Liderança e Coaching

Sabe quais são os 4 fatores de sucesso na liderança comercial?
1. Entender Entender bem o produto/serviço que vendem e transmitir aos seus comerciais quais os benefícios para o cliente. Entender a sua empresa, os seus competidores e a sua indústria. Estes dois fatores são duas das condicionantes mais importantes de criação de credibilidade perante a equipa comercial. Entender a sua equipa, tanto de uma forma coletiva como individual, e utilizar esse conhecimento para trazer ao de cima o melhor de cada um deles. 2. Preocupar-se Preocupar-se verdadeiramente com cada uma das pessoas da equipa. Como parte deste processo, conseguem distinguir o que de facto importa para estas pessoas, tanto como indivíduos, bem como membros da equipa. Preocupar-se com os clientes, o que poderá significar que querem de facto fornecer o melhor serviço/produto possível. Mesmo que para isso tenham de dar ao cliente o seu número de telefone particular. Por exemplo, para resolver um problema que surja fora de horas ou fazer uma visita ao projeto ao fim de semana para garantir a correta resolução do problema. Preocupar-se com os resultados. Para eles é uma condição absolutamente visceral, o atingir das metas e objetivos propostos. 3. Ensinar Passar pelo menos 25 a 33% do seu dia a realizar acompanhamento e formação no terreno, direcionando a sua atenção para o terço do meio da sua equipa de vendas. Porquê? Porque reconhecem que ao elevar o desempenho dos seus vendedores medianos, irão condicionar a que a sua atuação seja cada vez mais semelhante à das estrelas da sua equipa e daí contribuir ainda mais para os resultados. 4. Inspirar Conseguir inspirar as suas equipas para colocação a si próprias de objetivos elevados e de excelência. Ao mesmo tempo, proporcionar-lhes as ferramentas e a confiança necessária para os atingir. Conseguir derrubar barreiras, fazendo com que as coisas aconteçam dentro da empresa em nome da sua equipa.… [ Ler mais… ]
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Intuição: E se tudo na vida fosse uma percentagem?
Quando falamos de intuição, uma das coisas que ainda me incomoda nos dias de hoje é o facto de a maior parte das pessoas viver a vida com base numa percentagem. Seja a probabilidade de as coisas correrem bem, seja o facto de por vezes não irmos por um caminho porque alguém nos diz que pode ser perigoso face ao alto… E você? Quando foi a última coisa que fez em que o seu lado lógico não tenha entrado no processo? Quando foi a última vez que no seu processo de liderança a decisão que tomou veio da “barriga” e não da cabeça? Ou, se quiser, quando é que foi a última vez que não falou “Excel”? Lembra-se do “Excel”? Aquele programa de folha de cálculo que serve, entre outras coisas, para criar tabelas, fazer cálculos simples ou complexos, e que em muitas das suas situações como líder faz todo o sentido? Agora o problema é… será que o resto do seu corpo fala “Excel”? Será que as pessoas que lidera o falam também? Por vezes temos tendência a pensar que sim. Mas será mesmo que as pessoas à nossa volta o fazem naturalmente e sem esforço? Nos primeiros anos de desenvolvimento de uma criança existe um estado muito interessante que é o estado de aprendizagem não condicionada. É uma época em que as crianças aprendem sem esforço, porque conceitos como certo ou errado não existem ainda na sua cabeça. Mas será que existem mesmo ou são condicionalismos da nossa sociedade? Será que não nos são impostos por aprendizagem forçada nas organizações? A maior parte das pessoas não tem à vontade com o “caos”, é algo que para elas é complicado. Muitas vezes por medo do conflito que tem tendência a provocar, muitas vezes porque a sua estrutura mental não está tão inclinada para esse modo de funcionamento.… [ Ler mais… ]
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O que é que a Liderança tem a ver com as sanduíches?
Uma das questões que mais vezes nos surge no decorrer da formação Arte da Liderança e Coaching Comercial que temos realizado nos últimos anos tem precisamente a ver com isto. A síndrome da sanduíche! Mas afinal o que é isto? Por vezes, nas organizações, os líderes sentem-se completamente ensanduichados entre as pessoas que lideram e a gestão de topo da empresa. Pode parecer piada, mas é um dos problemas em que somos mais vezes chamados a intervir. A ideia é a seguinte: De cima temos orientações de como gerir algumas situações polémicas. Podem ser cortes nos ordenados, podem ser mudanças no sistema de remuneração, pode ser o facto de termos de despedir alguns dos elementos da nossa equipa devido a cortes orçamentais, enfim, está já a ver o teor da questão. Em baixo temos as nossas pessoas, que esperam que as defendamos e que façamos o melhor para elas e para a equipa. No entanto, nem sempre isso é possível. Quando encostados à parede pela nossa própria chefia, nem sempre conseguimos dizer não ou sugerir alternativas ao processo. O que acontece muitas vezes é que o líder nesta circunstância não adota, no nosso entender, a postura correta. Vamos analisar as opções que temos: Discordar da nossa própria chefia e despedimo-nosComunicar à equipa que a decisão vem de cima e que não se pode fazer nadaOu assumir a decisão, correndo o risco de toda a equipa ficar contra nós Numa situação destas, o que faria? É que parece que estamos mesmo no meio de uma sanduíche. A questão, como deve imaginar, não é fácil e não tem uma só resposta. Na nossa opinião, a solução para o problema deveria ser a seguinte: Discutir com a nossa chefia a questão abertamente e sem medos, colocar todos os argumentos possíveis na mesa e tentar inverter o processo.… [ Ler mais… ]
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Já tirou as escamas aos seus vendedores?
