Autor: Jose Almeida

Líder: ALÔ! Quem é que está ao leme?
Quanto tempo aguenta a puxar o barco? Em tempos difíceis, puxar o barco, ou se quiser a empresa, torna-se um fardo cada vez maior. Maior ao ponto de as nossas costas ficarem tensas, os músculos cansados e começarmos a abrandar. Ao abrandarmos começamos a desligar-nos e muitas vezes a pensar que o ideal seria um milagre… Um milagre como alguém comprar a empresa ou entrar no capital social ou algo do género. A questão é: será que isso irá acontecer? Na maior parte dos casos não! A única coisa que isto nos vai proporcionar é um adiar das atitudes, ações ou dinâmicas que terão de ser postas em curso para resolver os problemas ou, pelo menos, minorá-los nesta fase. Então poderemos pensar… como líder, qual será a atitude correta a tomar? Será que o peso da armadura que carregamos todos os dias, que temos o cuidado de polir para que o brilho da mesma não desapareça, impede as pessoas de ver o que se passa lá por dentro? Será que se as pessoas que estão à minha volta soubessem o que eu de facto penso como líder continuariam a seguir-me? Boa pergunta, provavelmente vinda do meu inconsciente de alguma sessão de coaching que fiz no passado. Eu diria que depende do tipo de pessoas que tenho a bordo do meu barco. Nos dias que correm encontro muitos líderes de armadura reluzente. E posso dizer-vos que os modelos das armaduras deles são de última geração e muito brilhantes… diria até um mimo. No entanto, quando a despem e apresentam-se como pessoas normais, a visão que temos é outra completamente diferente. Se estivermos a falar de uma crise passageira, este tipo de atitude é útil, por permitir que as pessoas que lideramos nos sigam e se sintam inspiradas em dar o seu melhor para ultrapassarmos a tempestade.… [ Ler mais… ]
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Coaching: E se, de repente, o colocassem num aquário?
Respire fundo. Uma, duas, três vezes. Sinta-se a relaxar completamente. Agora… Imagine que, de repente ,acordava dentro de um aquário? Sinta-se a nadar, à roda, à roda, à roda. Até ficar tonto de tanto andar à roda! Experimente visitar o pequeno navio que os seus donos aí colocaram. Divirta-se com o rebentar das bolhas que saem de dentro da concha. Já se divertiu? Agora imagine que já aí está há uma semana. Duas, três…
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Qual é o seu estilo de decisão?
Que nem todos os seus clientes são iguais, já todos nós sabemos. O que provavelmente ainda não pensou, é que eles têm entre si características comuns. Características, que podem ser agrupadas em quatros estilos de decisão/interação principais. Qual a vantagem disto?O facto de podermos ter estratégias mais ou menos definidas para cada estilo, sendo depois só necessário adaptá-las a cada caso que encontramos. Existem quatro estilos principais. Diretivos Analisadores Sociais Relacionais Cada um destes estilos gosta de interagir consigo de forma diferente. Acima de tudo constrói o seu processo de decisão de maneira bem distinta uns dos outros. Assim sendo, se queremos de facto influenciá-los, temos de nos adaptar a cada um deles e dar-lhes o que de facto eles necessitam. Vamos lá a ver uma coisa. Todos temos componentes de todos os estilos. No entanto, existe sempre aquilo que é a nossa zona de conforto e à qual voltamos sempre que podemos. Ora vamos lá a analisar cada um dos estilos: Diretivo Este estilo caracteriza-se por: Ser rápido e decidido Dar prioridade à tarefa e aos resultados Ser um pensador rápido Ter medo de perder o controle Procurar produtividade e lucro Ser dominado pelos seus objetivos Procurar sucesso = resultados Analisador Este estilo caracteriza-se por: Ser lento e sistemático Dar prioridade à tarefa Só se preocupar com o trabalho/tarefa Ter medo do embaraço de cometer erros Procurar eficácia Procurar os benefícios quantificáveis que justifiquem a compra Procurar credibilidade e ser preciso Relacional Este estilo caracteriza-se por: Tudo ao seu ritmo (calmo) Ser focado na relação Ter medo do confronto Procurar aprovação de todos Gostar que todos gostem dele Ser dominado pelas suas emoções Procurar benefícios que afetem as suas circunstâncias pessoais Social Este estilo caracteriza-se por: Possuir um ritmo rápido e espontâneo Dar prioridade à interação, influência dos outros nos relacionamentos Temer a perda de prestígio Procurar reconhecimento Ser dominado pelas suas ideias Falar da ideia ou do resultado do produto/serviço em vez dos aspetos técnicos Procurar status, respeito e admiração E agora o que fazemos com esta informação?… [ Ler mais… ]
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Tem as Vendas no seu ADN?
