Etiqueta: Crise

Já saiu do armário como líder?
Liderança e Coaching·9 Fev 2026·9 min. de leitura

Já saiu do armário como líder?

Liderança em tempos de crise não é sobre controlo. É sobre coragem. Vamos começar sem rodeios. Existe muita gente em cargos de liderança que nunca liderou ninguém. Só geriu tarefas, controlou agendas, cobrou resultados, fez reuniões intermináveis. E durante anos isso foi suficiente. Enquanto o mercado crescia, o dinheiro entrava, enquanto as equipas aguentavam caladas. Mas depois veio a realidade. Pandemias, guerras, inflação, layoffs, equipas remotas, burnout coletivo, gerações que já não aceitam o “porque eu mando”. E, de repente, aquela liderança “certinha” deixou de funcionar. O PowerPoint já não resolve, o cargo já não impõe respeito, o título já não garante seguidores. Hoje há uma pergunta brutalmente simples que separa líderes reais de figurantes no teatro corporativo: Quando as coisas apertam… as pessoas aproximam-se de ti ou afastam-se? Se se afastam, lamento dizer: Tu não lideras,  apenas ocupas um lugar no organograma. A crise é o detetor de mentiras da liderança Em tempos normais, quase todos parecem competentes. Os processos fluem, os clientes compram, a equipa entrega. É fácil “parecer líder” quando nada dói. Mas a crise funciona como um raio-X expõe: incoerências egos frágeis decisões adiadas culturas tóxicas disfarçadas de “alta performance” A crise retira a maquilhagem à liderança, e o que sobra é quem realmente és. Não o teu discurso, não o teu LinkedIn, não o teu MBA. Tu. Sem filtros! É por isso que gosto de fazer esta provocação: 👉 Já saíste do armário como líder? Ou ainda te escondes atrás de um personagem? “Sair do armário” na liderança não é o que pensas! Não tem nada a ver com identidade pessoal. Tem a ver com outra coisa bem mais desconfortável: Autenticidade. É deixar de representar o papel do “líder perfeito”. Porque sejamos honestos… a maioria dos líderes vive numa espécie de teatro corporativo. Fazem: voz firme nas reuniões respostas rápidas para parecerem confiantes frases motivacionais do LinkedIn “está tudo sob controlo”, mesmo quando não está Mas a equipa percebe.… [ Ler mais… ]

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Será que estamos em crise?
Estratégia e Gestão·5 Jan 2026·3 min. de leitura

Será que estamos em crise?

Como Impulsionar a Sua Empresa em Tempos de Incerteza!Tem sentido que os seus clientes deixaram de comprar? Sente-se preso num ciclo de inatividade perante a conjuntura atual? Esta é a realidade de muitas empresas em Portugal. Mas a verdadeira questão é: está preparado para mudar? Ou continua à espera que as coisas melhorem por si só?A dura verdade é que muitas empresas, apesar de sentirem o impacto da crise, optam por adotar uma postura passiva. Em vez de reagirem e tomarem medidas proativas, limitam-se a cortar despesas, esperando que os ventos mudem. Este é um caminho perigoso e pode levar ao declínio inevitável do seu negócio.Os Erros Comuns em Tempos de Incerteza📉 Reduzir o contacto com os clientes: É compreensível tentar cortar custos, mas abrandar as visitas e reuniões com clientes é um erro fatal. Substituir encontros presenciais por simples chamadas telefónicas ou e-mails demonstra falta de empenho e pode afastar os clientes mais leais.🚫 Evitar investir em marketing e formação: muitos gestores acreditam que o marketing é um luxo e que a formação dos comerciais é um desperdício. No entanto, em tempos de crise, estas ferramentas são essenciais para destacar a sua empresa no mercado e capacitar a sua equipa com novas abordagens e motivação.⚠️ Cortes na qualidade dos produtos: reduzir a qualidade para baixar custos é uma solução de curto prazo que pode comprometer a reputação da sua marca. Clientes insatisfeitos dificilmente voltarão.🕒 Adiar lançamentos ou campanhas publicitárias: a falta de visibilidade durante a crise faz com que o seu negócio se torne irrelevante. Não divulgar os seus produtos é o mesmo que desaparecer do mercado.A Solução: Reagir e Agir!Em tempos de incerteza, é fundamental mudar de mentalidade e adotar uma atitude proativa. Em vez de aceitar o “status quo”, veja o momento atual como uma oportunidade de crescimento e reinvenção.🤝 … [ Ler mais… ]

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O que é que gostava de alterar na sua empresa?
Estratégia e Gestão·24 Nov 2025·5 min. de leitura

O que é que gostava de alterar na sua empresa?