Hum? Vendedores e… escamas? Sim, escamas! Muitas vezes na vida temos um petisco enorme à nossa frente, mas que tem pequenos problemas que têm de ser resolvidos, o que costumamos designar por escamas. Um bom vendedor nem sempre o é numa primeira abordagem. Um bom diretor comercial nem sempre o é à partida. A questão é: até que ponto estamos cientes que é necessário tirar-lhes as escamas para que possam ter o rendimento esperado? No nosso trabalho de formação, consultoria integrada, recrutamento e seleção somos confrontados muitas vezes com esta situação. A maioria dos processos de recrutamento de vendedores tem tendência a falhar por algumas razões. Não existe um plano de integração coerente do vendedor na empresa, nem existe um manual de procedimentos comerciais. Muitas vezes nem sequer existem regras claras e definidas, para que a pessoa saiba, sem dúvidas, com o que pode contar. Face a este panorama, o processo de integração do novo elemento na equipa está muitas vezes condenado à partida. Quando recrutamos um bom comercial, o seu custo é habitualmente bastante elevado. Não só pelo custo do processo de recrutamento, mas também pelo “tempo de arranque” do comercial. O que um decisor, que recruta um comercial espera é que este, sendo uma figura sénior, possa rapidamente apresentar resultados. No entanto, na maior parte dos casos, deixa o novo elemento entregue a si próprio ou fá-lo acompanhar por um dos vendedores mais antigos. Aqui colocam-se várias questões. A primeira é que se o processo de integração for mal estruturado, o vendedor pode, de facto, começar a dar rendimento rapidamente, mas provavelmente não o fará com todo o potencial que poderia ter. A segunda é que por vezes, ao colocá-lo em demasia a acompanhar vendedores mais antigos, poderá dar-se o caso de este novo elemento “beber” os vícios dos elementos mais séniores da equipa.… [ Ler mais… ]
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Será que há Segurança na Insegurança?
Uma das questões que lançamos no Facebook esta semana foi precisamente esta. Há Segurança na Insegurança? Quem me conhece mais de perto sabe que passei por momentos um pouco difíceis em 2002, quando a empresa onde ocupava o cargo de Director Geral cessou as minhas funções. Foram tempos muito duros, similares ao que muitos profissionais de topo estão a passar neste momento. Se na altura as coisas foram complicadas, hoje em dia dou graças por toda a reaprendizagem que tive de fazer. Se hoje tenho sucesso, se hoje tenho segurança, se hoje tenho a minha vida ajustada aos tempos que correm, deve-se em parte muito a esse período negro da minha vida. Mas podem perguntar: o que é que isto tem a ver com a segurança na insegurança? Nesses tempos aprendi a confiar mais no poder do trabalho. Explicando, em tempos de incerteza temos de nos voltar para a única variável que dominamos. Ou seja, o nosso trabalho. Seja como comerciais, como líderes ou como pessoas que estão desempregadas, têm de existir na nossa vida nestas épocas duas coisas: 1. Visão O que quero ao final do túnel?Para onde quero ir?O que quero que aconteça na minha vida daqui a um ano?Como quero que esteja a minha família?Se quero estar empregado, em que tipo de emprego?Se quero montar um projecto, que tipo de projecto?Em termos de saúde, como quero estar? Ao fim ao cabo, trata-se de ter um foco que nos permita levantar de manhã e saber por que razão vamos lutar hoje. 2. Movimento Um das coisas que é fundamental é trabalhar todos os dias nessa visão. Uma das coisas que deita um ser humano abaixo é não ter nenhuma base de apoio. Ora, em situações de crise a questão é: onde está a minha base? Na experiência de vida que tenho, essa base assenta em sentirmo-nos em movimento.… [ Ler mais… ]
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A Arte de Fazer Perguntas: Lembra-se da Mafalda?
Uma das coisas que me faz recordar os meus tempos de criança são os famosos livros da Mafalda. Principalmente uma personagem que passava a vida a perguntar: “Porquê?” Todos nós sabemos que os miúdos são exímios a perguntar sequencialmente “porquê?” enquanto não ficam satisfeitos com a resposta. A questão é: “Mas o que é que isto tem a ver com a Liderança?” De tudo um pouco. Como líderes, por vezes o nosso trabalho é ajudar as pessoas que lideramos a chegar a um novo patamar de performance. Ou, quando muito, a desbloquearem situações nas quais encalharam e das quais não conseguem sair dado estarem tão envolvidos nelas. A forma mais eficaz que conheço prende-se um bocado com o princípio de dar o peixe ou ensinar a pescar. Na gestão fala-se frequentemente de “ensinar a pescar” ou “dar o peixe” e qual delas é mais eficaz. Seria por vezes muito simples chegar ao pé de uma pessoa e dizer-lhe o que está mal e como fazer para o corrigir. O problema prende-se com: “Será que ela vai aprender alguma coisa com isso?” Na maioria dos casos não! Poderá aceitar mudar o que está mal, mas a nível cerebral nem sempre a integração é tão profunda como eu, enquanto líder, gostaria que fosse. Então qual a melhor forma de o fazer? No meu entender, utilizando perguntas que direccionem o processo de pensamento da pessoa que estamos a liderar, de forma a conseguir que ela por si chegue às conclusões necessárias e faça as alterações que se pretendem. O que lhe vou apresentar a seguir é um conjunto de sete questões que utilizamos frequentemente com os nossos clientes e que ensinamos nos nossos programas de liderança. Que opções é que consegues ver nesta altura face à situação em causa?Que passos ou acções é que achas que seria possível dar neste momento?Que… [ Ler mais… ]
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