Etiqueta: Vendas

Prospeção no LinkedIn: a Sequência de 15 Dias Que Transforma Ligações em Conversas
Vendas·27 Jul 2026·10 min. de leitura

Prospeção no LinkedIn: a Sequência de 15 Dias Que Transforma Ligações em Conversas

Pedido de ligação aceite. Para muitos comerciais, é neste momento que a prospeção no LinkedIn finalmente arranca: a porta abriu-se, agora é enviar a apresentação da empresa e esperar que o negócio aconteça. Na realidade, é neste momento que ela costuma acabar, antes de ter começado. As pessoas respondem no LinkedIn. Respondem todos os dias, a quem chega com calma e trata a rede como uma sala cheia de pessoas, não como uma lista de contactos para despachar. Quando as respostas não aparecem, o problema quase nunca é a plataforma, nem o mercado, nem o algoritmo. É a pressa: é ir com demasiada sede ao pote. A alternativa à pressa tem nome e tem calendário: uma sequência de quinze dias, um gesto de cada vez, que leva um desconhecido do pedido de ligação até uma conversa marcada. Sem automatismos, sem truques, sem fingir amizades que não existem. Nos próximos parágrafos, mostro-lhe o caminho completo. O erro dos primeiros cinco minutos Ainda há poucas semanas aceitei um pedido de ligação de um comercial que não conhecia de lado nenhum. A mensagem com o argumentário completo chegou antes de eu ter acabado de ler o perfil dele: quem era a empresa, o que vendiam, os três planos de preços e a pergunta «quando é que podemos agendar uma demonstração?». No dia seguinte, nova mensagem, «sei que anda ocupado, só queria relembrar». Confesso que cheguei a pensar responder-lhe com o meu próprio argumentário, só para ver se ele reconhecia a ironia. Escusado será dizer que não respondi. E o mais provável é que o leitor, no lugar dele, também não respondesse. Ninguém gosta de aceitar um aperto de mão e receber de imediato uma fatura pró-forma. Repare no que ali se perdeu. O contacto até podia ter interesse real no que aquela empresa vendia.… [ Ler mais… ]

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IA nas Vendas: O Que Já Faz Diferença no Processo Comercial (e o Que É Circo)
Estratégia e Gestão·27 Jul 2026·10 min. de leitura

IA nas Vendas: O Que Já Faz Diferença no Processo Comercial (e o Que É Circo)

Nove em cada dez equipas comerciais já usam agentes de IA, os assistentes que executam tarefas sozinhos, ou contam vir a usá-los nos próximos dois anos. O número é da Salesforce, no mais recente «State of Sales», e convém dizer que vem de quem vive de vender esta solução, por isso desconte-lhe o entusiasmo que entender. Mesmo com desconto, sobra uma evidência: a IA nas vendas saiu do palco das conferências e entrou na semana de trabalho das equipas. A pergunta que interessa já não é se isto vai mudar a profissão, é outra, bem mais prática: o que é que já faz mesmo diferença no processo comercial, e o que é circo? Já ouvi os dois sermões, mais do que uma vez. O dos evangelistas, para quem a máquina vai vender sozinha e o comercial é uma espécie em vias de extinção. E o dos velhos do Restelo, para quem isto é uma moda que daqui a dois anos já ninguém recorda. Para mim, estão os dois enganados, e pelo mesmo motivo: falam muito da ferramenta e experimentaram-na pouco. A minha posição cabe numa frase: a IA nas vendas é o melhor assistente que um comercial alguma vez teve. Como substituto, não serve: quem a trata como assistente ganha tempo e qualidade; quem a trata como substituto entrega o negócio a uma máquina que nunca esteve à frente de um cliente. O que a IA nas vendas já faz bem no processo comercial A venda propriamente dita, a conversa com o cliente, ocupa uma fatia surpreendentemente pequena da semana de um comercial; o resto vai para pesquisa, escrita, relatórios e preparação. É exatamente nesse trabalho à volta da venda que a IA nas vendas já faz diferença. Cinco usos concretos, ao alcance de qualquer equipa: Preparação de reuniões e pesquisa do cliente.… [ Ler mais… ]

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Pipeline antes das férias: como chegar a setembro com reuniões marcadas
Vendas·20 Jul 2026·9 min. de leitura

