciosa. Mostrar a arma anula o efeito. Três princípios que separam quem sabe usar: Não anunciar o BATNA na primeira ronda. “Tenho outras propostas” dito cedo demais soa a chantagem. Guardar para quando a outra parte abusa.… [ Ler mais… ]
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Negociação B2B: Sem Plano B, Paga-se Sempre Caro
Há uns anos largos, acompanhei um diretor comercial de uma empresa portuguesa de componentes industriais numa última reunião com um cliente alemão. Cinco meses de namoro, três propostas, uma viagem a …
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Concessões em Negociação — 9 Regras Para Não Perder Margem
A margem não morre nos descontos grandes. Morre nas pequenas cedências dadas sem pensar — pedidas com elegância pelo comprador, até ninguém saber para onde foi a margem. Fazer concessões bem não é uma arte mística. São métodos. Neste vídeo, José de Almeida apresenta as 9 regras testadas que separam quem protege margem de quem a oferece sem perceber: nunca fazer a primeira concessão, a tática da palmada, dificultar não facilitar, evitar padrões automáticos, concessões progressivamente menores, validar tudo, a técnica do “desculpe não percebi”, cuidado com o bolo às fatias, e nunca negociar abaixo do ZOPA. Concessões em negociação: notas que ficam por dizer O vídeo mostra as 9 regras. Mas a margem morre raramente por desconhecer regras — morre por reflexos. Estas são as três zonas onde o comercial cede sem dar por isso. 3 sinais de que está a ceder demasiado cedo Antecipa o desconto antes de o cliente o pedir. “Posso fazer-lhe um preço especial” pronunciado sem pressão do outro lado é confissão de que o preço inicial era arredondado para cima. O cliente nota. Reduz scope sem renegociar prazo. Tirar duas tarefas do projeto sem ajustar o cronograma é dar desconto encoberto. Trabalhar objeções bem é manter cada variável ligada às outras — preço, prazo, scope e condições nunca se mexem isoladamente. Justifica o preço antes que o ataquem. Explicar porque é justo antes do cliente questionar mostra insegurança. A regra é simples: só defende preço quem foi atacado. A regra das concessões cruzadas — nunca dar sem pedir Toda a concessão deve ter contrapartida. Não opcional — obrigatória. A fórmula é “se eu fizer X, podemos fechar Y?”. Três aplicações práticas: Desconto em troca de volume: “Posso baixar 5% se passarmos para 2 anos de contrato em vez de 1?” — protege a margem total.… [ Ler mais… ]
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Táticas de Negociação: Sabe Salvaguardar a Face do Seu Oponente?
As táticas de negociação são como um jogo de xadrez onde ninguém quer ser o peão. Há quem faça de tudo para ganhar alguns centavos, esquecendo-se completamente que vai precisar de trabalhar com a outra pessoa novamente. Há quem se deixe intimidar tão facilmente que sai de uma reunião de negociação perguntando-se a si mesmo por que é que até agora ainda não fechou a porta atrás de si. E depois há quem compreenda uma verdade elementar: para ganhar uma negociação de forma duradoura, precisa de deixar o seu adversário com a sensação de que também ganhou alguma coisa. Esta é a arte de salvaguardar a face do oponente, e é precisamente isto que o separa de quem deixa dinheiro em cima da mesa. Quantas negociações lhe correram mal porque assumiu uma postura demasiado agressiva? Ou então porque cedeu com demasiada rapidez e depois percebeu que podia ter mantido margem? Os estudos da Harvard Business School mostram que 65% das negociações fracassam não por falta de possibilidade de acordo, mas porque uma das partes se sente humilhada ou diminuída no resultado final. Isto cria relacionamentos tóxicos, reabre negociações já fechadas e destrói a possibilidade de haver oportunidades futuras. Pior ainda, quando o outro lado se sente ridicularizado, a probabilidade de cumprir exatamente aquilo que foi acordado diminui significativamente. Começa a procurar brechas, a atrasar entregas, a encontrar problemas técnicos improváveis. É o preço invisível de não saber salvaguardar a face do seu oponente. A história real que mudou tudo Vou partilhar consigo uma história real que me ensinou tudo isto. Há alguns anos, quando era Diretor-Geral de uma empresa de tecnologia, precisava de contratar a implementação de um sistema de gestão bastante complexo. Estava do lado do comprador. Não era apenas uma questão de preço. Éramos uma equipa que estava a começar, a tentar implementar um projeto de grande envergadura com recursos limitados.… [ Ler mais… ]
