Etiqueta: Acção

Que futuro escolheu para a sua empresa?
Pensar o futuro hoje em dia pode ser um desafio deveras complexo para alguns responsáveis de empresas! Acima de tudo, porque o contexto está recheado de variáveis que não são passíveis de ser controladas e tornam toda a atividade empresarial mais incerta e mais imprevisível. Hoje convidamo-lo a fazer um exercício de futuro. Ainda que livros como o “Segredo” e “A Lei da Atracção” sugiram o desenhar o futuro como forma de o tornar presente, este acto não pode ser visto como uma aquisição passiva do mesmo. Ou seja, sem acção, sem tentar fazer, sem ir à procura de algo, sem uma estratégia, nunca iremos atingir ou encontrar esse futuro. Por isso não basta querer, é necessário fazer o que for necessário para não nos desviarmos do caminho e é preciso também ser uma pessoa diferente e melhor, para dessa forma atingirmos o futuro que queremos. Não existem, no entanto, fórmulas mágicas para o sucesso! Quando ouvimos empreendedores de sucesso, cientistas, prémios Nobel e outras figuras de destaque a falar, todos referem um desejo inabalável de tornar os sonhos em realidade. Explicam como aprenderam com os erros, com os problemas que enfrentaram, e como arranjaram motivação para não desistir e voltar a tentar uma e outra vez. Gostamos de desafiar as equipas a construírem o seu próprio futuro e, quando é possível, a desenharem uma mandala, que nada tem a ver com as conhecidas mandalas tibetanas, feitas com areia colorida em padrões intrincados. Este exercício é um momento em que a equipa trabalha em conjunto e é desafiada a pensar num outro futuro, a desenhá-lo e a ousar construir uma meta ambiciosa, quer para a empresa, quer para cada um deles. As mandalas estão divididas em quatro partes: o Futuro, as Debilidades, as Forças e as Aprendizagens. Através de recursos de imagens, fotografias e criatividade, são convidados a viajar no tempo, e a chegar a um futuro com um intervalo de 1 a 2 anos.… [ Ler mais… ]
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Não há fumo sem fogo…
Numa altura em que o nosso país vive a angústia dos incêndios, não posso deixar passar a oportunidade de louvar todos os que de forma voluntária estão a ajudar no combate a este flagelo. No teatro das operações estão bombeiros, militares, população e tantos outros que se associam de forma altruísta e, infelizmente, com o custo de vidas humanas, para ajudar outros, proteger casas e pessoas e evitar a devastação das nossas florestas tantas vezes destruídas. Todos os anos observamos o mesmo cenário. Com maior ou menor gravidade, todos os anos ardem dezenas de hectares de florestas e mato por descuido, por interesses, por delinquência, entre outros. E sim, onde há fumo há fogo, quer nas nossas florestas quer muitas vezes nas nossas empresas. Há muitos sinais que nos alertam para a hipótese de “fogo” nas empresas e não estamos a falar de comentários que muitas vezes escutamos de pessoas que se apelidam de “bombeiros” por safarem tantos fogos. Os métodos que se vai utilizando para minorar os problemas dos incêndios são semelhantes aos que devem ser postos em prática nas empresas. Prevenção É o início de tudo. A prevenção começa em várias frentes e todos os anos. A prevenção passa por perceber onde cometemos mais erros e por tomar as providências para que não tornem a acontecer. Pense em todos os pontos de que se esquece, todas as acções que foram adiadas e todos os erros cometidos ou quedas que aconteceram, voluntárias ou não, e partilhe-os com a equipa para que tal não voltar a acontecer. No fundo, como nas florestas se limpa o mato e se preparam as viaturas e os operacionais, também nas empresas temos de fazer o mesmo. Preparação Ao longo dos anos tem-se apostado na melhoria dos serviços e na qualificação dos efectivos. Daí que a aposta na preparação seja fundamental.… [ Ler mais… ]
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