Liderança Intrapessoal

19/06/2014 | Jose Almeida | Tempo de leitura: 1 min. e 54 seg.

Na Liderança, uma das coisas que sempre me interessou foi um fenómeno que existe nas empresas chamado de rádio alcatifa.

Porquê?

Porque pode ser um dos fenómenos mais destrutivos a que teremos o desprazer de assistir em época de instabilidade nas nossas empresas.

Quando se tem de implementar medidas duras como as que nos dias que correm estão em cima das mesas da maioria das empresas, é inevitável que se faça a apresentação das mesmas e a seguir se dê a rádio alcatifa pelos corredores.

Então o que podemos fazer para contrariar este fenómeno?

1. Liderança pelo exemplo

Eu sei que dói, mas não podemos estar a pedir sacrifícios às pessoas que lideramos quando nós próprios não estamos preparados para o fazer.

Por mais que me envolva com o tema da liderança, estude, ensine e implemente políticas de liderança nas empresas a nível nacional, chego sempre à conclusão de que a forma de liderar mais eficaz nos tempos que atravessamos é precisamente liderar pelo exemplo.

2. Não protelar a comunicação ou esconder os reais problemas debaixo do tapete

Muitas empresas (...Ler Mais...)

27/05/2014 | Maria Vieira | Tempo de leitura: 2 min. e 41 seg.

E já a implementou? Acha que é uma ideia poderosa que pode ajudar a sua empresa?

O problema não é o défice de ideias nas empresas em Portugal, mas sim a extrema dificuldade de implementá-las e motivar a equipa a fazer o mesmo.

Temos falado na importância que a Visão, Missão e Cultura da empresa podem ter na motivação da equipa. Quando são verdadeiramente inspiradoras, e incorporadas em cada pessoa, fazem com que as equipas se sintam unidas, entendam o porquê das suas funções, sejam mais determinadas a atingir os objectivos propostas, e tenham perspectivas de carreira e futuro. Mas e as ideias?

As ideias acontecem naturalmente, em maior ou menor quantidade, mas depois existe uma inércia enorme que dificulta a sua implementação. Para além disso, existe ainda dentro das empresas a ideia de que uma “boa ideia” é algo muito complicado, moroso, destinado a pessoas mais iluminadas… e por isso as ideias não florescem como deviam.

Quer mais ideias? Quer implementar as ideias? Quer pelo menos saber se as ideias que estão a ter são boas apostas?

Então junto (...Ler Mais...)

13/05/2014 | Anabela Conde | Tempo de leitura: 3 min. e 59 seg.

Muitos empresários e gestores sentem-se encurralados na sua realidade, sem capacidade para, de forma autónoma, pensarem em alternativas e, sobretudo, sem a confiança acerca do próximo passo à frente a dar no futuro e do qual as suas empresas precisam.

É nestes contextos que o coaching se torna pertinente. Se nos trouxer mais recursos, por que não apostar? E se não está por dentro desta abordagem, vamos tentar desmistificar…

Geramos alternativas?

Muitas vezes o caminho dos líderes e gestores é um percurso solitário e fechado. Não é fácil termos a capacidade de visualizar o futuro de outras perspectivas quando estamos mergulhados no curto prazo e as questões do dia-a-dia nos parecem roubar mais do que o tempo de que dispomos…

Por outro lado,  não estamos habituados a pensar “fora da caixa” ou não temos a confiança de que, se o fizermos, vamos ser bem sucedidos. Se calhar nem confiamos na capacidade da equipa para avançar com iniciativas distintas.

Contar com o apoio de alguém externo neste percurso funciona como um catalisador para pensar de outra perspectiva, traçar outras estratégias e (...Ler Mais...)

14/04/2014 | Anabela Conde | Tempo de leitura: 3 min. e 41 seg.

80/20 e a gestão de tempo?

A observação, em 1906, do economista italiano Vilfredo Pareto de que 80% da terra (na altura a fonte de riqueza) em Itália era detida por 20% das pessoas resultou ao longo do tempo na ideia generalizada de que, nos negócios, 80% das vendas vêm de 20% dos clientes.

Todos constatamos hoje que este princípio pode ser aplicado de forma transversal a outros aspectos do meio empresarial. Ou nunca se deu conta de que sensivelmente 80% das suas vendas são asseguradas por 20% dos seus comerciais, que 80% das reclamações vêm de 20% dos clientes, e que 80% dos resultados provêm de 20% do tempo investido?!

Efectivamente, se a maioria dos resultados provém daquilo que fazemos só uma pequena percentagem do nosso tempo, o que nos impede de nos focarmos nas actividades que produzem estes resultados, em vez de naquelas que meramente nos fazem consumir tempo?

Parece simples, mas às vezes não é fácil diferenciar o que nos leva mais longe… E acabamos por deixar que uma espreitadela para ver as últimas selfies dos amigos (...Ler Mais...)

25/03/2014 | Anabela Conde | Tempo de leitura: 3 min. e 59 seg.

Quando as nossas Equipas já foram a todas as Formações de vendas, quando já parecem ter sido inventadas na Empresa todas as estratégias comerciais e quando os nossos vendedores andam que nem baratas tontas a tentar gerar mais negócio, mas nada de diferente somam aos resultados, estarão esgotadas todas as hipóteses?

Estarão as nossas abordagens alinhadas com as novas exigências da actividade comercial?

Estará a Equipa verdadeiramente comprometida com fazê-las acontecer?

