Ainda se lembra de brincar com legos?

02/05/2011 Maria Vieira

Tempo de leitura: 1 min. e 22 seg.

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Dinamização Empresarial, Modelos de Negócio, Visão, Missão, EstratégiasAinda se lembra de brincar com legos?

Faz parte do imaginário infantil de muitos de nós!

Chegavam a ser tardes inteiras onde com alguns modelos básicos e peças semelhantes criávamos cidades, carros e outros transportes, pessoas, monstros e naves espaciais. Não importava se as cores não combinavam, se as peças não eram exactamente iguais, se o que tínhamos não era da última geração, o que importava era brincar com as peças.

E os que ainda podem brincar aos legos com os filhos, aposto que por vezes se sentem ainda mais entusiasmados que os miúdos.

Depois crescemos e termina a possibilidade de brincar com os legos, ou não?

Quando trabalhamos com equipas, seja qual for a dimensão das mesmas, na complexidade dos processos comerciais e na duração do ciclo de venda há alguma semelhança com o brincar com legos.

Quer saber como?

Modelos simples

Se reparar, os legos têm como base peças de uma dimensão muito reduzida e com poucos modelos diferentes. Estamos a falar de uns modelos básicos para a construção de TUDO o que a nossa imaginação é capaz de criar.

E nas empresas, quais são os modelos base que existem dos quais parte todo o trabalho criativo?

Gostando da simplicidade, sem ser simplista, e trabalhando de perto com equipas num contexto cada vez mais desafiante, existe uma necessidade cada vez maior de nos focarmos no que de facto são os modelos importantes e alicerçar neles toda a actividade empresarial.

– Visão da empresa

A visão é uma pequena peça que pode fazer a diferença não só na motivação da equipa, mas também no seu fcus.
Da visão da empresa surgem os caminhos importantes a seguir, o futuro que se pretende e a envolvência de todos os colaboradores nesse objectivo de vida.

– Indicadores de Performance

São dos modelos mais úteis que permitem identificar pontos importantes de sucesso e medir o caminho a seguir por cada colaborador.

Esses indicadores são construídos tendo por base os processos fundamentais para a empresa nos vários departamentos.

Estamos mais habituados a ver indicadores na área comercial, tais como número de clientes novos, manutenção de clientes, aumento de market share, entre outros. Mas as outras áreas são também importantes.

Na área de marketing precisamos de medir o sucesso de cada acção implementada, do retorno do investimento das estratégicas implementadas.

Na área Financeira, saber os prazos médios de pagamento ou de recebimento permite dar a conhecer o cash gap da empresa.

Para a produção, temos desde as taxas de desperdício, indicadores de controlo de qualidade, entre outros.

Para além de todos os indicadores críticos de motivação, orientação, manutenção de pessoais, avaliação de pessoas e outros modelos base de toda a medição de uma empresa.

Criar outras realidades

E destes modelos surge a criação de novas realidades e novas maneiras de ter sucesso.

Mas não basta ter os modelos, é preciso utilizá-los e combiná-los de várias maneiras diferentes. Ter a capacidade de aproveitar as ideias dos outros, de incentivar à sua criação, de pegar nos modelos existentes e “brincar” de forma a criar novas realidades de futuro.

Todas as ideias são bem-vindas e se a equipa contribuir para esta mesma fonte de ideias, maior será a garantia de uma construção sólida e especial.

Que modelos implementou na sua empresa? Quantas vezes se dedica a criar novas construções com as suas peças de lego?


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