Liderança e Coaching

O Tempo “foge-lhe por entre os dedos”?
Uma das questões que mais surge nas nossas formações de Liderança prende-se com a eficaz gestão do tempo. Embora o curso não seja sobre isso, é normal dedicar algum tempo a “limpar” alguns mitos da cabeça das pessoas. O primeiro deles é que para gerir o nosso tempo é necessário um conjunto de ferramentas bastante complexas.Ora, senão, veja o que cai nesta categoria: Gmail Outlook LinkedIn Agendas Eletrónicas Listas de todo’s Caixas de entrada e saída de assuntos Enfim, a lista poderia prolongar-se indefinidamente. Antes de pensar qual é a forma ideal de gerir o Vosso tempo temos de parar um pouco, pensar e colocar a seguinte questão: “Para que é que eu quero mais tempo?” Muitas vezes as dizem-nos: “Gostava que o dia tivesse o dobro das horas”. Ao que normalmente respondo: “E tem, basta que não durma.” Embora em tom de brincadeira, esta questão é pertinente. Se queremos tempo a mais para trabalhar mais, o que pensa que acontecerá no nosso cérebro? Claro. Vai mandar-nos dar uma curva e com toda a razão. Em primeiro lugar, é preciso gerar dentro de nós a congruência em relação ao que queremos para o nosso tempo extra. Pare um pouco para pensar. Quero o meu tempo extra para: Estar com a minha família Ler um livro Ir ao cinema Passear Jogar à bola Ir ao ginásio Namorar O que é comum em todos estes tópicos? Acertou. O facto de não tocar sequer em trabalho. Para nós, a forma de se motivar a gerir melhor o seu tempo é, de facto, arranjar uma boa razão para gastar o tempo que normalmente desperdiça. Após ter isto definido, pense então qual é a melhor ferramenta para si para gerir o tempo. Nem todas as pessoas são iguais. O que funciona para si, não funciona para o seu colega.… [ Ler mais… ]
Ler mais →
Como estão as suas zonas de conforto?
Zonas de conforto, ou deverei dizer refúgio da sua empresa? Muitas vezes a única coisa que impede as empresas e as suas equipas de terem sucesso são apenas aquilo que habitualmente designamos de “Crenças Limitadoras”. Ao trabalharmos com as empresas no dia a dia, muitas vezes notamos que a empresa tem quase tudo para ser um sucesso. Digo “quase”, porque por vezes falta-lhes um fator fundamental. O acreditarem mais em si próprios e nas potencialidades da sua empresa, equipa, produto, serviço, etc. Muitas empresas a nível nacional sofrem deste pequeno grande problema. Se olharmos à nossa volta, temos casos de sucesso nacional e internacional que todos os dias, ou quase todos os dias, aparecem na imprensa. Logoplaste, Critical Software, Fly, Impetus, YDreams, entre outros, são apenas alguns dos que têm sido anunciados. Se procurarmos bem, encontramos muitos mais. Por vezes é necessário abanar as pessoas e levá-las a um novo patamar de desempenho onde lhes mostremos que quando acreditam, se empenham e estão dispostas a envolver-se no processo a 110%, nada é impossível. Numa abordagem a esta problemática que realizámos com uma empresa nacional há bem pouco tempo, começámos por falar com as pessoas e recolher e analisar as questões que, segundo elas, as impediam de ser um sucesso a nível nacional. Muitos dos fatores levantados tinham a ver com “zonas de conforto”. Por exemplo, esta empresa em particular pensava serem pequenos e que para atingirem o nível dos “grandes” era necessário muito investimento. O engraçado é que um dos fatores que os diferenciava era precisamente esse, o facto de serem “pequenos”. Como o mercado onde atuavam agora estava dominado por cerca de 3 empresas, das quais, uma nacional e duas internacionais, as empresas clientes começavam a sofrer com o tamanho dos seus fornecedores. Ora esta empresa tinha um bom produto, preços mais em conta e ainda por cima o seu tamanho permitia uma interação muito mais cuidada.… [ Ler mais… ]
Ler mais →
Quer um super vendedor na empresa?
