Vendas e Negociação

24/02/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 2 min. e 27 seg.

Um dos principais indicadores de que algo vai mal com a performance de um comercial é o sintoma dos altos e baixos frequentes.

Não sabe o que é?

Não faz mal, nós explicamos.

É algo que ocorre ao longo do ano comercial.

Começa com a definição de alguém na empresa que nos diz que este ano temos de vender 30% a mais.

No início até dizemos que sim, motivamo-nos para que isso seja uma realidade e até com o espírito de equipa que se cria nas equipas acontece um fenómeno interessante.

Se formos a analisar as vendas nos primeiros 2 a 3 meses do ano, elas até sobem.

Mas o que é que acontece a seguir?

Já está a adivinhar, não é?

Claro! Descem!

Entramos no dia-a-dia, na crise, na concorrência feroz, no cansaço e em todos os outros factores que inexoravelmente fazem com que as vendas tenham tendência a diminuir.

E se calhar estará a pensar, mas isso é normal? Ou não é?

Mas o que é que normalmente acontece quando as vendas descem?

Convoca-se uma reunião e motiva-se toda a equipa para conseguir novamente levar o barco a bom termo e, por incrível que pareça, muitas das vezes (...Ler Mais...)

17/02/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 16 seg.

Uma das questões que mais polémica levanta nas empresas é a sistematização dos processos relacionados com a área comercial por forma a determinar o potencial dos clientes.
– Bases de dados de clientes e potenciais clientes
– Documentação do processo das vendas
– Sistematização dos processos

são miragens para a maior parte das empresas de Portugal.

Muitas já o têm, mas outras estão ainda a léguas de terem algo neste sentido.

Dado que não temos todo o tempo do mundo, vamos analisar a questão da base de dados de clientes e potenciais clientes.

Futuramente iremos focar-nos nos outros dois temas.

Muitas vezes a única coisa que existe nas empresas é uma base de dados dos clientes actuais.

Ou seja, aqueles aos quais já vendemos no passado.

Mas mesmo essa é normalmente incompleta, dado ter sido criada por necessidade da parte financeira e não ter informação de índole comercial que de facto importe.

Pelo menos, não para o trabalho dos vendedores.

Quanto à base de dados de potenciais clientes, o panorama é normalmente mais negro.

Existem normalmente listagens, muito desorganizadas, com bastante antiguidade e que normalmente não sofrem nenhuma actualização.

Um dos grandes pontos do sucesso de uma actividade comercial prende-se (...Ler Mais...)

17/02/2015Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 46 seg.

Estive há uns tempos atrás num torneio de rugby do meu filho mais novo. Praticante da modalidade há uns 3 anos, ainda com pouca força e capacidade de placar sem medo, não desiste de conquistar cada ponto, metro a metro, sempre avançando e jogando em equipa, pondo em prática a forma muito especial que o rugby tem de envolver todos os jogadores.

Embora perdendo todos os jogos desse torneio, e infelizmente por uma larga diferença, não posso deixar de elogiar a essência de quem joga com os seus 10 anos. A garra, a vontade de ajudar, a atitude. Podiam jogar melhor? Provavelmente sim, mas quanto mais conheço as regras deste jogo, mais entendo como se pode relacionar com o mundo das empresas.

Mas o que tem o rugby a ver com as equipas, especialmente com as comerciais?

Os passes

Bem, provavelmente saberá que no rugby não se pode passar para a frente. O objectivo é correr para a frente e atirar a bola para o que vem atrás. Aliás, é falta atirar para a frente. E no dia-a-dia das vendas por vezes temos de olhar para trás. Para ver quem está ao nosso lado que poderá correr mais e melhor (...Ler Mais...)

17/02/2015Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 15 seg.

Vender ou Servir?

Já pensou em toda a diferença que esta simples premissa pode fazer? Principalmente quando falamos de excelência no atendimento!

Servir é uma escolha, de disponibilidade, de flexibilidade, de a cada interacção fazer o outro sentir-se especial.

E isso pressupõe cuidar do cliente como se fosse um dos nossos, como se fosse família, implica cativar, na certeza de que o atendimento não acaba com o desligar do telefone, com a saída da loja ou com a resposta a um e-mail.

O Foco no Cliente

Servir é agir para criar valor para o nosso cliente.

Prestar um serviço de excelência passa por antecipar, prever e manter o contacto, passa por pensar todos os dias em como podemos acrescentar valor ao cliente.

Hoje sabemos que o factor primordial no serviço ao cliente é o elemento humano.

Efectivamente, o serviço distingue-se pela qualidade da relação com que é prestado. E a chave de sucesso está nas relações personalizadas, essas os clientes não esquecem!

Vemos ainda muitos vendedores que são autênticas máquinas a lidar com o público, quer no atendimento presencial, quer no atendimento telefónico.

Se cada cliente apresenta uma necessidade específica, o que nos impede de adaptar o nosso guião? É (...Ler Mais...)

09/02/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 11 seg.

Se me perguntar qual a forma mais eficaz de chegar aos seus clientes no âmbito da venda, é posicionar-se como especialista através da publicação de conteúdo que seja relevante para eles. Em termos técnicos chamamos a isto marketing de conteúdo.

Isto é fácil de dizer, mas nem sempre fácil de fazer. Algumas empresas, como a minha, que actua na formação e coaching comercial, têm a facilidade de produzir conteúdos de interesse, sejam eles artigos, mini-livros gratuitos, guias, infográficos, vídeos, reportagens ou outros. No entanto, a maioria das empresas não tem essa facilidade.

