Liderança e Coaching

Já chamou o INEM?
Há ocasiões em que é mesmo necessário actuar de imediato, sem hesitações, sem receios e de forma eficaz. Nas empresas acontece precisamente o mesmo. Há ocasiões em que temos de accionar mecanismos de emergência para que as situações sejam ultrapassadas. Mesmo nas empresas onde verificamos que existem estratégias definidas, processos sólidos e métodos comprovados de que tudo funciona, ocorrem períodos de crise, sejam estes de pequena ou grande dimensão. Nestas alturas é necessário garantir que existe implementado na empresa um sistema de alerta máximo e um INEM. Por isso a preparação é tudo. Não passa pela cabeça de ninguém ir sem preparação médica ou paramédica adequada para uma ambulância do INEM, assim como nas empresas, quanto mais depressa colocar a sua equipa a postos para emergências, mais fácil será depois detectar e responder a desafios internos e externos. Mas então como preparar a equipa para as emergências? Precisa de construir na sua empresa o seu próprio Inovação Tem de estar sempre presente o conceito de inovação. Todos os colaboradores da empresa têm de pensar constantemente em inovar. Não se trata de estar a descobrir produtos novos ou serviços diferentes, seguindo um princípio estratégico ou algo do género. Tem a ver com a noção de que podemos inovar em TODOS os departamentos e a qualquer momento. Para isso, a inovação deve ser explicada como um processo normal de melhoria contínua em qualquer departamento da empresa, mas que para serem identificados os problemas ou acções a melhorar, os colaboradores têm de estar alerta e preparados para pensarem neles de modo construtivo e inovador. Para isso desenvolva processos que ajudam a sua equipa a sair fora da caixa, tais como: – Bancos de Ideias: uma maneira de os obrigar a pensar em algo de diferente para os seus próprios departamentos ou processos – Reuniões de brainstorming: também chamada de reunião do post-it.… [ Ler mais… ]
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Coaching comercial, sabe como fazer?
Um dos maiores lapsos que encontramos na gestão das equipas de vendedores hoje em dia é a falta de tempo para “liderar, acompanhar e fazer coaching comercial” versus “gerir” a sua equipa. O que é normal nos dias de hoje é que o Chefe de Vendas ou Director Comercial passe uma quantidade enorme de tempo a resolver problemas ou “preso” com negócios existentes. O problema desta prática é que deixa pouco tempo para estruturar o crescimento da nossa equipa. A não ser que já tenhamos uma equipa perfeita – sinceramente, se a tem, os meus parabéns – a estruturação é essencial para atingir os resultados anuais de vendas. Programar tempo para acompanhar e fazer coaching aos nossos vendedores no terreno apresenta muitas vantagens. É essencial para focar o desenvolvimento individual de cada vendedor, reforçar o que estão a fazer bem e identificar as áreas que podem melhorar e que farão a maior diferença na sua evolução. Este processo apresenta as seguintes vantagens: O feedback é dado de uma forma mais próxima e pessoal, tornando-se mais fácil a sua incorporação a nível subconsciente; Melhora e reforça a relação com o vendedor, o que motiva e inspira uma performance superior; Disponibiliza evidências tangíveis para avaliação e revisão; Permite-nos aferir face a face com os nossos clientes o seu nível de satisfação, mas, mais importante, o entendimento por parte do vendedor das suas necessidades; Pode permitir a demonstração do “modelo” de venda existente na empresa de uma forma mais prática e objectiva no terreno. Nas estratégias que habitualmente desenvolvemos para os nossos clientes podem existir três tipos de acompanhamento comercial: 1 – Apenas Observação Este tipo de acompanhamento permite aferir o nível de competência do vendedor numa situação real. Quando se utiliza este tipo de acompanhamento, é importante: O vendedor avisar o cliente com antecedência que será acompanhado pelo seu chefe e explicar as razões para tal, por exemplo, visita anual aos clientes mais importantes; Acordar com o Vendedor que mesmo que o cliente ponha questões, deverá ser ele a responder e dizer-lhe que temos total confiança na sua capacidade para tal. 2 – Demonstração Um acompanhamento de demonstração permite-nos conduzir a visita de modo a que o vendedor possa ter um modelo adequado de como proceder no futuro.… [ Ler mais… ]
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Será que a cenoura e o chicote ainda funcionam?