Pipeline antes das férias: como chegar a setembro com reuniões marcadas

Em agosto não se vende nada. Todos na área comercial repetem esta frase, ano após ano, como quem repete uma lei da física. E sabe que mais? Têm razão. Agosto é mesmo um deserto. O erro não está no diagnóstico, está na conclusão que a maioria tira dele: «então não vale a pena fazer nada até setembro». É precisamente ao contrário. O seu pipeline antes das férias é a única coisa que decide se setembro começa com reuniões marcadas ou com a agenda vazia. E a agenda vazia de setembro faz-se em julho, de cada vez que se desliga mais cedo porque «isto agora está parado». Pense comigo: se o seu ciclo médio de venda anda pelos sessenta ou noventa dias, os negócios que vai fechar em outubro e novembro têm de nascer agora, não em setembro. Quem só retoma a prospeção em setembro está, sem saber, a decidir que o último trimestre do ano vai ser passado a tentar recuperar o tempo perdido. A matemática de setembro faz-se em julho Vamos aos números, porque isto não é uma questão de opinião. Se voltar de férias a 1 de setembro e só então começar a contactar, as primeiras reuniões acontecem em meados do mês. As propostas saem no final de setembro. As decisões, com sorte, em novembro. Resultado: outubro magro, novembro feito em cima do joelho, e dezembro a implorar fechos antes do Natal. Já viu este filme, não viu? Agora inverta. Se as reuniões da primeira quinzena de setembro ficarem marcadas ainda em julho, volta de férias com a agenda cheia e o motor quente. As propostas saem em setembro, as decisões caem em outubro, e o trimestre respira. O que separa os dois cenários não é talento, nem mercado, nem sorte. São duas ou três semanas de trabalho focado, feitas na altura em que quase toda a concorrência já desistiu do mês.… [ Ler mais… ]

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A Técnica da Avestruz: As Fugas que os Comerciais Disfarçam de Trabalho
Vendas·13 Jul 2026·11 min. de leitura

A Técnica da Avestruz: As Fugas que os Comerciais Disfarçam de Trabalho

Andar ocupado não é o mesmo que vender. Há comerciais com a agenda cheia, a secretária atulhada, quatro separadores abertos no portátil, e o número teimosamente em baixo ao fim do mês. Passam o dia a correr e fecham pouco. Se se revê nesta fotografia, talvez esteja a praticar, sem dar por isso, aquilo a que chamo a técnica da avestruz: enfiar a cabeça na areia sem nunca deixar de parecer ocupado. A avestruz comercial não é preguiçosa. Pelo contrário. É, muitas vezes, a pessoa mais atarefada do escritório. E é precisamente aí que está a armadilha. Um comercial parado dá nas vistas ao fim de dois dias. Um comercial ocupado com as tarefas erradas pode enganar-se, e enganar quem o chefia, durante meses. A auto-ilusão «estou cheio de trabalho» é o melhor esconderijo que existe. E o mais traiçoeiro é que quase nada disto é consciente. Ninguém acorda a pensar «hoje vou fugir do telefone». O comercial acorda e decide, com toda a boa-fé, «organizar-se primeiro antes de pegar no telefone». Só que «organizar-se» acaba por se estender por toda a manhã, e a chamada difícil que era mesmo importante fazer, essa acaba por nunca se fazer. Fugiu sem dar por isso. A técnica da avestruz nas vendas: medo bem vestido de diligência Vamos ao que interessa. Técnica da avestruz, nas vendas, é tudo o que parece trabalho mas só serve para adiar o momento incómodo. Por baixo de cada um há um medo. E o medo dá a si próprio nomes bonitos: «rigor», «preparação», «prioridades», «bom senso». Quase nunca se apresenta como aquilo que é. Isto não é uma falha de carácter. É um mecanismo muito humano, primo direito da procrastinação: adiamos o desconforto de hoje para amanhã, mesmo sabendo que amanhã vai ser maior. O problema é que, nas vendas, a conta chega sempre ao fim do mês.… [ Ler mais… ]

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Atividade Comercial: Do Objetivo Anual à Meta Diária
Estratégia e Gestão·15 Jun 2026·9 min. de leitura

