Liderança e Coaching

Urgente para quem?
Urgente? Há momentos em que somos constantemente interrompidos por colegas, por telefonemas, por e-mails, em que estamos mergulhados em tarefas perfeitamente delegáveis ou extremamente importantes… para outros! Há alturas em que nos dispersamos em todo e mais um pouco de SPAM, como e-mails engraçados, tarefas agradáveis e até as últimas “fofocas” dos nossos amigos do Facebook… Não tem problema desanuviar, mas nos momentos certos. Há semanas, às vezes meses, em que, por não ser urgente, não trazemos à agenda o planeamento, o pensamento criativo, a formação, as reuniões de equipa, o feedback aos nossos colaboradores. Sabemos que é importante, mas acabamos por adiar para quando tivermos tempo! E no meio de tudo isto, com as crises que surgem, vestimos o fato de bombeiro(a) todos os dias para resolver os problemas imediatos e até já nos tem acontecido falhar alguns prazos… os tais que eram urgentes e importantes. Onde terão afinal ido parar as nossas prioridades, para nos determos a endereçar as prioridades dos outros?! Sinais de Alarme Quando saímos do trabalho e sentimos que corremos o dia inteiro e não fizemos nada de especial, sentimo-nos um pouco frustrados. Mas se disto fizermos o nosso dia-a-dia, seguramente que é de ficar alarmado… É nestas alturas que damos por nós constantemente a chegar a casa já a sentirmo-nos em falta (quando já lá estão todos e até o jantar está servido na mesa) e gracejamos qualquer coisa como “ando sempre a correr, não tenho tempo para nada”… E se tivesse mais tempo, já pensou para que o queria? O que é afinal o importante que não está a conseguir trazer à sua agenda? Começa o trimestre, o mês, sem definir os objectivos, sem analisar e partilhar os resultados do mês anterior? Adia as reuniões com a Equipa, a avaliação de desempenho ou a conversa que ficou de ter com este ou aquele recurso?… [ Ler mais… ]
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Coitadinho do crocodilo!
Coitadinho… Quem não se recorda dessa anedota? Para aqueles a quem este título não diz nada, aqui segue a história em versão mini: a selva fica em alvoroço quando sai um decreto a avisar que o leão irá comer todos os animais de boca grande! E o hipopótamo diz de forma inocente “coitadinho do crocodilo”. Muitas vezes o processo de olharmos para nós mesmos e sermos confrontados com as nossas falhas não é o mais agradável. Na grande maioria dos casos, quando algo de muito mau acontece nas empresas e nas equipas, a causa do problema é algo ou alguém que está connosco e nunca somos nós. Mas já pensou no que ganha em explorar os seus pontos fracos? Não quero ver os pontos fracos Muitas pessoas sofrem deste mal. Preferem enterrar a cabeça na areia e agarram-se a conceitos que as impedem de ver para além da sua própria realidade. Discutem sabiamente sobre como melhorar os outros, mas nunca sobre como podem eles mesmos melhorar. Em acções de executive coaching, o que procuramos é ajudar o coachee a ver as suas limitações, a aceitá-las e a vislumbrar o futuro e saber como as pode melhorar, caso seja essa a sua decisão. Em paralelo, procuramos potenciar ainda mais os aspectos positivos da pessoa, para que possa pôr os seus “talentos” a render e crescer ainda mais. E quando falamos em pontos menos positivos, falamos em questões pessoais e profissionais. No campo pessoal, as competências estão mais enraizadas e são difíceis de ser alteradas, são convicções limitativas que nos impedem de sermos pessoas mais completas. No campo profissional, as oportunidades de melhoria são imensas, desde que tenhamos a capacidade de as aceitar e trabalhar para as corrigir. O entender realmente que a “nossa boca é ainda maior que a do crocodilo” dá-nos uma fantástica oportunidade de assumir o que somos como pessoa, identificar o que temos para apresentar ao mundo a actuar, caso queiramos, sobre essa competência.… [ Ler mais… ]
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Comunicação: A sua cara-metade ouve-o?
Hoje falamos sobre comunicação, influência e empatia. Nomeadamente sobre aquilo que habitualmente designo por: O síndrome do marido e da mulher! Diga-me uma coisa: A sua cara-metade ouve-o? Pois! Provavelmente a sua equipa também não. Não se preocupe que não vamos aqui falar de aparelhos auditivos. Se bem que muitas das empresas necessitassem, de facto, de os colocar nos seus vendedores para ver se eles ouviam melhor os seus clientes. Queríamos aqui chamar-lhe a atenção para um problema que ocorre nas empresas e que tem a ver com a saturação da comunicação. Ou seja, se pensar, lá em casa, a sua mulher ou o seu marido, conforme o caso, tem alguma dificuldade em o ouvir. Ainda há pouco tempo passei por essa experiência na minha família. Temos vindo a discutir uma mudança numa área pessoal para a minha mulher. Tenho tentado aconselhá-la o melhor que posso, mas noto que por vezes os conselhos entram por uma orelha e saem pela outra. Conhecem esse fenómeno? Pois… No outro dia foi lá a casa um amigo meu, que também está na área de formação de vendas e desenvolvimento pessoal e com o qual por vezes trabalhamos em parceria. Como de costume, estivemos em amena cavaqueira e a minha mulher juntou-se a nós já mais para o final. Como não podia deixar de ser, o tema resvalou para a sua mudança pessoal. E basicamente ele aconselhou-a a fazer algo de que eu já andava a tentar convencê-la há meses. As palavras que usou foram as mesmas, a forma de expressão foi a mesma, até os exemplos que ele deu foram muito próximos dos meus. Depois de ele ter saído, e enquanto arrumávamos a cozinha, perguntei-lhe: “Então o que achaste do conselho que o João te deu?” Ao que ela, para meu espanto, respondeu: “Achei fantástico, vou fazer exactamente isso.”… [ Ler mais… ]
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A sua equipa comercial queixa-se muito?