E a sua equipa, também tem? Se sim, isso significa que todos os colaboradores da sua empresa entendem a importância de uma cultura orientada para o cliente. Existem ainda muitos mercados e áreas de negócio que veem as vendas como algo que deveria acontecer naturalmente, quase sem esforço, pois sentem que ao vender “obrigam” de alguma forma o cliente a tomar a decisão. Outros acreditam tanto nos seus produtos e serviços que acham suficiente anunciá-los que os clientes aparecem por si. Ainda se sente também o estigma antigo do vendedor que impingia, que forçava e que vencia pelo cansaço, embora esteja a desaparecer. Somos suspeitos, pois estamos ligados à atividade comercial há muito tempo e, sinceramente, para nós, vender é uma dança. Um bailado entre o cliente e o vendedor onde se procura que cada um fique satisfeito com a relação comercial que se estabelece. Um grande “guru” das vendas disse que “as pessoas por norma adoram comprar, detestam é que se lhes venda algo”. E não poderia ser mais verdade! A venda é uma consequência de um conjunto de atividades, que vão desde uma correta prospeção, levantamento das necessidades, uma proposta adequada ao pretendido e, por fim, uma negociação justa. A profissão de vendedor tem vindo a ser vista com outros olhos, e seja em que mercado for, procuramos incorporar no ADN dos colaboradores o “gene da venda”. A vontade de servir, de satisfazer uma necessidade e de criar relações de longo prazo com os clientes. Mais do que nunca, os clientes valem ouro, e por essa razão, todos nas empresas têm de perceber a importância de uma cultura orientada para satisfazer as necessidades dos clientes. Só dessa maneira podem prosperar. E de que forma envolvemos as equipas? Os comerciais Todos os comerciais têm de ser profundamente treinados, quer nos produtos ou serviços que vendem, quer em técnicas de venda.… [ Ler mais… ]
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Como é que lidera a sua equipa?
Se todos no mundo fossem iguais, o que é que acha que aconteceria? Muito provavelmente, uma grande confusão. Da mesma forma que não devemos educar dois filhos da mesma forma, não devemos liderar uma equipa toda da mesma maneira. Lembra-se dos tempos em que era liderado em vez de líder? Dava-se bem com todos os seus chefes? Claro que não. Com uns tinha mais facilidade em lidar, com outros nem por isso. Mas porque é que isto acontecia? Muitas vezes, na liderança de equipas, temos tendência a liderar os outros como gostaríamos que nos liderassem a nós.Por exemplo, se sou uma pessoa direta, orientada para resultados, sem papas na língua, gosto que me liderem sem que me façam perder tempo, indo direto ao assunto para que eu possa desempenhar a minha tarefa o melhor que consigo. Se eu sou uma pessoa muito relacional, provavelmente gosto que pensem que não sou uma máquina e que para além de produzir resultados, também tenho sentimentos e necessito de algum tempo e conversa para interiorizar a tarefa em questão. Se sou uma pessoa muito analisadora, gosto que vão diretos ao assunto, mas que me deem toda a informação que necessito de uma forma detalhada e me deixem em paz para realizar a tarefa em questão. Se sou uma pessoa muito social, gosto de conversar um pouco sobre tudo, estabelecer a relação com o meu interlocutor, e que, acima de tudo, a tarefa me dê a oportunidade de brilhar perante os meus colegas. Está a ver um padrão? Todos temos, de uma forma mais ou menos acentuada, traços de estilos comportamentais. Estes estilos podem identificar questões como: Quanto tempo deve ser atribuído para a realização da tarefa Como é que a descrição da tarefa deve ser apresentada Se devemos ir diretos ao assunto ou conversar um pouco com a pessoa Se devemos apresentar a informação resumida ou bastante detalhada Como é que devemos manter o controlo na realização da tarefa Como deve imaginar, a lista é bastante extensa.… [ Ler mais… ]
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S.O.S. Motivação?
