Liderança e Coaching

As pilhas da sua equipa estão gastas?
Uma equipa comercial com as pilhas gastas é normalmente prenúncio de uma desgraça anunciada. Não somos nós quem o diz, mas antes a experiência de anos consecutivos a trabalhar com as empresas no início dos seus anos comerciais, em termos de formação e dinamização comercial. Poderá estar a pensar:“Mas com tudo o que se passa à minha volta, com todas as condicionantes que a empresa me está a impor…” De facto, as condições atuais não são as melhores; no entanto, pode fazer alguma coisa para as mudar? Na maior parte dos casos não… Então coloquemos essa variável de parte e avançar para algo onde de facto podemos fazer a diferença. O nível de energia das diferentes pessoas da sua equipa comercial. O que as pessoas procuram nestas situações é um farol que as guie. Na área comercial esta metáfora é ainda mais importante, dado que os vendedores, por serem pessoas que habitualmente estão mais isoladas, poderão não ter os apoios psicológicos que os outros profissionais normalmente conseguem arranjar. Assim sendo, cabe-nos cumprir com essa função. Nestas épocas, uma direção ou chefia comercial tem de cuidar ainda com maior cuidado dos seus “pintainhos”. Temos de olhar para cada pessoa individualmente e procurar chegar a ela para entender o que se passa na sua vida, na sua cabeça e em todas as variáveis que tem à volta. Nas diferentes reuniões que temos tido por esse país fora neste último mês (parece que de repente todas as pessoas se lembraram de realizar formação de vendas e liderança) assistimos a um fenómeno interessante. As pessoas estão cansadas da inflação. Poder-se-ia pensar que a maioria das empresas estaria deprimida e de braços cruzados, paralisadas por tanta desgraça e condição adversa ventiladas na comunicação social nos dias de hoje. Para nosso espanto tem-se assistido precisamente ao contrário.… [ Ler mais… ]
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Mas que raio de invenção é essa?
Não ouve isto muitas vezes na equipa?Há quem diga que certas invenções mais parecem esquecimentos e muitas vezes criticamos duramente as pessoas que têm ideias e invenções diferentes! Durante muito tempo as pessoas questionavam-se sobre o que era Dinamização Comercial, sobre que raio de invenção seria essa que a Ideias&Desafios tinha feito. E qual foi a nossa abordagem? Experimente por 1 hora no seu local de trabalho, na sua empresa, o tipo de trabalho de consultoria “mão na massa” que fazemos com as equipas. É a melhor maneira de dar a entender a nossa metodologia de trabalho. E na sua empresa? Na sua equipa? Qual é a diferença? Com que frequência boicotamos as ideias das nossas equipas só porque são invenções demasiadamente diferentes para o nosso gosto? Ou porque são chocantes?Como criar uma cultura de empresa em que as invenções são bem-vindas e, acima de tudo, são trabalhadas pela empresa? Dar feedback Os responsáveis de equipa e os líderes de hoje estão muito preocupados/ocupados com esta palavra, feedback!Cada vez é mais importante abordar de forma sincera os comentários dos nossos colaboradores. Esta sinceridade transmite-se de várias maneiras: Ouvir com ouvidos de ouvir as sugestões/questões/comentários feitos por eles. De que outra forma conseguiremos assimilar aquilo que nos dizem?; Não responder o NÃO de forma imediata; Não cortar as ideias ou “gozar” com as mesmas, pois não sabemos o tempo investido pelos nossos colegas na elaboração de cada uma dessas ideias e não é simpático; Mostrar curiosidade pelas ideias, fazer perguntas, indagar pormenores, questionar a equipa, não numa perspetiva de dúvida, mas de interesse. Já imaginou se todas as ideias e sugestões que a sua equipa desse por reunião fossem discutidas sem qualquer tipo de censura? Por vezes questionamos equipas com esse fim em vista, ou seja, sem nenhuns limites, e apenas queremos saber o que fariam se tempo e dinheiro não fossem obstáculos.… [ Ler mais… ]
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Na Vida conduz ou é conduzido?
Uma das coisas que mais trabalho com as equipas, em termos de motivação, liderança e desempenho, é precisamente a frase: “Na Vida conduz ou é conduzido?” Quem nos conhece e ao nosso trabalho nesta área, sabe que gostamos de provocar as pessoas a pensar quando se fala de motivação. Não é com a abordagem normal que lá vamos hoje em dia. No nosso entender, a saída da inflação na qual Portugal e o mundo estão mergulhados passa pelas pessoas passarem do lugar do passageiro para o lugar do condutor nas suas vidas. Quem diz nas suas vidas, diz nas empresas, na sociedade, enfim… no mundo à sua volta. Quando enfrentamos situações difíceis temos duas hipóteses. Sentarmo-nos e esperar que passe, ou então elevarmos a parte de trás central da nossa anatomia e fazermos algo para mudar a nossa vida. No nosso entender, a motivação tem de vir de dentro das pessoas. Muitas das pessoas com quem inicialmente trabalhamos nas empresas sofrem da síndrome do “querer”: Quero ter um emprego melhor Quero um aumento Quero ser rico Quero ser feliz Quero ser … Mas quando lhes perguntamos: “Ok, você quer, mas o que está a fazer para lá chegar?…” Invariavelmente, calam-se olham para baixo e para a direita e admitem: “Nada.” Mas a culpa, como devem imaginar, não é delas, é da sociedade que é péssima, é do patrão que não as aumenta, é do governo que não aumenta o ordenado mínimo. Enfim, existe sempre alguma coisa que culpar. Nem que seja culpar o nosso passado. O facto de não termos a educação que deveríamos ter tido, o facto de não termos agarrado as oportunidades que a vida nos apresentou e não termos lutado por elas, e tantas outras coisas. Mas será que conduzir a nossa vida a olhar sempre para o retrovisor dá bom resultado?… [ Ler mais… ]
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Sabe motivar-se?
