Estratégia e Gestão

02/03/2015Maria Vieira

Tempo de leitura: 2 min. e 11 seg.

Falemos hoje de dinamizar!

Não sei se já se deu conta, mas parece que foi ontem que comemos as 12 passas e que, em família e/ou com os amigos, sonhámos um a um os nossos desejos para este novo ano. O pior é que, bem vistas as coisas, esse ontem já foi há alguns meses, o ano já deixou de ser novo e até já só temos alguns meses que irão passar rapidamente para brilhar…

O que é que já fizemos então de diferente este ano? Do que nos tínhamos proposto fazer acontecer, o que alcançámos? Pois, o cronómetro já está a contar há sete meses… ou não era este ano que precisava de ter resultados diferentes?!

Continua em loop, sem saber o que organizar para ainda vir a fazer?

O que perde em parar A-G-O-R-A e aceitar o desafio de analisar uma das 3 dicas que esta semana preparámos para si?

E os objectivos e as linhas de orientação a implementar em 2013 que partilhou com a equipa foram…? Ainda não reuniu a equipa para comunicar este tema? Ainda não tem os objectivos? “Sabe que esta semana me disseram que ainda não tinham a informação do Contabilista e que, (...Ler Mais...)

07/01/2015Jose Almeida

Tempo de leitura: 2 min. e 2 seg.

Parece que sim…

Depois dos excessos da época das Festas ou outros abusos gastronómicos, reduzir e purificar tornam-se palavras de ordem e os planos detox surgem como fase inicial do propósito de emagrecimento. Além disso, tudo o que é detox está na moda!

E se levássemos esta moda à nossa empresa?!

Preparar

Ano Novo, Vida Nova…

O ano que termina está fechado, começamos a ter os números e a ver de que maneira os queremos (ou temos) de tornar diferentes neste novo ano. Que os resultados emagreçam é que não queremos de certeza, e para isso será preciso revisitar o que foi feito e repensar novas abordagens.

Isso sim precisa de um plano DETOX, com uns ingredientes diferentes dos frutos e legumes apetecíveis e das sementes variadas! O “batido” tem que ser preparado à nossa medida.

Não há ingredientes mágicos, mas motivação, acreditar e agir, não poderão ficar de fora!

Preparar passa, antes de mais, pela atitude, pelo “desta vez é que vai ser”, por re-alinhar a equipa, por atingir um estado de confiança e de disciplina que nos permita agir a cada dia na direcção dos objectivos.

E também passa por largarmos as nossas crenças limitativas de que não (...Ler Mais...)

09/12/2014Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 44 seg.

Será que inovar está fora da sua zona de conforto?

Na maior parte das vezes, fazemos as nossas coisas da mesma forma, dia após dia, gostamos de ter as nossas certezas, de não ter que pensar muito para tomar decisões em tempo útil.

A zona de conforto de cada indivíduo resulta, por isso, da série de acções, pensamentos e/ou atitudes que cada um está habituado a empreender ou ter e que não nos causam qualquer medo, ansiedade ou risco.

Somos pessoas de hábitos e o hábito é um padrão mental e comportamental que surge pela repetição. É tipicamente assim que melhor nos sentimos e é nessa direcção que a nossa estrutura cerebral se acomoda.

Uma actuação profissional nestes moldes permite um desempenho constante, com uma sensação de segurança.

Mas será essa segurança uma falácia? Podemos hoje dar-nos ao luxo de não cortar as amarras às nossas certezas, aos nossos hábitos, e limitarmo-nos ao que nos é confortável?

Se o contexto não estivesse sempre a mudar…

O sucesso das empresas depende das abordagens diferenciadoras e das estratégias inovadoras que trouxerem ao mercado, e isso implica um investimento constante em reinventar o caminho.

Ficar preso na nossa própria teia pode comprometer em (...Ler Mais...)

02/12/2014Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 28 seg.

Como conseguimos que o sucesso seja a regra e não a excepção nas nossas empresas e nas empresas dos nossos clientes?

Mas será que temos receio de ter sucesso? E o que pensarão as outras pessoas do nosso sucesso e em que medida isso as poderá afectar?

Em primeiro lugar, sucesso é uma escolha que cada um de nós faz e é simplesmente a consequência de efeitos combinados de uma variedade de factores diferentes. Quando trabalhamos com as empresas em coaching de equipa e de visão, efectuamos uma quantidade de etapas que não podem ser descuradas.

Passo 1

Antes de mais, temos de definir como é o Sucesso! Como irá reconhecê-lo quando o atingir? Sem definir metas objectivas e detalhadas é impossível dar os passos certos para atingir o que queremos. Se não atraímos as oportunidades, elas não vêm ter connosco. E essa atracção tem de ser feita com pequenos passos diários. Se para si o sucesso é ter uma equipa vencedora, meça a sua performance constantemente, marque objectivos dentro das metas e estabeleça um plano e um intervalo de tempo para as atingir.
Seja cauteloso com o que escolhe para medir o seu sucesso, porque irá aparecer…

Passo 2 (...Ler Mais...)

02/12/2014Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 23 seg.

Vamos hoje falar um pouco de indicadores de gestão também designados por KPI’s.

Não há gesto mais simples do que ligar o carregador à tomada sempre que o alerta de bateria dá sinal.

Excepto quando há falha de energia ou quando não encontramos o carregador…

E na sua empresa, estão todos de baterias carregadas? A energia falha? Reúne as competências de que necessita para ter mais sucesso?

Há quanto tempo não faz um diagnóstico ao que está a condicionar o Sucesso da sua Equipa? Já que ESMIUÇAR está na moda, então vamos lá:

… esmiuçar a Liderança

– Que tipo de timoneiro é do seu barco? Como está a guiar a sua Equipa? Como é que os team leaders estão a liderar as equipas deles?

