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Um diretor de compras que nunca ouviu falar do fornecedor tem uma boa razão para desconfiar: se a escolha correr mal, é ele quem responde por ela na empresa. O que o fornecedor diz de si próprio soa-lhe a publicidade, e mais argumentos não chegam para ganhar a confiança do cliente. Nesse caso, a confiança pede-se emprestada a quem ele já conhece.
O José de Almeida percorre as quatro fontes de onde essa confiança pode vir. A mais forte, e a mais desperdiçada, são os clientes atuais. O testemunho de um deles vale pelo pormenor: o problema que tinha, o que mudou e quem o diz, com nome e empresa.
Veja também o artigo completo: Confiança do Cliente: Ainda Não o Conhecem? Peça-a Emprestada
