Etiqueta: Comunicação

Storytelling em Vendas: Como Contar Histórias que Fecham Negócios
Vendas·23 Mar 2026·4 min. de leitura

Storytelling em Vendas: Como Contar Histórias que Fecham Negócios

Quantas vezes já saiu de uma reunião de vendas com a sensação de que disse tudo certo, apresentou todos os números, mostrou todas as vantagens… e mesmo assim o cliente ficou com aquela cara de “vou pensar”? Pois é. O problema não é o que disse. É como disse. Sabe o que é curioso? Nós, seres humanos, somos péssimos a reter dados. Um estudo da Universidade de Stanford mostrou que as pessoas retêm 63% das histórias que ouvem, mas apenas 5% das estatísticas. Cinco por cento. Leia outra vez. E no entanto, o que é que a maioria dos vendedores faz nas suas apresentações? Carrega no PowerPoint, enche slides de gráficos e tabelas, e debita funcionalidades como se estivesse a ler a lista de compras do supermercado. Claro! Funciona lindamente. O cliente fica tão entusiasmado que até pede para repetir. Ou não. A verdade é que contar histórias — o tal storytelling — não é uma moda de marketing. É a forma mais antiga e mais poderosa que o ser humano tem de comunicar. Antes de haver PowerPoint, antes de haver propostas comerciais, antes de haver sequer a escrita, já havia histórias à volta de uma fogueira. E sabe porquê? Porque uma boa história faz algo que nenhum gráfico consegue: coloca o cliente dentro do cenário. Faz com que ele se veja a viver a solução. Faz com que sinta antes de decidir. Imagine que está a vender um software de gestão de equipas comerciais. Pode dizer: “O nosso software aumenta a produtividade em 23% e reduz o tempo de reporting em 45%.” Correto. E aborrecido. Ou pode dizer: “O João era diretor comercial numa empresa de distribuição. Passava as sextas-feiras inteiras a compilar relatórios que ninguém lia. Às segundas, chegava à reunião de equipa sem saber ao certo quem tinha vendido o quê.… [ Ler mais… ]

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Já saiu do armário como líder?
Liderança e Coaching·9 Fev 2026·9 min. de leitura

Já saiu do armário como líder?

Liderança em tempos de crise não é sobre controlo. É sobre coragem. Vamos começar sem rodeios. Existe muita gente em cargos de liderança que nunca liderou ninguém. Só geriu tarefas, controlou agendas, cobrou resultados, fez reuniões intermináveis. E durante anos isso foi suficiente. Enquanto o mercado crescia, o dinheiro entrava, enquanto as equipas aguentavam caladas. Mas depois veio a realidade. Pandemias, guerras, inflação, layoffs, equipas remotas, burnout coletivo, gerações que já não aceitam o “porque eu mando”. E, de repente, aquela liderança “certinha” deixou de funcionar. O PowerPoint já não resolve, o cargo já não impõe respeito, o título já não garante seguidores. Hoje há uma pergunta brutalmente simples que separa líderes reais de figurantes no teatro corporativo: Quando as coisas apertam… as pessoas aproximam-se de ti ou afastam-se? Se se afastam, lamento dizer: Tu não lideras,  apenas ocupas um lugar no organograma. A crise é o detetor de mentiras da liderança Em tempos normais, quase todos parecem competentes. Os processos fluem, os clientes compram, a equipa entrega. É fácil “parecer líder” quando nada dói. Mas a crise funciona como um raio-X expõe: incoerências egos frágeis decisões adiadas culturas tóxicas disfarçadas de “alta performance” A crise retira a maquilhagem à liderança, e o que sobra é quem realmente és. Não o teu discurso, não o teu LinkedIn, não o teu MBA. Tu. Sem filtros! É por isso que gosto de fazer esta provocação: 👉 Já saíste do armário como líder? Ou ainda te escondes atrás de um personagem? “Sair do armário” na liderança não é o que pensas! Não tem nada a ver com identidade pessoal. Tem a ver com outra coisa bem mais desconfortável: Autenticidade. É deixar de representar o papel do “líder perfeito”. Porque sejamos honestos… a maioria dos líderes vive numa espécie de teatro corporativo. Fazem: voz firme nas reuniões respostas rápidas para parecerem confiantes frases motivacionais do LinkedIn “está tudo sob controlo”, mesmo quando não está Mas a equipa percebe.… [ Ler mais… ]

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Sabe quando desligar o turbo na Venda?
Vendas·28 Jul 2025·4 min. de leitura

Sabe quando desligar o turbo na Venda?

