Formação em Técnicas de Vendas
Técnicas de Vendas Comprovadas para Equipas que Querem Vender Mais
Domine as técnicas de vendas que as melhores equipas comerciais de Portugal utilizam. Formação 100% prática — prospeção, fecho, objeções, negociação e muito mais.

20+
Anos de Experiência
4900+
Empresas
15.000+
Profissionais Formados
3
Livros Publicados
O Custo de Equipas Sem Técnicas de Vendas Estruturadas
Sem técnicas de vendas estruturadas, cada oportunidade perdida e cada follow-up esquecido acumula-se. O impacto na facturação é brutal.
67%
Dos comerciais portugueses não segue um processo de venda estruturado. Vendem por instinto — e perdem negócios por falta de método, não de esforço.
35-50%
Das propostas comerciais nunca recebem follow-up adequado. Metade do trabalho de prospeção evapora-se — simplesmente porque ninguém volta a ligar.
4-6x
O retorno médio de programas de formação comercial estruturados. Equipas formadas fecham mais, mais rápido e com margens superiores.
A boa notícia? Vender bem não é um talento — é uma competência. E como qualquer competência, pode ser aprendida, treinada e dominada. É exactamente isso que fazemos.
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O Que Torna a Nossa Formação em Técnicas de Vendas Diferente
Não é teoria de sala de aula. A nossa formação em técnicas de vendas é 100% prática desde o primeiro minuto.
Prática Desde o 1º Minuto
Cada sessão inclui exercícios, role-plays e simulações com cenários reais do dia-a-dia da sua equipa. Os comerciais saem a saber fazer, não apenas a saber o que deviam fazer.
Personalizada à Sua Realidade
Fazemos diagnóstico do processo comercial, dos desafios da equipa e dos objectivos. A formação é construída à medida, com exemplos relevantes para o seu sector.
Resultados Mensuráveis
Definimos KPIs antes da formação e medimos o impacto depois. Não se trata de motivar durante dois dias — trata-se de mudar comportamentos que se traduzem em mais vendas.
30 Técnicas de Vendas Que Funcionam — Organizadas por Fase do Processo
Não há técnica universal — há técnicas certas para cada fase do processo de venda. Aqui ficam as 30 que mais trabalhamos com equipas comerciais B2B em Portugal, agrupadas pelas 6 fases que toda venda atravessa. Cada técnica tem o seu momento, o seu erro comum, e o seu efeito quando bem aplicada.
1. Prospeção — Encher o Pipeline Sem Esperar Pelo Telefone
Vender bem começa muito antes da reunião. Sem prospeção sistemática, o comercial vende só o que o marketing lhe traz — e isso nunca chega.
1.1. Trigger Events Monitoring
Como funciona: Configurar alertas (LinkedIn Sales Navigator, Google Alerts, RSS) para eventos no cliente-alvo: nova ronda de financiamento, mudança de CEO, expansão para novo mercado, lançamento de produto.
Quando usar: Quando se quer abordar contas top 50 ICP com timing relevante, sem parecer cold.
Erro comum: Reagir a triggers irrelevantes (toda a notícia da empresa) — o trigger tem de ligar-se ao problema que vendemos.
Exemplo prático: Empresa abre escritório em Madrid → contactar director comercial PT/ES com proposta de formação para a nova equipa local.
1.2. Cold Email Pattern Interrupt
Como funciona: Subject line e primeira frase quebram o padrão dos emails comerciais que o decisor vê 50× por dia. Curto, específico ao contexto dele, sem template óbvio.
Quando usar: Outbound a contas frias (sem relação anterior).
Erro comum: Templates demasiado markeingy ou subject lines genéricas (“Quick question”, “Idea for [empresa]”). O decisor já viu mil.
Exemplo prático: Subject: “6 fases vs 14 reuniões” — Body: “Vi que a vossa equipa cresceu 40% no ano passado. Trabalhei com a [concorrente similar] no mesmo crescimento — uma pergunta de 30 segundos: como estão a integrar os novos comerciais no processo de venda actual?”
