Estratégia e Gestão·25 Mar 2019·5 min. de leitura
Alguém a viu?
Lançámos um desafio nas redes sociais com a procura de temas interessantes para artigos da I&D. O feedback foi muito interessante e roda à volta da crise e das suas consequências, tópico que penso não estar a cair em desuso e se irá manter por muitos e longos anos sem perder interesse e continuando a ser o “culpado” de todas as desgraças que vão ocorrendo por esse país fora. Mas por vezes a realidade com que me deparo em certas empresas com que trabalho ou com que me cruzo é tão diferente! Quando a Europa e, no fundo, o mundo todo, se viu envolvido em duas Guerras Mundiais, a vida não parou. Continuou a haver negócios, importações e exportações, novas indústrias a abrir e outras a fechar portas, a vida quotidiana continuava com maior ou menos normalidade, mas as crianças iam à escola, os casais namoravam, nasciam e morriam pessoas. Penso que o que vivemos agora é um pouco a mesma sensação. Sem toda a violência inerente a uma guerra, estamos a atravessar uma catástrofe maior que nós, impossível de ser compreendida por uns, já muito advertida por outros, mas acima de tudo assisto a um declínio de entusiasmo, vontade de vencer, resiliência e esperança. Onde é que não há crise? A partir do momento em que se perde poder de compra, a crise é abrangente e generalizada. Será que o segredo é inventar um outro tipo de negócio, empreender por caminhos inovadores, fazer algo que nunca foi feito? Ou sermos absolutamente fantásticos no que já fazemos na nossa empresa e nas nossas equipas? Nunca me canso de tentar passar esta mensagem, porque honestamente é o que nos move a servir cada vez melhor os nossos clientes, a ajudar as empresas, a conseguir fazer a diferença em termos de abordagem ao mercado.… [ Ler mais… ]
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