No meu trabalho directo com as empresas tenho observado nos últimos anos um fenómeno no campo da motivação 2.0. Trata-se de uma situação um pouco estranha e à partida não lógica. Quando se tenta motivar alguém com um: “Olha que se conseguires fazer mais isto… ganhas mais isto!”, por vezes estamos à espera de uma reacção positiva e o que obtemos é apenas um grande silêncio, como se aquilo não fizesse sentido nenhum para a pessoa em causa. Ou, por exemplo: “Olha que isto está mau, se não conseguires atingir…” E qual é a resposta da pessoa? Exactamente a mesma, ou seja, nada! Quer isto dizer que começamos a perceber que por vezes a motivação 2.0, dor e prazer, não funciona com todas as pessoas. Por exemplo, no meu caso em particular, no que diz respeito a trabalho, não corro por causa de dinheiro, nem de fama, mas sim pelo gozo que isso me dá e porque é uma ferramenta que tenho para atingir uma meta de vida um pouco ambiciosa no campo da responsabilidade social, como iremos ver mais adiante. O que vos quero contar é baseado no trabalho de um senhor chamado Daniel Pink e no seu livro “Drive”, que já está editado em Portugal há algum tempo. Segundo Daniel Pink, existem estudos realizados por psicólogos nesta área que remontam já há alguns anos e que indicam que a motivação 2.0 sofre de vários problemas que podem levar a consequências bastante complicadas em termos da performance. O que temos de pensar em termos de motivação é que ela tem normalmente duas formas: 1. Interna Tem origem dentro da pessoa. As razões para correr são geradas internamente, sem o auxílio de nenhuma intervenção externa ou, pelo menos, com pouca. 2. Externa A motivação é conseguida através de situações externas, sejam elas monetárias ou físicas em termos de prémio, ou então psicológicas.… [ Ler mais… ]
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Já deu as amêndoas aos seus colaboradores?
Algumas ideias sobre motivação! Em tempo de Páscoa manda a tradição que haja troca de pequenas ofertas entre padrinhos e afilhados. E na nossa equipa? Será que marcamos de alguma forma este momento? Ainda deparamos em Portugal com a cultura de punir o erro e celebrar ou marcar pouco o que é bem feito. Escutamos muitas vezes frases como “Não fazem mais que a sua obrigação”, “é para isso que lhes pago”, “devem estar gratos por ter emprego”, e isto só para dar alguns exemplos. Algumas destas frases têm a sua razão de ser.IT Certification É espantoso como vemos tantas pessoas desajustadas do que estão a fazer como trabalho, que não prestam atenção aos detalhes, que parecem desligadas ou desinteressadas e não procuram agradar à única pessoa que lhes dá o emprego, os seus clientes. É por pormenores que os conquistamos e por pormenores que os desiludimos e fidelizar é cada vez mais um desafio. Mas e quando temos equipas em que temos colaboradores que fazem mais do que lhes compete, quer para o ciente externo, quer para o interno? E quando alguns dos nossos colegas ligam aos detalhes e conquistam clientes dessa forma? Vamos falar então de remuneração criativa! Mesmo com o contexto que atravessamos, mesmo com dificuldades financeiras, é possível encontrar formas de remunerar a nossa equipa, contribuindo dessa forma para a sua motivação. Remuneração Fixa Esta é fácil de explicar e todos estamos bem cientes dela. Algumas remunerações fixas viram cisco 640-864 o seu montante deixar de ser tão fixo como gostariam, e inclusivamente a descer. Hoje os salários que se praticam estão, em alguns casos, muito diferentes dos que eram praticados há 3 e 4 anos, mas de qualquer forma existe sempre uma remuneração fixa. Remuneração Variável Aqui começam a existir outros desafios. É vulgar para cargos comerciais existir uma remuneração variável.… [ Ler mais… ]
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As mulheres lideram melhor?
