Vamos começar sem rodeios.
Existe muita gente em cargos de liderança que nunca liderou ninguém.
Só geriu tarefas, controlou agendas, cobrou resultados, fez reuniões intermináveis.
E durante anos isso foi suficiente.
Enquanto o mercado crescia, o dinheiro entrava, enquanto as equipas aguentavam caladas.
Mas depois veio a realidade.
Pandemias, guerras, inflação, layoffs, equipas remotas, burnout coletivo, gerações que já não aceitam o “porque eu mando”.
E, de repente, aquela liderança “certinha” deixou de funcionar.
O PowerPoint já não resolve, o cargo já não impõe respeito, o título já não garante seguidores.
Hoje há uma pergunta brutalmente simples que separa líderes reais de figurantes no teatro corporativo:
Quando as coisas apertam… as pessoas aproximam-se de ti ou afastam-se?
Se se afastam, lamento dizer:
Tu não lideras, apenas ocupas um lugar no organograma.
A crise é o detetor de mentiras da liderançaEm tempos normais, quase todos parecem competentes.… [ Ler mais... ]




