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Publicado: November 06, 2007 |
Autor : Jose Almeida
Categoria : 2. Liderança Intrapessoal | Total de Visualizações
: 414 | Sem Votação
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Junto das pessoas que lidera?
Ou...
Junto da direcção da empresa?
Um dos grandes dilemas que encontramos hoje em dia na gestão de equipas prende-se com o facto de muitas das chefias intermédias das empresas terem um pé de cada lado.
Ou seja, ficam presos entre o facto terem de agradar à equipa versus terem também de agradar à gestão de topo.
Mas afinal de contas qual será o nosso papel no meio disto tudo?
É que somos presos por ter cão e presos por não ter.
Por um lado, tenho de ouvir as queixas das pessoas que lideramos, por outro temos de lhes dar na cabeça pois temos indicações para o fazer.
Muitas das vezes é mais fácil, desculparmos a nossa actuação dizendo:
"Eu sei que vocês têm razão mas a empresa tomou esta decisão..."
Se numa primeira fase isto pode parecer que nos ajuda como líderes, alinhando com a equipa, por outro, acaba pode ser uma sepultura que estamos a cavar a médio e longo prazo.
Chegará uma altura no nosso percurso como líderes que as pessoas que são lideradas por nós começarão a pensar:
"Ele dá-nos sempre razão, mas nunca faz nada para isto mudar."
E quer queiramos quer não, o nosso papel como líderes ficará fragilizado.
Todos temos de estar alinhados nas empresas, gestão de topo, chefias intermédias e quadros.
Todos devemos reportar as nossas preocupações e elevá-las até às nossas chefias directas.
Mas a partir de um determinado ponto, temos de tomar decisões e tocar todos pela mesma batuta.
É fácil fazer isto?
Claro que não.
É um dos problemas que mais nos deparamos quando realizamos os levantamentos de necessidades dos nossos programas de liderança que implementamos nas nossos clientes.
No entanto, temos obrigatoriamente que dar o primeiro passo no sentido de avançarmos todos no mesmo sentido.
Por isso aconselhamos os seguintes passos para resolver este problema.
1. Discutir abertamente todos os problemas que temos como membros de equipa e com as chefias de topo. 2. Decidir se está nas nossas mãos resolver o problema. 3. Se estiver nas nossas mãos, colocar o processo de resolução em andamento. 4. Se não estiver, colocar a questão a quem de direito. 5. Alinharmos todos pelas decisões que se tomarem superiormente para a resolução do problema.
Após realizarmos estes passos, devemos ser muito directos, fazendo sentir às pessoas que lideramos que o tempo de se queixarem já terminou.
O importante aqui é que mesmo que a decisão que se tome superiormente não seja a mais indicada, alinharmos todos pela mesma decisão e avançarmos.
É melhor uma empresa alinhada por uma decisão menos eficaz, do que uma empresa desalinhada sempre a discutir a resolução ideal.
Mas será que existe uma decisão ideal?
Conhecem alguma solução que agrade a todos?
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Nas vendas, como em tudo na vida, quanto mais pessoas conhecemos, mais portas temos a possibilidade de abrir.
As pessoas gostam de fazer negócio com as pessoas que conhecem e confiam. Gostam acima de tudo, de recomendar apenas as pessoas em que confiam. |
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