Etiqueta: objetivos

Visão de Futuro: Que Futuro Escolheu para a Sua Empresa?
Estamos em outubro de 2028. A sua equipa comercial fecha o terceiro trimestre acima do objetivo, sem descontos de última hora para lá chegar. Quando um cliente fala dela a outra empresa, diz que é a equipa que responde no próprio dia e que não tenta vender aquilo de que ele não precisa. Os dois comerciais que entraram no ano passado já trazem negócios sozinhos, e a reunião de segunda-feira acaba mais cedo, já sem ninguém a justificar o CRM por atualizar. A pergunta de partida é esta: o que mudou entre outubro de 2026 e outubro de 2028 para tudo isto ser verdade? É assim que começa o exercício de visão de futuro que gosto de fazer com equipas comerciais. Publiquei-o neste blogue em 2021, e esta versão acrescenta o que lhe faltava: o caminho até às decisões dos próximos 90 dias. A visão de futuro escreve-se como se já tivesse acontecido A declaração de visão de muitas empresas está emoldurada na receção, entre a planta e o certificado de qualidade. A equipa passa por ela todos os dias, e poucos dos que lá trabalham saberiam repeti-la. Foi escrita por outras pessoas, em frases gerais, sobre um futuro sem data. O exercício de visão de futuro faz o contrário: a equipa descreve o futuro como se já tivesse acontecido, com data marcada, e explica no passado como lá chegou. Há investigação sobre esta inversão. Em 1989, Deborah Mitchell, J. Edward Russo e Nancy Pennington publicaram no Journal of Behavioral Decision Making um estudo sobre o que acontece quando se explica um acontecimento futuro como se já tivesse acontecido, ou seja, quando se vai à frente no tempo e se olha para trás. Testaram duas coisas: se o acontecimento estava no futuro ou no passado, e se era dado como certo ou como incerto.… [ Ler mais… ]
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Objetivos: Tem medo de ter sucesso?
Muitas pessoas às quais faço coaching ou que passam pelos nossos Workshops da Arte de Liderar têm medo dos seus objetivos. Por incrível que pareça, esta é uma das principais (mas não a principal) razões pela qual muitos de nós não definimos o que realmente queremos da vida. O medo e a frustração de não atingir objetivos são paralisantes. É mais simples não ter objetivos do que pensar que eventualmente podemos vir a não os atingir. Embora pareça um aspeto simples, muitas pessoas com quem trabalho ficam paralisadas ao pensar nisto. Principalmente se já tiveram uma experiência negativa anterior. A questão que se coloca é: Se por um lado devemos definir metas e objetivos, como lidar com a frustração de não os atingir? Ao pensarmos nisto, definimos um processo simples que tem tido muito sucesso com os executivos de topo com quem habitualmente trabalhamos. Este processo centra-se em “deixar cair” a emoção de atingir ou não atingir o objetivo mediante uma pequena meditação. O processo é realizado em 3 passos: 1. Relaxamento Feche os olhos e inspire e expire profundamente. Agora imagine que está a começar a descer uma escada larga, segura e bem iluminada com 10 degraus. E que, a cada expiração, desce um degrau. Repita este passo, inspirar e expirar, descendo cada degrau até chegar ao fundo da escada. Escolha um sítio agradável, onde gostasse de estar, e imagine que ao descer o último degrau se encontra lá. Ao chegar a este sítio, estará agora muito mais relaxado.Imagine que está sentado numa cadeira confortável e que na sua frente tem um ecrã de cinema. 2. Visualização de metas e objetivos Podemos agora dar início ao segundo passo. Comece agora a imaginar que na tela do cinema começa a ver os seus objetivos já realizados a aparecerem com se fossem um filme.… [ Ler mais… ]
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Conhece o Hilário?
Quer atingir as suas metas e objetivos? Então, mais cedo ou mais tarde, vai ter de conhecer o nosso amigo Hilário. Mas pergunta, e bem, quem é o Hilário? O Hilário é um amigo que reside no nosso cérebro, na parte habitualmente designada por “subconsciente” ou “inconsciente”. O cérebro está dividido em 2 partes principais. Uma que ocupa cerca de 10% e outra que ocupa 90%. Com certeza que já ouviu falar disto antes. Muitas vezes até utilizamos a imagem de um iceberg para o representar, em que os 10% fora de água representam a nossa mente consciente. Os 90% debaixo de água representam o subconsciente ou inconsciente, como também é por vezes chamado. Ora é precisamente nestes 90% que o nosso amigo habita. E o mais engraçado é que uma das suas principais necessidades, e do cérebro, é a necessidade de congruência. Temos normalmente de ser congruentes entre o que dizemos e fazemos. Entre o que acreditamos que somos e a forma como agimos. Um exemplo disso são aquelas pessoas que passam a vida a dizer: “Sou tímido, sou tímido, sou tímido.” E, de facto, quando olhamos para eles, são as pessoas mais tímidas deste mundo. Mas é engraçado que quando estas pessoas são colocadas em frente de uma audiência de 500 pessoas, a falar de um tema que as apaixona, depois de quebrar o gelo inicial, não são as pessoas mais fantásticas deste mundo? Então onde é que ficou a questão da timidez? A questão é precisamente a congruência. Portanto, aquilo em que o nosso amigo Hilário acreditar vai influenciar a forma como ajo, como penso e como reajo em relação àquilo com que o mundo e a vida me presenteiam. Ora mas o que é que isto tem a ver com atingir metas e objetivos de vida? Pense comigo e veja se isto já não lhe aconteceu.… [ Ler mais… ]
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