Uma das questões que habitualmente colocamos aos empresários e gestores com quem trabalhamos é precisamente esta: “O que gostava de alterar na sua empresa?” Embora pareça simples, muitas das vezes provoca reações bastante diversas. As respostas podem ir do “tudo” até questões mais cirúrgicas, como sendo, aumentar as vendas, diminuir os custos, receber a tempo e horas, e por aí adiante… Mas a resposta que me foi dada esta semana por um quadro de direção de topo de uma grande empresa foi: “Olhe, não sei. Não sei por onde começar.” O problema, ou problemas, eram tantos que esta pessoa especificamente já não sabia para onde se havia de virar. Esta é uma situação que surge bastantes vezes à nossa equipa, nos dias que correm, no terreno. Com a crise, com a diminuição do consumo, com a queda no imobiliário, com… Mas será que tudo isto importa? No nosso entender, é algo que deve ser considerado, mas que tem de ser tomado como uma nova variável no mercado. E mesmo sendo a nossa equipa bastante otimista e positiva, tem sido esta variável que aconselhamos os nossos clientes a manterem nas suas cabeças quando realizam planos e expectativas. Ou seja, planear para um cenário onde a crise ainda se mantenha por mais algum tempo. Por quê? Para que se possa planear para o pior e esperar o melhor, como costumamos dizer internamente. A questão é, voltando ao tema do artigo, como podemos alterar algo na empresa neste tipo de clima económico. Umas das coisas que costumo perguntar às empresas nestas situações é qual a sua Visão e Missão. “Missão e Visão?”, estará provavelmente a pensar. Sim, visão e missão, o que queremos validar é se a empresa tem princípios que norteiam a sua actuação ou, geralmente, se tiveram e já não se lembram deles.… [ Ler mais… ]

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Já chamou o INEM?
Estratégia e Gestão·13 Abr 2020·5 min. de leitura

Já chamou o INEM?

Há ocasiões em que é mesmo necessário actuar de imediato, sem hesitações, sem receios e de forma eficaz. Nas empresas acontece precisamente o mesmo. Há ocasiões em que temos de accionar mecanismos de emergência para que as situações sejam ultrapassadas. Mesmo nas empresas onde verificamos que existem estratégias definidas, processos sólidos e métodos comprovados de que tudo funciona, ocorrem períodos de crise, sejam estes de pequena ou grande dimensão. Nestas alturas é necessário garantir que existe implementado na empresa um sistema de alerta máximo e um INEM. Por isso a preparação é tudo. Não passa pela cabeça de ninguém ir sem preparação médica ou paramédica adequada para uma ambulância do INEM, assim como nas empresas, quanto mais depressa colocar a sua equipa a postos para emergências, mais fácil será depois detetar e responder a desafios internos e externos. Mas então como preparar a equipa para as emergências? Precisa de construir na sua empresa o seu próprio Inovação Tem de estar sempre presente o conceito de inovação. Todos os colaboradores da empresa têm de pensar constantemente em inovar. Não se trata de estar a descobrir produtos novos ou serviços diferentes, seguindo um princípio estratégico ou algo do género. Tem a ver com a noção de que podemos inovar em TODOS os departamentos e a qualquer momento. Para isso, a inovação deve ser explicada como um processo normal de melhoria contínua em qualquer departamento da empresa, mas que para serem identificados os problemas ou acções a melhorar, os colaboradores têm de estar alerta e preparados para pensarem neles de modo construtivo e inovador. Para isso desenvolva processos que ajudam a sua equipa a sair fora da caixa, tais como: – Bancos de Ideias: uma maneira de os obrigar a pensar em algo de diferente para os seus próprios departamentos ou processos – Reuniões de brainstorming: também chamada de reunião do post-it.… [ Ler mais… ]

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Não gosta de dar más notícias?
Estratégia e Gestão·2 Set 2019·4 min. de leitura

Não gosta de dar más notícias?

Hoje é dia de abrir uma excepção e falar de política! Calma, não entrámos em campanha e nem vou emitir qualquer tipo de juízo ou preferência, vou apenas constatar um facto que me saltou à vista com a comunicação que esta noite foi feita ao país, estrategicamente colocada no intervalo de um jogo entre o Real Madrid e o Barcelona, em que alguém durante uns minutos só debitou boas notícias. E cheguei a esta conclusão, de facto, ninguém gosta de más notícias! Mas saber que certos cortes não vão acontecer, que o cenário não é tão negro, que afinal o 13.º mês não desaparece, que a ajuda será de 3 anos, que as tais obrigações do tesouro são boato, etc., etc., dei por mim a questionar… então, afinal, o que vai acontecer? Fica para depois do jogo de futebol. E por aqui encerro o momento político, fazendo agora o paralelismo desta situação com o que observamos nas empresas. E nas empresas muitas vezes acontece exatamente o mesmo. As más noticias são más de dar e de ouvir, ninguém gosta de ser o portador da desgraça, nem o mensageiro que transmite as informações mais pesadas e complicadas e que, no fundo, ninguém quer escutar. As boas notícias têm a porta aberta a qualquer hora, são sempre bem-vindas, mesmo quando não são assim tão boas ou estão rodeadas de consequências. Porquê dar as más notícias? Ao trabalharmos com equipas, observamos muitas vezes este receio das chefias: dar más notícias. E as questões que nos colocam perante essa eventualidade são: Porque será que as temos de dar? E se a equipa se desmotiva? E se acham que estamos a exagerar?

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