E está preparado para o receber? As empresas que recrutam colaboradores descobrem que está difícil de conseguir captar os melhores talentos. Seja na área das vendas, administrativa, financeira ou marketing, são analisados centenas de currículos e feitas dezenas de entrevistas a potenciais super colaboradores. Eles existem, mas estão difíceis de conseguir. Acreditamos que mais do que competências técnicas para a execução da função, precisamos de pessoas honestas, com atitude e garra, vontade de trabalhar e de superar as expectativas. Na área comercial tem sido um desafio particularmente exigente. Mas o que fazemos quando conseguimos o nosso SUPER vendedor? Esta é uma questão ainda mais importante. Infelizmente muitas empresas contratam Estrelas da Companhia, mas depois não os conseguem manter na empresa ou estes revelam-se uma enorme desilusão. Será a culpa da empresa ou do vendedor? 1. O seu comercial tem atitude? Se o vendedor for de facto alguém apaixonado pelo que faz, tem gosto em vencer. É ambicioso, vai à luta, gere a complexidade de uma zona e não desiste. Entrega um bom trabalho e excede as expectativas. Tem como lema não o que a empresa tem de “entregar”, mas o que ele pode fazer pela empresa, na medida em que sabe que quanto mais produtivo e eficaz for, maiores são as possibilidades de a empresa crescer. 2. Já fez um Plano de Formação? Nada garante mais segurança a uma pessoa recentemente contratada, seja esta comercial ou não, do que sentir-se integrada na dinâmica da empresa e ter a sua vida “preparada” durante os primeiros tempos. Ou seja, o primeiro dia de trabalho é preparado por toda a equipa e o “caloiro” sabe onde estará nas próximas semanas. Convém passar pelo menos 1 a 2 dias em cada departamento, conhecer as pessoas e os procedimentos da empresa, a visão, missão, regras do jogo e de trabalho em cada departamento.… [ Ler mais… ]
Ler mais →
Sabe por que é que não o levam a sério?
Já pensou como algumas pessoas inspiram uma confiança natural e têm muito mais hipóteses de ter sucesso na vida? Por outro lado, já reparou como é difícil conseguir que as outras pessoas o sigam?Algumas pessoas são abençoadas à nascença com determinadas características no domínio da liderança intrapessoal. No entanto, a maioria de nós tem de se esforçar por aprender, muitas vezes à custa de grande sofrimento, a ser um líder ou, pelo menos, a tentar chegar lá perto. Mas afinal de contas, se eu pudesse melhorar algumas das minhas características pessoais, quais delas é que fariam a diferença na forma como eu me projeto no mundo à minha volta? Quando nos põem essa questão nos nossos Workshops de Liderança, aconselhamos muitas vezes as pessoas a corrigirem os seguintes três aspetos: 1. Não ser verdadeiro para com a sua palavra Tem por hábito fazer promessas para mais tarde se aperceber de que não tem possibilidades de as cumprir? Normalmente conta com entusiasmo aos seus amigos e familiares aquilo que fará? Umas férias, uma mudança de casa ou de emprego, comprar um carro, mas depois… de alguma forma nada disto costuma acontecer? Estabeleça novas regras para si nesta área! Pare de apregoar ao “mundo” aquilo que planeia fazer. Em vez disso, conte apenas quando já as tiver atingido. Esta pequena regra faz com que evite os embaraços constantes e o abanar da cabeça por parte dos seus amigos quando lhes conta o que supostamente irá fazer. O mundo está dividido entre os que fazem e os que dizem ou fazem que fazem.A partir do momento em que adotamos esta prática, transmitimos uma imagem muito mais forte de sucesso e confiança. Acima de tudo, de uma pessoa que faz em vez de dizer que faz. 2. Não terminar os seus projetos Sejamos honestos! Tem por hábito começar projetos, mas nunca os acabar?… [ Ler mais… ]
Ler mais →
Já ouviu falar do Feedback Sanduíche?