Muitos dos vendedores com que inicialmente começamos a trabalhar sofrem do síndroma do turbo na venda sempre ligado. Confundem entusiasmo nas apresentações de vendas com a velocidade com que debitam o discurso. Parece que querem deitar tudo cá para fora num ápice.Qual é então o problema desta abordagem? Nem todos os clientes funcionam da mesma maneira. Uns são rápidos no interagir, outros muito mais lentos. Uns gostam de ir diretos ao assunto, outros gostam de conversar sobre tudo e mais alguma coisa antes de chegar a vias de facto. Uns detestam entrar em conflito com quem quer que seja, outros adoram destroçar os nossos argumentos de venda à procura da mais pequena incongruência. A ideia aqui é que os nossos clientes são todos diferentes. Se são todos diferentes e eu sou sempre igual, provavelmente algo de errado irá acontecer. Na melhor das hipóteses, algum desconforto na venda, na pior, gera-se uma antipatia ou afastamento por completo. Embora nenhum dos nossos clientes seja igual, ajuda começar a perceber se os podemos agrupar em categorias similares. Mas porquê fazer isto? Porque temos de estabelecer algum sistema que nos permita adaptar a nossa forma de vender face a quem temos à frente. Uma das características que procuramos quando nos sentamos com um cliente é a sua velocidade de interação. Se é rápido a falar, se é muito calmo. Quando utiliza muitas pausas no discurso, se essas pausas são melódicas ou se são abruptas. E porque é que fazemos isto? Porque um dos pontos principais a procurar igualar numa interação de venda é precisamente esta velocidade interna do nosso cliente. De uma forma muito simplista, se ele fala rápido e simpático, devemos ser rápidos e também simpáticos no discurso e acompanhar o seu entusiasmo. Se por outro lado é rápido, mas vai direto ao assunto e possui uma interação mais fechada em termos de sorriso, devemos prosseguir da mesma forma.… [ Ler mais… ]

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Já ouviu falar do Feedback Sanduíche?
Liderança e Coaching·17 Mar 2025·4 min. de leitura

Já ouviu falar do Feedback Sanduíche?

Muitas vezes, aquilo que separa um membro da equipa normal de um membro excecional é a sua capacidade, como líder, de dar-lhe feedback. O feedback deverá ser percecionado como uma oportunidade de os ajudar a melhorar. Ao dar feedback, estamos a ajudar a que possam desenvolver os diversos aspetos da sua vida profissional como membros da sua equipa. Uma das formas de verificar se o seu feedback está a ser eficaz é, por exemplo, analisar se as suas sugestões estão a ser utilizadas ou não. É interessante analisar que a maioria das pessoas tem o que é necessário para conseguir tornar-se excelente nos diferentes aspetos da sua vida profissional. No entanto, para eles é mais fácil continuar a operar na sua zona de conforto do que ser excelente. Se queremos que essas pessoas saiam da sua zona de conforto e consigam dar o próximo passo, devemos, de uma forma contínua e sistemática, dar-lhes feedback que os encoraje a evoluir. O feedback é uma ferramenta excecional para levar a cabo a tarefa de fazer evoluir a sua equipa. Nesse sentido, gostávamos de Vos apresentar uma nova forma de dar feedback que irá por certo ajudar. Trata-se do Feedback Sanduíche. Não comece já a rir-se. Trata-se de uma das melhores técnicas para darmos corretamente feedback à nossa equipa. O feedback Sanduíche é composto por três passos: 1. Elogiar Comece por falar sobre um ou dois pontos que a pessoa tenha realizado corretamente. Quanto mais específico for, melhor será o impacto. Isto tem por objetivo reforçar o que eles já fazem bem, mas, ao mesmo tempo, preparar o terreno para as sugestões seguintes. Quando nos elogiam, normalmente ficamos mais recetivos ao que se segue. 2. Sugerir Faça sugestões referindo “estiveste muito bem, apenas uma pequena sugestão para melhorar ainda mais…”. A utilização da expressão “ainda mais” permite-nos melhorar ainda mais o grau de abertura da pessoa face ao que lhe estamos a dizer.… [ Ler mais… ]

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Na Liderança já ouviu falar da rádio alcatifa?
Liderança e Coaching·9 Dez 2024·3 min. de leitura

Na Liderança já ouviu falar da rádio alcatifa?