Será que ainda o ouvem? Já sentiu que nos últimos tempos a sua mensagem já não chega à sua equipa? Queríamos aqui chamar-lhe a atenção para um problema que ocorre nas empresas e que tem a ver com a saturação da comunicação. Ou seja, se pensar, lá em casa, a sua mulher ou o seu marido, conforme o caso, tem alguma dificuldade em o ouvir. Ainda há pouco tempo passei por essa experiência na minha família. Temos vindo a discutir uma mudança numa área pessoal para a minha mulher. Tenho tentado aconselhá-la o melhor que posso, mas noto que por vezes entra por uma orelha e sai pela outra. Conhecem esse fenómeno? Pois… No outro dia foi lá a casa um amigo meu, que também está na área de formação de vendas e desenvolvimento pessoal e com o qual por vezes trabalhamos em parceria. Como de costume tivemos uma amena cavaqueira à qual se juntou a minha mulher já mais para o final. Como não podia deixar de ser, o tema resvalou para a sua mudança pessoal. E basicamente ele aconselhou-a a fazer algo de que eu já a andava a tentar convencer há meses.As palavras que usou foram as mesmas, a forma de expressão foi a mesma, até os exemplos que ele deu foram muito próximos dos meus. Depois de ele ter saído e enquanto arrumávamos a cozinha, perguntei-lhe:“Então o que achaste do conselho que o João te deu?” Ao que ela, para meu espanto, respondeu:“Achei fantástico, vou fazer exatamente isso.” Ora bolas, então eu andava a dizer-lhe aquilo há meses, ele chega e em cinco minutos convence-a exatamente do mesmo. Quando a confrontei com isso mesmo, a resposta dela foi:“Ahhh, ele disse as coisas de maneira diferente.” Como perceberam pelo que escrevi antes, tal não foi o caso, mas quando as pessoas estão muito próximas, por vezes nas empresas a comunicação já não passa.… [ Ler mais… ]
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As pilhas da sua equipa estão gastas?
Uma equipa comercial com as pilhas gastas é normalmente prenúncio de uma desgraça anunciada. Não somos nós quem o diz, mas antes a experiência de anos consecutivos a trabalhar com as empresas no início dos seus anos comerciais, em termos de formação e dinamização comercial. Poderá estar a pensar:“Mas com tudo o que se passa à minha volta, com todas as condicionantes que a empresa me está a impor…” De facto, as condições atuais não são as melhores; no entanto, pode fazer alguma coisa para as mudar? Na maior parte dos casos não… Então coloquemos essa variável de parte e avançar para algo onde de facto podemos fazer a diferença. O nível de energia das diferentes pessoas da sua equipa comercial. O que as pessoas procuram nestas situações é um farol que as guie. Na área comercial esta metáfora é ainda mais importante, dado que os vendedores, por serem pessoas que habitualmente estão mais isoladas, poderão não ter os apoios psicológicos que os outros profissionais normalmente conseguem arranjar. Assim sendo, cabe-nos cumprir com essa função. Nestas épocas, uma direção ou chefia comercial tem de cuidar ainda com maior cuidado dos seus “pintainhos”. Temos de olhar para cada pessoa individualmente e procurar chegar a ela para entender o que se passa na sua vida, na sua cabeça e em todas as variáveis que tem à volta. Nas diferentes reuniões que temos tido por esse país fora neste último mês (parece que de repente todas as pessoas se lembraram de realizar formação de vendas e liderança) assistimos a um fenómeno interessante. As pessoas estão cansadas da inflação. Poder-se-ia pensar que a maioria das empresas estaria deprimida e de braços cruzados, paralisadas por tanta desgraça e condição adversa ventiladas na comunicação social nos dias de hoje. Para nosso espanto tem-se assistido precisamente ao contrário.… [ Ler mais… ]
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Mas que raio de invenção é essa?
Não ouve isto muitas vezes na equipa?Há quem diga que certas invenções mais parecem esquecimentos e muitas vezes criticamos duramente as pessoas que têm ideias e invenções diferentes! Durante muito tempo as pessoas questionavam-se sobre o que era Dinamização Comercial, sobre que raio de invenção seria essa que a Ideias&Desafios tinha feito. E qual foi a nossa abordagem? Experimente por 1 hora no seu local de trabalho, na sua empresa, o tipo de trabalho de consultoria “mão na massa” que fazemos com as equipas. É a melhor maneira de dar a entender a nossa metodologia de trabalho. E na sua empresa? Na sua equipa? Qual é a diferença? Com que frequência boicotamos as ideias das nossas equipas só porque são invenções demasiadamente diferentes para o nosso gosto? Ou porque são chocantes?Como criar uma cultura de empresa em que as invenções são bem-vindas e, acima de tudo, são trabalhadas pela empresa? Dar feedback Os responsáveis de equipa e os líderes de hoje estão muito preocupados/ocupados com esta palavra, feedback!Cada vez é mais importante abordar de forma sincera os comentários dos nossos colaboradores. Esta sinceridade transmite-se de várias maneiras: Ouvir com ouvidos de ouvir as sugestões/questões/comentários feitos por eles. De que outra forma conseguiremos assimilar aquilo que nos dizem?; Não responder o NÃO de forma imediata; Não cortar as ideias ou “gozar” com as mesmas, pois não sabemos o tempo investido pelos nossos colegas na elaboração de cada uma dessas ideias e não é simpático; Mostrar curiosidade pelas ideias, fazer perguntas, indagar pormenores, questionar a equipa, não numa perspetiva de dúvida, mas de interesse. Já imaginou se todas as ideias e sugestões que a sua equipa desse por reunião fossem discutidas sem qualquer tipo de censura? Por vezes questionamos equipas com esse fim em vista, ou seja, sem nenhuns limites, e apenas queremos saber o que fariam se tempo e dinheiro não fossem obstáculos.… [ Ler mais… ]
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Sabe usar humor na venda?
