Liderança e Coaching

Objetivos: Tem medo de ter sucesso?
Muitas pessoas às quais faço coaching ou que passam pelos nossos Workshops da Arte de Liderar têm medo dos seus objetivos. Por incrível que pareça, esta é uma das principais (mas não a principal) razões pela qual muitos de nós não definimos o que realmente queremos da vida. O medo e a frustração de não atingir objetivos são paralisantes. É mais simples não ter objetivos do que pensar que eventualmente podemos vir a não os atingir. Embora pareça um aspeto simples, muitas pessoas com quem trabalho ficam paralisadas ao pensar nisto. Principalmente se já tiveram uma experiência negativa anterior. A questão que se coloca é: Se por um lado devemos definir metas e objetivos, como lidar com a frustração de não os atingir? Ao pensarmos nisto, definimos um processo simples que tem tido muito sucesso com os executivos de topo com quem habitualmente trabalhamos. Este processo centra-se em “deixar cair” a emoção de atingir ou não atingir o objetivo mediante uma pequena meditação. O processo é realizado em 3 passos: 1. Relaxamento Feche os olhos e inspire e expire profundamente. Agora imagine que está a começar a descer uma escada larga, segura e bem iluminada com 10 degraus. E que, a cada expiração, desce um degrau. Repita este passo, inspirar e expirar, descendo cada degrau até chegar ao fundo da escada. Escolha um sítio agradável, onde gostasse de estar, e imagine que ao descer o último degrau se encontra lá. Ao chegar a este sítio, estará agora muito mais relaxado.Imagine que está sentado numa cadeira confortável e que na sua frente tem um ecrã de cinema. 2. Visualização de metas e objetivos Podemos agora dar início ao segundo passo. Comece agora a imaginar que na tela do cinema começa a ver os seus objetivos já realizados a aparecerem com se fossem um filme.… [ Ler mais… ]
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Mentoring: A sua empresa tem um mentor?
Um quê??? A figura do Mentor tem vindo a ficar um pouco obscurecida com os tempos que correm, em que se fala de Coaching para tudo e mais alguma coisa. Se nos lembrarmos da evolução na nossa carreira, esta figura lá, quando tivemos sorte esteve ao nosso lado no nosso processo de crescimento profissional. Eu, no decorrer da minha carreira, tive o prazer de ter alguns excelentes mentores com quem aprendi imenso ao longo da minha vida. Ainda hoje tenho duas ou três pessoas a quem recorro quando entro num bloqueio mental relativamente a situações que se me apresentam. São normalmente pessoas que me fazem parar e pensar nas coisas em condições e muitas vezes dão-me direções diferentes para a resolução dos problemas que enfrento. A figura de um mentor é diferente da de um Coach, no sentido em que pela metodologia de coaching não é suposto darmos caminhos aos nossos “coachees”. No entanto, nas empresas com quem tenho trabalhado, esta postura nem sempre é suficiente. Principalmente se estivermos a falar de Dinamização Empresarial. Não quer dizer que seja obrigatório dar caminhos, mas permite que o processo avance mais rápido se juntarmos a nossa experiência ao processo. Dado que todos na Ideias e Desafios temos carreiras bastante ricas em termos de evolução profissional, tendo passado por posições de comerciais, chefes de equipa, diretores comerciais, diretores gerais de empresas, entre outras, em diferentes setores de atividade, conseguimos aportar algo de novo aos nossos clientes. Se por um lado os fazemos parar para pensar no que estão a fazer e como o estão a fazer, por outro não podemos deixar de, em determinadas alturas, os direcionar para as soluções mais apropriadas. Poderá estar a pensar: mas isso não é o trabalho de um consultor? À primeira vista sim, mas hoje em dia as empresas já não têm disponibilidade para as habituais práticas de consultoria em que se colocava um profissional, por vezes por longos períodos de tempo, a apoiar a empresa e a fazer o trabalho que ela deveria saber fazer.… [ Ler mais… ]
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O Tempo “foge-lhe por entre os dedos”?