1.3. Permission-Based Opening (Cold Call)
Como funciona: Em vez de pitch, pedir 27 segundos para explicar a razão da chamada e deixar o prospect decidir se quer continuar. Reduz a defensiva imediata.
Quando usar: Cold calls a directores ou C-level que recebem dezenas de chamadas comerciais por semana.
Erro comum: Pedir 27 segundos e depois falar 4 minutos — quem pede tempo curto tem de cumprir o tempo curto.
Exemplo prático: “Boa tarde [nome]. Sei que não estava à minha espera. Concedeu-me 27 segundos para lhe explicar porque estou a ligar e depois decide se quer continuar?”
1.4. Reference Selling (Pedido de Referenciação Inteligente)
Como funciona: Pedir referência específica e calibrada (não “conhece alguém que…?” mas “de quem é, na sua rede, o director comercial que mais admira pela forma como construiu a equipa?”). Específico → cérebro produz nome.
Quando usar: Final de reuniões com clientes satisfeitos ou após pedido de proposta bem aceite.
Erro comum: Pedir referenciação muito cedo (antes de provar valor) ou demasiado vaga (“alguém que precise”).
Exemplo prático: “Antes de me ir embora — entre os directores comerciais que conhece, há algum que esteja agora a integrar uma equipa nova ou a abrir mercado? Não para vender — só para perceber se faria sentido apresentarmo-nos.”
1.5. Account-Based Prospecting (Top 50 ICP)
Como funciona: Reduzir o universo: identificar 50 contas-alvo perfeitas (ICP — Ideal Customer Profile) e tratá-las como projecto, não como número. Investir em research, multi-touch e múltiplos contactos por conta.
Quando usar: Mercados pequenos onde o universo de prospects é finito (ex: PT B2B em sector específico).
Erro comum: Tratar 50 contas como 500 — sem profundidade nem persistência. ABM exige 10-15 toques por conta em 90 dias, não 1 email.
Exemplo prático: Em vez de 500 cold emails diferentes/mês, escolher 50 empresas-alvo, fazer research individual de cada, identificar 3 stakeholders por empresa, e lançar campanha de 8 toques (LinkedIn + email + chamada + valor partilhado) em 60 dias.
2. Qualificação — Filtrar Antes de Investir Tempo
Mais negócios se perdem por seguir o lead errado do que por falar mal com o lead certo. Qualificar é dizer não a tempo.
2.1. BANT (Budget · Authority · Need · Timing)
Como funciona: Quatro perguntas-chave para validar se vale a pena investir tempo no negócio: o cliente tem orçamento, decide, tem necessidade real e tem timing definido?
Quando usar: Primeira reunião com prospect novo ou re-qualificação de oportunidade antiga.
Erro comum: Tratar BANT como interrogatório seguido — diluir as 4 perguntas naturalmente na conversa.
Exemplo prático: Em vez de “qual é o vosso orçamento?”, perguntar “para projectos desta natureza, em que ordem de grandeza pensam normalmente?”
2.2. MEDDIC (B2B Enterprise)
Como funciona: Framework para vendas complexas: Metrics (KPIs alvo), Economic buyer, Decision criteria, Decision process, Identify pain, Champion interno.
Quando usar: Vendas B2B com ciclo > 60 dias e múltiplos decisores.
Erro comum: Avançar sem identificar o Economic Buyer real — a pessoa que assina é diferente da que vê o demo.
Exemplo prático: “Quem mais vai estar envolvido na decisão final? E qual é o critério principal pelo qual o director financeiro vai avaliar isto?”
2.3. SPIN Selling (Situação · Problema · Implicação · Necessidade)
Como funciona: Sequência de 4 famílias de perguntas: situação actual → problemas existentes → implicações desses problemas → benefícios de uma solução. Vender é fazer o cliente verbalizar a dor.
Quando usar: Reuniões de descoberta onde o decisor ainda não percebe a urgência da mudança.