Muitas vezes, aquilo que separa um membro da equipa normal de um membro excecional é a sua capacidade, como líder, de dar-lhe feedback. O feedback deverá ser percecionado como uma oportunidade de os ajudar a melhorar. Ao dar feedback, estamos a ajudar a que possam desenvolver os diversos aspetos da sua vida profissional como membros da sua equipa. Uma das formas de verificar se o seu feedback está a ser eficaz é, por exemplo, analisar se as suas sugestões estão a ser utilizadas ou não. É interessante analisar que a maioria das pessoas tem o que é necessário para conseguir tornar-se excelente nos diferentes aspetos da sua vida profissional. No entanto, para eles é mais fácil continuar a operar na sua zona de conforto do que ser excelente. Se queremos que essas pessoas saiam da sua zona de conforto e consigam dar o próximo passo, devemos, de uma forma contínua e sistemática, dar-lhes feedback que os encoraje a evoluir. O feedback é uma ferramenta excecional para levar a cabo a tarefa de fazer evoluir a sua equipa. Nesse sentido, gostávamos de Vos apresentar uma nova forma de dar feedback que irá por certo ajudar. Trata-se do Feedback Sanduíche. Não comece já a rir-se. Trata-se de uma das melhores técnicas para darmos corretamente feedback à nossa equipa. O feedback Sanduíche é composto por três passos: 1. Elogiar Comece por falar sobre um ou dois pontos que a pessoa tenha realizado corretamente. Quanto mais específico for, melhor será o impacto. Isto tem por objetivo reforçar o que eles já fazem bem, mas, ao mesmo tempo, preparar o terreno para as sugestões seguintes. Quando nos elogiam, normalmente ficamos mais recetivos ao que se segue. 2. Sugerir Faça sugestões referindo “estiveste muito bem, apenas uma pequena sugestão para melhorar ainda mais…”. A utilização da expressão “ainda mais” permite-nos melhorar ainda mais o grau de abertura da pessoa face ao que lhe estamos a dizer.… [ Ler mais… ]
Ler mais →
Gestão de Tempo: Já comeu o seu sapo hoje?
Quando falamos de gestão de tempo, uma das personalidades que mais admiro é o SENHOR, e digo Senhor com letra grande, “Brian Tracy”. Não só na gestão de tempo mas também na Arte de Vender. No meu entender, é incrível como algumas das coisas que ele escreveu sobre vendas, liderança, gestão de tempo, entre outras, há alguns anos continuam ainda tão atuais. Um das coisas de que me recordo, e que ele referia frequentemente, era que devíamos comer um sapo todas as manhãs. Não se arrepie já a pensar no sapo e no engolir. Como é óbvio, é figurativo. Mas a ideia é que se fizermos uma tarefa que seja algo chata e maçuda logo pela manhã, o resto do dia irá correr-nos muito melhor, dada a energia gerada ao completarmos essa tarefa. Mas o que é que as vendas têm a ver com os sapos, estará provavelmente a pensar? Se pensar, existem nas vendas um conjunto de sapos que ninguém gosta de fazer. Quer um exemplo? Prospeção! Não é que seja assim com todas as pessoas, mas dos mais de 3000 que já formei em Portugal em Vendas, uma grande percentagem torce o nariz à prospeção. Se pensar na sua empresa ou no seu caso pessoal, se for vendedor, acorda todos os dias a dizer: “Que bom, hoje vou fazer prospeção!”? Claro que não. Mas o que é certo é que muito do sucesso de um comercial baseia-se na quantidade e qualidade de portas que consegue abrir nos potenciais clientes. Com prospeção, seja ela feita de que forma for. No nosso entender, com o advento das Vendas 3.0, ou seja, da integração dos novos canais de internet que permitem chegar aos nossos clientes, existe um conjunto de novas ferramentas que não podem ser ignoradas como válidas para gerar negócio. Se não sabe o que é o LinkedIn, xing, ordem dos vendedores, startracker, entre outras, aconselho-o vivamente a descobrir.… [ Ler mais… ]
Ler mais →