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Concessões na Negociação: As Regras Que Todo o Vendedor Deve Conhecer
Sabe como trabalhar concessões numa negociação? Uma das regras de ouro é: nunca faça a primeira concessão. E quando lhe pedirem algo, peça sempre algo em troca. Neste vídeo, descubra as regras fundamentais para gerir concessões — desde a “tática da palmada” até ao truque de se fazer de parvo. Aprenda a dificultar em vez de facilitar, a evitar padrões previsíveis e a proteger-se do “bolo às fatias”. Porque por vezes, ir embora é a melhor estratégia de negociação. Artigo completo: Concessões na Negociação Concessões em negociação: o complemento ao vídeo, sem repetições O vídeo apresenta as regras. Mas a margem morre raramente por desconhecer regras — morre por reflexos automáticos que ninguém treina. Três pontos para guardar. 3 reflexos automáticos que destroem margem Antecipar a objeção de preço com desconto. “Sei que pode parecer alto, mas posso fazer um esforço…” Confissão de fraqueza antes do ataque. Nunca defender preço sem ter sido atacado. Conceder em rondas pequenas sucessivas. 2%, depois 3%, depois mais 2%. Cada concessão pequena parece insignificante. Somadas custam 15-20% de margem. Objeções de preço bem geridas exigem que cada concessão tenha contrapartida explícita. Justificar o preço sem que o peçam. “Este valor inclui X, Y e Z porque…” Justificação não-pedida é sinal de insegurança. O preço vale o que o cliente entende, não o que o vendedor explica. A regra do “se eu, então tu” Toda concessão deve ter contrapartida explícita. A fórmula: “Se eu baixar 5%, podemos fechar até sexta?” Liga desconto a urgência. “Se eu incluir o módulo extra, fechamos o contrato a 2 anos?” Liga inclusão a volume. “Se eu aceitar 60 dias de pagamento, fazemos 30% adiantado?” Liga prazo a cashflow. Táticas de negociação profissionais nunca dão sem pedir — e nunca pedem sem oferecer. O que fazer quando o cliente exige mais Ganhar tempo, não responder de imediato.… [ Ler mais… ]
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Negociação: A sua empresa tem uma Boa Posição Negocial?
Sabe o que é a síndrome do encher e vazar? Provavelmente pelo nome não lhe diz nada, mas quando lho descrever, vai reconhecer logo. Porque acontece em quase todas as empresas. O ciclo é este: quando não há vendas, trabalha-se que nem uns doidos. Telefonemas, reuniões, propostas, visitas — tudo ao mesmo tempo. O mundo vai acabar amanhã e é preciso vender ontem. Depois conseguem-se os negócios. E o que acontece? Mergulham de cabeça na entrega. Esquecem-se da prospeção. Param de ligar. Param de marcar reuniões. Afinal de contas, há trabalho — para quê chatear-se com mais telefonemas? Até que um belo dia acordam e — surpresa — não há negócios novos no pipeline. E lá voltamos ao início. Encher e vazar. Encher e vazar. Parece-lhe familiar? Agora, aqui está o problema que quase ninguém vê: isto não afeta apenas o volume de vendas. Afeta diretamente a sua posição negocial. Pense comigo. Quando a empresa está com a “barriga vazia” de negócios, o que fazem os comerciais? Facilitam. Dão descontos que não deviam dar. Aceitam condições que normalmente recusariam. Entram em negociações já em desvantagem — porque estão aflitos. E o cliente sente isso. O cliente sente sempre. É como ir ao supermercado com fome. Vai comprar tudo o que não precisa e pagar mais do que devia. Mas será que tem de ser sempre assim? Claro que não. A chave está numa palavra que todas as pessoas conhecem, mas poucos praticam: consistência. A atividade comercial não pode funcionar em modo liga-desliga. Tem de ser como respirar — constante, regular, independente de se estar ou não ocupado com entregas. Na prática, isto significa dedicar blocos de tempo fixos na semana à prospeção e ao seguimento de oportunidades. Não quando dá jeito. Não quando sobra tempo. Sempre. Mesmo quando a agenda está cheia de entregas.… [ Ler mais… ]
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O Pequeno Livro Sobre Negociação — Download Gratuito
Os segredos da negociação comercial bem-sucedida. Técnicas testadas para fechar negócios com dignidade — sem ceder desnecessariamente no preço. Download gratuito.
