Arquivos com as tags‘Estratégias’

21/10/2014Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 34 seg.

Será que o 1º passo foi o mais acertado? Onde nos leva o passo seguinte?

Estas são provavelmente questões que nos ocorrem na 1ª pessoa diariamente.

Mas será que nos apercebemos de que ocorrem igualmente aos elementos das nossas equipas? Como é para cada um dar o primeiro passo? O que vai na cabeça de cada colaborador relativamente a cada passo seguinte?

Apoiar ou Empurrar

Cada passo não é mais do que… uma decisão. Uns passos serão maiores e por isso mais críticos, outros serão pequeninos, sem grande impacto, mas todos relevantes e indispensáveis para avançar.

Estamos a ser eficazes no “apoiar” ou “empurrar” das decisões dos nossos colaboradores? Aqui vai uma pista, sabemos como decidem as nossas chefias intermédias, os nossos managers ou gestores? Ora vejamos…

Os que nunca mais decidem

Estes são os que enrolam, os que querem fazer acontecer e nos contagiam com a sua visão, fazendo-nos criar grandes expectativas, mas que, ainda que tendo excelentes competências/recursos para fazer as coisas acontecer, não percebermos muito bem porquê, mas nada acontece…

A estes falta pegar na primeira peça e começar o puzzle; se calhar até sabem bem qual é, mas necessitam do aval de alguém, de sentir que (...Ler Mais...)

27/06/2013Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 13 seg.

Após uma longa espera, finalmente chegam as férias e finalmente o merecido descanso. Com orçamentos maiores ou menores, chega a altura de relaxar um pouco, de pensar menos na empresa, mais na família e amigos, esquecer todos os aborrecimentos. E chega Setembro, e tal como acontece com as resoluções do Ano Novo, lançamo-nos ao trabalho.

Todas as equipas em todas as empresas ganham novo alento e, seja qual for o estado financeiro da empresa, há que fazer mais, ser mais, crescer mais e acabar 2013 em beleza.

MAS estaremos de facto com mais garra? Será que acreditamos realmente em reviravoltas na crise? Será que o mercado vai mudar a nosso favor ou a favor da concorrência?

Nesta altura observamos que muitas empresas optam por mudar estratégias, alterar os players, apostar em parcerias e por vezes em reinventar métodos e acções para crescer. Outras acertam orçamentos e objectivos de vendas.

Mas quantas empresas mantêm o sonho de conseguir e não desistem?

Temos o sonho e a visão de futuro, então porque desistimos? Será que não podemos, de facto, continuar? Será que tentar faz mal?

São muitos os que duvidam do sucesso, mas só agindo poderemos chegar onde queremos. É só saber (...Ler Mais...)

29/07/2012Anabela Conde

Tempo de leitura: 0 min. e 34 seg.

Costuma parar para pensar pelo que é que está grato nesta vida? Agradece genuinamente as oportunidades?

Será que diariamente estamos mais preocupados em colher ou em semear? E por cada vez que colhemos, retribuímos?

DINAMIZAR… a Estratégia e os Objectivos

Falar de um Roadmap Operacional ou de 2-3 linhas de orientação estratégica pode ser igualmente pertinente, dependendo da dimensão da empresa, do seu estádio actual ou do que se pretende potenciar.
Muitas vezes a estratégia e os objectivos não existem porque não paramos para pensar neles, ou então até os temos, mas foram definidos no início do ano, não os comunicámos à equipa e nem sequer voltámos a eles… Esta é, infelizmente, a realidade de muitas empresas, independentemente do facto de os seus líderes reconhecerem que estes temas são determinantes para o sucesso.

A questão é que se não soubermos para onde vamos, a equipa jamais vai saber e não, não vai miraculosamente definir as coisas por nós. Se soubermos o que queremos operacionalizar, mas não o partilharmos de forma efectiva com a equipa, fica só na nossa cabeça e o plano de acção nunca vai estar integrado na agenda de cada colaborador.

Sem acção não há resultados, ou ainda (...Ler Mais...)

16/01/2012Jose Almeida

Tempo de leitura: 0 min. e 33 seg.

Muitas vezes nas vendas deparamo-nos com situações em que parece que tudo à nossa volta se desmorona e nada funciona.

Ligamos para os clientes e eles não nos atendem.

Tentamos marcar reuniões e nada.

A nossa lista de propostas em curso está cada vez mais pequena.

E, não tarda nada, começamos a dar uma olhada às secções de anúncios de emprego a ver quem é que anda a recrutar comerciais.