Erro comum: Saltar das perguntas de situação directamente para apresentar a solução — perde-se o efeito da implicação.
Exemplo prático: Situação: “quanto tempo leva a integrar um comercial novo?” → Problema: “e quantos saem antes de ser produtivos?” → Implicação: “qual é o custo dos 3 meses que se perdem em cada saída?” → Necessidade: “se tivessem um onboarding em 6 semanas em vez de 12, que diferença faria nos resultados anuais?”
2.4. Pre-Call Research (5-10 min Antes de Cada Chamada)
Como funciona: Antes de cada reunião, 5-10 min de research: notícias recentes da empresa, perfil LinkedIn da pessoa, posts dela nos últimos 90 dias, comunicado anual.
Quando usar: Antes de toda a chamada/reunião agendada — sem excepção.
Erro comum: Confiar na memória da chamada anterior — em B2B com ciclo longo, contexto fica obsoleto rapidamente.
Exemplo prático: Antes de reunião com director RH, descobrir que ele postou no LinkedIn sobre integração de juniores → abrir conversa por aí em vez do guião padrão.
2.5. Diagnóstico Financeiro do Custo do Problema
Como funciona: Calcular com o cliente o custo monetário do problema actual (oportunidades perdidas, tempo desperdiçado, churn). Um problema sem custo conhecido não merece investimento.
Quando usar: Quando o cliente reconhece o problema mas adia a decisão (“agora não é prioridade”).
Erro comum: Apresentar números genéricos do mercado em vez de calcular com os números reais do cliente.
Exemplo prático: “Vamos fazer as contas: 8 comerciais × 14 oportunidades/mês perdidas × ticket médio 12K × 15% probabilidade = 200K/mês. Quanto desse valor seria razoável recuperar com formação adequada?”
3. Apresentação e Reunião Comercial — Conduzir, Não Apresentar
Apresentar é o que faz quem não tem técnica de venda. Conduzir uma reunião é fazer o cliente chegar à conclusão sozinho — e ficar a achar que a ideia foi dele.
3.1. Framing Inicial (3 Frases que Definem a Reunião)
Como funciona: Abrir a reunião com 3 frases que confirmam: (1) o que combinaram falar, (2) tempo disponível, (3) próximo passo possível no fim. Define expectativas e dá controlo.
Quando usar: Toda a primeira reunião comercial.
Erro comum: Saltar o framing e mergulhar directamente em apresentação ou perguntas — a reunião perde direção.
Exemplo prático: “Conforme combinado, temos 45 minutos. Sugiro começarmos com 5 minutos sobre o vosso contexto, depois 30 minutos a explorar onde podemos ajudar e os últimos 10 a definir se faz sentido um próximo passo. Funciona?”
3.2. Storytelling de Cliente (Peer Story)
Como funciona: Em vez de listar features, contar a história curta de um cliente parecido: situação inicial → o que mudou → resultado. Storytelling activa áreas do cérebro diferentes da listagem.
Quando usar: Quando o prospect tem dúvida se a solução funciona em contexto similar ao dele.
Erro comum: Histórias longas e auto-elogiosas em vez de focadas no problema do cliente da história.
Exemplo prático: “Trabalhámos com uma empresa parecida com a vossa — director comercial novo, equipa de 12, ticket médio similar. Em 90 dias o ciclo de venda baixou de 78 para 51 dias. O que fizemos diferente foi…”
3.3. Demo Orientada ao Caso (Não ao Produto)
Como funciona: Demo que mostra apenas as 3-4 funcionalidades que resolvem a dor específica deste cliente — não tour completo do produto.
Quando usar: Apresentação de produto/serviço após qualificação rigorosa do problema.
Erro comum: “Demo completa” de 60 min onde o prospect só queria ver 1 caso de uso.
Exemplo prático: Em vez de 14 slides com todos os módulos, 4 slides focados na integração de comerciais juniores que o cliente disse ser a sua dor.
