Estratégia e Gestão

Comunicação: A sua empresa tem barragens?
Quando falamos de comunicação, um dos principais problemas que afectam as empresas nos dias que correm é o fenómeno das “barragens”. Uma barragem, como sabemos, é uma presa de água que impede o natural fluxo de água de um rio. Mas se no caso das barragens elas existem para fins positivos, no caso das empresas já não é tanto assim. Imagine, por exemplo, um rio dentro da sua empresa que une todos os departamentos: finanças, comercial, produção, marketing, etc. Se o fluxo desse rio não for livre, o que acha que acontece? Por exemplo, se o seu departamento de marketing e o seu departamento comercial estiverem separados por uma barragem, a informação do terreno recolhida pelos vendedores não passa para o marketing. Resultado: peças de marketing e campanhas pouco otimizadas. Se o seu departamento de produção e o seu departamento comercial têm uma barragem entre si, o que acha que irá acontecer??? Uma inevitável falha de comunicação que leva a que os clientes não tenham os seus produtos nas datas que deviam ou, se for no sentido inverso, produtos que não têm total aceitação por parte dos clientes ou então desenquadrados da oferta que a concorrência lhes oferece. O fenómeno das barragens tem também um problema adicional: é que apesar de ser praticamente lógico pensar que em tempos de crise se devia esforçar para diminuir tudo isto, a verdade é que quanto maior for o stress organizacional, maior incidência tem este fenómeno. Quanto mais tememos pelo nosso posto de trabalho, mais temos tendência a fechar-nos e a não deixar que a informação flua. Agora como é que tudo isto se combate? Principalmente com um sentido de visão inspirado pela liderança da empresa e, acima de tudo, com muita comunicação entre todos. O fundamental nestas situações é que os quadros de direção de topo se unam e “falem” sobre tudo isto, inspirando no resto das pessoas uma visão comum que inspire ela própria o alinhamento empresarial.… [ Ler mais… ]
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Coaching Empresarial: Ainda se lembra de brincar com legos?
Ainda se lembra de brincar com legos? Faz parte do imaginário infantil de muitos de nós! Chegavam a ser tardes inteiras onde com alguns modelos básicos e peças semelhantes criávamos cidades, carros e outros transportes, pessoas, monstros e naves espaciais. Não importava se as cores não combinavam, se as peças não eram exactamente iguais, se o que tínhamos não era da última geração, o que importava era brincar com as peças. E os que ainda podem brincar aos legos com os filhos, aposto que por vezes se sentem ainda mais entusiasmados que os miúdos. Depois crescemos e termina a possibilidade de brincar com os legos, ou não? Quando trabalhamos com equipas, seja qual for a dimensão das mesmas, na complexidade dos processos comerciais e na duração do ciclo de venda há alguma semelhança com o brincar com legos. Quer saber como? Modelos simples Se reparar, os legos têm como base peças de uma dimensão muito reduzida e com poucos modelos diferentes. Estamos a falar de uns modelos básicos para a construção de TUDO o que a nossa imaginação é capaz de criar. E nas empresas, quais são os modelos base que existem dos quais parte todo o trabalho criativo? Gostando da simplicidade, sem ser simplista, e trabalhando de perto com equipas num contexto cada vez mais desafiante, existe uma necessidade cada vez maior de nos focarmos no que de facto são os modelos importantes e alicerçar neles toda a actividade empresarial. – Visão da empresa A visão é uma pequena peça que pode fazer a diferença não só na motivação da equipa, mas também no seu fcus. Da visão da empresa surgem os caminhos importantes a seguir, o futuro que se pretende e a envolvência de todos os colaboradores nesse objectivo de vida. – Indicadores de Performance São dos modelos mais úteis que permitem identificar pontos importantes de sucesso e medir o caminho a seguir por cada colaborador.… [ Ler mais… ]
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Planear… O que o trouxe até aqui…
O que o trouxe até aqui… Não o leva até onde vai querer chegar! Este é um dos maiores problemas que vemos nas empresas! As equipas fizeram determinadas apostas, acções e planos e ao longo de uns tempos conseguiram, de facto, crescer e passar de um ponto A para um ponto B. Mas hoje em dia o mercado deu uma tremenda reviravolta e as empresas estão a chegar à conclusão de que para alcançarem metas diferentes terão de fazer coisas diferentes. Os clientes estão mais exigentes, as empresas necessitam de abordar o mercado de forma diferenciadora, a concorrência está mais agressiva que nunca e as equipas andam aflitas e desmotivadas. Neste contexto não faz qualquer sentido manter determinadas dinâmicas ou estratégias. E se por um lado muitas empresas entendem que a altura é de inovar, outras ainda estão na dúvida ou na incerteza de como o fazer. O que funciona Antes de começar a transformar toda a estratégia da empresa tem de pensar no que está neste momento a funcionar. Nem todas as acções são passíveis de ser excluídas, mas tem de medir o que está a funcionar. O ideal é durante um trimestre medir o sucesso e o número de leads conquistadas das estratégias que está a pôr em marcha. Calcular ainda a taxa de conversão das mesmas, pois umas serão mais eficazes que outras. Medir o custo de aquisição de cada cliente será um número interessante de determinar e de tentar reduzir ao máximo. Existem clientes que custam muitos recursos à empresa para a facturação que trazem e a menos que estejam perfeitamente identificados como líderes de opinião ou estratégicos, teremos de ter cuidado com a forma como utilizamos os recursos. O que os outros fazem E quando falamos de outros, podem ser outras empresas, outras equipas, a concorrência.… [ Ler mais… ]
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Que futuro escolheu para a sua empresa?
