Vendas e Negociação

25/05/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 22 seg.

director-comercial-evolucaoUma das coisas que mais me espanta em Portugal é a falta de formação específica que as pessoas que ascendem ao lugar de chefia ou director  comercial têm.

A gestão de carreiras destes perfis ainda é encarada com muita falta de profissionalismo.

O que acontece normalmente é que se o antigo vendedor teve um bom modelo ou um bom mentor, é provável que se safe e até consiga fazer um bom trabalho.

Agora, se tal não aconteceu, a probabilidade de as coisas correrem mal é muito elevada.

A função de vendedor não é compatível, em termos dos recursos, com o que os agora chefe ou director de comercial têm de ter.

Para além disto, existe o paradigma de antes se trabalhar de uma forma muito isolada e agora ter de se passar a trabalhar mais (...Ler Mais...)

25/05/2016Ricardo Laranjeira

Tempo de leitura: 1 min. e 59 seg.

de-pequinino-aprender-negociarCom o que vamos aprendendo ao longo da vida, sabemos que é certo que ninguém nasce a ser vendedor, mas todos acabamos por aprender a sê-lo, mesmo que não estejamos muito conscientes disso. Ao referir-me a esta expressão “de pequenino é que se torce o pepino”, quero dizer que os bebés ou pequenotes com 2 ou 3 anos já aprendem naturalmente a negociar com os adultos. Eles querem que lhes demos coisas ou os deixemos fazer algo, nós queremos que eles se portem bem, façam umas gracinhas, etc. Ora aqui começam logo a aprender desde muito cedo que na vida muitas coisas têm a ver com um jogo de contrapartidas.

De pequenino se torce o pepino tem tudo a ver com a aprendizagem e a experiência que a vida nos traz e que é possível (...Ler Mais...)

16/05/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 2 min. e 12 seg.

vende-bicos-papagaioMuitas das vezes pergunto aos vendedores que formo “se vende panarícios e bicos de papagaio”.

Como devem imaginar, a maioria fica com um ar um pouco estranho sem perceber o que quero dizer.

Esta frase remonta aos célebres discos do Raúl Solnado que existiam antigamente quando eu era criança e que eram um tremendo sucesso na altura.

Existiam várias histórias, uma era sobre a guerra, em que o Raúl Solnado telefonava para o “inimigo” e lhe pedia se podiam tirar o arame farpado que a “malta” daquele lado já não ganhava para calças.

Existia a da Tia Leopilda.

Enfim, era cada uma mais cómica do que a outra.

No entanto ,existia uma de que eu gostava particularmente, tratava-se da da ida ao médico.

Nessa história, o Raúl Solnado contava que tinha ido ao médico para (...Ler Mais...)

16/05/2016Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 9 seg.

perspeciva-carro-retrovisorFalemos de perspectiva…

Numa altura propícia a novos setups e decisões, o que nos impede de revisitar o modelo de negócio? Será que temos o melhor modelo de negócio? Será que temos o modelo de negócio que o nosso Cliente precisa?

Muitas vezes nem nos damos conta de que a forma como estruturámos e diversificámos a nossa proposta de valor ao longo do tempo resultou de um modelo centrado na organização, ao invés de nos colocarmos no papel de Cliente.

Quando foi a última vez que deu por si a pensar o que poderia vender aos seus clientes ou como obter do cliente um maior retorno financeiro?

Pois… E se mudarmos de perspectiva?

E se abdicarmos mais do “NÓS” para nos colocarmos na posição do “ELES”?

O que nos impede de pensar quais as necessidades (...Ler Mais...)

08/05/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 2 min. e 7 seg.

motivacao-sindrome-cachorinho-cachoroUm dos problemas que mais encontro nas vendas de hoje em dia quando trabalho com as equipas em termos de formação e coaching comercial tem a ver com a motivação e o síndrome do cachorrinho.

Não confundir com a táctica do cachorrinho, que é habitualmente utilizada nos fechos de negócio.

Mas essa ficará, com certeza, para outro artigo.

