Vai uma apostinha?

15/02/2011 Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 4 seg.

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Processos, Apostar em Si, Resultados, Dinamização EmpresarialClaro que não é de outras apostas que estamos a falar…, mas sim das que escolhemos fazer na empresa, nas nossas pessoas, na inovação, no crescimento e no sucesso.

Apostar nas PESSOAS

Saber, motivação e comunicação!

As pessoas são a marca da empresa, sem esse capital intelectual a empresa não seria seguramente a mesma. Motivar, desenvolver competências, falar aberta e atempadamente das situações e lançar constantemente desafios às pessoas, mais do que nunca, tem que fazer parte das nossas agendas diárias.
Já nos deve ter ouvido dizer que a liderança é como uma conta bancária, se não pomos lá nada, não há mais por onde cobrar ou pedir… Por vezes nem nos damos conta que pedimos e exigimos demasiado e damos muito pouco em troca, ou não o fazemos de forma sustentada.

Quando foi a última vez que apostou na sua Equipa?

As alternativas são imensas, por isso aqui ficam algumas dicas…

– Reuniões de equipa / Reuniões de brainstorming
– Outdoors / Teambuilding / Experiential learning
– Compromisso de equipa / individual ou Lema do ano
– Liderança Situacional
– Recrutamento
– Plano de carreira / plano de desenvolvimento individual / plano de formação
– Formação externa / interna
– Coaching de executivos
– Mentoring
– Avaliação de desempenho e prémios de performance
– Key People / Champions por solução ou produto
– Iniciativas de networking / participação em fóruns
– Disponibilizar no escritório Ginástica / Massagens / Fruta /etc.
– Mobilidade no trabalho / colocações internacionais
– Celebrar datas / momentos importantes
– Contribuir: apoio a causas sociais, voluntariado

Apostar nos PROCESSOS

Há tantas maneiras de chegar a um mesmo objectivo, umas mais eficazes e céleres do que outras…

Como estamos a fazer? Como estamos a operacionalizar a nossa estratégia? O que resulta e o que não resulta? O que precisamos de fazer de novo ou diferente?

Os processos são autónomos ou são integrados com parceiros? Que Sistemas e Tecnologia estamos a usar?

Como asseguramos a Garantia da Qualidade? Somos certificados? Que normas são críticas para a diferenciação do nosso negócio? Vemos a certificação como uma meta e algo que aporta valor? Ou temos uma conotação com algo que é um peso ou uma trabalheira enorme?

Há quanto tempo não aposta nos Processos e na Tecnologia? Vamos a dicas para o seu negócio…

– Atribuição de Funções e definição clara de responsabilidades
– Descrição de Procedimentos
– Seguimento da actividade comercial: métricas relativas ao ciclo da venda, à taxa de conversão, à prospecção, ao desempenho de cada vendedor
– Ferramenta de CRM para gestão de contactos e oportunidades
– Inquéritos de satisfação a cliente, seguidos da implementação das sugestões de melhoria
– Aposta pelas parcerias especializadas e em parceiros certificados na sua área de nicho de intervenção
– Avaliar o outsourcing do que não for o core de negócio (Processamento Salários, Contabilidade, Apoio TI em termos de HW, infra-estrutura e redes, …)
– Software de gestão integrado e modular (aplicação standard ou desenvolvida à medida)
– Certificações e acreditações (ISO 9000, 27000, 14000 ou as que se aplicarem ao seu negócio)
– Plano de melhoria contínua, geração de ideias
– Investimento em inovação: explorar instrumentos financeiros e fontes de financiamento alternativas (QREN, SIFIDE, …), já que investir é não parar de semear…

Apostar nos RESULTADOS

… e medi-los!

Procurar outro patamar de resultados passa, em primeiro lugar, por definir o que queremos atingir. E, depois de fazer acontecer, passa por apurar resultados, só que nem sempre fechamos o ciclo…

Não há como gerir bem um negócio de que não conhecemos os números, torna-se difícil tomar decisões de gestão correctas e atempadas e minimizar os riscos operacionais se assim for.

O “correu bem” ou “mais ou menos” não nos dizem nada, depende de quem nos dá a opinião. Os resultados têm que ser mensuráveis para poderem ser comparados com o que estava previsto, serem corrigidos eventuais desvios e redefinidas as abordagens.

Sem darmos conta, até corremos o risco de premiar o tal mais ou menos ou o atingimos quase…
E os resultados, independentemente de muito bons ou menos bons, têm que ser comunicados à equipa, para poderem servir de trampolim para outros resultados. Se as pessoas não souberem o que está a acontecer, não podem comprometer-se mais ou envolver-se doutra maneira, já pensou?

E aqui ficam também algumas dicas nesta perspectiva:

– Modelo de planeamento estratégico, com revisões trimestrais
– Definição dos indicadores chave do negócio e análise da Informação de Gestão: Tableaux de Bord / Balanced scorecard
– Orçamento previsional anual e seguimento do mesmo
– Ponte periódica com o Director Financeiro ou com a Contabilidade / TOC: perceber os principais indicadores de negócio e deixar de ver a Financeira ou a Contabilidade como o nosso interlocutor para o budget e para aprovar despesas ou como um meio para cumprir os requisitos legais/fiscais, apurar o IVA e submeter a IES no final do ano

E, para além das dinâmicas que introduzir no negócio, já agora, não se esqueça que é igualmente importante APOSTAR em SI…

 

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