Liderança e Coaching·5 Mar 2026·5 min. de leitura
Qual é o cromo da semana?
Sendo neste momento uma rubrica que granjeou o prémio Rádio da Sociedade Portuguesa de Autores, não pretendo sequer identificar este artigo com este espaço que tanto alegra as nossas manhãs, apenas quero pegar na palavra CROMO. É, sem dúvida, uma palavra que entrou nas nossas conversas há muito, e que usamos muitas vezes para identificar traços ou gestos de personalidade, características pessoais ou de aspecto físico, e que na maior parte dos casos não é um cumprimento muito abonatório! Mas até que ponto os cromos nos servem de lição? Nas intervenções de business coaching que fazemos com as empresas, somos muitas vezes alertados para a existência de um ou outro “cromo”. E, obviamente, gostamos de saber em detalhe o porquê do nome, por que razão lhe foi atribuído o rótulo. E muitas vezes chegamos a conclusões interessantes, pois o cromo pode revelar-se alguém com um potencial fantástico que não tem a oportunidade de mostrar o que vale. Assim sendo, temos vários tipos de “cromos”: Os “cromos” pacatos Existem nas empresas umas quantas pessoas mais pacatas, caladas e que passam muitas vezes despercebidas. São percebidas pelo resto da equipa como pessoas tímidas, que preferem escutar a falar e que seguem os procedimentos, acções e tarefas que lhes são atribuídos. São muitas vezes as pequenas “formiguinhas”, nas quais assenta grande parte do trabalho, e quase não se dá por elas, pois não têm por hábito mostrar-se aos outros ou evidenciar-se demais. Os cromos mais pacatos têm assim uma grande capacidade de trabalhar sem criar mau ambiente, preocupando-se em ser low profile. Precisam, no entanto, que reparemos neles, não pelas razões de serem tímidos, mas pela excelente performance que demonstram. Pelo facto de conseguirem uma consistência que poucos conseguem. Por isso, dê um “muito obrigado” ao seu colaborador mais pacato, pois estou certa que é um dos mais merecedores na equipa.… [ Ler mais… ]
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