Uma das questões que mais surge nas nossas formações de Liderança prende-se com a eficaz gestão do tempo. Embora o curso não seja sobre isso, é normal dedicar algum tempo a “limpar” alguns mitos da cabeça das pessoas. O primeiro deles é que para gerir o nosso tempo é necessário um conjunto de ferramentas bastante complexas.Ora, senão, veja o que cai nesta categoria: Gmail Outlook LinkedIn Agendas Eletrónicas Listas de todo’s Caixas de entrada e saída de assuntos Enfim, a lista poderia prolongar-se indefinidamente. Antes de pensar qual é a forma ideal de gerir o Vosso tempo temos de parar um pouco, pensar e colocar a seguinte questão: “Para que é que eu quero mais tempo?” Muitas vezes as dizem-nos: “Gostava que o dia tivesse o dobro das horas”. Ao que normalmente respondo: “E tem, basta que não durma.” Embora em tom de brincadeira, esta questão é pertinente. Se queremos tempo a mais para trabalhar mais, o que pensa que acontecerá no nosso cérebro? Claro. Vai mandar-nos dar uma curva e com toda a razão. Em primeiro lugar, é preciso gerar dentro de nós a congruência em relação ao que queremos para o nosso tempo extra. Pare um pouco para pensar. Quero o meu tempo extra para: Estar com a minha família Ler um livro Ir ao cinema Passear Jogar à bola Ir ao ginásio Namorar O que é comum em todos estes tópicos? Acertou. O facto de não tocar sequer em trabalho. Para nós, a forma de se motivar a gerir melhor o seu tempo é, de facto, arranjar uma boa razão para gastar o tempo que normalmente desperdiça. Após ter isto definido, pense então qual é a melhor ferramenta para si para gerir o tempo. Nem todas as pessoas são iguais. O que funciona para si, não funciona para o seu colega.… [ Ler mais… ]
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Como estão as suas zonas de conforto?
Zonas de conforto, ou deverei dizer refúgio da sua empresa? Muitas vezes a única coisa que impede as empresas e as suas equipas de terem sucesso são apenas aquilo que habitualmente designamos de “Crenças Limitadoras”. Ao trabalharmos com as empresas no dia a dia, muitas vezes notamos que a empresa tem quase tudo para ser um sucesso. Digo “quase”, porque por vezes falta-lhes um fator fundamental. O acreditarem mais em si próprios e nas potencialidades da sua empresa, equipa, produto, serviço, etc. Muitas empresas a nível nacional sofrem deste pequeno grande problema. Se olharmos à nossa volta, temos casos de sucesso nacional e internacional que todos os dias, ou quase todos os dias, aparecem na imprensa. Logoplaste, Critical Software, Fly, Impetus, YDreams, entre outros, são apenas alguns dos que têm sido anunciados. Se procurarmos bem, encontramos muitos mais. Por vezes é necessário abanar as pessoas e levá-las a um novo patamar de desempenho onde lhes mostremos que quando acreditam, se empenham e estão dispostas a envolver-se no processo a 110%, nada é impossível. Numa abordagem a esta problemática que realizámos com uma empresa nacional há bem pouco tempo, começámos por falar com as pessoas e recolher e analisar as questões que, segundo elas, as impediam de ser um sucesso a nível nacional. Muitos dos fatores levantados tinham a ver com “zonas de conforto”. Por exemplo, esta empresa em particular pensava serem pequenos e que para atingirem o nível dos “grandes” era necessário muito investimento. O engraçado é que um dos fatores que os diferenciava era precisamente esse, o facto de serem “pequenos”. Como o mercado onde atuavam agora estava dominado por cerca de 3 empresas, das quais, uma nacional e duas internacionais, as empresas clientes começavam a sofrer com o tamanho dos seus fornecedores. Ora esta empresa tinha um bom produto, preços mais em conta e ainda por cima o seu tamanho permitia uma interação muito mais cuidada.… [ Ler mais… ]
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Quer um super vendedor na empresa?
