Estratégia e Gestão

27/07/2016Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 19 seg.

feriasFinalmente chegaram uns dias de verdadeiro calor que nos fizeram sentir que o Verão e as Férias está à porta… Numa altura em que todos estão mortinhos por ir de férias, em que começamos a ver alguns colegas a ir mesmo, outros a fazer planos minuciosos, em que não se consegue marcar reuniões ou os clientes do outro lado do telefone não atendem… quase que dava vontade de desligar! Mas não o faça ainda…

Alguns estarão a trabalhar em dobro para substituir outros, mas não será com todos assim…

O que nos impede de aproveitar este tempo para parar, avaliar e antecipar o que queremos fazer no período pós-férias?! Já pensou na diferença que isso pode fazer em termos de compromisso, alinhamento e foco, lá para meados de Setembro, quando todos tipicamente estão de volta? (...Ler Mais...)

11/07/2016Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 12 seg.

Smiling businesspeople working together at conference tableFunciona? Tem a certeza? Se tem, só pode ter acontecido uma coisa, já testou!

Se também não tem muita certeza, só lhe podemos dar um conselho, testar.

Quando falamos normalmente em testar, a grande maioria das pessoas pode pensar em experimentar acções ou estratégias de marketing. Mas em todas as empresas a actividade de MEDIÇÃO vai para além do sucesso no marketing.

As dúvidas surgem então com a necessidade ou não da medição, ou com o facto de ser difícil testar certas coisas. Ou não?

Testar colaboradores?

Se existe um período de experiência, porque não é utilizado para esse fim? O problema é que em alguns casos os “caloiros” não têm um plano de formação que envolva um acompanhamento intensivo, uma experiência de terreno, uma formação intensiva na função e a interacção com os outros (...Ler Mais...)

11/07/2016Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 15 seg.

Woman in computer room sleeping“Eu não consigo” é a mais limitadora das afirmações! E o pior é que é aquela com que tipicamente programamos o nosso subconsciente sempre que temos um novo desafio a vencer, que receamos.

Os “não consigo” de cada um são tudo o que sai da nossa zona de conforto, são a barreira que impede cada indivíduo de maximizar o seu potencial, de chegar a, ou mesmo superar, determinados objectivos.
Faça um favor a si próprio, tire de vez estas 2 palavrinhas do seu dia-a-dia!!

É que se não o fizer, veja alguns exemplos do que lhe vai acontecer…

Não consigo acreditar…

… no meu potencial, que a dita crise vai passar, que a retoma vem aí, que vou ser capaz, que nos vamos diferenciar, que a empresa vai crescer, que vamos ter mais quota de (...Ler Mais...)

27/06/2016Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 40 seg.

Deep thinking and soul searching concept with a person diving into a swimming pool shaped as a human face as a symbol of self examination and mental health issues related to inner feelings and emotions.Em momentos de viragem, como o de um ano que inicia, nada como parar, pensar, procurar dentro de si e questionar para progredir…

Ficamos sempre expectantes que os outros melhorem, que cheguem a horas, que escutem de uma vez por todas o que já lhes dissemos milhentas vezes, que se tornem mais produtivos, que reconheçam que não dá mais para fazer igual!

E nós? Temos uma atitude diferente? Ajustámos os nossos comportamentos?

E o que nos impede de procurar em nós?…

Ser o líder que gostava de ter

Há quem sorria quando pensa no líder que tem, quem se entusiasme com o que vão empreender conjuntamente no dia seguinte, e há quem se deprima pelo chefe que vai ver de novo a cada manhã, com sorte logo no elevador…

Não me diga que nunca teve (...Ler Mais...)

20/06/2016Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 33 seg.

decisoes-ir-de-a-para-bNuma altura em que as empresas precisam de induzir processos criativos para inovar, alguém terá que decidir sobre as ideias que surgirem em cima da mesa…

Por vezes, quando a ideia é nossa, ou vem de alguém com quem somos particularmente empáticos, a ideia parece-nos brilhante e apegamo-nos emocionalmente a ela. Mas, na hora de decidir, cuidado com o seu feeling… ele, por si só, pode pregar-lhe uma tremenda partida.

Qual é o seu plano?