Nos tempos que correm, nas intervenções sobre motivação que realizo, pedem-me muitas vezes estratégias de motivação. Algo tipo “receita”, que seja só tomar e já está, ficamos completamente motivados. Costumo muitas vezes dizer que a motivação não se compra na farmácia. Se bem que alguns dos meus amigos psiquiatras tivessem algo a dizer sobre isto, o que é certo é que não existe uma pílula mágica, um comprimido ou uma mezinha que sirva a todos. O que lhe posso dar é simplesmente um conjunto de estratégias que poderão servir para dar a volta ao estado em que se encontra. Em primeiro lugar, tem de perceber se a sua motivação vem de fora ou vem de dentro. Provavelmente estará a pensar: “De fora ou de dentro de quem?” De si claro! Pense numa altura em que conseguiu dar a volta à sua motivação. Isso aconteceu porquê? Porque encontrou dentro de si os recursos para o fazer ou porque existiu uma situação, pessoa ou algo externo a si que lhe permitiu dar a volta? Se foi interno, qual foi a situação? O que se passava à sua volta, que palavras disse a si próprio, o que sentiu? Se tiver dificuldade, feche os olhos e recorde com o maior número de detalhes sensoriais a última vez que se sentiu, de facto, motivado.O que viu, ouviu, sentiu… Abra os olhos. Notou que ao recordar isto o seu nível de motivação subiu? Se tal não aconteceu, provavelmente a memória que invocou não era efectivamente de uma verdadeira situação de motivação. Nesse caso, continue a procura até que tal se verifique. Se se sentiu motivado, isso quer dizer que, de facto, a situação é a ideal. Agora, porque é que ao recordar nos sentimos um pouco mais motivados? Porque reagimos em segundos ao que pensamos, seja no bom sentido, seja no mau.… [ Ler mais… ]
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Que fazer quando os sonhos acabam?
Frase polémica? Ou talvez não? Será que os sonhos acabam algum dia? Uma das coisas que me tem preocupado nos últimos tempos, dado que tenho passado algum tempo em processos de coaching executivo, é precisamente esta questão. Talvez devido à fase da vida que atravesso (não, os meus sonhos não se acabaram, apenas se transformaram) ou a alguma sincronia, para quem acredita, têm chegado até mim diversas pessoas com um perfil muito similar. Executivo de topo, bem na vida, bom ordenado, boas regalias, empresa estável, que, já tendo atingido a sua quota-parte de sucesso, chega a um ponto na vida em que “parece” que os seus sonhos já acabaram. Todos estamos familiarizados com a crise dos 40 anos? Aquele momento na vida em que muitas coisas deixam de fazer sentido e que nos sentimos um pouco à deriva? O que era antes já não é e o que vai ser ainda não está sequer no limiar do nosso consciente? Existe um ponto um pouco antes desta idade, mais ou menos nos 38/39, em que acontece um fenómeno estranho. Muitas das vezes o carro, a casa, a posição e o dinheiro parecem subitamente relevados para segundo plano. Parece que andamos uma vida a trabalhar para isto e agora… Normalmente nestas fases da vida dão-se grandes mudanças, de emprego, de família, é por vezes aqui que acontecem os divórcios mais inesperados, de pais, enfim, de tudo um pouco. Muitas das pessoas que me têm procurado nos últimos tempos estão precisamente nesta fase. Pessoas que toda uma vida tiveram sucesso de repente perdem o pé. A questão principal delas é muitas vezes: “Como é que eu encontro o meu rumo novamente?” São momentos de “limpeza”. O que noto frequentemente é que é necessário limpar o que está na mesa para poder procurar novos caminhos.… [ Ler mais… ]
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Desafios: Teria a coragem de cortar um braço?
Quando falamos de desafios, uma das coisas que mais me preocupa hoje em dia prende-se com a motivação que as pessoas têm ou não têm para vender. Principalmente de onde é que vem essa motivação. Ainda na semana passada, em conversa com um potencial cliente, falávamos sobre este assunto. Contava-me ele que está a tornar-se mais e mais difícil motivar os comerciais quando saem para a rua nos dias que correm. No passado faziam uma reunião de vendas à 2ª Feira de manhã e todos puxavam uns pelos outros. Hoje em dia puxam à mesma, mas para baixo. De uma equipa de 20 vendedores, 2 deles passam hoje a vida numa postura contestatária e de política de terra queimada. Já lá diz o ditado, a miséria gosta de companhia. Quando, em conjunto com ele, analisávamos a situação, tornou-se claro que, de facto, este foco de descontentamento estava a prejudicar a equipa inteira, estando semanalmente a arrastá-los para baixo. A questão que lhe fiz foi: “Tem coragem de cortar um braço?” Ao olhar para mim com estranheza, pensando que eu era, no mínimo, doido, de repente fez-se luz na cabeça dele. “Mas quer dizer despedi-los?” Ao que respondi: “Sim, basicamente é isso.” Levantaram-se depois questões de âmbito emocional: “Mas ambos têm famílias e casas para sustentar! Não existe uma abordagem diferente?” Existir existe, mas somente lhe quis fazer ver que se calhar teria de tomar uma decisão para colocar a equipa comercial outra vez no caminho certo. Se está chocado com esta história, pense comigo. Não são somente estes dois vendedores que têm família. Os outros 18 também a têm, e alguns em situações bastante mais complexas. A questão é, será justo 2 prejudicarem 18? Será justo 2 prejudicarem uma empresa de quase 100 pessoas? No nosso entender, não! Por vezes a liderança de uma empresa envolve tomar decisões difíceis.… [ Ler mais… ]
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