A síndrome do cachorrinho é um dos pilares que utilizamos na formação para mostrar aos vendedores onde é que podem estar as suas zonas de melhoria.

Muitas das vezes, o ser humano é dependente em excesso da aprovação externa por parte dos outros.

Por parte da família, por parte das expectativas do pai ou da mãe, por parte da sociedade à sua volta, dos seus amigos, colegas e muitas das vezes das chefias.

Um dos melhores abanões (...Ler Mais...)

04/05/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 38 seg.

bolo-as-fatias-sandes

Enfartado? Já experimentou comer o bolo às fatias?

Provavelmente já se sentiu assim depois de uma refeição enorme e com muitas calorias.

A questão é: nos dias que correm em que o “light” é moda, embora por vezes não seja tão light como isso, será que continua a fazer sentido apresentar aos nossos clientes “refeições” pesadas?

Por refeições entenda-se produtos, serviços, soluções, aquilo que lhe quiser chamar.

Vamos voltar à história da actividade comercial. Há muitos anos, quando as condições económico-financeiras eram similares, se não muito piores, às actuais, qualquer bom vendedor vos diria que para vender um grande projecto, serviço, solução, o mesmo deveria ser “comido às fatias”.

Perdoem-me as expressões relacionadas com a culinária, mas é o que dá escrever artigos depois de almoçar.

Ora, e o que é que queremos dizer com (...Ler Mais...)

26/04/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 17 seg.

fechos de vendasUma das coisas que mais se discute hoje em dia é o aumento da eficácia das equipas comerciais nos fechos de venda.

Se procurar por “closing technics” na internet, em www.google.com, por exemplo, vai encontrar páginas com quase 300 ou 400 técnicas de fecho.

Ele é a técnica do “cachorrinho”, ele é a técnica da borboleta, enfim, existem técnicas para todas as situações.

A questão que se coloca é se de facto existem técnicas mágicas de fecho.

Será que podemos utilizar uma destas estratégias e fechar um negócio na hora?

Será que o cliente é tão “distraído”, para não dizer outra coisa, que vai nestas cantigas?

Não digo que não existam formas de influenciar o fecho. Nos nossos cursos ensinamos às pessoas a componente mais psicológica da venda que é muitas vezes esquecida nos cursos (...Ler Mais...)

26/04/2016Jose Almeida

Tempo de leitura: 1 min. e 44 seg.

Numa perspectiva culinária, estamos a pensar em camadas de massa fresca numa lasanha, camadas de bolachas e manteiga num bolo de bolacha, camadas de massa folhada onde não poderá faltar um excelente recheio. Não interessa qual a camada inicial ou final, visto que todas elas são igualmente importantes e idênticas. Mas camadas de clientes? Como visualizar estas camadas de fantásticos clientes que todos temos nas empresas? E o que significam estas camadas?

Saindo então de uma perspectiva gastronómica para uma mais prática de negócio, a verdade é que clientes todas as empresas têm, com certeza. E aposto que nem todos os clientes são iguais. Embora todos sejam importantes e fundamentais para a sobrevivência de cada empresa, podemos dizer que a camada de cima é muitas vezes especial.

Assim, as camadas ou classificações de clientes serão (...Ler Mais...)

11/04/2016Ricardo Laranjeira

Tempo de leitura: 2 min. e 7 seg.

Ultimamente o que tenho encontrado mais nas formações de vendas que dou são os problemas de comunicação. É caso para perguntar: O cliente não vai à bola consigo? Então e agora? O que é que faz? Chuta para canto ou vai a jogo?

Quem está em sala quando estou a falar destes conteúdos fica a saber que é possível irmos a jogo sem chutar bolas para canto e muito menos entrar fora de jogo. No entanto, como costumamos dizer na Ideias e Desafios, tudo o que envolve pessoas não é (nem pode ser) ciência de foguetões! Mas a verdade é que podemos andar muito perto de acertarmos no que devemos fazer nos momentos cruciais.

É fácil relacionarmo-nos com, e vender a, pessoas que são parecidas connosco. Criamos empatia com relativa facilidade. Com alguma experiência de (...Ler Mais...)

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