Estratégia e Gestão

Planear… O que o trouxe até aqui…
Estratégia e Gestão·12 Jul 2021·4 min. de leitura

Planear… O que o trouxe até aqui…

O que o trouxe até aqui… Não o leva até onde vai querer chegar! Este é um dos maiores problemas que vemos nas empresas! As equipas fizeram determinadas apostas, acções e planos e ao longo de uns tempos conseguiram, de facto, crescer e passar de um ponto A para um ponto B. Mas hoje em dia o mercado deu uma tremenda reviravolta e as empresas estão a chegar à conclusão de que para alcançarem metas diferentes terão de fazer coisas diferentes. Os clientes estão mais exigentes, as empresas necessitam de abordar o mercado de forma diferenciadora, a concorrência está mais agressiva que nunca e as equipas andam aflitas e desmotivadas. Neste contexto não faz qualquer sentido manter determinadas dinâmicas ou estratégias. E se por um lado muitas empresas entendem que a altura é de inovar, outras ainda estão na dúvida ou na incerteza de como o fazer. O que funciona Antes de começar a transformar toda a estratégia da empresa tem de pensar no que está neste momento a funcionar. Nem todas as acções são passíveis de ser excluídas, mas tem de medir o que está a funcionar. O ideal é durante um trimestre medir o sucesso e o número de leads conquistadas das estratégias que está a pôr em marcha. Calcular ainda a taxa de conversão das mesmas, pois umas serão mais eficazes que outras. Medir o custo de aquisição de cada cliente será um número interessante de determinar e de tentar reduzir ao máximo. Existem clientes que custam muitos recursos à empresa para a faturação que trazem e a menos que estejam perfeitamente identificados como líderes de opinião ou estratégicos, teremos de ter cuidado com a forma como utilizamos os recursos. O que os outros fazem E quando falamos de outros, podem ser outras empresas, outras equipas, a concorrência.… [ Ler mais… ]

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Que futuro escolheu para a sua empresa?
Estratégia e Gestão·5 Jul 2021·5 min. de leitura

Que futuro escolheu para a sua empresa?

Pensar o futuro hoje em dia pode ser um desafio deveras complexo para alguns responsáveis de empresas! Acima de tudo, porque o contexto está recheado de variáveis que não são passíveis de ser controladas e tornam toda a atividade empresarial mais incerta e mais imprevisível. Hoje convidamo-lo a fazer um exercício de futuro. Ainda que livros como o “Segredo” e “A Lei da Atracção” sugiram o desenhar o futuro como forma de o tornar presente, este acto não pode ser visto como uma aquisição passiva do mesmo. Ou seja, sem acção, sem tentar fazer, sem ir à procura de algo, sem uma estratégia, nunca iremos atingir ou encontrar esse futuro. Por isso não basta querer, é necessário fazer o que for necessário para não nos desviarmos do caminho e é preciso também ser uma pessoa diferente e melhor, para dessa forma atingirmos o futuro que queremos. Não existem, no entanto, fórmulas mágicas para o sucesso! Quando ouvimos empreendedores de sucesso, cientistas, prémios Nobel e outras figuras de destaque a falar, todos referem um desejo inabalável de tornar os sonhos em realidade. Explicam como aprenderam com os erros, com os problemas que enfrentaram, e como arranjaram motivação para não desistir e voltar a tentar uma e outra vez. Gostamos de desafiar as equipas a construírem o seu próprio futuro e, quando é possível, a desenharem uma mandala, que nada tem a ver com as conhecidas mandalas tibetanas, feitas com areia colorida em padrões intrincados. Este exercício é um momento em que a equipa trabalha em conjunto e é desafiada a pensar num outro futuro, a desenhá-lo e a ousar construir uma meta ambiciosa, quer para a empresa, quer para cada um deles. As mandalas estão divididas em quatro partes: o Futuro, as Debilidades, as Forças e as Aprendizagens. Através de recursos de imagens, fotografias e criatividade, são convidados a viajar no tempo, e a chegar a um futuro com um intervalo de 1 a 2 anos.… [ Ler mais… ]

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Síndroma da Sandwich: Sente-se entalado na sua empresa?
Estratégia e Gestão·7 Jun 2021·3 min. de leitura

Síndroma da Sandwich: Sente-se entalado na sua empresa?