Quando trabalho com os clientes na definição de estratégias de content marketing, sejam elas para alimentar redes sociais ou outras, começo sempre por fazer esta pergunta: “Quem é a “persona” que queremos atingir?”. E atenção que persona é diferente de empresa ou tipos de empresas. Quando estamos a actuar neste nível, temos de ser muito mais granulares.

Por exemplo, imagine que eu vendo tecnologias de informação. Se quiséssemos aplicar uma estratégia de geração de conteúdos, poderíamos pensar que iríamos enviar informações sobre os produtos, serviços, case-studies, etc.

Nada poderia estar mais errado. O que temos de fazer é pensar especificamente qual é a persona do nosso cliente. Por (...Ler Mais...)

09/02/2015Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 48 seg.

Hoje gostava de me focar num tema que é muito importante nos dias de hoje. As competências de venda!

De vez em quando gosto de ver programas sobre natureza, e um destes dias dei por mim a assistir a um programa sobre as Galápagos e sobre a selecção natural que ocorreu nessas ilhas com o passar dos tempos.

Esquecemo-nos que a natureza opera coisas fantásticas não apenas nas Galápagos, e que a selecção natural ocorre por toda a parte com mecanismos muito semelhantes aos observados nesta parte do globo, e noutras.

Darwin disse que a sobrevivência do homem dependia não da força e do tamanho da espécie mas da forma como se adaptava ao meio ambiente e às condições, adversas ou não, que o rodeavam.

Nas equipas acontece o mesmo! Não é o mais forte ou o mais experiente que muitas vezes tem o melhor desempenho comercial, mas sim o que melhor se adapta às novas condições. Esse sucesso tem muito a ver com determinadas características e factores associados que podem ser replicados de “geração” em “geração”.

Claro que não vou negar que temos encontrado ao longo dos anos pessoas com um perfil genuinamente comercial, que têm um “jeito especial” (...Ler Mais...)

27/01/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 2 min. e 26 seg.

1. Entenda que o mundo das vendas mudou.

Uma das coisas que muitos comerciais ainda não perceberam é que o mundo das vendas mudou radicalmente. Se no passado um cliente tinha um ou dois comerciais por dia a contactá-lo para marcar uma reunião ou enviar algum tipo de informação comercial, esse número nos dias de hoje sobe exponencialmente. Assim sendo, os canais de venda tradicionais têm vindo a perder cada vez mais eficácia. Telefone e e-mail, que são dos mais usados, estão hoje em dia “entupidos” e não têm a eficácia que em tempos podem ter tido na sua actividade comercial.

2. Semeie em vez de caçar

Na sequência desta mudança, o comercial tem de perceber que hoje em dia já não funciona ir à caça. Temos, isso sim, de semear para que o nosso cliente possa chegar até nós. Aqui entram em funcionamento as redes sociais. São das ferramentas mais eficazes para conseguir criar precisamente isto. Seja no Facebook, LinkedIn, Twitter, Google+ ou outras que venham a existir, é crítico que entenda como é que tudo isto funciona e que perceba como se mexer eficazmente nestes meios.

O Linkedin é mais indicado para negócios B2B – Business to Business, (...Ler Mais...)

13/01/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 35 seg.

Todos os directores comerciais ou gestores de equipas de vendas sabem que têm de passar pelo menos “algum” tempo a acompanhar (fazer coaching comercial) os elementos da sua equipa.

No entanto, muitas vezes somos apanhados na confusão do dia-a-dia das nossas agendas e negligenciamos as nossas responsabilidades de coaching.

Esta decisão é especialmente perniciosa se tivermos novos elementos na equipa. Vendedores sem experiência necessitam de um acompanhamento mais personalizado do que os vendedores mais veteranos.

É claro que é um grande investimento de tempo, energia e recursos. Mas a longo prazo é algo que poderá aumentar em muito a performance da Vossa equipa.

Quem nos conhece dos nossos cursos de formação sabe que adoramos estratégias. Gostaríamos agora de vos deixar uma estratégia para se tornarem melhores no processo de coaching dos Vossos vendedores.

1. Coloquem de parte tempo para o processo de coaching

A chave principal para uma estratégia de coaching eficaz é alocar tempo todas as semanas para o processo. Por exemplo, marquem reuniões semanais com cada elemento, onde possam em conjunto com o vendedor analisar a sua evolução. Não se fiquem pelas habituais trivialidades deste tipo de reuniões.

Vão mais fundo! Analisem todos os aspectos, desde os objectivos (...Ler Mais...)

13/01/2015Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 47 seg.

Acreditamos que não… aliás, o início do ano é pródigo em reuniões de ciclo, reuniões de preparação do ano, panos para medir vendas, planeamentos, construção de planos de acção e revisão de todas as ferramentas existentes.

Da nossa experiência com equipas comerciais, experimenta-se uma energia muito positiva nesta altura do ano, maior vontade em vencer e em conquistar mercado. É normal, novo ano, nova vida.

No entanto, sem planeamento nada é possível. E mesmo com equipas mais experientes, gostamos de desafiar o que está estabelecido e simplificar ainda mais o processo comercial. Vender não tem de ser difícil ou árduo, não tem de ser uma guerra tremenda. Pode ter momentos mais desafiantes, mas não tem de ser um sofrimento.

Qualquer equipa, independentemente da sua dimensão, tem de ter um PAC, ou seja, um Plano de Actividade Comercial. Uma ferramenta sucinta, simples, dirigida à acção comercial, passível de ser implementada em qualquer equipa e em qualquer área de negócio.

O objectivo final é sempre o mesmo: começar com o fim em vista. Pensar no que queremos ter até ao final do ano, construir um plano a partir daí e “andar para trás”.

Definição do ciclo

A definição do ciclo de trabalho (...Ler Mais...)

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