E está preparado para o receber? As empresas que recrutam colaboradores descobrem que está difícil de conseguir captar os melhores talentos. Seja na área das vendas, administrativa, financeira ou marketing, são analisados centenas de currículos e feitas dezenas de entrevistas a potenciais super colaboradores. Eles existem, mas estão difíceis de conseguir. Acreditamos que mais do que competências técnicas para a execução da função, precisamos de pessoas honestas, com atitude e garra, vontade de trabalhar e de superar as expectativas. Na área comercial tem sido um desafio particularmente exigente. Mas o que fazemos quando conseguimos o nosso SUPER vendedor? Esta é uma questão ainda mais importante. Infelizmente muitas empresas contratam Estrelas da Companhia, mas depois não os conseguem manter na empresa ou estes revelam-se uma enorme desilusão. Será a culpa da empresa ou do vendedor? 1. O seu comercial tem atitude? Se o vendedor for de facto alguém apaixonado pelo que faz, tem gosto em vencer. É ambicioso, vai à luta, gere a complexidade de uma zona e não desiste. Entrega um bom trabalho e excede as expectativas. Tem como lema não o que a empresa tem de “entregar”, mas o que ele pode fazer pela empresa, na medida em que sabe que quanto mais produtivo e eficaz for, maiores são as possibilidades de a empresa crescer. 2. Já fez um Plano de Formação? Nada garante mais segurança a uma pessoa recentemente contratada, seja esta comercial ou não, do que sentir-se integrada na dinâmica da empresa e ter a sua vida “preparada” durante os primeiros tempos. Ou seja, o primeiro dia de trabalho é preparado por toda a equipa e o “caloiro” sabe onde estará nas próximas semanas. Convém passar pelo menos 1 a 2 dias em cada departamento, conhecer as pessoas e os procedimentos da empresa, a visão, missão, regras do jogo e de trabalho em cada departamento.… [ Ler mais… ]
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Sabe por que é que não o levam a sério?
Já pensou como algumas pessoas inspiram uma confiança natural e têm muito mais hipóteses de ter sucesso na vida? Em resumo Não o levam a sério por causa de três hábitos que destroem a credibilidade: prometer e não cumprir, começar projetos e nunca os acabar, e dar desculpas em vez de apresentar soluções. A correção passa por anunciar só o que já está feito, arrancar cada projeto com um plano concreto de ações e datas, e responder a problemas com soluções. Por outro lado, já reparou como é difícil conseguir que as outras pessoas o sigam?Algumas pessoas são abençoadas à nascença com determinadas características no domínio da liderança intrapessoal. No entanto, a maioria de nós tem de se esforçar por aprender, muitas vezes à custa de grande sofrimento, a ser um líder ou, pelo menos, a tentar chegar lá perto. Mas afinal de contas, se eu pudesse melhorar algumas das minhas características pessoais, quais delas é que fariam a diferença na forma como eu me projeto no mundo à minha volta? Quando nos põem essa questão nos nossos Workshops de Liderança, aconselhamos muitas vezes as pessoas a corrigirem os seguintes três aspetos: 1. Não ser verdadeiro para com a sua palavra Tem por hábito fazer promessas para mais tarde se aperceber de que não tem possibilidades de as cumprir? Normalmente conta com entusiasmo aos seus amigos e familiares aquilo que fará? Umas férias, uma mudança de casa ou de emprego, comprar um carro, mas depois… de alguma forma nada disto costuma acontecer? Estabeleça novas regras para si nesta área! Pare de apregoar ao “mundo” aquilo que planeia fazer. Em vez disso, conte apenas quando já as tiver atingido. Esta pequena regra faz com que evite os embaraços constantes e o abanar da cabeça por parte dos seus amigos quando lhes conta o que supostamente irá fazer.… [ Ler mais… ]
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