Pensar o futuro hoje em dia pode ser um desafio deveras complexo para alguns responsáveis de empresas! Acima de tudo, porque o contexto está recheado de variáveis que não são passíveis de ser controladas e tornam toda a actividade empresarial mais incerta e mais imprevisível. Hoje convidamo-lo a fazer um exercício de futuro. Ainda que livros como o “Segredo” e “A Lei da Atracção” sugiram o desenhar o futuro como forma de o tornar presente, este acto não pode ser visto como uma aquisição passiva do mesmo. Ou seja, sem acção, sem tentar fazer, sem ir à procura de algo, sem uma estratégia, nunca iremos atingir ou encontrar esse futuro. Por isso não basta querer, é necessário fazer o que for necessário para não nos desviarmos do caminho e é preciso também ser uma pessoa diferente e melhor, para dessa forma atingirmos o futuro que queremos. Não existem, no entanto, fórmulas mágicas para o sucesso! Quando ouvimos empreendedores de sucesso, cientistas, prémios Nobel e outras figuras de destaque a falar, todos referem um desejo inabalável de tornar os sonhos em realidade. Explicam como aprenderam com os erros, com os problemas que enfrentaram, e como arranjaram motivação para não desistir e voltar a tentar uma e outra vez. Gostamos de desafiar as equipas a construírem o seu próprio futuro e, quando é possível, a desenharem uma mandala, que nada tem a ver com as conhecidas mandalas tibetanas, feitas com areia colorida em padrões intrincados. Este exercício é um momento em que a equipa trabalha em conjunto e é desafiada a pensar num outro futuro, a desenhá-lo e a ousar construir uma meta ambiciosa, quer para a empresa, quer para cada um deles. As mandalas estão divididas em quatro partes: o Futuro, as Debilidades, as Forças e as Aprendizagens. Através de recursos de imagens, fotografias e criatividade, são convidados a viajar no tempo, e a chegar a um futuro com um intervalo de 1 a 2 anos.… [ Ler mais… ]
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Síndroma da Sandwich: Sente-se entalado na sua empresa?
Síndroma da Sandwich? Desta vez iremos dedicar este espaço a umas pessoas especiais: as chefias intermédias. Muito se tem falado em liderança em termos de gestão de topo e, obviamente, dedicamos muitos dos conteúdos a apoiar quem está “no terreno”, de algum modo mais ou menos activo. Em Portugal, a estrutura das empresas é tipicamente vertical, existindo muitas vezes mais de dois níveis de hierarquia a separar a equipa de vendas, por exemplo, do Director Geral. São estruturas com vários níveis de decisão, umas com maior agilidade e outras mais complicadas em termos de capacidade de acção rápida. Deste modo, as nossas empresas perdem um pouco a flexibilidade que seria expectável e reagem mais lentamente a alterações de mercado, clientes, à necessidade de refazer estratégias, entre outras acções. Em termos de liderança, as chefias intermédias sofrem da chamada Síndrome da Sanduíche. Quando trabalhamos com líderes de equipa, o grande problema que se põe é a escolha entre o E e o OU. Estes colaboradores sentem-se completamente ensanduichados entre a sua chefia, a quem têm de reportar, e os colaboradores que reportam a si. E o que têm de entender é que não precisam de escolher entre E ou OU, mas sim fazer as duas coisas. Quando trabalhamos com as chefias intermédias, uma das abordagens que temos em termos de liderança tem a ver com as equipas onde “jogam” diariamente. Daí que estejamos a falar em juntar o E e o OU. 1. Têm de trabalhar bem com a equipa que têm Os líderes têm de saber lidar com as suas equipas, sejam estas comerciais, produção, logística, finanças ou marketing, em termos de motivação, direcção e coaching. É importante que esta equipa entenda as directrizes da direcção geral de modo claro e a forma como estas deverão ser postas em prática. O Responsável da equipa tem de saber ventilar essas guidelines sem colocar em causa a chefia da empresa, de modo isento e profissional, e explicando de modo simples e directo a toda a equipa como tal vai ser feito.… [ Ler mais… ]
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Gosta de controlar?
Controlar? Não se trata de ter tudo sob controlo, pois tal é impossível e sabemos bem disso. Há muitas variáveis sobre as quais não temos qualquer controlo e sabemos qual é o seu efeito positivo ou negativo. No entanto, quando falamos em controlo nas empresas falamos do tipo de controlo que é mais plausível ter, do que se consegue de alguma forma controlar e que poderá ajudar a manter um pouco mais perto de si o que se passa na empresa e com as equipas. Podemos comparar assim os factores de controlo de uma empresa com os alicerces de um arranha-céus. Quanto mais profundos forem os alicerces, mais estável é o edifício e mais alto pode ser. Mas o que entendemos por controlo numa empresa? Precisamos de dividir este controlo em 4 áreas fundamentais: Controlo de tempo Controlo Financeiro Controlo de Distribuição Controlo de Destino 1. Controlo do tempo É a queixa número um de hoje em dia, seja qual for a posição ocupada na empresa. Mas mais tempo para quê? Para usar em quê? Com que finalidade? É prioritário criar categorias para as acções que fazemos e dividi-las segundo o grau de urgência e importância: Não urgente e não importante: tempo de distracção e de produtividade nula, mas de que também precisamos de vez em quando no dia-a-dia para descontrair. Urgente e não importante: É urgente para alguém, mas não para nós, e passamos à profissão de “bombeiro”. São muitos os que nos sugam o tempo e nos distraem do que precisamos mesmo de fazer e a sensação que temos ao chegar ao fim do dia é de puro esgotamento. Urgente e importante: tem mesmo de ser feito, precisa de RESPOSTA, e é aqui que temos de estar grande parte do tempo. Não urgente e importante: zona fundamental para o crescimento da empresa e onde trabalhamos mais com as empresas.… [ Ler mais… ]
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