Nos tempos que correm, quem não passa por isto todas as semanas? Hoje em dia, uma das coisas que mais nos pedem nos programas de formação à medida na área comercial prende-se precisamente com esta questão. Motivar as equipas dos nossos clientes para que não caiam no excesso de queixas. Mas afinal de contas como é que conseguimos atingir estados de motivação permanentes ou, pelo menos, mais duradoiros do que é habitual? É muito fácil fazer um discurso motivador, colocar as equipas nos píncaros e fazer com que andem 1 ou 2 dias mais “alegres”. O difícil é dar aos vendedores aquilo que necessitam para que cada um deles ande mais motivado e consiga contrariar na sua cabeça a mensagem “crise”. Brinco muitas vezes com as equipas com quem trabalho sobre a questão do Sino. É como nos Estados Unidos, quando se atinge algo de bom nas empresas, seja uma venda, seja uma qualquer outra meta, toca-se uma sineta e dá-se lugar à histeria colectiva para celebrar. A comparação que faço normalmente com Portugal assenta no facto de sermos latinos e, em Portugal, ser importante celebrar, mas ser necessário mais do que isso. O problema da motivação é o mesmo que o dos sapatos. Confuso? Vai ver que a ideia é simples. Pense comigo, calça o mesmo número que o seu colega? E se calça, usa o mesmo tipo de sapatos que ele? Na maior parte das vezes não. Eu posso gostar de sapatos bicudos, o meu colega pode gostar de sapatos mais arredondados à frente e aí por diante. Com a motivação passa-se exactamente a mesma coisa. Especialmente nas equipas comerciais, onde por norma o comercial é um “espécime” isolado. Na maior parte do tempo trabalha sozinho e só se sente parte de uma equipa nas famosas reuniões de vendas, em que normalmente “leva na cabeça” caso não esteja dentro dos números.… [ Ler mais… ]
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Motivação: Sofre da síndrome do cachorrinho?
Um dos problemas que mais encontro nas vendas de hoje em dia quando trabalho com as equipas em termos de formação e coaching comercial tem a ver com a motivação e o síndrome do cachorrinho. Não confundir com a táctica do cachorrinho, que é habitualmente utilizada nos fechos de negócio. Mas essa ficará, com certeza, para outro artigo. A síndrome do cachorrinho é um dos pilares que utilizamos na formação para mostrar aos vendedores onde é que podem estar as suas zonas de melhoria. Muitas das vezes, o ser humano é dependente em excesso da aprovação externa por parte dos outros. Por parte da família, por parte das expectativas do pai ou da mãe, por parte da sociedade à sua volta, dos seus amigos, colegas e muitas das vezes das chefias. Um dos melhores abanões que tive na vida, na área das vendas, deu-se quando estava a trabalhar numa empresa como vendedor. No mês anterior as coisas até tinham corrido bem, estava 30% acima do orçamento. No mês que corria também não estavam mal, estava já 20% acima do orçamento do mês e previa-se que chegasse ao final do mês 25% acima do esperado. Todas as segundas-feiras havia uma reunião de vendas com o nosso director comercial. Por questões óbvias, chamemos-lhe Eng.º Fernandes, embora este não seja o seu nome. O Eng.º Fernandes era uma pessoa muito formal e todas as semanas passava em revista os sucessos ou insucessos de cada um na semana anterior e qual o principal enfoque para a semana que ia começar. As reuniões eram bastante duras e quem estivesse abaixo da sua cota de vendas passava as passas do Algarve. Em primeiro lugar, era triturado com perguntas sobre todos os aspectos dos negócios que não tinha ganho. Em segundo lugar, levava um conjunto de conselhos e de retórica já muito ouvido por todos nós.… [ Ler mais… ]
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Como Vendedor, qual é o tamanho do seu Vaso?
Como vendedor, uma das coisas que me tem preocupado ao longo dos tempos tem sido a minha capacidade de evolução profissional e pessoal. Nos primeiros anos da minha vida confesso que a preocupação era muito mais profissional, técnica, se lhe quiserem chamar, hoje em dia, quando procuro distinguir, acho que já me é impossível. “Mas impossível porquê?”, poderão pensar. Impossível porque a minha busca de conhecimento assenta em vários vectores, o técnico, o pessoal, o espiritual e, na maior parte dos casos, estão de tal maneira interligados que muitas vezes o curso ou formação que vou fazer é inicialmente de âmbito profissional, mas o que de lá trago toca em muito as outras vertentes que referi. Penso que tal é resultado de hoje em dia uma das minhas principais preocupações ser a de ser congruente. Congruente, mas o que é ser congruente? No meu caso específico é ter um alinhamento total entre todos os aspectos da minha vida pessoal, profissional, espiritual, etc. Será que é fácil? Claro que não, mas quando nos habituamos a desenhar uma linha no chão e a cumprir com aquilo que definimos como linhas orientadoras da nossa vida, o processo torna-se mais complicado, mas ao mesmo tempo mais simples. Daí que muitas vezes os âmbitos do que faço comecem a ser indistinguíveis. Nem sempre o vejo na primeira instância. Muitas vezes só mais tarde, quando olho para os acontecimentos que me levaram aquele ponto, é que dou conta. Quase como uma criança a ligar os pontos de uma qualquer paciência que estava tão na moda quando éramos mais novos. Em todo este processo de evolução como líder, como vendedor, como marido, como amigo, como formador, e todos os outros papéis que tenho tido na minha vida ao longo dos tempos, existiu sempre uma preocupação. Não deixar que o vaso me impedisse de crescer.… [ Ler mais… ]
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