Etiqueta: Motivação

10 Conselhos que aumentam a paixão por vender
Vendas·13 Jul 2020·3 min. de leitura

10 Conselhos que aumentam a paixão por vender

Hoje falamos um pouco da paixão por vender. Sabe do que falamos? Daquela paixão que já teve provavelmente quando iniciou a sua carreira comercial? Pois é, com o tempo, e com as dificuldades que esta profissão encerra, vamos perdendo aquele ímpeto inicial. Hoje deixo-lhe 10 conselhos que o vão ajudar a retomar a sua paixão por vender! 1. Procure evoluir diariamente. Procurar desafios que o façam sentir que está a progredir é uma das formas de se manter motivado. Seja uma nova carteira de clientes, seja mudar de área de negócio. Sempre que temos um desafio pela frente, o fator “novidade” ajuda-nos a ficar mais motivados. 2. Cuide da sua motivação, não deixe que ela bata no fundo. Se sentir que está a ficar desmotivado, fale com alguém sobre isso. Parece simples, mas muitas vezes deixamo-nos ir ao fundo e aí é muito mais difícil sair de lá. 3. Peça autonomia. Quando temos autonomia numa área, sentimo-nos mais motivados e a motivação é um dos elementos que sustêm a paixão em qualquer área. Por exemplo, na negociação com os seus clientes. 4. Rodeie-se de vencedores. Se passa a vida junto de pessoas que se queixam, a sua fasquia em termos de evolução será muito baixa. Seja no seu grupo de amigos, seja nas pessoas com quem se dá no trabalho, eleve a sua fasquia. 5. Modele o seu comportamento pelo dos melhores. Tal e qual como no desporto, observe na sua empresa ou na concorrência quem dá cartas e veja como o fazem. Se a roda já está inventada, porque é que temos de a reinventar? 6. Corra atrás do dinheiro dos seus clientes e não do seu. Vai ver que se o fizer, o seu irá aparecer. Ou seja, ajude os seus clientes a ganhar dinheiro. Vai ver que o seu irá aparecer numa fase posterior.… [ Ler mais… ]

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Vai para a venda de cabeça quente?
Vendas·1 Jun 2020·5 min. de leitura

Vai para a venda de cabeça quente?

Um dos recursos que lhe posso apresentar e que mais o vai ajudar como comercial nos dias que correm é com certeza a componente da “gestão emocional”. Ou seja, ir de cabeça limpa para a reunião ou visita de venda. Trata-se de algo que nem sempre é fácil, dadas as condicionantes pessoais e profissionais que os COMERCIAIS enfrentam no dia-a-dia. Imagine que está à porta de um cliente para uma reunião ou visita comercial.Será que pensar no facto de que não está a vender, na discussão com a Maria ou o Manuel, no problema do outro cliente, na chatice com o chefe, ou em qualquer outro fator desta ordem vai trazer valor acrescentado aos sessenta minutos que se vão seguir? Claro que não. O problema é que somos humanos e como humanos somos permeáveis à emoção, tanto positiva como negativa. Conseguir limpar a mente e focarmo-nos apenas na reunião em causa é algo que é fundamental nos dias que correm. Senão, vejamos o que acontece. Muitas vezes levar “bagagem mental” que não devemos para a reunião com o cliente pode condicionar de forma negativa as nossas hipóteses de sucesso. Existem basicamente duas situações em que isto é problemático. A primeira tem a ver com o facto de que aquilo em que nos focamos é normalmente aquilo que temos tendência a experienciar.Imagine que, devido ao que lhe está a acontecer em termos de resultados de vendas, coloca na sua cabeça a seguinte frase como sendo verdadeira: “Ninguém está a comprar”. Independentemente de ser ou não verdade. Ao dizer isto para si próprio, o que é que está a pedir ao Hilário? Que ele vá à procura de sinais e evidências que comprovem que ninguém está a comprar. E como já antes referimos, o Hilário é muito solícito! O que acontece é que quando lhe pedimos, ele vai à procura… Lembra-se que até demos o exemplo de querer comprar um Ferrari?… [ Ler mais… ]

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As suas vendas estão a congelar?
Vendas·25 Mai 2020·4 min. de leitura

As suas vendas estão a congelar?