Como sabemos, o processo de tomada de decisão encontra-se geralmente encadeado em cinco passos:

  • Definir os objectivos
  • Recolher e examinar a informação
  • Considerar diversas opções
  • Avaliar e decidir
  • Implementar
  • Dito assim, parece simples, mas são muitos os factores que condicionam e limitam as opções que identificamos e a respectiva avaliação, e o tempo é um deles. Ao tempo junta-se a (...Ler Mais...)

    25/05/2016Anabela Conde

    Tempo de leitura: 1 min. e 51 seg.

    atendimento-as-de-copasQuando entramos numa loja, no atendimento, um mero sorriso ou aquela atenção são muitas vezes o suficiente para nos sentirmos especiais e termos vontade de voltar.

    Mas será sempre assim?

    Nunca lhe aconteceu entrar num espaço comercial e nem sequer levantarem a cabeça ou estarem ao telemóvel?!

    A empatia…

    Comecemos pelo princípio, haverá alguém que não goste que lhe esbocem um sorriso? Não é preciso que o sorriso seja o número 33, sim aquele que fica preso ao lado tipo casamento ou batizado… Se for espontâneo, será sempre bem aceite. É uma forma de espelhar que apreciamos o facto de a pessoa ter vindo ou estar ali.

    Sei que Portugal anda sisudo, mas aquele cliente de que tanto precisamos tem alguma culpa?

    Como cumprimentamos os nossos clientes? Dizemos bom dia/boa tarde? Tratamo-los pelo nome? Sermos (...Ler Mais...)

    22/05/2016Maria Vieira

    Tempo de leitura: 1 min. e 50 seg.

    falhar-assusta-homemFalhar! Ainda há uns dias vi uma mensagem sobre motivação que circula na Internet. É sobre certas pessoas que se destacaram, conhecidas de todos, e os fracassos que tiveram ao longo dos anos.

    A quantidade de vezes que Michael Jordan falhava quando jogava basquetebol e como esse facto o deixava triste. As vezes em que os Beatles foram rejeitados por várias empresas discográficas que não gostavam das músicas que tocavam. Steve Jobs, que foi despedido da empresa que criou aos 30 anos de idade, e de como ficou devastado e deprimido. Walt Disney, que foi criticado por ter poucas ideias originais e criativas. E um dos mais conhecidos “falhados” de todos os tempos, Albert Einstein, que só aos 4 anos começou a falar e de quem as professoras diziam que pouco se poderia esperar. E (...Ler Mais...)

    22/05/2016Anabela Conde

    Tempo de leitura: 1 min. e 33 seg.

    sucesso-mulher-escreverMuito recentemente, um dos nossos Clientes mostrou-me a informação sobre o sucesso de a sua empresa ter integrado a lista das PME líder. A sua expressão transbordava de orgulho, como que se colocasse um marco de realização naquele momento…

    O Hoje está mais difícil, mais complexo, mas continua a ser possível marcar encontro com o Sucesso! É destes exemplos inspiradores que o País precisa. Se, à escala da responsabilidade empresarial de cada um, conseguirmos implementar boas práticas e consolidar a nossa liderança, faremos seguramente toda a diferença.

    Escolher o momento ideal…

    Creio que temos todos já a plena consciência de que este presente que vivemos não nos proporciona mais momentos perfeitos para investir, para apostar, para diferenciar. Não estaremos a esperar demais? Será mesmo que ainda podemos aguardar que as coisas melhorem para nos pormos (...Ler Mais...)

    16/05/2016Anabela Conde

    Tempo de leitura: 1 min. e 9 seg.

    perspeciva-carro-retrovisorFalemos de perspectiva…

    Numa altura propícia a novos setups e decisões, o que nos impede de revisitar o modelo de negócio? Será que temos o melhor modelo de negócio? Será que temos o modelo de negócio que o nosso Cliente precisa?

    Muitas vezes nem nos damos conta de que a forma como estruturámos e diversificámos a nossa proposta de valor ao longo do tempo resultou de um modelo centrado na organização, ao invés de nos colocarmos no papel de Cliente.

    Quando foi a última vez que deu por si a pensar o que poderia vender aos seus clientes ou como obter do cliente um maior retorno financeiro?

    Pois… E se mudarmos de perspectiva?

    E se abdicarmos mais do “NÓS” para nos colocarmos na posição do “ELES”?

    O que nos impede de pensar quais as necessidades (...Ler Mais...)

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