Etiqueta: Decisão

Procrastinar: Quando é que “agora” será uma boa altura para tomar uma decisão?
Muitas vezes na nossa vida temos a tendência para procrastinar as coisas que temos para fazer. Um estudo feito ao longo de 20 anos nos Estados Unidos por um professor universitário focado no que fazia a diferença no sucesso de cada um, analisou três recursos que poderiam fazer a diferença: Genes Educação Capacidade de agir O resultado do estudo foi espantoso. Chegou-se à conclusão, pelo estudo de várias famílias que tiveram filhos com a mesma educação, que cada uma destas componentes contava as seguintes percentagens para a probabilidade de atingirem o sucesso: Genes: 10% Educação: 20% Capacidade de agir: 70% O que nos leva a pensar em todas as pessoas que estão sempre à espera de uma oportunidade na vida para pôr em curso uma ideia que tiveram e que vai torná-las milionárias. Quantos de nós já não pensámos em algo que podia ser fantástico, mas colocámos a ideia na gaveta à espera de termos as condições perfeitas? E quantos de nós é que, passado algum tempo, viram a sua mesma ideia ser um sucesso nas mãos de outra pessoa? Pois é uma daquelas experiências que sabe sempre a amargo. É quase como acertar nos números do Euromilhões e nessa semana esquecermo-nos de entregar o boletim. Uiiii… Hoje vou dar-vos dois instrumentos que utilizamos nas nossas Formações de Liderança e que Vos podem ajudar a decidir. O primeiro permite aferir se estamos ou não no caminho certo na nossa vida. Arranje uma área com alguma dimensão que esteja livre e na qual possa experimentar este exercício. Escolha 3 objetos que caibam na mão e que vão representar 3 pontos. De onde veio Qual o ponto no futuro onde quer chegar Qual o ponto do presente onde está hoje Agora faça a seguinte experiência. Coloque os objetos no chão de uma forma aleatória.… [ Ler mais… ]
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Também está com um feeling?
Ao escrever este artigo antes do jogo da nossa selecção com a equipa espanhola, não deixo de me questionar sobre os “feelings” que jogadores, treinador e milhares de portugueses estão a ter. E o mais engraçado é que aposto que outros tantos milhões de espanhóis estão a ter um feeling semelhante. No fundo, será um confronto de intuições a que se vai assistir esta noite? É interessante estar a falar nestes feelings em termos de vitórias num jogo de futebol e a pensar ao mesmo tempo na quantidade de empresas com quem trabalhamos e nos feelings que sabemos existir. Quantas vezes decidimos por intuição nas empresas? E até que ponto a nossa intuição resulta ou não? Os estudiosos do cérebro humano e do modo como é processada a informação garantem que a intuição existe de facto. No fundo, todos os estímulos que recebemos, cerca de 1 a 2 milhões por minuto, não são processados pelo nosso cérebro, sob o risco de o sobrecarregar e “fundir”. Mas de algum modo ficam retidos “para mais tarde recordar”. E depois, quando necessitamos, o nosso cérebro volta a aceder a essa informação, procurando um conjunto de padrões já predefinidos, um conjunto de estímulos sobre os quais recai a nossa atenção e aí sentimos que sabemos o que vai acontecer. Assim sendo, o tal feeling, ou aquela sensação à boca do estômago, não é mais do que um screening da base de dados que nos aponta que algo pode ou não correr bem face a um determinado número de condições que estamos a observar. E então actuamos apoiados nessa sensação… ou não.
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