Na Liderança, uma das coisas que sempre me interessou foi um fenómeno que existe nas empresas chamado rádio alcatifa. Porquê? Porque pode ser um dos fenómenos mais destrutivos a que teremos o desprazer de assistir em época de instabilidade nas nossas empresas. Ao ter de implementar medidas duras como as que nos dias que correm estão em cima das mesas da maioria das empresas, é inevitável que se faça a apresentação das mesmas e a seguir se dê a rádio alcatifa pelos corredores. Então o que podemos fazer para contrariar este fenómeno? 1. Liderança pelo exemplo Sei que dói, mas não podemos estar a pedir sacrifícios às pessoas que lideramos quando nós próprios não estamos preparados para o fazer. Por mais que me envolva com o tema da liderança, estude, ensine e implemente políticas de liderança nas empresas a nível nacional, chego sempre à conclusão de que a forma de liderar mais eficaz nos tempos que atravessamos é precisamente liderar pelo exemplo. 2. Não protelar a comunicação ou esconder os reais problemas debaixo do tapete Muitas empresas e líderes abstraem-se de comunicar a verdadeira situação da empresa às pessoas que lideram. O resultado disto é normalmente um aumento significativo da rádio alcatifa. As pessoas não são parvas e os rumores correm e espalham-se mais rápido do que o fogo em palha seca. Uma das formas de contrariar isto é precisamente reforçar a comunicação com as pessoas e não deixar que os rumores se iniciem ou, pelo menos, fazer com que sejam logo trabalhados e contrariados. 3. Envolva todos, mas mesmo todos, na solução Quando a comunicação é bem-feita e as pessoas são envolvidas como “pessoas” e não números, geram-se habitualmente dois fenómenos. A debandada ou a união. Aquilo que acontecerá na sua empresa depende um pouco da forma como as pessoas são envolvidas ou não na procura de soluções.… [ Ler mais… ]

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Como é que lidera a sua equipa?
Liderança e Coaching·7 Out 2024·3 min. de leitura

Como é que lidera a sua equipa?

Se todos no mundo fossem iguais, o que é que acha que aconteceria? Muito provavelmente, uma grande confusão. Da mesma forma que não devemos educar dois filhos da mesma forma, não devemos liderar uma equipa toda da mesma maneira. Lembra-se dos tempos em que era liderado em vez de líder? Dava-se bem com todos os seus chefes? Claro que não. Com uns tinha mais facilidade em lidar, com outros nem por isso. Mas porque é que isto acontecia? Muitas vezes, na liderança de equipas, temos tendência a liderar os outros como gostaríamos que nos liderassem a nós.Por exemplo, se sou uma pessoa direta, orientada para resultados, sem papas na língua, gosto que me liderem sem que me façam perder tempo, indo direto ao assunto para que eu possa desempenhar a minha tarefa o melhor que consigo. Se eu sou uma pessoa muito relacional, provavelmente gosto que pensem que não sou uma máquina e que para além de produzir resultados, também tenho sentimentos e necessito de algum tempo e conversa para interiorizar a tarefa em questão. Se sou uma pessoa muito analisadora, gosto que vão diretos ao assunto, mas que me deem toda a informação que necessito de uma forma detalhada e me deixem em paz para realizar a tarefa em questão. Se sou uma pessoa muito social, gosto de conversar um pouco sobre tudo, estabelecer a relação com o meu interlocutor, e que, acima de tudo, a tarefa me dê a oportunidade de brilhar perante os meus colegas. Está a ver um padrão? Todos temos, de uma forma mais ou menos acentuada, traços de estilos comportamentais. Estes estilos podem identificar questões como: Quanto tempo deve ser atribuído para a realização da tarefa Como é que a descrição da tarefa deve ser apresentada Se devemos ir diretos ao assunto ou conversar um pouco com a pessoa Se devemos apresentar a informação resumida ou bastante detalhada Como é que devemos manter o controlo na realização da tarefa Como deve imaginar, a lista é bastante extensa.… [ Ler mais… ]

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Sabe usar humor na venda?
Vendas·9 Set 2024·4 min. de leitura

Sabe usar humor na venda?