Só quem nunca vendeu é que não sabe o que é um vazio nas vendas.

Estar dois ou três meses sem resultados é das piores coisas que pode acontecer a um vendedor.

O desespero começa a instalar-se e muitas das vezes deixamos que nos abata e faça com que fiquemos cada vez pior.

É fácil na formação de vendas falar sobre motivação, dinamismo, ir à luta, mas só quem, como eu e muitos outros, passou pela carreira de vendedores é que consegue dar importância a este facto.

Uma das razões pelas quais na Ideias e Desafios não trabalhamos com formadores que não tenham experiência de terreno concreta de vendas, é precisamente esta.

Sem se ter passado por lá, não se dá valor a pormenores que por vezes fazem toda a (...Ler Mais...)

02/05/2011Maria Vieira

Tempo de leitura: 0 min. e 28 seg.

Ainda se lembra de brincar com legos?

Faz parte do imaginário infantil de muitos de nós!

Chegavam a ser tardes inteiras onde com alguns modelos básicos e peças semelhantes criávamos cidades, carros e outros transportes, pessoas, monstros e naves espaciais. Não importava se as cores não combinavam, se as peças não eram exactamente iguais, se o que tínhamos não era da última geração, o que importava era brincar com as peças.

E os que ainda podem brincar aos legos com os filhos, aposto que por vezes se sentem ainda mais entusiasmados que os miúdos.

Depois crescemos e termina a possibilidade de brincar com os legos, ou não?

Quando trabalhamos com equipas, seja qual for a dimensão das mesmas, na complexidade dos processos comerciais e na duração do ciclo de venda há alguma semelhança com o brincar com legos.

Quer saber como?

Modelos simples

Se reparar, os legos têm como base peças de uma dimensão muito reduzida e com poucos modelos diferentes. Estamos a falar de uns modelos básicos para a construção de TUDO o que a nossa imaginação é capaz de criar.

E nas empresas, quais são os modelos base que existem dos quais parte todo o trabalho criativo? (...Ler Mais...)

23/03/2011Anabela Conde

Tempo de leitura: 0 min. e 38 seg.

Por um dia, vamos ousar fazer de conta… fazer de conta que abdicamos da nossa posição, da nossa função de chefia ou de liderança, até de alguma pressão emocional.
Há dias em que dávamos tudo para ser outra pessoa… E se hoje fosse o dia? Vamos experimentar sair da nossa posição de percepção habitual das situações, para nos colocarmos na situação dos nossos colaboradores, dos nossos subordinados.

Ver as coisas de outro prisma, sem os nossos vícios, é sempre interessante. É como colocar os óculos 3D para ver o filme todo…

Faz de conta que não pode falar…

Desafio #1: Escutar mais

Se fomos criados com duas orelhΩs e uma boca, talvez esta proporção tenha algum significado, não?!
Claro que não é o seu caso, mas há pessoas que andam tão preocupadas com o que têm para dizer, que nem se lembram de escutar os outros (às vezes nem se ouvem a elas próprias sequer…).

Uma das maiores insatisfações das pessoas nas empresas é não ter voz activa, não ser chamado a dar opinião, não poder questionar ou clarificar alguns porquês, não poder expreΩsar-se. Para alguns, o líder é o chefe que, de certa forma, está inacessível.

Porque é que (...Ler Mais...)

29/12/2010Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 59 seg.


Uma das questões que habitualmente colocamos aos empresários e gestores com quem trabalhamos é precisamente esta:

“O que é que gostava de alterar na sua empresa?”

Embora pareça simples, muitas das vezes provoca reacções bastante diversas.

As respostas podem ir do “tudo” até questões mais cirúrgicas, como sendo aumentar as vendas, diminuir os custos, receber a tempo e horas, e por aí adiante…

Mas a resposta que me foi dada esta semana por um quadro de direcção de topo de uma grande empresa foi:

“Olhe, não sei. Não sei por onde começar.”

O problema, ou problemas, eram tantos que esta pessoa especificamente já não sabia para onde se havia de virar.

Esta é uma situação que surge bastantes vezes à nossa equipa, nos dias que correm, no terreno.

Com a crise, com a diminuição do consumo, com a queda no imobiliário, com…

Mas será que tudo isto importa?

No nosso entender, é algo que deve ser levado em consideração, mas que tem de ser tomado como uma nova variável no mercado.

Não me parece, embora existam sinais bastante positivos de que a economia está a melhorar, que devamos já bater palmas e achar que a crise já passou e que (...Ler Mais...)

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