Etiqueta: Vendas

Scorecard de Contratação: Compara Comerciais pelas Competências que Contam
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Red Flags de Cliente Tóxico: a Checklist que te Poupa Prejuízos
12 sinais de cliente tóxico e o que fazer em cada um. Assinala os que reconheces e recebe a recomendação. Grátis.
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Vale a Pena Este Cliente? Scorecard em 6 Critérios
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Calculadora de Desconto na Margem: Quanto Custa Cada Desconto
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Calculadora Day-Rate: Quanto Cobrar por Dia
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CRM na Prática: Como Usar o CRM para Vender Mais (e Não Apenas Preencher Dados)
Aqui há uns anos largos, estava a acompanhar uma equipa comercial de uma empresa de equipamento industrial, ali para os lados de Aveiro. Tinham acabado de gastar uma pequena fortuna num CRM novo, com tudo a que se tem direito. Painéis bonitos, gráficos coloridos, automatismos. Sento-me ao lado do melhor vendedor da casa, um senhor com trinta anos de estrada. Peço-lhe para me mostrar o pipeline dele no sistema. Ele olha para mim, sorri, e tira do bolso um caderno todo dobrado. «O CRM é para o patrão ver. Os negócios a sério estão aqui», disse-me, a apontar para o caderno. E aqui está, em três segundos, o drama da maior parte das empresas portuguesas. Têm o sistema. Não têm o hábito. Falta-lhes o CRM na prática. Vamos então falar de CRM na prática — não da brochura do fornecedor, mas do que realmente faz vender mais. Prefere ver em vídeo? Veja a versão curta. CRM na prática: o paradoxo do sistema que ninguém usa Pense comigo. A empresa investe milhares de euros numa ferramenta. Dá formação. Pede a toda a gente para preencher. E, seis meses depois, os melhores comerciais continuam a vender de cabeça, com um Excel à parte e uns post-its no monitor. Como é que isto acontece? Acontece porque o CRM foi vendido como uma ferramenta de controlo, não como uma ferramenta de venda. A direção quer saber «em que ponto está cada oportunidade». O comercial percebe a mensagem ao contrário: «isto é controlo». E quando uma ferramenta cheira a controlo, o comercial faz o mínimo. Preenche à pressa, à sexta-feira ao fim do dia, para o relatório não vir vermelho. Mete lá uns dados muito resumidos. E o CRM transforma-se naquilo que eu chamo um cemitério de dados — cheio, bonito, e completamente morto. ▶ AVISO À NAVEGAÇÃO O problema quase nunca é o software.… [ Ler mais… ]
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Proposta de Valor: Como Diferenciar a Sua Oferta da Concorrência
Faço-lhe uma pergunta simples e quero que responda em voz alta, agora, antes de continuar a ler: o que é que a sua empresa vende? Se a sua resposta começou com “vendemos software de gestão”, “fazemos consultoria financeira”, “somos uma agência de marketing” ou — o meu favorito — “somos líderes de mercado no nosso setor”, tenho uma má notícia para si. Acabou de me dizer o que faz. Não me disse nada sobre o valor que entrega. E essa diferença, que parece subtil, é a diferença entre uma empresa com uma proposta de valor clara e uma empresa que passa a vida a dar desconto. Durante anos vi comerciais brilhantes a perder negócios não porque o produto era pior, mas porque nunca souberam explicar por que razão valia mais. Faltava-lhes uma proposta de valor que o cliente percebesse. Quando não consegue mostrar valor, o cliente só tem uma forma de o comparar com a concorrência: o preço. E a guerra do preço é a única guerra em que ganhar continua a doer. Hoje vamos arrumar isto de uma vez. Vou mostrar-lhe o que é mesmo uma proposta de valor, como construí-la peça a peça com uma ferramenta simples, e como traduzir tudo numa frase que o cliente percebe em dez segundos. O erro comum: confundir o que faz com o valor que entrega Existem milhares de empresas em Portugal a competir a preço sem darem por isso. Não escolheram esse caminho de propósito — caíram nele porque nunca clarificaram a proposta de valor. O sintoma é sempre o mesmo. Pergunte a três comerciais da mesma empresa o que vendem e recebe três respostas diferentes, todas centradas no produto: as funcionalidades, os anos de experiência, a dimensão da carteira de clientes. Tudo verdade. Tudo irrelevante para quem está do outro lado da mesa.… [ Ler mais… ]
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Negociação B2B: Quem Não Tem BATNA (Plano B) Paga Sempre Caro | Vídeo