Síndroma da Sandwich? Desta vez iremos dedicar este espaço a umas pessoas especiais: as chefias intermédias. Muito se tem falado em liderança em termos de gestão de topo e, obviamente, dedicamos muitos dos conteúdos a apoiar quem está “no terreno”, de algum modo mais ou menos ativo. Em Portugal, a estrutura das empresas é tipicamente vertical, existindo muitas vezes mais de dois níveis de hierarquia a separar a equipa de vendas, por exemplo, do Diretor Geral. São estruturas com vários níveis de decisão, umas com maior agilidade e outras mais complicadas em termos de capacidade de acção rápida. Deste modo, as nossas empresas perdem um pouco a flexibilidade que seria expectável e reagem mais lentamente a alterações de mercado, clientes, à necessidade de refazer estratégias, entre outras acções. Em termos de liderança, as chefias intermédias sofrem da chamada Síndrome da Sanduíche. Quando trabalhamos com líderes de equipa, o grande problema que se põe é a escolha entre o E e o OU. Estes colaboradores sentem-se completamente ensanduichados entre a sua chefia, a quem têm de reportar, e os colaboradores que reportam a si. E o que têm de entender é que não precisam de escolher entre E ou OU, mas sim fazer as duas coisas. Quando trabalhamos com as chefias intermédias, uma das abordagens que temos em termos de liderança tem a ver com as equipas onde “jogam” diariamente. Daí que estejamos a falar em juntar o E e o OU. 1. Têm de trabalhar bem com a equipa que têm Os líderes têm de saber lidar com as suas equipas, sejam estas comerciais, produção, logística, finanças ou marketing, em termos de motivação, direcção e coaching. É importante que esta equipa entenda as directrizes da direcção geral de modo claro e a forma como estas deverão ser postas em prática. O Responsável da equipa tem de saber ventilar essas guidelines sem colocar em causa a chefia da empresa, de modo isento e profissional, e explicando de modo simples e direto a toda a equipa como tal vai ser feito.… [ Ler mais… ]

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Gosta de controlar?
Estratégia e Gestão·17 Mai 2021·4 min. de leitura

Gosta de controlar?

Controlar? Não se trata de ter tudo sob controlo, pois tal é impossível e sabemos bem disso. Há muitas variáveis sobre as quais não temos qualquer controlo e sabemos qual é o seu efeito positivo ou negativo. No entanto, quando falamos em controlo nas empresas falamos do tipo de controlo que é mais plausível ter, do que se consegue de alguma forma controlar e que poderá ajudar a manter um pouco mais perto de si o que se passa na empresa e com as equipas. Podemos comparar assim os fatores de controlo de uma empresa com os alicerces de um arranha-céus. Quanto mais profundos forem os alicerces, mais estável é o edifício e mais alto pode ser. Mas o que entendemos por controlo numa empresa? Precisamos de dividir este controlo em 4 áreas fundamentais: Controlo de tempo Controlo Financeiro Controlo de Distribuição Controlo de Destino 1. Controlo do tempo É a queixa número um de hoje em dia, seja qual for a posição ocupada na empresa. Mas mais tempo para quê? Para usar em quê? Com que finalidade? É prioritário criar categorias para as acções que fazemos e dividi-las segundo o grau de urgência e importância: Não urgente e não importante: tempo de distracção e de produtividade nula, mas de que também precisamos de vez em quando no dia-a-dia para descontrair. Urgente e não importante: É urgente para alguém, mas não para nós, e passamos à profissão de “bombeiro”. São muitos os que nos sugam o tempo e nos distraem do que precisamos mesmo de fazer e a sensação que temos ao chegar ao fim do dia é de puro esgotamento. Urgente e importante: tem mesmo de ser feito, precisa de RESPOSTA, e é aqui que temos de estar grande parte do tempo. Não urgente e importante: zona fundamental para o crescimento da empresa e onde trabalhamos mais com as empresas.… [ Ler mais… ]

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A sua gaiola é dourada?
Estratégia e Gestão·26 Abr 2021·4 min. de leitura

A sua gaiola é dourada?