Parece que está anunciada uma vaga de frio e, como tal, todos se preparam da melhor forma. Aumentamos a quantidade de agasalhos, aquecemos as casas, evitamos estar na rua, aumentamos o stock de anti-gripais e de suplementos vitamínicos em casa e esperamos que a vaga passe sem grandes problemas. O frio que se faz sentir é característico da estação do ano em que estamos e é perfeitamente normal. Para muitos, significa até mais negócio. Todas as empresas viradas para o consumidor final, de um modo geral, estão mais confortáveis nesta altura do ano. Mas para outros significa paragem, quietude e congelamento. O que para uns é sinónimo de vendas, resultados, sucesso, para outros é expectativa, paragem e desaceleração. Mas como fazer para não congelar as vendas nestas alturas? Gostamos de uma abordagem positiva ao negócio. Por positiva entenda-se optimista e confiante, mas também atenta e com os pés assentes na terra. No mercado atual, e de uma forma geral, muitas empresas desaceleram em duas alturas do ano: no Verão e no Natal. E quando tudo parece que volta à normalidade, a equipa demora um pouco a realinhar e a encontrar o caminho e o foco. Por isso investimos na preparação. Se sabemos de antemão que teremos esses dois períodos de tempo mais parados, devemos aproveitar e realizar atividades que de outra forma ficariam em stand-by. Por esta altura o ano deverá estar já mais ou menos encaminhado. As linhas mestras de orientação estão já definidas, nem que seja em formato de rascunho, a equipa está a fechar as últimas vendas e contratos, os clientes estão também a ir de férias e será pouco o que nos resta fazer até ao fim de Dezembro. No entanto, aposto que temos muito que fazer na arrumação! Há que aproveitar este tempo mais parado para arrumar papelada, quer física quer informática, rever todas as propostas que transitam para o ano que vem, e garantir se estão ou não ativas ou se temos de as riscar da nossa lista.… [ Ler mais… ]

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Como vender quando não há dinheiro?
Vendas·30 Mar 2020·6 min. de leitura

Como vender quando não há dinheiro?

Como vender quando não há dinheiro? Sabe? Nos dias que correm, muitos dos nossos clientes sofrem de depressão aguda face à crise. Até aqui, não há novidade nenhuma. Certo é que muita da depressão que por aí anda poderia ser evitada se não existisse da parte da televisão, da rádio e dos jornais um excessivo enfoque no tema da crise. Experiências feitas a nível mundial mostram que quando se noticia, de uma forma exagerada, crimes ou problemas sociais, estes têm tendência a crescer. Se nos recordarmos do livro “Influência” do Robert Cialdini, um dos pilares da influência que ele habitualmente encontrava em funcionamento na sociedade era a prova social. Se quisermos colocar isto de uma forma simplista, podemos observar esta situação na tendência a termos comportamentos que são muitas vezes similares aos nossos pares na sociedade. Se repararem nos anúncios de televisão, cada vez mais eles têm tendência a utilizar pessoas “normais” a darem o seu testemunho sobre um produto ou serviço. A ideia é que reagimos melhor a este tipo de estímulos, em determinadas situações, do que quando nos apresentam o actor X ou Y. Estranho o facto de na televisão não se utilizar esta prova social, pondo-a a funcionar precisamente de forma contrária. Ou seja, mostrando as empresas que estão, apesar da crise, a ter sucesso no mercado e a crescer face a todas as contrariedades. Seria como uma injecção positiva que, aos poucos e poucos, faria ver às empresas à nossa volta que ainda existe esperança e que mudando e corrigindo os seus problemas de competitividade, existe luz ao fim do túnel. Mas isto é apenas a minha modesta opinião. O que noto é que já começa a existir da parte das pessoas à nossa volta uma certa saturação relativamente ao tema “crise”. Ora, mas o que é que isto tem a ver com as vendas e vender quando não há dinheiro?… [ Ler mais… ]

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Será que a cenoura e o chicote ainda funcionam?
Liderança e Coaching·20 Jan 2020·8 min. de leitura

Será que a cenoura e o chicote ainda funcionam?

No meu trabalho direto com as empresas tenho observado nos últimos anos um fenómeno no campo da motivação 2.0. Trata-se de uma situação um pouco estranha e à partida não lógica. Quando se tenta motivar alguém com um: “Olha que se conseguires fazer mais isto… ganhas mais isto!”, por vezes estamos à espera de uma reação positiva e o que obtemos é apenas um grande silêncio, como se aquilo não fizesse sentido nenhum para a pessoa em causa. Ou, por exemplo: “Olha que isto está mau, se não conseguires atingir…” E qual é a resposta da pessoa? Exactamente a mesma, ou seja, nada! Quer isto dizer que começamos a perceber que por vezes a motivação 2.0, dor e prazer, não funciona com todas as pessoas. Por exemplo, no meu caso em particular, no que diz respeito a trabalho, não corro por causa de dinheiro, nem de fama, mas sim pelo gozo que isso me dá e porque é uma ferramenta que tenho para atingir uma meta de vida um pouco ambiciosa no campo da responsabilidade social, como iremos ver mais adiante. O que vos quero contar é baseado no trabalho de um senhor chamado Daniel Pink e no seu livro “Drive”, que já está editado em Portugal há algum tempo. Segundo Daniel Pink, existem estudos realizados por psicólogos nesta área que remontam já há alguns anos e que indicam que a motivação 2.0 sofre de vários problemas que podem levar a consequências bastante complicadas em termos da performance. O que temos de pensar em termos de motivação é que ela tem normalmente duas formas: 1. Interna Tem origem dentro da pessoa. As razões para correr são geradas internamente, sem o auxílio de nenhuma intervenção externa ou, pelo menos, com pouca. 2. Externa A motivação é conseguida através de situações externas, sejam elas monetárias ou físicas em termos de prémio, ou então psicológicas.… [ Ler mais… ]