Existem duas formas de entrar numa reunião de negociação importante: a pensar «tenho de fechar isto», ou com um Plano B credível antes mesmo de a conversa começar. Em negociação chama-se a isto, na gíria de Harvard, o BATNA — Best Alternative To a Negotiated Agreement. Em português direto: o melhor cenário se este negócio cair. Quem não tem um BATNA negoceia em desespero. Quem o tem, negoceia em escolha. E o cliente experiente apanha a diferença em três segundos. Neste vídeo, José de Almeida explica como construir um BATNA credível duas semanas antes da reunião (qualificar urgência real, mapear decisores, construir alternativas próprias), e a regra de ouro que separa quem defende margem de quem improvisa. Negociação B2B: para fixar antes de avançar O vídeo mostra porque sem BATNA se paga sempre caro. Mas construir BATNA é só metade do trabalho — a outra metade é saber usá-lo sem o queimar. Três pontos que ficam fora do tempo de gravação. 3 erros típicos na construção do plano B negocial BATNA fantasiado, não documentado. “Tenho outras opções” dito sem números na mão é mentira que o comprador formado fareja. BATNA real é tabela com 3-5 alternativas concretas, valor estimado e prazo. BATNA único, sem ranking. Ter uma alternativa não basta — é preciso saber qual é a primeira, segunda e terceira. Sem ranking, em pressão vai-se para a errada. BATNA construído depois de entrar na sala. Tarde demais. O exercício faz-se 48 horas antes da reunião grande. Táticas de negociação profissionais começam pela preparação fora da sala. Como usar BATNA sem o queimar BATNA é arma silenciosa. Mostrar a arma anula o efeito. Três princípios que separam quem sabe usar: Não anunciar o BATNA na primeira ronda. “Tenho outras propostas” dito cedo demais soa a chantagem. Guardar para quando a outra parte abusa.… [ Ler mais… ]
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Quando Parar de Vender: 7 Sinais Que o Cliente Já Decidiu | Vídeo
Existem três custos invisíveis em perseguir negócios mortos no pipeline: tempo, relação e capacidade emocional. Nenhum aparece no relatório mensal — mas todos saem caros. O cliente B2B decide muito antes de o dizer ao comercial. E quando decide que não, raramente avisa. Neste vídeo, José de Almeida apresenta os 7 sinais comportamentais que dizem que o cliente já decidiu, o erro típico que continua a queimar tempo, e o que os melhores comerciais fazem em vez disso: qualificam melhor, desqualificam mais cedo, trabalham menos oportunidades com maior taxa de conversão. Um sinal é ruído. Três em simultâneo é decisão tomada — falta apenas a comunicação formal. Quando parar de vender: a versão escrita do mesmo jogo O vídeo mostra os 7 sinais. Mas saber identificar não chega — é preciso saber agir sobre o sinal sem perder tempo. Três pontos que ficam por dizer. 3 mitos que mantêm o comercial agarrado a negócios mortos “Já investi tanto, tenho de fechar.” Falácia do custo afundado. O tempo já gasto não volta — só conta o tempo futuro. Continuar a empurrar um negócio morto custa o que poderia ter sido fechado em outros 3. “O cliente disse que ia decidir esta semana.” Disse há 6 semanas. Cada nova promessa de prazo sem ação concreta vale menos que a anterior. Pipeline de vendas realista mede ações tomadas, não promessas trocadas. “Não posso desistir agora — ficava mal.” Desqualificar não é desistir. É reorganizar prioridades. O cliente respeita mais quem retira a proposta com clareza do que quem persiste em vão durante meses. 3 perguntas que diagnosticam pipeline morto em 2 minutos “Quem dentro da empresa do cliente está a defender este projeto?” Sem patrocinador interno nomeado, o negócio está vivo só na imaginação do comercial. “Que critério mensurável distingue ganhar de perder?” Se o cliente não consegue articular o critério de decisão, ainda não está pronto para comprar.… [ Ler mais… ]
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Burnout Comercial: 5 Sinais Para Travar a Quebra Antes da Quota | Vídeo
O burnout comercial não é stress pontual. Stress vai-se com um fim de semana. Burnout fica — e quando chega à fase tardia, o melhor comercial da casa pede a demissão sem explicação visível. Neste vídeo, José de Almeida apresenta os 5 sinais precoces que qualquer diretor comercial pode detetar sem ser psicólogo, e as 4 alavancas estruturais que realmente funcionam (fruta na sala e yoga ao almoço não previnem burnout). Em 80% dos casos, o burnout em equipas comerciais é falha de gestão — não falta de fibra dos comerciais. Burnout comercial: o que o vídeo abre e a leitura fecha O vídeo apresenta os 5 sinais que antecedem a quebra. Mas existe um terreno por baixo dos sinais — os gatilhos diários, as decisões de liderança e as conversas adiadas. Três pontos que merecem leitura cuidada. 3 gatilhos diários que aceleram a quebra Reuniões de pipeline em modo interrogatório. Quando o comercial sai de cada reunião a justificar números em vez de discutir negócios, o sistema nervoso entra em estado de alerta permanente. Cinco semanas neste regime e a saída mental começa. Quotas mensais sem visibilidade trimestral. Métricas que reiniciam todos os meses, sem capacidade de respirar nas semanas pós-fecho. Pipeline de vendas bem gerido inclui rotinas de descompressão entre ciclos — não só pressão constante. Mensagens fora de horas com expectativa de resposta. Slack às 23h, email ao domingo, exigência implícita de disponibilidade 24/7. Cada notificação noturna é mais 15 minutos de sono perdido — e o efeito compõe. 3 erros de liderança que alimentam o burnout em vendas Confundir disponibilidade com compromisso. O comercial que responde sempre primeiro não é o mais empenhado — é o que vai partir primeiro. Premiar disponibilidade extrema treina a equipa a queimar-se. Aumentar metas sem aumentar recursos. “Vamos crescer 20% mas o headcount fica igual” é receita garantida de esgotamento.… [ Ler mais… ]
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