Porquê o Coaching?

Por mais momentos de Formação que proporcionemos à Equipa, nem sempre conseguimos ter a equipa toda junta na mesma acção ou nem sempre tiramos o máximo partido dos novos conteúdos e abordagens a ponto de voltarmos à empresa, não arquivarmos o manual da Formação, e fazermos o nosso modelo de negócio beber dessas aprendizagens.

É verdade que reajustar as abordagens em que vamos alicerçar as vendas é só o começo, porque é efectivamente preciso implementá-las de forma alinhada.

Ou não me diga que nunca lhe aconteceu voltar da Formação cheio de ideias, e de muita vontade para… mas eis que esbarra com a rotina, com a (...Ler Mais...)

11/03/2014 | Maria Vieira | Tempo de leitura: 3 min. e 13 seg.

E consegue fazer bem os dois?

No dia-a-dia das empresas temos momentos em que tudo é uma correria e tem de ser feito o possível e impossível para se resolverem os problemas, sem medos e sem indecisões. Noutras alturas, a passada tem de ser mais estável e calma, pensar na respiração controlada e ir controlando as reservas de energia.

O grande desafio está em saber quando “sprintar” e quando manter a passada. Acontece com alguma frequência aumentarmos a passada quando não estamos preparados para o fazer, como, por exemplo, quando fazemos grandes investimentos em marketing sem ter uma equipa comercial sólida que possa seguir no terreno as leads conseguidas, ou então abrandamos o passo com receio de desperdiçar energia e não investimos no acompanhamento aos clientes, porque, aparentemente, o negócio está num marasmo, tememos a falta de investimento e achamos que ficar mais calmos é sempre melhor do que cometer algum erro.

Muito da estratégia que elaboramos com as empresas segue o processo do sprint/maratona, para que se minimizem os consumos de energia, sem deixar nada de lado, e garantindo (...Ler Mais...)

10/03/2014 | Anabela Conde | Tempo de leitura: 2 min. e 52 seg.

Apesar de a época ser alusiva, hoje falamos de outros Carnavais e de outras máscaras, essas sim com impacto diário nas nossas empresas e desejavelmente à prova de mau tempo e de outros vendavais!

Está lançado o desafio em torno da Liderança…

Que tipo de líder está a ser para a sua Equipa? É o líder que sempre foi ou é o líder que sabe ser?

E é o líder que a sua Equipa precisa?

O líder chefe…

Sente-se um líder presente, do tipo facilitador, que trabalha com a equipa num alinhamento total, que os ajuda diariamente na execução das tarefas, para garantir que os prazos são cumpridos e que cada um realiza o que tem na agenda?

Sente-se um líder eficiente, que monitoriza o progresso das tarefas e que gere os diversos projectos do seu departamento ou empresa?

Sente-se um amigo, ombro de desabafos, capaz de fazer o que for preciso para que todos cumpram?

É muitas vezes o primeiro a chegar e o último a sair, quantas vezes fora de horas?

Com tudo isto, como andam os resultados? (...Ler Mais...)

28/01/2014 | Maria Vieira | Tempo de leitura: 2 min. e 55 seg.

Já experimentou parar por 5 minutos e pensar no que lhe falta ainda conseguir para a sua empresa? Se possível, pare hoje, já, e pense em tudo o que gostaria de atingir para a sua empresa ou área de negócio. Mas será que ainda há muito para fazer?

O objectivo de hoje não é tentar fazer com que realize tudo o que sonhou, mas pelo menos queremos ajudá-lo a aumentar a sua base de dados, aumentar o seu valor médio de uma venda e aumentar o número de vezes que cada cliente lhe compra.

Já várias vezes falámos do marketing de guerrilha e cada vez mais trabalhamos com os nossos clientes em apostas diferentes no modo como comunicam com o mercado e com os clientes. E se funcionar para si também?

As 8 estratégias magníficas:

1. Desenvolva um sistema que premeie compras frequentes. Qualquer pessoa que entre em contacto com a sua empresa, seja esta de produtos e/ou serviços, deve poder usufruir de algo especial ao fim de algum tempo – um pequeno desconto, acumulação de pontos, idas a congressos, (...Ler Mais...)

23/01/2014 | Jose Almeida | Tempo de leitura: 4 min. e 33 seg.

Poderá pensar: o que é isto das “necessidades humanas” e como é que se interligam com a motivação e com a forma como devemos motivar a nossa equipa?

Para começarmos a analisar por que razão fazemos o que fazemos na vida, teremos obrigatoriamente de passar pelo trabalho do Anthony Robbins.

Se pensarmos nas teorias da Motivação de Maslow e na sua famosa pirâmide de necessidades, lembramo-nos que ele dizia que o ser humano tinha determinadas necessidades básicas que, segundo ele, estavam organizadas numa série de fatias, e que quando uma dessas necessidades era satisfeita a mesma deixava de nos motivar e passávamos ser motivados por necessidades acima.

Ora bem, o trabalho do Anthony Robbins leva este conceito muito mais além e permite-nos perceber de uma forma simples alguns dos factores que contribuem para o nosso grau de motivação em cada situação ou área de vida.

Segundo Tony Robbins, as seis necessidades humanas são:

Certeza ou conforto Incerteza ou novidade Significância Conexão ou amor Crescimento Contribuição

Segundo ele, as primeiras quatro necessidades – certeza, incerteza, significância e conexão – estão presentes (...Ler Mais...)

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