Não pretendo de forma alguma estragar a surpresa a quem ainda não teve a oportunidade de ver este filme. “A Gaiola Dourada” é sem dúvida um dos filmes mais interessantes dos últimos tempos. Retratando muito bem a realidade emigrante, sem exageros e sem ridicularizar os portugueses, mostra alguns dos valores que nos são muito queridos, tais como o estar sempre pronto a ajudar, o querer fazer as coisas bem feitas, a disponibilidade para os outros e a capacidade de trabalhar arduamente. Apesar das crises, dos fatores externos e de problemas sobejamente conhecidos, os portugueses sempre tiveram esta vontade de empreender. Sempre fomos destemidos, porque muitas vezes era a nossa única opção e não podíamos fazer mais nada senão arriscar. Existem portugueses em todos os cantos do mundo, são reconhecidos por serem inovadores e trabalhadores, damos “cartas” em muitas áreas que nós próprios desconhecemos. O filme fez-me no entanto pensar em quantos de nós estamos presos em gaiolas douradas… Muitos empreendedores criam o seu próprio emprego, muitas empresas vivem, de tempos a tempos, as dores de crescimento normais do negócio, muitos ficam de tal forma específicos que se torna difícil avançarem para outros nichos. Mas há outras gaiolas douradas, muitas vezes criadas pela nossa própria dificuldade em gerir outras tarefas, em delegar e em passar a outros as nossas tarefas, no medo de abraçar novos desafios. Criação do próprio emprego Este é um dos maiores desafios dos empreendedores. Passar de ser trabalhador por conta de outrem para ser trabalhador por conta própria é difícil, mas nos dias de hoje em muitos negócios e start ups existem poucos empregados e muitas vezes um único! Esta é a primeira gaiola onde vemos muitos empresários. Trabalhos muito técnicos e especializados onde uma única pessoa tem de tratar de tudo, desde o marketing às vendas e contabilidade.… [ Ler mais… ]

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Ao decidir, sente-se com sorte?
Estratégia e Gestão·9 Nov 2020·3 min. de leitura

Ao decidir, sente-se com sorte?

Ou ao decidir, a sorte só acontece aos outros? Mas até que ponto não podemos nós criar a nossa própria Sorte? Sempre ouvi dizer que a Sorte é o ponto de intersecção entre a inteligência e a oportunidade. Não vou explorar o campo da inteligência, por motivos óbvios, mas quantas vezes as oportunidades nos passam ao lado? Em termos de conceção de estratégias com as empresas onde trabalhamos, o grande desafio, para além de as criar, é a sua implementação. Nada é mais gratificante na nossa função do que agir como “facilitadores” numa reunião de brainstorming onde toda a equipa esteja orientada para conseguir resultados ambiciosos, onde se sentem motivados a participar, onde se fala sem reservas nem medos do que podem ser estratégias da empresa. Mas depois vem a parte fundamental, a da implementação. E se tivermos uma implementação real do que se desenhou, a sorte acompanha-nos. Um jogador de golfe respondeu uma vez a um jornalista que comentou a sorte que ele tinha ao jogar, com a seguinte frase: “Tenho sorte, sim, e quanto mais pratico, mais sorte tenho!”. Será que o ideal é fazer mil coisas diferentes ou 4 a 5 coisas mil vezes bem feitas? Depender pura e simplesmente da sorte para gerir um negócio pode ter dois resultados possíveis: um bom e um péssimo. Ou, por acaso, a sorte ajuda e “desta vez passa”, ou a sorte acaba e pode ser desastroso. 1. Esteja preparado A inércia pode dominar uma equipa. Se estiver a criar estratégias, aproveite para montar também o esquema para as medir. Os Indicadores de Performance são importantes, mas apenas nos dão uma fotografia do que se passa. Implemente medição do que se passa em tempo real, analisando os critical drivers que vão levar a determinados indicadores. Prepare a implementação de cada acção com toda a equipa, pratique e avalie regularmente todos os passos para se certificar do seu sucesso.… [ Ler mais… ]

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