3.4. Show, Don’t Tell (Provas vs Claims)
Como funciona: Substituir claims (“somos os melhores”, “temos experiência”) por provas (números, casos, testemunhos, screenshots).
Quando usar: Sempre que o instinto é dizer “acredite em mim”.
Erro comum: Listar credenciais sem ligação ao problema do cliente — credenciais não compram, problemas resolvidos compram.
Exemplo prático: Em vez de “temos 20 anos de experiência”, mostrar 3 testemunhos de directores comerciais B2B PT que descrevem resultados específicos.
3.5. Mirroring (Técnica Chris Voss)
Como funciona: Repetir as últimas 3 palavras do que o cliente disse, com tom interrogativo. Faz o cliente continuar a falar e revelar mais informação.
Quando usar: Quando o cliente dá uma resposta curta ou vaga e queremos profundidade.
Erro comum: Repetir muitas vezes (vira-se mecânico) ou repetir frases triviais.
Exemplo prático: Cliente: “O nosso ciclo de venda está demasiado longo.” → Comercial: “…demasiado longo?” → Cliente expande sozinho.
4. Negociação — Proteger Margem Sem Perder o Cliente
Negociar não é regatear. É um processo estruturado onde quem se prepara melhor sai com mais valor. Improvisar negociação custa tipicamente 10-25% da margem.
4.1. Anchoring (Ancoragem de Preço Alta)
Como funciona: Apresentar primeiro o valor mais alto da gama (premium) antes do valor médio. O cérebro ancora no primeiro número e o segundo parece razoável por comparação.
Quando usar: Apresentação de proposta com múltiplas opções de pricing.
Erro comum: Apresentar a opção mais barata primeiro — perde-se a referência alta.
Exemplo prático: Em vez de “3 opções: 5K, 12K, 25K”, apresentar “premium 25K, standard 12K, essencial 5K” e deixar o cliente escolher.
4.2. Trade-off Intencional (Ceder X para Obter Y)
Como funciona: Toda concessão pede contrapartida. Nunca ceder gratuitamente — usar cada concessão para conseguir algo em troca (volume, prazo, referência, condições).
Quando usar: Sempre que o cliente pede desconto, prazo extra ou condição especial.
Erro comum: Ceder “para fechar” sem pedir nada em troca — define para sempre o tom da relação.
Exemplo prático: Cliente pede 10% de desconto. Comercial: “Posso considerar 8%, com pagamento a 30 dias e referência a 2 colegas vossos no fim do projecto. Concorda?”
4.3. BATNA (Best Alternative to a Negotiated Agreement)
Como funciona: Definir antes da negociação qual é a alternativa se o negócio não fechar. Quem tem BATNA forte negocia confiante; quem precisa do negócio negocia desesperado.
Quando usar: Antes de qualquer negociação significativa.
Erro comum: Entrar na negociação sem clareza do que fazer se este negócio cair — leva a aceitar más condições por medo.
Exemplo prático: Antes da call: “se este cliente cair, tenho 2 propostas em fase final que cobrem o forecast deste mês.” → Permite recusar condições inaceitáveis.
4.4. LAARC (Listen · Acknowledge · Ask · Respond · Confirm)
Como funciona: Sequência de 5 passos para responder a objeção sem entrar em modo defensivo: ouvir até ao fim, reconhecer a preocupação, fazer pergunta de clarificação, responder com factos, confirmar que ficou esclarecido.
Quando usar: Toda objeção significativa do cliente.
Erro comum: Saltar para “Responder” sem passar pelas 3 etapas anteriores — soa a defesa, não a diálogo.
Exemplo prático: Cliente: “está caro.” → L+A: “Compreendo a preocupação.” → Ask: “caro comparado com quê?” → Responder com base na resposta dele → Confirmar: “isto faz sentido?”
4.5. Silêncio Estratégico Após Pedido
Como funciona: Depois de fazer a proposta ou pedir o sim, ficar em silêncio. Quem fala primeiro perde — o silêncio é desconfortável e tipicamente o cliente preenche com informação ou aceitação.