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Já deu as amêndoas aos seus colaboradores?
Liderança e Coaching·13 Jan 2020·4 min. de leitura

Já deu as amêndoas aos seus colaboradores?

Algumas ideias sobre motivação! Em tempo de Páscoa manda a tradição que haja troca de pequenas ofertas entre padrinhos e afilhados. E na nossa equipa? Será que marcamos de alguma forma este momento? Ainda deparamos em Portugal com a cultura de punir o erro e celebrar ou marcar pouco o que é bem feito. Escutamos muitas vezes frases como “Não fazem mais que a sua obrigação”, “é para isso que lhes pago”, “devem estar gratos por ter emprego”, e isto só para dar alguns exemplos. Algumas destas frases têm a sua razão de ser.IT Certification  É espantoso como vemos tantas pessoas desajustadas do que estão a fazer como trabalho, que não prestam atenção aos detalhes, que parecem desligadas ou desinteressadas e não procuram agradar à única pessoa que lhes dá o emprego, os seus clientes. É por pormenores que os conquistamos e por pormenores que os desiludimos e fidelizar é cada vez mais um desafio. Mas e quando temos equipas em que temos colaboradores que fazem mais do que lhes compete, quer para o ciente externo, quer para o interno? E quando alguns dos nossos colegas ligam aos detalhes e conquistam clientes dessa forma? Vamos falar então de remuneração criativa! Mesmo com o contexto que atravessamos, mesmo com dificuldades financeiras, é possível encontrar formas de remunerar a nossa equipa, contribuindo dessa forma para a sua motivação. Remuneração Fixa Esta é fácil de explicar e todos estamos bem cientes dela. Algumas remunerações fixas viram  cisco 640-864 o seu montante deixar de ser tão fixo como gostariam, e inclusivamente a descer. Hoje os salários que se praticam estão, em alguns casos, muito diferentes dos que eram praticados há 3 e 4 anos, mas de qualquer forma existe sempre uma remuneração fixa. Remuneração Variável Aqui começam a existir outros desafios. É vulgar para cargos comerciais existir uma remuneração variável.… [ Ler mais… ]

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Será que é, de facto, um líder?
Liderança e Coaching·18 Nov 2019·3 min. de leitura

Será que é, de facto, um líder?

erá que nascemos líderes? Será que somos “construídos”? Será que somos levados a isso pela vida? Qual destas afirmações acha que está mais correta? Na nossa opinião, todas elas são verdadeiras e, consoante a situação, cada um de nós é levado a papéis de liderança por diferentes situações. Muitos de nós não nascemos líderes. De facto, nem sequer tal nos passava pela cabeça. Fomos levados a essa situação pelas voltas que a vida dá. Existe um grande e perigoso erro em pensar-se que a liderança não pode ser ensinada. Se tal assim fosse, muitos dos líderes que temos a nível nacional e internacional, quando escrevem as suas biografias, não mencionariam o facto de a sua formação ter tido um papel fundamental na construção da sua capacidade de liderança. Muitos deles referem até quem foi o seu mentor ou mentores em todo este processo. A questão que se põe muitas vezes nas nossas empresas é como dar às nossas pessoas as capacidades de liderança que elas necessitam. A minha visão de um líder é a de alguém que direcciona e inspira a sua equipa a atingir os resultados. Mas com um pequeno pormenor – que tal aconteça, mesmo que ele não esteja presente. Para nós esta é condição essencial para um líder de sucesso. Só liderar não chega, temos de conseguir capacitar a nossa equipa para que esta possa tomar decisões por si. Ainda que ao princípio elas não sejam as mais corretas. Todos nós precisamos de errar para conseguir criar o estofo necessário a um futuro papel de liderança. O ideal era que a nossa empresa ou os nossos departamentos funcionassem sem nós lá estarmos. Esse é, de facto, o sonho de qualquer líder. Se conseguirmos isto, teremos muito mais tempo para parar e para pensar, por exemplo, em questões de estratégia ou de visão, ou seja, para onde é que queremos ir.… [ Ler mais… ]

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Ano meio cheio ou meio vazio?
Liderança e Coaching·22 Jul 2019·4 min. de leitura

Ano meio cheio ou meio vazio?