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Manual de Técnicas de Negociação
Domine as técnicas de negociação mais eficazes da preparação ao fecho.
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Chefe! O Negócio está Fechado!!!
Quantas vezes ouviram isto dos Vossos Comerciais? Se tiver sorte, muitas. Se não tiver sorte, provavelmente algumas. Embora dê gosto ouvir esta frase, já pensou quanto dinheiro é que o seu comercial pode ter deixado em cima da mesa da negociação? Um dos maiores fatores de desperdício dos processos comerciais prende-se precisamente com a ineficácia do processo de negociação por parte dos vendedores. Quando trabalhamos com as equipas no terreno nos processos de formação e coaching comercial, ficamos por vezes “assustados” com a “inocência” com que a maioria dos comerciais analisa o que decorreu na venda. Muitos deles, efetivamente, pensam que a venda até decorreu bem e que o negócio foi bastante bom. No outro dia, em conversa com um decisor de uma empresa, que por acaso é meu amigo, estávamos a conversar sobre os nossos últimos projetos realizados e ele ficou admirado com a nossa lista de clientes. Mas ao deparar-se com um nome de um nosso cliente em particular, surgiu-lhe um sorriso nos lábios.Como a confiança entre nós é muita e já vem de há alguns anos, perguntei-lhe: “Porque é que estás a sorrir?” Ao que ele me contou o que tinha sucedido na semana anterior com um comercial dessa empresa nossa cliente. “Na semana passada tivemos cá um comercial dessa empresa para fechar um negócio. Como é habitual, e depois de termos tido formação convosco há já alguns anos aqui na empresa, preparámos a negociação de antemão. Estipulámos o que poderíamos ceder e não ceder, o que seria para nós o preço alvo desejável e todas as restantes concessões que pretendíamos da parte deles. Definimos entre nós, os que iríamos estar na reunião, os papéis a assumir, quem faria de “Bom Polícia”, quem faria de “Mau Polícia” e quem seria o “Neutro”. E estruturámos até de que forma iríamos conduzir a negociação e que técnicas usar em cada fase para a tornar o mais eficaz e rentável possível para o nosso lado.… [ Ler mais… ]
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Sabe como trabalhar objeções numa negociação?
Falamos hoje de objeções de venda. Seja na venda, seja numa negociação que não esteja propriamente ligada a vendas, existe sempre uma fase complicada que pode concretizar ou matar por completo o ato de negociar. Trata-se precisamente da forma como lida com as objeções que surgem no processo negocial. Mas pergunta, e muito bem, qual é forma mais indicada de lidar com objeções? Em primeiro lugar, devemos preparar o processo negocial de vários pontos de vista. Ou seja, devemos colocar-nos no lugar de cada uma das partes que está presente na negociação e analisar quais as objeções que poderão surgir no ato da negociação. Se tivermos em mente a nossa estratégia para negociar, sabendo o que queremos obter e, acima de tudo, como o queremos obter, não será difícil chegar a algumas das objeções que irão surgir de cada uma das partes. Se tiver alguma dificuldade, procure a ajuda de outras pessoas da sua empresa para fazer um “brainstorming” acerca de como a negociação poderá decorrer. Se quiser um exercício simples para sentir um pouco mais profundamente cada uma das partes, pegue em várias cadeiras (uma por cada interveniente no processo — para tornar a descrição mais simples, vamos assumir que é apenas entre duas partes) e coloque-as à distância normal de uma reunião. Cada uma das cadeiras irá representar uma das pessoas presentes na negociação. Sente-se na sua cadeira e, por um momento, alucine (eu sei, eu disse mesmo alucine, vai ver que não custa nada) e imagine que nas outras cadeiras se encontram sentados, de facto, os outros intervenientes no processo negocial. Agora, na sua cadeira, sinta a negociação e procure analisar do seu ponto de vista como o processo irá correr. Vai ver que ao focar a sua mente no processo as ideias começarão a surgir e rapidamente entrará no espírito do exercício.… [ Ler mais… ]
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