Quando usar: Imediatamente após apresentar preço ou pedir compromisso.
Erro comum: Continuar a falar para preencher o silêncio — diluí o pedido.
Exemplo prático: “O investimento é 15.000€ pelo programa completo.” — depois ficar 5-15 segundos em silêncio. O cliente fala primeiro.
5. Fecho — Pedir o Sim Sem Truques de Feira
Fechar não é manipular. É fazer o pedido com clareza no momento certo, depois de toda a conversa anterior ter construído valor suficiente.
5.1. Fecho por Alternativas
Como funciona: Em vez de pergunta sim/não (“querem avançar?”), apresentar duas alternativas que assumem o sim (“preferem começar dia 12 ou dia 19?”).
Quando usar: Quando os sinais de compra são positivos mas falta o gatilho final.
Erro comum: Usar com cliente que ainda não decidiu — soa manipulador e quebra confiança.
Exemplo prático: Após validação clara: “para arrancarmos antes do fim do mês, preferem começar a 12 ou a 19?”
5.2. Fecho por Resumo dos Sins
Como funciona: Antes de pedir o pedido, recapitular todos os pontos onde o cliente disse sim ao longo da conversa. O cérebro fica em modo de continuidade.
Quando usar: Final de reuniões longas com múltiplos pontos discutidos.
Erro comum: Resumir só o lado do vendedor (features) em vez dos sins do cliente.
Exemplo prático: “Recapitulando: precisam de melhorar a integração de juniores (sim), o orçamento está disponível (sim), preferem formato in-company (sim), e querem arrancar este mês (sim). Faz sentido enviar a proposta hoje?”
5.3. Fecho por Urgência Ética
Como funciona: Criar urgência baseada em facto real (calendário do formador, mudança de preço programada, custo do atraso para o cliente) — nunca falsa.
Quando usar: Quando o cliente está convencido mas adia decisão por inércia.
Erro comum: Inventar urgência (“só temos 3 vagas” quando há 30) — destrói confiança quando descoberto.
Exemplo prático: “O nosso calendário do trimestre está cheio até final de Outubro. Para arrancarmos a 5 de Novembro precisamos de fechar a proposta esta semana — caso contrário, próximo arranque possível é Janeiro.”
5.4. Assumptive Close
Como funciona: Comportar-se como se o sim já estivesse dado: enviar contrato, agendar arranque, partilhar onboarding. O cliente raramente trava o processo se a venda foi bem feita.
Quando usar: Final de reunião onde todos os critérios estão validados.
Erro comum: Usar prematuramente (sem qualificação completa) — soa presunçoso e quebra ciclo.
Exemplo prático: “Vou enviar o contrato hoje à tarde e agendar a sessão de arranque com a sua equipa para 12 de Novembro. Que email é o melhor para o contrato?”
5.5. Pergunta-Espelho de Compromisso
Como funciona: Após hesitação do cliente, perguntar directamente: “existe alguma razão para não avançarmos hoje?”. Força revelação da última objeção real, normalmente escondida.
Quando usar: Quando o cliente diz “vou pensar” sem razão concreta.
Erro comum: Aceitar o “vou pensar” sem investigar — perde-se 70% das vendas que se podiam fechar.
Exemplo prático: “Compreendo. Antes de irmos, faça-me um favor — existe alguma razão específica para não avançarmos hoje, ou é mesmo só validação interna?”
6. Follow-up e Retenção — Onde Se Ganham as Vendas Que os Outros Perdem
70% dos negócios que poderiam fechar morrem por falta de seguimento. As técnicas de follow-up são as mais ignoradas e as que dão mais ROI por hora investida.
6.1. Cadência de Seguimento (8 Toques em 21 Dias)
Como funciona: Após proposta enviada, sequência sistemática de 8 contactos em 21 dias, alternando canais (email, telefone, LinkedIn, WhatsApp): valor, pergunta, partilha de caso, pedido directo.
Quando usar: Após envio de proposta sem resposta imediata.