– É um líder ao seu estilo ou ao estilo que cada elemento da equipa precisa que seja? Sabe quando deve adoptar uma postura de pressionador, de conselheiro ou delegadora?

– Quantas vezes por semana lhe vem à cabeça o provérbio: “Se queres bem feito, faz tu”? Tem dificuldade em delegar?

– Conhece individualmente os elementos da equipa? Está preocupado com o seu crescimento ou com o deles?

– E em termos pessoais, como vão (...Ler Mais...)

18/11/2014Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 35 seg.

Será que precisamos de HERÓIS? Eu acho que Portugal está a precisar de vários heróis, no serviço ao cliente, na liderança, nas vendas, enfim em tantos sectores que são críticos para as nossas empresas! E muitas vezes esquecemos que os heróis podem ser pessoas normais como qualquer um de nós.

Associamos muitas vezes o herói a uma figura que consegue fazer coisas extraordinárias, fora do comum, que luta por restaurar o bem e destruir os “maus da fita”, e que vence sempre.

Mas os heróis de hoje são bem diferentes e especiais à sua maneira. E muitos deles não estão muito longe de nós, mas não têm o reconhecimento que merecem, pois passam muitas vezes despercebidos.

“Que heróis existem?”, estará a perguntar.

Heróis no serviço a cliente

Se o mercado está muito diferente, os clientes também estão mais exigentes. Com a diminuição do poder de compra que muitos enfrentam, é cada vez mais importante ter um serviço a clientes de excelência. Seja na área comercial, seja no serviço pós-venda, considero heróis os que põem tudo o que têm no atendimento aos clientes.

São os que mantêm um sorriso mesmo quando o dia foi duro, são os que se desdobram para (...Ler Mais...)

18/11/2014Anabela Conde

Tempo de leitura: 2 min. e 2 seg.


A perda de compromisso decorre essencialmente de dois tipos de situações, a primeira, em que o colaborador já demonstrou capacidade para um desempenho melhor ou um comportamento mais apropriado e agora o seu desempenho baixou e a sua atitude evoluiu negativamente, e a segunda, em que o liderado não se revela interessado ou disposto a fazer evoluir o seu conhecimento ou melhorar as suas competências no sentido de melhorar a performance.

Muitas vezes, quando pedimos aos líderes para identificarem nas suas equipas colaboradores que têm problemas ao nível de desempenho, estamos a falar de situações que se arrastam pelo menos há 6 meses ou mesmo há vários anos.

Quanto mais a situação se arrastar, maior será o desgaste emocional da relação entre o líder e o subordinado. Isto gera frustração parte a parte, faz com que cada um fique a remoer, gera eventualmente um ou outro comportamento inadequado e, consequentemente, a perda de compromisso de que tanto se fala.

Quando o líder culpa o subordinado e o subordinado culpa o líder (e/ou a organização) as coisas tornam-se mais complexas…

Para o colaborador, perder o compromisso é sinal de que o seu líder ou a organização os trataram injustamente. Para o (...Ler Mais...)

04/11/2014Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 16 seg.

E quanto lhe custa mantê-la? E porque temos de chegar a este patamar?

O desafio de contratar novos colaboradores é tão difícil quanto a decisão de despedir pessoas, sendo que esta última carrega uma carga negativa muito grande, quer pessoal, quer para a restante equipa.

E se pudéssemos evitar situações dessas?

Tudo seria mais fácil se, não só fosse possível definir situações muito específicas e processos detalhados de recrutamento, como também de avaliação e medição de performance de cada colaborador. Assim, a probabilidade de chegarmos à parte negativa seria menor!

Como consultores de dinamização empresarial, intervimos muitas vezes nessas acções.
Não só apoiamos a criação de um perfil detalhado para cada colaborador, como apoiamos as pessoas no terreno e criamos sistemas de medição, como já foi falado várias vezes.

Mas acontece que o grande desafio em manter os 70-459 70-460 colaboradores se põe quando eles transitam entre funções e abraçam compromissos para os quais não estavam ainda preparados. É nessa altura que os perdemos…

Como podemos então garantir que mantemos o melhor talento dentro da nossa equipa?

Tipicamente, trabalhamos com um processo detalhado que pode diferir de empresa para empresa, mas que compreende na sua essência os seguintes passos:

1. (...Ler Mais...)

04/11/2014Anabela Conde

Tempo de leitura: 1 min. e 41 seg.

Inovar num mercado tão segmentado e competitivo como o de hoje é um constante desafio no que diz respeito à criatividade.

Cada vez mais, gerar novas ideias exige um comportamento criativo, especulativo, rebelde, pleno de suposições e hipóteses.

Porque não? Porque não experimentar? São questões na ordem do dia, que não podemos deixar de colocar a nós próprios.

Criatividade empresarial, tem?

O que precisa de fazer para tornar-se um “Idiota”?

Você e a sua equipa têm os 2 lados do cérebro em sintonia?

Cada indivíduo tende a usar maioritariamente um dos lados do cérebro. É por isso que algumas pessoas privilegiam o raciocínio lógico, ligado ao hemisfério esquerdo, e outras a componente artístico-criativa, decorrente dos estímulos do hemisfério direito.

No plano profissional, pensar “fora da caixa” tornou-se um imperativo e o exercício de desafiar a bivalência de ambas as partes do cérebro começa a ser determinante para criar abordagens inovadoras no mundo dos negócios.

Inovação ou Cópia?

Com o termo Inovação mais do que banalizado, estarão as empresas efectivamente
a criar oportunidades para encorajar o pensamento disruptivo?

Falar de Inovação é mera estratégia de Marketing?

Se por um lado as organizações incitam os seus colaboradores a aportar novas ideias e (...Ler Mais...)

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