Celebrou-se recentemente mais um Dia Internacional da Mulher. A história por detrás deste dia não é uma história feliz, pois envolve trabalhadoras de uma fábrica, quase escravizadas, numa época em que era normal não só trabalharem muitas horas como por muito pouco dinheiro, muito menos que os homens. Ao reivindicarem melhores salários e condições, sofreram retaliações por parte dos patrões e o resultado foi uma catástrofe. Mas as coisas mudaram… ainda que se mantenham um pouco por todo o mundo algumas desigualdades entre homens e mulheres no mercado de trabalho, as mulheres assumem papéis cada vez de maior destaque na sociedade. Somos mais cultas, com melhores qualificações académicas, com um papel fundamental em termos de decisões de compra no mundo todo, assumimos os riscos e cada vez mais subimos a pulso para cargos de liderança, entre outros de destaque. É sobre este ponto que gostava de partilhar uma série de ideias… sobre como lideram as mulheres e se será que o fazem melhor que eles. Sinceramente… não sei se eles ou elas são melhores líderes ou qual dos dois fará uma liderança mais segura e mais consertada, pois estamos a esquecer-nos de uma parte fundamental: os liderados. Sem eles não existem líderes, e os mesmos princípios básicos aplicam-se a quem quer que dirija uma equipa. Obviamente, a actuação também deve estar sintonizada com o tipo de liderados que temos na equipa. No entanto, será que as mulheres têm de alguma forma inatas certas capacidades que as fazem boas líderes? E estas características são comuns a eles? Gestão das emoções Ou poderemos ainda chamar Inteligência emocional, ou a capacidade inata de ler as emoções dos outros, as nossas próprias emoções e de geri-las convenientemente. Se, por um lado, as emoções estão à flor da pele no fantástico universo feminino, e em alguns casos vêm acima com enorme rapidez, por outro lado, as mulheres têm a capacidade de ler as emoções dos outros e de ir ao encontro deles.… [ Ler mais… ]
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Sabe como aproveitar a retoma económica e liderar a sua equipa rumo à saída da crise?
Como aproveitar a retoma económica e liderar a sua equipa rumo à saída da crise? Depois de vários anos muito difíceis, parece que finalmente Portugal dá início a uma época de retoma. Muito se tem falado sobre este tema, basta ligar a televisão e qualquer canal de notícias tem especiais de informação à volta deste assunto. Com maior ou menor abertura, o que é certo é que os sinais estão aí. Dependendo da cor política em causa, a palavra retoma poderá ser dita com maior ou menor força, mas o que é certo é que esta palavra vai ser nos próximos tempos uma referência incontornável das conversas nas nossas empresas e nas nossas vidas. Numa empresa a saída da crise faz-se com dois vectores essenciais. Primeiro, com uma liderança forte que acredita que é possível. Costumamos chamar a isto a luz ao fundo do túnel. É como atravessar um túnel da Europa, ou mesmo da Madeira, que demora mais de 15 a 20 minutos. Enquanto a luz ao fundo não aparece, sentimo-nos angustiados. Quando o pequeno ponto branco aparece e vai crescendo conforme nos vamos aproximando, há uma sensação de alívio, algo como “Uffff, já se vê luz.” O que se passa nas nossas empresas é precisamente isto. Durante muito tempo, as pessoas deixaram de ver a luz ao fundo do túnel, inclusive muitos dos seus líderes passaram pelo mesmo e quando deram conta já ninguém acreditava que algum dia esse pequeno ponto de luz iria chegar. Costumo perguntar muitas vezes aos líderes com quem trabalho em processos de executive coaching: “Se você não acredita, porque é que as suas pessoas irão acreditar?” Nesta fase em que a retoma é apenas ainda uma visão, os líderes devem ter especial atenção, de forma a serem congruentes. Muitas vezes à frente da nossa equipa dizemos uma coisa, mas depois nos corredores ou com alguns deles com quem temos maior ligação dizemos e fazemos outra.… [ Ler mais… ]
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