Erro comum: Parar nos primeiros 2-3 toques — 80% dos sins acontecem entre toque 5 e 8.
Exemplo prático: Toque 1: email. Toque 2: chamada. Toque 3: LinkedIn share. Toque 4: caso de cliente similar. Toque 5: chamada. Toque 6: pergunta directa. Toque 7: “closing the loop”. Toque 8: break-up email.
6.2. Re-engagement de Propostas Frias
Como funciona: Para propostas que ficaram sem resposta há 30+ dias, email curto com subject line de “break-up” (“a fechar este caso?”). Taxa de resposta tipicamente 30-40%.
Quando usar: Limpeza mensal do pipeline de propostas “em fase de decisão”.
Erro comum: Manter propostas frias eternamente no pipeline — distorce o forecast.
Exemplo prático: Subject: “Posso fechar o caso?” — Body: “Olá [nome], percebo que pode não ter sido a melhor altura. Antes de eu arquivar a proposta, prefere que volte a contactar daqui a 3 meses ou faz mais sentido encerrar?”
6.3. Voice Memo Personalizado
Como funciona: Em vez de email genérico de seguimento, gravar voice memo de 30-60 segundos a falar do contexto do cliente. Taxa de resposta tipicamente 3-5× superior.
Quando usar: Re-engagement com decisor sénior ou em conta estratégica.
Erro comum: Voice memo demasiado longo (>90s) ou sem ligação ao contexto específico do cliente.
Exemplo prático: Após reunião, gravar 45s a referir 2 pontos específicos discutidos e propor próximo passo concreto.
6.4. Quarterly Business Review (QBR) com Cliente
Como funciona: Reunião trimestral estruturada com o cliente activo: o que correu bem, o que não, plano para próximo trimestre. Aumenta retenção e abre upsell.
Quando usar: Clientes B2B com contrato anual ou plurianual.
Erro comum: Tratar QBR como reunião de relatório (push) em vez de conversa de planeamento (pull).
Exemplo prático: Agenda fixa: 15 min review métricas → 15 min feedback aberto → 30 min planeamento próximo trimestre. Nada de pitch.
6.5. NPS-Driven Referral Request
Como funciona: Após NPS de 9-10 do cliente, pedir referenciação imediata e específica enquanto o entusiasmo está fresco. NPS sem follow-up de pedido perde 80% do valor.
Quando usar: Imediatamente após cliente dar nota 9-10.
Erro comum: Esperar 1-2 semanas para pedir — janela de oportunidade fecha rapidamente.
Exemplo prático: “Que bom que está com essa percepção. Conhece, na sua rede, 2 directores comerciais que estejam agora a viver desafios parecidos com os que tinham antes de trabalharmos juntos?”
A formação trabalha estas técnicas com role-plays e casos reais da equipa — não como teoria, mas como hábitos treinados até serem automáticos. Cada participante sai com 5-8 técnicas dominadas (não 30 superficialmente).
Formatos Disponíveis
Escolha o formato de formação em técnicas de vendas que melhor se adequa à sua equipa.
Formação à Medida (In-Company)
Programa totalmente personalizado. Diagnóstico, programa à medida e implementação com a sua equipa. Ideal para empresas que querem desenvolvimento comercial contínuo.
Curso “A Nova Arte de Vender”
3 dias intensivos em formato inter-empresas. O curso de vendas com maior sucesso em Portugal. Transforma a abordagem comercial de qualquer vendedor.
Coaching Comercial
Acompanhamento individual ou de equipa, com sessões regulares focadas em desafios concretos do dia-a-dia comercial. Perfeito para key account managers.
O Percurso da Formação em Técnicas de Vendas — Da Avaliação ao Treino no Terreno
Um processo estruturado em 4 fases para garantir que domina as técnicas de vendas certas.
01
Diagnóstico
Reunião para compreender os desafios, o contexto de mercado e os objectivos comerciais da sua equipa.