Humor na venda? Existe um provérbio antigo nas vendas que diz: “Se conseguires fazer rir o teu cliente, vais conseguir vender-lhe quase tudo!”. Embora antigo, continua atual. O humor e a boa disposição são dois ingredientes fundamentais na construção dos relacionamentos com os clientes. Qual é o desafio com o humor? As pessoas não sabem como usá-lo! As pessoas não sabem quando usá-lo! A maioria dos vendedores tem medo de usar o humor. Porquê? Porque pensam que pode dar uma aparência pouco profissional ao seu trabalho. Mas como na Ideias e Desafios, gostamos de novas abordagens às vendas, deixem-me apresentar-vos as nossas 4 razões, para usarem o Humor nos Vossos processos comerciais: 1. O Humor, a última fronteira É fácil aprender acerca do Vosso produto, é fácil aprender acerca do Vosso cliente, é fácil aprender a ciência das vendas (não acredita, venha a um dos nossos workshops), mas é muito difícil aprender a ciência do Humor e mais difícil ainda, aprender a introduzir o humor na Vossa apresentação de comercial. A beleza do Humor é que relaxa as pessoas e cria uma atmosfera mais aberta. Essa atmosfera leva à amizade, respeito e empatia. Referimo-nos ao Humor como a última fronteira, porque é o último elemento que pomos no processo da venda. Colocamos o Humor, quando entendemos o nosso produto, o nosso cliente e a ciência da venda. Se usarmos o Humor e não compreendermos estes três elementos, seremos palhaços em vez de vendedores. O Humor fará com que solidifiquem os Vossos relacionamentos com os clientes e o próprio processo de venda. 2. Usar Humor, mostra a forma mais elevada de domínio da língua Já ouviram com certeza alguém referir-se a outra pessoa dizendo “Este indivíduo é mesmo engraçado”. O Humor é de facto a arte mais difícil de aprender. Mas uma vez dominada, permite ter as bases para a criação de uma relação de empatia mais eficaz.… [ Ler mais… ]

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Problemas: Tem medo de olhar em frente?
Estratégia e Gestão·18 Dez 2023·3 min. de leitura

Problemas: Tem medo de olhar em frente?

De que forma é que enfrenta as dificuldades com que se depara todos os dias? Estará a pensar e a agir de modo estratégico ou operacional? No nosso dia-a-dia resolvemos dezenas de pequenos problemas operacionais. Para qualquer empresário, responsável de área, diretor geral ou supervisor de equipas, essa é uma rotina e algo que fazemos até com alguma destreza. No entanto, no que diz respeito a decisões estratégicas que impliquem avaliar ou validar o nosso modelo de negócio, a forma como abordamos o mercado ou qualquer outra decisão que nos retire da nossa rotina, a maior parte de nós faz uma resistência sem limite. Muitas empresas com que nos deparamos assumem a existência de dificuldades ou problemas em várias áreas de empresa. A visão final é sempre aterradora, pois nada parece ter solução, e a conversa habitualmente cai no contexto: “Mas sabe, o problema é que…”. Os problemas existem, fazem parte do nosso dia-a-dia, uns são mais fáceis de resolver, outros mais complicados, mas para tudo existe solução. O problema é que, cada vez que utilizamos esta forma de expressão estamos a assumir para nós aquilo que eu chamo uma boa desculpa e a evitar a nossa responsabilidade na resolução desse problema. Quando adotamos uma atitude como esta, é muito difícil conseguir implementar a mudança que estes tempos difíceis exigem. As realidades que conhecíamos estão a mudar de dia para dia e isso obriga-nos a mudar e a adaptar as nossas formas de “fazer”. A conjuntura atual implica que temos de ser rápidos nessa adaptação à mudança, portanto está na altura de mudar o seu “script” mental. Mas como poderemos adotar outra postura perante as adversidades? Como ver sempre o “copo meio cheio” e não o “copo meio vazio”? Existem pequenas coisas a fazer e lembre-se que muitas vezes as soluções mais simples são as mais eficazes.… [ Ler mais… ]

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Comunicação: Alô, alô… D. Rosa!
Liderança e Coaching·12 Dez 2022·4 min. de leitura

Comunicação: Alô, alô… D. Rosa!