Atividade Comercial: Do Objetivo Anual à Meta Diária

Quase todas as equipas de vendas que conheço têm um objetivo anual. Quase nenhuma tem um plano de atividade comercial para lá chegar. E é nessa diferença, logo em janeiro, que se decide quem vai fazer o número e quem vai passar dezembro a afinar desculpas. Nos nossos workshops «A Nova Arte de Vender», há uma pergunta que faço há anos e que raramente falha: «Quantas reuniões vai precisar de fazer por semana para chegar ao seu objetivo deste ano?» Mãos no ar? Poucas. Olhares para o teto? Muitos. E repare no contraste: minutos antes, todos na sala sabiam de cor o objetivo anual — o número grande, apresentado com palmas e café na reunião de arranque do ano. Conhecem o número. O que não conhecem é o trabalho diário que esse número exige. Como deve imaginar, nas empresas onde ninguém faz esta conta, em outubro a conversa já não é sobre reuniões. É sobre desculpas. Venha daí nesta viagem, que hoje vamos fazer a conta que quase ninguém faz: transformar um objetivo anual numa meta diária de atividade comercial. Objetivos sem atividade são desejos Um objetivo anual, sozinho, não é um plano. É um desejo com data de validade. Pense comigo: o comercial não controla a venda. O cliente é que decide se compra, quando compra e a quem compra. O que o comercial controla, todos os dias, é a sua atividade comercial: quantos contactos faz, quantas reuniões marca, quantas propostas apresenta. A venda é a consequência. A atividade é a causa. E, no entanto, a maior parte dos planos que vejo só fala da consequência. «Este ano vamos faturar X.» Muito bem. E o que vai cada pessoa fazer na segunda-feira de manhã para isso acontecer? Outra vez silêncio. Não sou só eu a implicar com isto. Um estudo da Vantage Point Performance e da Sales Management Association, publicado na Harvard Business Review, concluiu que as empresas com um processo comercial formal e bem gerido cresceram 18% mais em receita do que as que não o tinham.… [ Ler mais… ]

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Simulador de Adoção de IA: Qual o Score da Sua Operação Comercial?
Ferramentas de Vendas·10 Jun 2026·1 min. de leitura

Simulador de Adoção de IA: Qual o Score da Sua Operação Comercial?

Em poucos minutos, descubra o nível de adoção de IA da sua operação comercial. 6 eixos, score por área e onde está o maior ganho. Gratuito.

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Qualificação de Oportunidades: BANT, MEDDIC e o Champion | Vídeo
Vídeos·9 Jun 2026·3 min. de leitura

Qualificação de Oportunidades: BANT, MEDDIC e o Champion | Vídeo

Tem o funil cheio? Cinquenta, sessenta negócios abertos por comercial? Pode ser ótimo sinal — ou pode ser uma coleção de ilusões. A verdade incomoda: mais de metade do que está no funil de uma equipa típica nunca fecha, e cada reunião dada a um negócio morto é tempo roubado a um negócio vivo. Neste vídeo, José de Almeida explica para que serve mesmo a qualificação de oportunidades: decidir cedo em que negócios vale a pena gastar o seu tempo — com o BANT para a venda simples, e o MEDDIC para a venda complexa, onde o «Champion» é a peça que mais comerciais esquecem. Artigo completo: Qualificação de Oportunidades: BANT, MEDDIC e o Guia Prático para PME Qualificação de oportunidades: o que não coube no vídeo O vídeo cabe em dois minutos. O contexto não cabe. Estes três ângulos não estão no artigo original — complementam-no para quem quer aplicar já na próxima semana. 3 sinais de que o seu funil está cheio de ilusões Há negócios parados há meses na mesma fase, sem próxima ação marcada. Quando pergunta «porque é que este negócio vai fechar?», a resposta é um sentimento, não um facto. A data de fecho prevista já escorregou três vezes — e ninguém a apagou. BANT vs MEDDIC: qual usar e quando BANT — orçamento, autoridade, necessidade, prazo. Para vendas rápidas, de decisor único. Quatro perguntas; se falham duas, desconfie. MEDDIC — para a venda complexa, com vários intervenientes e valores altos. Mais exigente, mais fiável. O «Champion» do MEDDIC: alguém dentro do cliente que defende a sua solução quando você não está na sala. Sem ele, tem uma esperança, não um negócio. O que fazer já esta semana Percorra o funil e marque, a frio, os negócios sem próxima ação nem decisor identificado. Em cada um, escreva uma frase: porque é que isto vai fechar?… [ Ler mais… ]

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Tracker de 1:1: Reuniões que Geram Ação (Template Editável)
Ferramentas de Vendas·3 Jun 2026·1 min. de leitura

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Plano de Onboarding 30-60-90 para Comerciais (Template Editável)
Ferramentas de Vendas·3 Jun 2026·1 min. de leitura

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Ferramentas de Vendas·3 Jun 2026·1 min. de leitura

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