02
Programa à Medida
Programa 100% adaptado: conteúdos, exercícios, role-plays e casos práticos alinhados com o seu negócio.
03
Formação
Sessões intensivas e interativas. Exercícios práticos, dinâmicas de grupo e aplicação imediata ao dia-a-dia.
04
Follow-up
Acompanhamento pós-formação com materiais de suporte e medição do impacto nos resultados comerciais.

20+
Anos no Terreno
Quem é José de Almeida
Técnicas de Vendas Ensinadas por Quem Vem do Terreno
Há mais de 20 anos que ajudo empresas portuguesas a vender mais e melhor. Comecei como vendedor no terreno, passei pela gestão de equipas comerciais e desde 2003 que dedico a minha vida a transformar a forma como as pessoas vendem. Autor de 3 livros, formador certificado e coach executivo, trabalho com empresas de todas as dimensões — PMEs e grandes empresas nacionais e multinacionais — com uma abordagem sempre prática e focada em resultados.
✓ Autor de "Compre Já"
✓ Autor de "A Nova Arte de Vender"
✓ Autor de "Arte da Guerra no Coaching"
✓ 424+ artigos publicados
✓ 20+ anos de experiência prática
✓ 15.000+ profissionais formados
Artigos Sobre Técnicas de Vendas
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Testemunhos
O Que Dizem os Nossos Clientes
36 testemunhos reais de profissionais e empresas que transformaram os seus resultados comerciais.
Curso de Técnicas de Vendas vs. Formação à Medida
Se procura formação em técnicas de vendas, é importante perceber a diferença entre um curso de calendário e uma formação à medida.
Curso de Calendário
Ideal para inscrições individuais
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Formação à Medida
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Porquê Escolher a Nossa Formação em Técnicas de Vendas
Existem muitas formações em técnicas de vendas. Mas há diferenças que fazem toda a diferença nos resultados.
Experiência real de vendas. O formador vende e negocia todos os dias. Não é teoria de livro — é prática testada no terreno com mais de 4900 empresas portuguesas.
Diagnóstico antes, resultados depois. Cada programa começa com análise da equipa e termina com acompanhamento. Medimos o impacto real nas vendas.
Treino prático com role-play. Os participantes praticam com cenários reais da sua empresa. Saem com ferramentas que podem usar na segunda-feira seguinte.
Perguntas Frequentes
As dúvidas mais comuns sobre a formação em técnicas de vendas.
As técnicas funcionam no nosso sector?
Sim — porque não aplicamos receitas genéricas. Antes da formação analisamos o vosso processo de venda, os clientes e as objeções típicas, e os role-plays usam cenários reais da vossa empresa, não exemplos de manual.
Qual a diferença entre técnicas de vendas e a formação de vendas completa?
As técnicas são ferramentas para momentos específicos — qualificar, tratar objeções, fechar. A formação de vendas completa treina o processo comercial de ponta a ponta, da prospeção ao fecho, e inclui diagnóstico e acompanhamento.
Quantas técnicas é que a equipa aprende?
Mais importante do que a quantidade é a seleção: das 20+ técnicas que ensinamos, escolhemos as 6 a 8 com maior impacto no vosso ciclo de venda — e treinamo-las até saírem naturais. Uma técnica decorada não vale nada; uma técnica treinada fecha negócios.
Os comerciais experientes não conhecem já estas técnicas?
Conhecem algumas — mas conhecer não é aplicar. O que encontramos no terreno são equipas experientes a improvisar nos momentos críticos: o pedido de desconto, o adiamento, a comparação com a concorrência. O treino transforma o que se sabe no que se faz.
Como treinam as técnicas na prática?
Role-plays com cenários reais da vossa empresa, feedback individual imediato e repetição até o comportamento ficar automático. Mais de metade do tempo da formação é prática — ninguém fica sentado a ver slides.
Pronto para Dominar as Técnicas de Vendas que Fazem a Diferença?
Fale connosco e descubra como podemos treinar as técnicas de vendas certas para a sua equipa.