E chegamos ao final de mais um ano… Muitas das metas atingidas, outras tantas terão ficado pelo caminho. Alguns desses objetivos seriam pessoais, outros profissionais, uns representaram enormes desafios, outros foram conseguidos com menos esforço. Uns foram inesperados pela positiva, outros tremendas desilusões. Esta é também a altura de fazer o balanço do que foi feito de errado e do que se deve corrigir no futuro, para que não se volte a cometer os mesmos erros. Mas se o novo ano está aí, também tem de existir uma nova motivação, uma nova maneira de encarar não só os 365 dias que aí vêm, mas também todos os outros que se seguirão. É esta a parte desafiante! Assistimos a muitas acções de formação, lemos muitos livros, fazemos muitos planos, mas sem uma disciplina férrea voltamos muitas vezes a cair nos mesmos erros, a deixar-nos consumir pelos mesmos problemas, a ficar presos nas rotinas e a esquecer-nos daquilo que de facto interessa. Por isso gosto de pensar num ano meio cheio e não meio vazio. Prefiro acreditar que existe ainda muito por fazer, que muito há por crescer e por completar! E não podemos pensar no vazio, no que já foi e não volta atrás e por isso não tem qualquer hipótese de melhorar! E uma vez mais, no início de mais um ano, voltamos a pensar e a equacionar tudo o que precisamos de concretizar, as metas que queremos atingir e como vamos conseguir esse feito. Pense e Escreva É sempre o início de tudo! Se não pensarmos no que queremos em termos de objetivos, será basicamente impossível atingirmos os mesmos. Quase tão importante como pensar no que queremos é escrever com pormenor esses mesmos objetivos. Não basta pensar, pois uma frase ou uma lista têm muito mais força e geram muito mais compromisso e empenho que apenas um pensamento.… [ Ler mais… ]

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Já visitou a Torre Vasco da Gama?
Vendas·8 Jul 2019·4 min. de leitura

Já visitou a Torre Vasco da Gama?

Pois, os seus clientes provavelmente também não. Uma das coisas que me espanta é como a maioria das empresas se encontra parada no tempo face à forma como vende e encara os processos comerciais da sua empresa. A questão que abriu este artigo prende-se precisamente com isso. Há quanto tempo não inova na relação comercial que tem com os seus clientes? Muitas vezes ficamos parados no tempo nesta área, esquecemo-nos de que os clientes são como os casamentos. Quando são cultivados e regados frequentemente, florescem, dão filhos e proporcionam uma vida de alegria e sucessos. Quando não são cultivados, normalmente dá asneira e, no caso, separação ou divórcio. Tal como no casamento, também com os clientes temos de inovar para manter a relação viva, fazer algo de diferente, sair fora da rotina, etc. Coloque-se por um momento no lugar do cliente, feche os olhos, imagine que se senta na cadeira dele, imagine que Você se encontra à frente dele.

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Que fazer quando a sua equipa não ganha?
Liderança e Coaching·17 Jun 2019·4 min. de leitura

Que fazer quando a sua equipa não ganha?

Uma das questões a nível pessoal que mais problemas nos causam é o fenómeno das crises cíclicas. Está estudado que quer a nível pessoal quer a nível profissional, de x em x tempo, surge uma crise. É um fenómeno que está mais do que estudado e confirmado. Se recordar a sua vida, vai ver que esta situação também já ocorreu consigo. Daí a expressão popular que “a vida é como os interruptores, umas vezes para cima, outras vezes para baixo”. Se a memória não me falha, foi o Herman José que teve esta expressão aqui há uns anos. De facto, quanto mais vivo e quanto mais lido com pessoas e empresas em termos de formação, mais me convenço da veracidade desta afirmação. Ora se este fenómeno é algo que acontece ciclicamente, como pais, mães, maridos, mulheres, profissionais, diretores, gestores, ou qualquer que seja o seu papel na vida, saber gerir eficazmente as suas crises é algo fundamental para o seu sucesso. Uma das coisas que pergunto às pessoas que frequentam o nosso Workshop de Liderança Interpessoal é “qual é a cor do seu pára-quedas?”.

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