Quem não se lembra desta fala do memorável António Silva no filme “O Pátio das Cantigas”? Nesse excerto do filme é feito um esforço tremendo por comunicar à D. Rosa que a filha tinha chegado do Brasil. É enviado um pombo-correio, um mocinho de recados, e até via telefónica se tenta avisar a senhora da boa notícia. E isso fez-me pensar sobre a comunicação! Na sua existência ou na falta dela. A comunicação é normalmente apontada como de importância fundamental para a criação de um bom clima organizacional. Quando trabalhamos com equipas em processos de desenvolvimento e consultoria, é um dos tópicos abordados quase de imediato, e na maior parte dos casos os motivos não são bons.A comunicação é fundamental para que não só as pessoas possam perceber o rumo da empresa, como ventilar o que estão a sentir. Se por um lado muitas empresas querem melhorar a sua comunicação interna, outras dispõem já de imensos mecanismos e planos de comunicação, mas sentem que a equipa não entende a necessidade dos mesmos e, mais importante e frustrante, não os cumprem. Numa era em que estamos on-line “all the time”, porque será que comunicar ficou cada vez mais difícil? O que é comunicar? Comunicar, por definição, é um ato essencial ao homem para o seu desenvolvimento social e pessoal. É uma troca de informações, ideias, experiências e sentimentos entre duas ou mais pessoas, tornando comum o conhecimento trocado. Por isso precisamos sempre de emissores, recetores e de uma mensagem – é fundamental para o correto desenvolvimento do ser humano. Por isso, seja das bases para o topo, seja o inverso, tem de ser uma comunicação clara, tem de incluir uma mensagem, tem de ser feita e tem de ser escutada. Os suportes para comunicarmos são cada vez mais diferentes. Temos sem dúvida as tecnologias ao nosso serviço, mas temos também o diálogo, os media, fotografias, imagens e sinais que nos comunicam informação.… [ Ler mais… ]

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Vender Melhor: Já conhece o síndroma do Marido e da Mulher?
Liderança e Coaching·14 Nov 2022·4 min. de leitura

Vender Melhor: Já conhece o síndroma do Marido e da Mulher?

Quando tenta liderar a sua equipa para vender melhor, será que esta ainda o ouve? Já sentiu que nos últimos tempos a sua mensagem já não chega à sua equipa? Queríamos aqui chamar-lhe a atenção para um problema que ocorre nas empresas e que tem a ver com a saturação da comunicação. Ou seja, se pensar, lá em casa, a sua mulher ou o seu marido, conforme o caso, tem alguma dificuldade em o ouvir. Ainda há pouco tempo passei por essa experiência na minha família. Temos vindo a discutir uma mudança numa área pessoal para a minha mulher. Tenho tentado aconselhá-la o melhor que posso, mas noto que por vezes entra por uma orelha e sai pela outra. Conhecem esse fenómeno? Pois… No outro dia foi lá a casa um amigo meu, que também está na área de formação de vendas e desenvolvimento pessoal e com o qual por vezes trabalhamos em parceria. Como de costume tivemos uma amena cavaqueira à qual se juntou a minha mulher já mais para o final. Como não podia deixar de ser, o tema resvalou para a sua mudança pessoal. E basicamente ele aconselhou-a a fazer algo de que eu já a andava a tentar convencer há meses. As palavras que usou foram as mesmas, a forma de expressão foi a mesma, até os exemplos que ele deu foram muito próximos dos meus. Depois de ele ter saído e enquanto arrumávamos a cozinha, perguntei-lhe:“Então o que achaste do conselho que o João te deu?” Ao que ela, para meu espanto, respondeu:“Achei fantástico, vou fazer exatamente isso.” Ora bolas, então eu andava a dizer-lhe aquilo há meses, ele chega e em cinco minutos convence-a exatamente do mesmo. Quando a confrontei com isso mesmo, a resposta dela foi:“Ahhh, ele disse as coisas de maneira diferente.” Como perceberam pelo que escrevi antes, tal não foi o caso, mas quando as pessoas estão muito próximas, por vezes nas empresas a comunicação já não passa.… [ Ler mais… ]

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