Humor na venda? Existe um provérbio antigo nas vendas que diz: “Se conseguires fazer rir o teu cliente, vais conseguir vender-lhe quase tudo!”. Embora antigo, continua atual. O humor e a boa disposição são dois ingredientes fundamentais na construção dos relacionamentos com os clientes. Qual é o desafio com o humor? As pessoas não sabem como usá-lo! As pessoas não sabem quando usá-lo! A maioria dos vendedores tem medo de usar o humor. Porquê? Porque pensam que pode dar uma aparência pouco profissional ao seu trabalho. Mas como na Ideias e Desafios, gostamos de novas abordagens às vendas, deixem-me apresentar-vos as nossas 4 razões, para usarem o Humor nos Vossos processos comerciais: 1. O Humor, a última fronteira É fácil aprender acerca do Vosso produto, é fácil aprender acerca do Vosso cliente, é fácil aprender a ciência das vendas (não acredita, venha a um dos nossos workshops), mas é muito difícil aprender a ciência do Humor e mais difícil ainda, aprender a introduzir o humor na Vossa apresentação de comercial. A beleza do Humor é que relaxa as pessoas e cria uma atmosfera mais aberta. Essa atmosfera leva à amizade, respeito e empatia. Referimo-nos ao Humor como a última fronteira, porque é o último elemento que pomos no processo da venda. Colocamos o Humor, quando entendemos o nosso produto, o nosso cliente e a ciência da venda. Se usarmos o Humor e não compreendermos estes três elementos, seremos palhaços em vez de vendedores. O Humor fará com que solidifiquem os Vossos relacionamentos com os clientes e o próprio processo de venda. 2. Usar Humor, mostra a forma mais elevada de domínio da língua Já ouviram com certeza alguém referir-se a outra pessoa dizendo “Este indivíduo é mesmo engraçado”. O Humor é de facto a arte mais difícil de aprender. Mas uma vez dominada, permite ter as bases para a criação de uma relação de empatia mais eficaz.… [ Ler mais… ]
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Na Vida conduz ou é conduzido?
Uma das coisas que mais trabalho com as equipas, em termos de motivação, liderança e desempenho, é precisamente a frase: “Na Vida conduz ou é conduzido?” Quem nos conhece e ao nosso trabalho nesta área, sabe que gostamos de provocar as pessoas a pensar quando se fala de motivação. Não é com a abordagem normal que lá vamos hoje em dia. No nosso entender, a saída da inflação na qual Portugal e o mundo estão mergulhados passa pelas pessoas passarem do lugar do passageiro para o lugar do condutor nas suas vidas. Quem diz nas suas vidas, diz nas empresas, na sociedade, enfim… no mundo à sua volta. Quando enfrentamos situações difíceis temos duas hipóteses. Sentarmo-nos e esperar que passe, ou então elevarmos a parte de trás central da nossa anatomia e fazermos algo para mudar a nossa vida. No nosso entender, a motivação tem de vir de dentro das pessoas. Muitas das pessoas com quem inicialmente trabalhamos nas empresas sofrem da síndrome do “querer”: Quero ter um emprego melhor Quero um aumento Quero ser rico Quero ser feliz Quero ser … Mas quando lhes perguntamos: “Ok, você quer, mas o que está a fazer para lá chegar?…” Invariavelmente, calam-se olham para baixo e para a direita e admitem: “Nada.” Mas a culpa, como devem imaginar, não é delas, é da sociedade que é péssima, é do patrão que não as aumenta, é do governo que não aumenta o ordenado mínimo. Enfim, existe sempre alguma coisa que culpar. Nem que seja culpar o nosso passado. O facto de não termos a educação que deveríamos ter tido, o facto de não termos agarrado as oportunidades que a vida nos apresentou e não termos lutado por elas, e tantas outras coisas. Mas será que conduzir a nossa vida a olhar sempre para o retrovisor dá bom resultado?… [ Ler mais… ]
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